terça-feira, 2 de março de 2021

Uma fonoaudióloga querida


1

Às vezes somos surpreendidos,

Com presentes  em nossa caminhada,

Pessoas com grandes sorrisos,

Outros no coração com lágrimas. 


2

Mas o tempo passa,

O ser toma seu lugar,

Por menos que faça,

O espaço em nosso coração vem alcançar. 


3

Foi assim com você, 

Fonoaudióloga querida,

Muito feliz em ter,

Sua pessoa em minha vida!!!


4

É feliz quem a ama,

E faz parte da sua história,

Muitas felicidades, Luana,

Por sua vida, a Deus eu dou Glória!!


É minha coordenadora de Cantata, que aniversariou e merece a homenagem. J-J


Por: Marilza Luciano, poetisa e colaboradora especial do JOVEM JORNALISTA

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Meu padrinho preferido


1

Conheci um flamenguista,

Que é mui bem humorado,

Não o perco de vista,

Meu carinho tem conquistado!


2

São sinceras suas ações,

E me enchem de alegria,

Gosto de suas pregações, 

E reflexão do dia-a- dia!


3

É remédio seu carinho,

Que me traz felicidade,

Como eu amo esse padrinho,

E me enriquece sua amizade!


4

Parabéns meu querido,

Muita saúde e paz,

Meu padrinho preferido,

Que muito orgulho me traz!


Uma pessoa muito importante em minha vida. J-J


Por: Marilza Luciano, poetisa e colaboradora especial do JOVEM JORNALISTA

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

JJ em 'Hiatus de verão' de 05 de fevereiro à 08 de março


Sol, calor, praia, água de coco, picolé e uma infinidade de outras coisas caracterizam a estação mais solar que existe. O JOVEM JORNALISTA precisa aproveitar dessas delícias e regalias mesmo em um período de pandemia como a que estamos vivendo. É por isso que o blog ficará em Hiatus de verão de hoje, 05 de fevereiro, à 08 de março. Iremos aproveirar ao máximo esse período de descanso, mas claro, com todos cuidados sanitários e de segurança possíveis. 

Esse será um período em que daremos um tempo mas com um fundinho de até breve com as atividades do blog. É óbvio que não ficaremos parados totalmente, já que estaremos atentos ao que acontece nesse universo de meu Deus; interagindo com vocês leitores e; claro, comentando nos blogs amigos. O Hiatus é somente uma formalização, mas estaremos disponíveis em nossas redes sociais, nos comentários e no nosso Fale conosco.

É importante que vocês saibam que estaremos ativos no Linkedin, Instagram e Twitter, mas também no email (emersongaffonso@gmail.com) e no Whatsapp (Lembro que todos os colaboradores possuem a ferramenta e vocês podem sinalizar que querem o contato do seu crush favorito - brinks - que forneceremos HAHAHA!). Não sumiremos. Basta nos procurar que vocês nos encontrarão!

Para o retorno teremos muitos posts interessantes que serão realizados durante o Hiatus de verão (Sugiram temas e pautas de posts que também faremos com o total prazer). Na volta haverá posts de séries, polêmicas, comunicação, indústria cultural, jornalismo e tudo que vocês estão acostumados a ver por aqui (E muito mais!). Já adianto que teremos uma sequência de posts especiais para o Entre Frames e Serieteners 2 - séries da quarentena (Sei que esse último fez muito sucesso no final de 2020 e início desse ano, por isso estará de volta com força!).

Recados dados, declaro o início do nosso Hiatus de verão. Até breve. J-J





Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Quinta de série #serieteners #8: Pandêmicos

Pode conter spoilers!




Chegamos ao último post do Serieteners - séries da quarentena. Na edição de hoje falo sobre a websérie Pandêmicos, lançada no Youtube no canal da atriz e apresentadora Carolina Ferraz. Com 8 episódios de em média 15 minutos cada, a série teve o roteiro escrito por Otávio e Juliana Araripe, direção de Peu de Lima e uma parceria entre Carolina Ferraz e o produtor executivo Otávio Martins. O elenco contou com Carolina Ferraz, Otávio Martins, Thiago Albanese e Juliana Albanese. A websérie estreou no dia 23 de outubro de 2020 e foi até o dia 11 de dezembro de 2020. 

