sábado, 31 de dezembro de 2022

Rádio Bagaralho: Programa 'Capa & Conteúdo' #19


Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento do Sebo Livro Aberto começa agora o programa Capa & Conteúdo. Nele mostrarei uma capa diferenciada de um disco e uma música deste que encontrei no Youtube. Peço que não julguem o disco pela capa e nem pelo conteúdo.


Luis Aguilé



 

  
Cuarteto de oro



 




Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Quinta de série: Deu positivo

Pode conter spoilers!




No mês de Conscientização e Luta contra o HIV/AIDS apresento uma docusérie aqui no Quinta de Série chamada Deu positivo. Ela estreou em 01 de dezembro de 2020 na MTV, com um projeto idealizado pela Vbrand e coprodução com a Cine Group para a farmacêutica GSK/ViiV Healthcare. Deu positivo possui direção de Jorge Brivilati e roteiro de Otavio Chamorro, Humberto Giancristofaro e Mauro Paz. Atualmente, possui três temporadas, totalizando 9 episódios de em média 30 minutos cada um. A Globoplay tem as duas temporadas disponíveis. 

Deu positivo trata do HIV/AIDS de maneira informativa, apresentando histórias de pessoas que vivem com o vírus há certo tempo. Os episódios retratam diversos assuntos, como preconceito, sorofobia, empatia e solidariedade na vida dos indivíduos soropositivos. As histórias apresentadas são comoventes, emocionantes e trazem lições humanas. 

Nem sempre a autoaceitação vem rápida e quando se fala de aceitação por parte da família e amigos, é mais difícil. Nesse sentido, a série trata do assunto à flor da pele, com bastante humanidade. Quem tem HIV/AIDS não é a própria doença, mas convive com ela e, muitas vezes, essa convivência é pacífica e não contagia os outros, como se possa imaginar. Deu positivo quebra com esses paradigmas e preconceitos e muitos outros.



O intuito não é o de trazer a autovitimização dos personagens principais, mas apresentá-los como seres humanos, como quaisquer outros que sofrem, se apaixonam, amam, constituem família, se divertem, trabalham e por aí vai... A série demonstra que quem possui HIV/AIDS não tem uma aparência estereotipada e nem precisa ter. Você conhece histórias de pessoas que estão vencendo na vida, com seus projetos artísticos, de trabalho e gente que só quer ser alegre e feliz e mais nada. 

O interessante da produção é que ela apresenta conceitos, tais como: transmissibilidade, detectável, instramissível, prevenção combinada e sorologia. Esses termos são apresentados de forma didática e informativa. 

Dirigida totalmente para o público jovem, a série apresenta uma linguagem leve, além de uma produção com boa qualidade técnica de som e imagem. A trilha sonora também merece ser mencionada. 



Algo que me incomodou ao assistir essa docusérie foi o fato dela ser fake e inverossímel em alguns trechos ou cenas. O que acontecia parecia ser combinado e roteirizado, previamente, o que trouxe um certo descrédito à verdade da série. Por ela ser um doc-reality isso destoou um pouco. É difícil engolir que uma entrevistada vá ao parque e encontre, ocasionalmente, a outra entrevistada e ainda diga que ela é sua amiga de longa data. Aliás, foi tão fake que teve uma parte que a entrevistada havia dito que a "amiga" era sua "professora de francês". Não digo que esses não sejam fatos verdadeiros, mas a forma que foram apresentados não ficou legal. 

Desde 2020, no início de dezembro, a MTV divulga esses episódios temáticos para combater o HIV. A terceira temporada foi lançada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro, mas ainda não está disponível na Globoplay



De acordo com dados recentes do Ministério da Saúde, aproximadamente 960 mil pessoas vivem com a doença no Brasil, sendo 89% diagnosticadas e, destas, 73% em tratamento antirretroviral. Nesse universo, 65% estão com carga viral indetectável.