Pandêmicos conta a estória de um ex casal é obrigado a passar cerca de um mês juntos em um apartamento do Rio de Janeiro porque um deles resolve reformar sua casa. Para piorar, os ex casais devem conviver com o parceiro atual do seu ex parceiro e isso em plena pandemia! Já viu que loucura né?! Será que Janaína, Zózimo, Heitor e Fernanda vão suportar o isolamento social?! 

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A série se passa em um passado recente quando temos vivido o isolamento social e isso é retratado quando as pessoas vivem de máscara, com álcool em gel em tudo e não ficam muito próximas uma das outras. A própria filha de Janaína e Heitor, vive dentro do quarto fazendo vídeos para o Tik Tok e quase não a vemos. Embora o tema do coronavírus esteja presente na trama, ele não é o foco, mas sim o relacionamento conturbado dos quatro protagonistas em um apartamento (Onde a maioria das tramas e cenas passam). 



A reunião das quatro pessoas no apartamento é caótica e um tanto cômica e mostra como seria uma convivência forçada entre as pessoas. A pandemia, desse modo, aparece como um pano de fundo para se falar sobre as idiossincrasias nas relações entre quatro paredes sob uma ótica cômica e leve.

A ideia da série surgiu após uma conversa sobre as dificuldades dos tempos atuais e como isso impactou a classe artística, que teve muitos trabalhos cancelados, levando assim a se reinventar para continuar tendo seu sustento. Carolina Ferraz falou desse momento em uma entrevista:

“A classe artística foi fortemente impactada pela pandemia, por que nós artistas, em sua grande maioria, vivemos o coletivo. É extremamente interessante a necessidade do artista continuar se expressando. A realidade ao em torno nos fez pensar e agir rápido, para que nós não ficássemos estagnados. O isolamento nos provocou uma reflexão profunda, na sociedade num geral e na classe artística também, de como nós queremos nos expressar e de como queremos nos colocar.”


Em Pandêmicos vemos muitas situações que poderiam acontecer na realidade. A série tem cenas engraçadíssimas que permitem o riso fácil e contagiante. Além disso, a produção tem um ar realístico, já que no início de cada episódio surge uma data. 


Como a série foi criada?


O investimento da produção foi independente e realizado pelos próprios atores. A websérie teve uma equipe enxuta de 18 pessoas e o processo para a execução foi de cerca de dois meses e meio. A equipe realizou testes de covid-19 antes das gravações para checar se todos estavam bem. Otávio Martins contou mais detalhes da criação:

"Foram nove dias consecutivos de filmagem, ficávamos o dia todo e só saíamos para ir para casa. Ficamos praticamente em quarentena juntos."


A parceria entre Carolina Ferraz e Otávio Martins surgiu no teatro e agora eles repitiram a dose no audiovisual, com o desafio de gerar conteúdo e publicar em uma plataforma de vídeos. 


Personagens

A série possui um elenco bem enxuto. São quatro protagonistas e a filha do ex casal, Bia. Abaixo falo sobre cada um:


Janaína: mulher autoconfiante, bela e fina. Sua casa está em reforma e ela tem que morar com o ex marido em um apartamento. 


Bia: filha de Janaína e Heitor, é uma adolescente que vive os conflitos de sua idade e o fato de seus pais serem separados. Vive no quarto e quase não vimos seu rosto. É viciada em Tik Tok



Zózimo: atual namorado de Janaína, extremamente acomodado, comilão e preguiçoso. Vai com Janaína morar por um tempo no apartamento do ex esposo de sua namorada. 


Heitor: ex esposo de Janaína, é economista e tem o desafio de trabalhar em home office  com a pandemia do coronavírus. 



Fernanda: atual esposa de Heitor, é organizada e viciada em limpeza (Ela usa um vidrinho de álcool em gel no pulso). 


Tema de abertura

A música tema da websérie chama-se Pandêmicos e foi interpretada pela atriz e cantora Nany People. Achei a música original e acredito que ela foi criada especialmente para a série. Uma curiosidade é que a letra faz rimas com várias palavras poparóxitonas. Ouça-a:


    



Onde assistir?



A série pode ser acompanhada no perfil de Carolina Ferraz no Youtube (Tem até mesmo uma playlist com todos os episódios lá). 


Crítica



Pandêmicos é uma série curtinha em que a vi durante dois dias. A série conseguiu arrancar risadas de mim em vários momentos, pois as situações são muito cômicas e engraçadas. O tema e o enredo foram interessantes, sempre colocando a estória sob o pano de fundo da pandemia. 

Embora clichê, a série chamou a minha atenção pelos bons diálogos e enredo, assim como a qualidade de imagem e som. A fotografia da série é digna de uma produção da Netflix. Cada episódio tem um gancho para o próximo.

A série não possui filtros. Há muitos palavrões e palavras e gestos obscenas, por isso não a recomendo para todos. Finalizo o Serieteners - séries da quarentena com essa websérie. Fique agora com o trailer. J-J


   





Por: Emerson Garcia

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Por que corri atrás do peso ideal?


Durante uns 2 anos comecei a engordar e apesar de ser diabética, hipertensa, portadora de  sequelas de Neuropatia Diabética, Retinopatia e AVC  Isquêmico, não me cuidei e nem levei a sério eliminar o peso anormal.          

Viajei em 2019 cinco vezes para Vitória (ES). Lá tirei muitas fotos, mas não reparava o quanto estava obesa. O rosto parecia inchado, mas isto não me preocupava. Cada vez que entrava num consultório de um especialista eu ouvia a advertência: "Você precisa eliminar peso!” Nessa altura do campeonato eu estava nas mãos do cardiologista, endocrinologista, gastrologista, psiquiatra, psicólogo, clínico geral, fisioterapeuta, neurocirurgião, médico do quadril e outros mais... Apareceram tantas doenças e nem assim eu me toquei para emagrecer e eliminar os pesos excedidos. Somente após eu ser diagnosticada com a apneia do sono e necessitar de um respirador mecânico pra conseguir dormir, foi que resolvi emagrecer.          

Apneia do sono é a dificuldade que uma pessoa apresenta ao deitar, diminuindo a oxigenação do organismo e dificultando a respiração, principalmente ao adormecer, em alguns pacientes e, em outros, dificultando até mesmo a dormir. Ela é responsável por muitos infartos, AVC, diabetes e hipertensão, entre outros problemas.          

Existe um aparelho cuja sigla em inglês CPAP significa Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas que impulsiona os pulmões a funcionar caso a respiração de uma pessoa pare. Esse aparelho custa no mínimo R$ 2.800,00. Se a pessoa precisar de uma calibragem acima de 16 cm H²O, a solução é o BIPAP que custa mais caro ainda - cerca de R$7.000,00.          

Tive muita dificuldade para me adaptar ao CPAP, pois custo muito a dormir. E aquele ar que ele joga no meu nariz, forçando-me a respirar, me incomodava. Essa difícil adaptação ao aparelho - passando noites e noites sem dormir e brigando com o CPAP - fez-me procurar minha médica assistente. Perguntei a ela se eu ia ter que usá-lo o resto da vida. Recebi a resposta de que, se eu emagrecesse, poderia ficar sem ele. Ah! isto me impulsionou a me disciplinar e buscar chegar ao peso ideal.      


Primeiro comecei uma dieta com poucos carboidratos (só os menos prejudiciais como batata doce, inhame, cará e batata baroa). Depois descobri algumas cápsulas naturais da Akmos, passei a usá-las e entrei para o Programa de emagrecimento, o Peso Ideal, que a rede da empresa citada a qual faço parte ofereceu. Comecei a eliminar medidas e, por incrível que pareça, as dores sumiram, a glicose começou a abaixar e com 3 meses de programa fiquei livre da insulina rápida e logo depois da lenta. Passei a dormir com uma cápsula de maracujá dessa empresa e me adaptei ao aparelho do CPAP. Iniciei o tratamento com uma apneia de 58.0 paradas respiratórias, por 1 hora de sono e, no primeiro mês de tratamento,mesmo não me adaptando direito ao aparelho respiratório, a apneia caiu pra 1.9 paradas respiratórias por 1 hora de sono. Incrível!

Hoje já consigo dormir sem o aparelho, mas ainda não recebi alta dele. Dentro de algum tempo, farei uma nova polissonografia para ver se posso ou não deixar o uso do CPAP ou fazer ajuste na calibração. Mas pelo menos durmo melhor sem ele, quando durmo antes de prepará-lo, e voltei ao peso ideal, melhorando a minha vida em todos os sentidos. J-J



Por: Marilza Luciano, colaboradora especial do JOVEM JORNALISTA

sábado, 30 de janeiro de 2021

Semana da Visibilidade Trans: conquistas, mas também o lado triste da história

 



Na semana que acaba hoje tivemos duas datas importantes para a comunidade trans: a Semana da Visibilidade Trans e o Dia da Visibilidade Trans no Brasil que foi ontem (29). Eventos como esse são necessários para que a comunidade de transgêneros seja reconhecida na sociedade, funcionando como um instrumento para abrir os olhos da população sobre o tema e dissipando qualquer tipo de preconceito.