A série foi gravada durante a pandemia do COVID-19 e seguiu todos os protocolos sanitários. Recomendo essa docusérie. Você estará bem informado, além de se emocionar e se divertir com as histórias dos personagens reais! J-J





Por: Emerson Garcia 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Os efeitos de bloggar e não bloggar (em minha vida)


Sim, estou de volta! E espero que de forma definitiva e recorrente! Após um mês e quinze dias sem novas postagens e sem comentar nos blogs amigos, retorno hoje (26 de dezembro) ao mundo da blogosfera que tanto amo e me faz bem. 

Essa pausa foi totalmente imprevista e, confesso, me pegou de jeito. Tinha enorme desejo de retornar, mas, devido às circunstâncias, o meu retorno foi adiado por vários motivos. O maior deles foi a falta de tempo. Entrei em um ritmo frenético, aonde tinha tempo mal de respirar. O outro, foi que meu quarto entrou em reforma e meu computador foi desligado. E a volta para bloggar demorou mais tempo do que imaginei. Sabe quando você tem a espectativa que algo vai acontecer e não ocorre?! Foi exatamente isso que aconteceu! "Hoje ou amanhã vou postar", pensava e chegava o instante e tudo ia por água à baixo... "Meu quarto vai ficar pronto na semana que vem, e vai dar para postar", imaginava e chegava semana que vem e nada. 

Isso gerou um desconforto e estresse em mim. Não imaginava que bloggar e escrever fazia tanta diferença e surtia tantos efeitos positivos em minha vida. Não comentar nos blogs amigos também me fez uma falta tremenda. O fato é que esse tempo que fiquei sem essas atividades foram tristes e estressantes. Esses dias fiquei em um nível alto de estresse e não descobri o motivo, até que percebi que o que me deixava assim era não estar escrevendo, um dos ofícios que mais amo na vida. Escrever me relaxa, aumenta o meu prazer e me deixa muitíssimo feliz. Além disso, comentar nos blogs me traz satisfação. 

Descobri na escrita e bloggagem válvulas de escape e prazer. Talvez tenha sido por isso que resolvi fazer Jornalismo. Ter o blog, por sua vez, é uma excelente forma de exercitar o ofício e escrita jornalísticos, até porque o meu principal trabalho atualmente não é ligado à área, propriamente dita, e sim, ao funcionalismo público. Se tenho vontade de trabalhar com afinco na minha área de formação?! É óbvio que sim, afinal, quem é jornalista o é para sempre e quem sabe esse meu desejo não esteja o mais perto possível?!

Com a escrita desabafo, exponho minhas opiniões e pensamentos e exercito o jornalismo (Até porque não posso deixar essa prática se esvair de mim, pois se isso acontecer serei o mais infeliz dos homens). É com a escrita, também, que ordeno as minhas ideias e não deixo a prática de escrever de lado. A escrita é minha paixão e esse tempo sem escrever aqui, só reforçou isso.


Ter o blog interrompido sem previsão de retorno foi de cortar o coração... Estou com dois especiais no ar que não pude dar continuidade, são eles: #Serieteners3 e Especial FK&C. Estes retornarão em breve e darei prosseguimento aos posts que faltam de cada um deles, com novas datas das postagens e uma reedição das artes que já fiz. Vocês não imaginam, também, o quanto foi difícil não comemorar os 14 anos de blog esse ano e não comentar nos blogs que já tenho uma amizade e amor... Mas tudo pode ser revertido e eu vou colocando esse espaço e minha cabeça em ordem também. Comemorar 15 anos de blog em 2023 será uma dádiva e tanto e vocês não podem perder!