A comunidade de transgêneros conquistou muitos feitos ultimamente como a utilização de prenomes e gênero em documentos, assim como na lápide e na certidão de óbito, por meio de uma lei que foi sancionada na manhã de ontem; e também a iluminação do Palácio do Buriti pelo segundo ano seguido com as cores da bandeira trans.

Contudo, ao mesmo tempo que conquistou benefícios, nunca tantas vidas trans no Brasil tem sido ceifadas. A LGBTfobia tem crescido assustadoramente e eu tenho dados para provar isso. 

É preciso, portanto, conhecer quem são os trans de perto, assim como termos e conceitos para que não ajamos com preconceito e discriminação contra esses seres humanos (Sim, são seres humanos, não são ETS e muito menos sofrem de disforia de gênero ou transtorno de identidade como ouço MUITO por aí).

Esse post, portanto, desvendará os conceitos relativos à comunidade trans, bem como falará das conquistas e perdas que a classe transgênero sofre. Então, chegou a hora de tirar a venda do preconceito dos olhos e vir comigo!


Conceitos do 'T'


Primeiro é preciso diferenciar as identidades de gênero que compreendem a letra T da sigla LGBTQ+. Essa semana se comemorou a visibilidade transgênero, travesti e transexual, mas você sabe o que significam os termos?! Antes de tudo é preciso explicá-los para não incorremos em erros.


Transexual

É a pessoa que não se identifica com seu gênero de nascimento. Geralmente a pessoa transexual busca ou passa por uma transição social que inclui tratamentos hormonais ou cirúrgicos afim de se parecer com sua identidade de gênero. Um exemplo é o ator transexual Tammy Gretchen. 


Travesti

Diz respeito ao indivíduo homem que tranveste seu corpo com roupas femininas e sua personalidade com expressões do gênero feminino, mas que não deseja mudar suas características primárias, como a remoção do pênis ou a adição de seios. Existem travestis tanto hétero como homossexuais. Isso não interfere. O termo foi visto de forma pejorativa, mas foi ressignificado pelo movimento LGBTQ+ a fim de mobilizar as travestis na luta por direitos igualitários em nosso país. 


Transgênero

É uma pessoa cuja identidade de gênero possui diferenças em diversos graus do sexo biológico. Ou seja, psicologicamente falando, a pessoa não se sente homem, mulher ou nenhuma das duas características. Uma pessoa transgênero não necessariamente passa por mudanças sexuais e hormonais. O transgênero não tem a ver com identidade sexual, assim podem existir transgêneros bissexuais, homossexuais, heterossexuais ou até mesmo assexuais, dependendo do caso. 


Com essa diferenciação feita, espero que tenha entendido os termos e quais dos seguimentos foram homenageados essa semana. 


Conquistas


Foi lançado ontem o site Cidadania Trans pela Secretaria de Justiça (SEJUS), contudo pesquisei no Google e ele ainda não está no ar. O site será totalmente direcionado para os transgêneros, travestis e transexuais e agrupará informações de interesse público e políticas de promoção aos direitos humanos. 

O intuito do site é apresentar um guia prático para retificação de prenome e gênero de Pessoas Trans daqui do Distrito Federal (Espero que seja estendido para todo o Brasil), afim de orientar e auxiliar de forma prática e com linguagem fácil e acessível aqueles que desejam requisitar o uso do nome social. Uma conquista e tanto, não é mesmo?

Falando em conquistas, o Palácio do Buriti foi iluminado nas cores da bandeira trans (Rosa, azul e branco) entre os dias 25 e 29 de janeiro. Pode parecer pouca coisa, mas é motivo de alegria já que isso não ocorre com frequência e ainda mais em um governo nacional como o que estamos inseridos. 


O lado triste da história

Eu queria que esse post fosse só de conquistas e coisas boas, mas preciso apresentar a realidade (muitas vezes) cruel para vocês. De acordo com um dossiê divulgado pela Associação Nacional das Travestis e Transexuais (Antra) ontem (29), o Brasil encabeça o ranking de assassinatos a pessoas trans em todo o mundo. Foram 184 assassinatos de pessoas transgêneros somente no ano passado, 2020. As informações foram divulgadas por um meio crível e confiável, a CNN Brasil

A realidade ainda pode ser mais assustadora. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida das pessoas trans no Brasil é de apenas 35 anos. Uma pessoa trans não pode viver de forma digna, tendo sua vida ceifada. É duro, mas é a realidade do Brasil. 

É preciso que haja ações de combate ao preconceito e a violência contra a comunidade trans. Caso haja agressão, a Sejus recomenda que a denúncia seja realizada de forma presencial no Departamento de Execuções Criminais (Decrim), no telefone 197 ou na delegacia eletrônica. Em casos de violação de direitos humanos, a vítima deve ligar para o telefone 162 ou acessar o site da Ouvidoria. 


Papo reto


Essa é um pouco da realidade do mundo transgênero no Brasil e no mundo. Há conquistas, mas também um lado triste da história. Se há o que comemorar? Sim, mas como comemorar com dados tão arrasadores? Fica aqui o meu apoio às pessoas trans. Espero que no futuro próximo existam mais motivos para comemorar, do que para chorar. Finalizo esse post com uma declaração da secretária de Justiça, Marcela Passamani. J-J

“Lembramos que a luta por respeito e igualdade de gênero não é apenas nesta data. Todos os dias, travetis, transexuais e transgêneros enfrentam desafios para terem seus direitos garantidos e serem reconhecidos como cidadãos. Nesta semana, quero lembrar que essa comunidade não está sozinha, e que pode contar com o nosso apoio.”


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

O que acontece quando você clica 10 vezes em aleatório no 'WikiHow'?



Chegamos ao último desafio que o Arthur Claro criou para mim. Para finalizar ele pediu que eu entrasse no WikiHow, clicasse em aleatório 10 vezes seguidas, pegasse o artigo sugerido e fizesse um post com referência ao texto

Ao entrar no site, fiquei um pouco perdido, pois não sabia onde estava o botão de página aleatória. Enfim, eu consegui encontrá-lo. Então cliquei e atualizei a página em cada clique, até que saiu o post Como morar com um melhor amigo? 

O post apresenta dicas para morar com o melhor amigo. Ele diz que não é uma tarefa fácil e que tem seus prós e contras. Nesse post aqui complementarei o do WikiHow, com verdades que não se falam ao morar com amigos.


1- Seu amigo é um ser humano


E por isso é preciso dizer que ele peida, arrota e tem chulé. Se você já sabia disso antes de morar com ele, agora saberá intimamente.


2- Seu amigo te trollará como nunca antes


Amigo de verdade trolla o outro, passa creme dental na cara e sabe seus pontos fracos para te fazer passar vergonha na frente dos outros. 


3- Nem sempre vocês concordarão em tudo

Vocês não concordarão, muitas vezes, no cardápio nem que programa assistir na televisão, mesmo que sejam best friends. Por isso, esteja apto para ceder.


4- O amigo te dirá verdades na cara mais do que nunca


Se você já podia contar com amigos para dar conselhos, se ele morar contigo ele te dirá verdades na cara mais do que nunca. Então se prepare para recebê-las. 


5- Seu amigo pode ter (mais) crises de ciúmes


Morando contigo, seu amigo passará mais tempo com você e com isso terá mais dificuldade de dividí-lo com os outros.


Essas verdades são doídas e pode ser que você não as conhecesse, mas a maior verdade é que...


... AMIGOS SÃO TUDO EM NOSSA VIDA e fazem até bem para a saúde, de acordo com uma matéria da Exame. Dedico esse post à todos os meus amigos, inclusive ao meu amigo Arthur Claro, que mesmo virtualmente temos uma ligação muito forte e que foi o responsável por esses posts durante toda essa semana. 


Que verdades você tem para dizer sobre amigos que moram juntos? Diga nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

5 posts interessantes de blogs que não conhecia até então


Mais um post em que cumpro o desafio que fiz com o Arthur Claro. Neste ele pediu para sugerir 5 posts de blogs que não conheço, mas que eu pegaria o perfil da pessoa nos comentários dos blogs que costumo visitar. Achei o desafio muito interessante, pois assim passarei a conhecer outros blogs. Para quem não sabe, tenho uma lista imensa de blogs que fica aqui na lateral e sempre os visito de semana em semana. Sempre encontro um tempinho para visitar e comentar e a lista nunca possui limites. 

Para cumprir o desafio, entrei nos blogs que costumo visitar, são eles: Dividindo Experiências, Momento Crivelli, Gosto disto!, Pequena Jornalista e Biigthais. Depois disso, entrei em posts que tinha comentários e escolhi os blogs de forma aleatória.

Abaixo, coloquei o título do post escolhido dos blogs, o nome do blog e um resumo sobre o que o post fala. Vem, comigo!


1- Cores que serão tendência em 2021


Blog: Tays Rocha

Sobre o que o post fala? Um post detalhado sobre as cores escolhidas da Pantone para 2021 - Illuminating e Ultimate Gray - e mais que isso, as cores escolhidas pela Shutterstoke - Champanhe veleiro, Dourado fortuna e Verde maré. Sou suspeito porque amo posts de cores, mas o post da Tays está inovador e apresenta informações que não vi em outro blog. Mais um blog para entrar na minha listinha, certeza! 


2- Bridgerton


Blog: Kelen Vasconcelos

Sobre o que o post fala? Uma resenha bacanuda dessa série que é um sucesso atualmente. Resenha de série nunca é demais né? Separei essa pois ainda não tinha lido.



3- Pão de queijo com ingredientes estrangeiros 


Blog: Doce Madrepérola

Sobre o que o post fala? A blogueira vive em outro país e queria fazer uma receita tradicional brasileira, mas com ingredientes internacionais. Sou apaixonado por pão de queijo e não poderia deixar de recomendar esse post.


4- Livros inspiradores


Blog: Coisas de Diane

Sobre o que o post fala? Lista com livros inspiradores que trazem lições e aquele sentimento para mudar alguma coisa em nossa vida. Na lista tem o livro Extraordinário e outros mais.


5- Resenha filme: Já não me sinto em casa nesse mundo


Blog: Escuta essa

Sobre o que o post fala? Resenha interessante de um filme que não conhecia. O curioso é que recentemente a blogueira comentou no meu blog, mas ainda não conhecia o blog dela. 


Esses foram os 5 posts interessantes de blogs que não conhecia até então, mas que pode ter certeza que irei conhecê-los melhor e eles farão parte da minha listinha particular. Até amanhã com o último desafio do Arthur Claro (Ufa! Achei que não ia acabar! kkkk). J-J


Por: Emerson Garcia

Quinta de série #serieteners #7: Social Distance

Pode conter spoilers!





Bem vindos a mais um Serieteners - séries da quarentena aqui no Quinta de série do JOVEM JORNALISTA! Na edição de hoje falo de Social Distance ou traduzindo Distanciamento Social. Produzida pela Netflix, a série foi criada Hilary Weisman Graham e Jenji Kohan (Orange is the new black); com produção executiva de Jenji Kohan, Tara Hermann, Hilary Weisman Graham e Blake McComick; e produção de Alex Orr e Ashley Glazier. A série contou com atores conhecidos e outros nem tanto, como Danielle Brooks (Taystee de Orange is the new black), Peter Scanavino (Law & Order: SVU), Asante Blackk (Olhos que condenam e This is us), Oscar Nuñez (The Office) e Mike Colter (Evil, Luke Cage e The Good Wife). Social Distance foi uma série antológica de 8 episódios de cerca de 22 minutos cada. Os episódios foram lançados no dia 15 de outubro de 2020. 

A série mistura drama e comédia dramática sobre a vivência de pessoas comuns durante a quarentena e isolamento social por conta do covid-19. Por meio de situações cotidianas, as pessoas procuram conexão com outras, já que não podem sair de casa. Assim, Social Distance aborda a convivência entre famílias, amigos, colegas de trabalho e casais, mostrando o poder do espírito e convivência humanos em meio à incertezas e o isolamento. A série explora, ainda, as tecnologias amplamente utilizadas durante a pandemia do coronavírus, como Zoom, Babá eletrônica, formatura online e até mesmo o Gindr

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As situações retratadas na série são as mais cotidianas possíveis, como a videoconferência em família atrapalhada por aquele parente que não entende nada de tecnologia, conexão entre jovens amigas, utilização da videoconferência e redes sociais por um rapaz deprimido e o uso de tecnologias, como a Babá eletrônica, para vigiar a filha enquanto se trabalhava. 




Social Distance não foca no vírus e nas consequências na saúde das pessoas, mas no isolamento social, como as pessoas tiveram que lidar com ele e se adaptarem. Hilary Graham, a criadora da série, disse que a intenção foi a de mostrar as consequências do distanciamento na vida das pessoas. 


Dispositivo agregado à narrativa

Social Distance foi totalmente gravada na casa dos atores, com as orientações técnicas dos produtores e do diretor Diego Velasco de forma remota e com as ferramentas online usuais que entraram na rotina não só dos personagens como na nossa. A série ficou conhecida como a primeira produção da Netflix a ser criada remotamente, desde o início da crise do novo coronavírus. 

Objetos como microfones, luzes, figurinos, cenográfios e todo equipamento utilizado foram entregues nas casas dos atores. Antes de tudo, porém, eles tiveram que aprender a manuseá-los. Por aulas virtuais, eles foram orientados pelos profissionais de cada área. Assim, a presença de inúmeras telas contribuíram para adicioná-las à narrativa da série. As telas e os dispositivos foram o foco da série, assim como salas de videoconferência, celulares, câmeras, de segurança e plataformas de videogame.

Mesmo que a série tenha sido gravada dentro de casa, a qualidade da narrativa, de imagem e de som foram um primor. 

Os criadores da série viram um grande desafio à frente de criar uma história inovadora, mas que protegesse todos os envolvidos. Em uma postagem no Twitter, eles disseram o seguinte:

“Estamos a desafiar-nos no sentido de fazer algo novo, criar e produzir virtualmente para que o nosso elenco e equipe possam continuar seguros e saudáveis."


História dos episódios

Como falado anteriormente a série conta com 8 episódios com histórias independentes. Abaixo falo de cada um deles.


1- Delete all future events



Conta a estória de um homem solitário e alcóolatra que faz de tudo para sair do tédio, inclusive criar uma planta para ser a sua namorada. Seguimos o drama do protagonista do episódio e sentimos sua dor, afinal quem não passou por um momento de solidão? O episódio ainda discute sobre o uso das redes sociais. 


2- A celebration of the human life cycle



Um funeral online tinha tudo para ser prático, mas não nesse casp. Durante a videoconferência fúnebre ocorrem as situações mais inóspitas entre os familiares, além da dificuldade de alguns para lidar com as tecnologias. Apesar de ser dramático, o episódio tem muitos momentos bem humorados e cômicos e uma revelação avassaladora. Ele foi um sopro de alívio em meio a tantas histórias pesadas da série. O timing cômico dos participantes do episódio foi interessante. 


3- And we could all together/ Go out on the ocean



Uma enfermeira cuida de uma mãe idosa enquanto ajuda sua filha que está sozinha em casa por meio da tecnologia. O episódio retrata como muitos pais lidam com o fechamento de escolas para criarem e educarem seus filhos em casa. O capítulo tem cenas inesquecíveis e reflexivas. 



4- Zero feet away



O único episódio LGBTQ+ da série apresenta um casal gay que lida com o isolamento social, enquanto um dos parceiros tem a ideia de apimentar o relacionamento com um ménage a trois. O outro parceiro aceita a ideia, mesmo à contragosto, e eles escolhem o homem pelo Grindr. Só que eles não fazem uma boa escolha por uma série de motivos, até que expulsam o cara minutos após eles começarem a transar.


5- You gotta ding-dong fling-flong the whole narrative



Um dos episódios mais tristes de toda a série, por mostrar a realidade do covid-19 na relação de uma família. Por conta da doença, a mãe precisa ficar isolada em um quarto, enquanto o marido tenta cuidar do filho, fazendo de tudo para que ele não mantenha contato com sua esposa. Apesar do teor pesado, o episódio é fofo, criativo e emocionante ao trazer a imaginação fértil da criança e animações interessantes. 


6- Humane animal trap



Um casal de médicos recém-aposentados lidam com as diferenças no relacionamento, mesmo após tantos anos juntos. A mulher deseja voltar para a linha de frente na luta contra o coronavírus, mas o homem não. O episódio aborda tanto o confronto com nossos familiares e com nós mesmos durante o isolamento. 


7- everything is v depressing rn



O episódio é focado nos jovens durante o isolamento e conta a estória de uma jovem que tem uma queda por um menino de sua equipe. Ela é tímida e pede conselhos a uma de suas amigas. No decorrer do capítulo o rapaz a nota e eles mantém um relacionamento virtual. Mas nem tudo são flores, pois no final ela descobre um segredo terrível ao ver algumas das postagens do garoto nas redes sociais. 


8- Pomp and circumstance



A série foi finalizada de forma grandiosa, com o episódio que mostra o embate entre um jovem negro e seu chefe negro nos preparativos de uma formatura online. O jovem fica chocado quando seu chefe se recusa a dar-lhe a tarde de folga para que ele possa ir a um protesto Black lives matter após a morte de George Floyd. Ambos possuem um choque de ideias e muitos argumentos trocados. Um dos melhores episódios da série! 


Direção e fotografia



A série é quase totalmente passada em uma tela de celular, notebook ou com imagens capturadas por câmeras de segurança, algo parecido com o que acontece nos filmes Amizade Desfeita e Buscando... A ideia foi trazer verdade a uma produção sobre isolamento e distanciamento social.

Pelos dispositivos empregados, a fotografia se resume a ângulos inovadores que funcionam muito bem nos primeiros capítulos, mas que essa repetição se torna cansativa aos olhos no decorrer. 


Cenografia e fugurinos



Eles são explorados de uma forma para trazer personalidade aos personagens e ambientes onde as ações ocorrem (casas, quartos ou jardins), mas sem que eles se sobressaiam na narrativa, que é o mais importante na série. 

Percebemos o lado "otaku" da protagonista do sétimo episódio, enquanto no quarto o que predomina é a organização quase surreal de um personagem obsessivo com limpeza. O vazio nos espaços também é presente, como se fizesse menção ao vazio existencial vividos por muitos neste período. 


Críticas sociais

Social Distance, além de debater temas relevantes do isolamento social, ainda aproveitou para realizar críticas sociais importantes, como a abordagem do movimento que ficou conhecido no mundo inteiro com a morte de George Floyd, assassinado por um policial branco em Minneapolis, nos Estados Unidos. Sua morte iniciou uma série de manifestações contra a brutalidade policial com pessoas negras. 

O Black lives matter está presente no final do episódio 7 e em todo o episódio 8. 


Recepção 

A série teve uma aprovação de 55% no Rotten Tomatoes, com uma clasificação média de 6,75/10. 



Crítica



Apesar da série apresentar estórias, elas poderiam ser muito bem histórias, por conta do teor realístico e da ideia dela se propor como uma réplica da vida real. Tudo na série é muito verdadeiro, crível e convincente. Dessa vez a arte imitou muito bem a vida real. 

A série mostra o desafio de adaptação das pessoas no início de tudo, quando não sabíamos do que o vírus se tratava e quanto tempo ficaríamos confinados. Era tudo novo, não tínhamos o costume de utilizar tecnologias de videoconferência com frequência, mas fomos obrigados a entender como funcionava uma live, Zoom e Google Meet. Tivemos que nos aliar a essas ferramentas e plataformas de forma forçada. 

Social distance não possui uma produção extremamente elaborada, mas sim com cenários simples e caseiros e personagens como qualquer um de nós. Talvez esses sejam os maiores acertos da produção: nos identificamos com ela e agimos com empatia a cada estória. Com a série rimos, nos emocionamos, sentimos a dor dos personagens e vibramos com cada um deles. 

O interessante da produção é o fechamento de cada episódio com incertezas, assim como vem sendo a realidade. As estórias não foram concluídas ao final, mas elas continuaram após as câmeras serem desligadas. Elas apenas refletem que não sabemos como será a realidade daqui a um tempo, quando esse vírus acabará, quando o isolamento terá fim, quando deixaremos de usar máscaras e álcool em gel. Tudo é incerto.

Recomendo a série para aqueles que não tem problemas de serem confrontados sobre o isolamento social, já que a realidade já é dura demais para ser vivida. Social Distance possui episódios interessantes e importantes (Alguns mais que outros). Fique agora com o trailer. Até semana que vem com Pandêmicos, a última produção do Serieteners - séries da quarentena (Tudo leva a crer que farei a parte dois com uma nova leva de séries). J-J





 


Por: Emerson Garcia
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