É isso! Estou de volta! Esse hiatus foi mais longo do que pensei. Por esse motivo vou utilizá-lo como as férias mesmo do blog. Em janeiro e fevereiro não teremos o famoso Hiatus de verão como de costume, o que posso fazer, talvez, é tirar uns 10 dias de descanso. Avisem por aí que o JOVEM JORNALISTA não acabou e que está de volta! Até o próximo post! J-J


Por: Emerson Garcia  

sábado, 24 de dezembro de 2022

Rádio Bagaralho: Programa 'Ouça Essas' #4 - Especial de Natal




Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Osmar Som - Som Automotivo começa o programa Ouça EssasNo programa de hoje será uma seleção natalina para quem está cansado de ouvir Então é Natal da Simone ou Happy Xmas (War is over) do John Lennon, a música de Natal da Coca-Cola ou qualquer outra do Roberto Carlos. Ouça essas!


The Christmas Song - Nat King Cole




A Christmas Celebration of hope - B.B. King




The Christmas Spirit - Johnny Cash




Brown's Funky Christmas - James Brown





Have Yourself a Merry Little Christmas - Tarja Turunen





Celestial - Rob Halford





 Infeliz Natal - Raimundos




Ramones - Merry Christmas (I Don't Want to Fight Tonight) - Ramones




Papai Noel Filho da Puta - Garotos Podres







Quero desejar um FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO para todos os ouvintes que vieram ouvir esta rádio. Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

sábado, 17 de dezembro de 2022

Rádio Bagaralho: Programa 'Pílula Musical' #10

Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Editora Orelha de Livro começa o programa Pílula Musical.

O sambista Bezerra da Silva fugiu de casa aos 15 anos. Como não tinha dinheiro para fazer a viagem de Pernambuco ao Rio de Janeiro, ele se escondeu em um navio;

Pesquisadores da Universidade de Sussex, na Inglaterra, concluíram que músicas com letras positivas tem poder de influência em quem as ouve, promovendo sua disposição em ajudar o próximo;

Elvis Presley não escreveu nenhuma de suas músicas; e

A cantora Carmen Miranda falava inglês fluentemente, mas era orientada pelos produtores de shows e filmes a "forçar" um sotaque para reforçar o estereótipo de mulher latina, em 1945 ela era a mulher mais bem paga dos EUA.




Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Um professor inesquecível


1

Ele é muito lindo,

Um encanto de pessoa,

Seu carinho muito sinto,

Como música que soa!


2

Mora em meu coração,

Não precisa pagar aluguel,

Falo do meu tio João,

Um presente que veio do céu!


3

As teclas são suas amigas,

São as minhas também,

Afinidades, emoções parecidas,

Um gentleman como  ninguém!


4

Obrigada, meu Deus querido, 

Pela vida desse ser,

Fez meu caminho florido,

Ajudou-me a crescer!


5

Desejo-lhe felicidade,

Tudo de bom pra você,

A distância traz saudade,

Jamais vou lhe esquecer!


Homenagem a um grande amigo, que foi meu professor e mudou completamente a minha vida, pra melhor! J-J


Por: Marilza Luciano, poetisa e colaboradora especial do JOVEM JORNALISTA

sábado, 12 de novembro de 2022

Rádio Bagaralho: Programa 'Você pede, a gente não toca' #14


Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento das Lojas Olhoko Ponto Cão começa agora mais um programa Você pede, a gente não toca!


Arthur: Hoje amanheceu um novo dia e para coroar este dia novo, vou começar o programa com uma ligação.

Luciano: Alô, estou tão feliz hoje e quero ouvir a música Into Another do Skid Row.

Arthur: É pra já, meu caro ouvinte. Vamos tocar 'Into Another' do Blur.




Arthur: Após esta magnifica música, vamos para a próxima ligação.

Karolini: Oi, eu quero ouvir a música Ovelha Negra da rainha Rita Lee.

Arthur: Uma boa escolha. Vamos ouvir agora 'Ovelha Negra' do Letodie.




Arthur: Vejo que o pessoal começou pesadão e, para manter o ritmo, vamos para a próxima ligação.

Vall: Olá, eu quero muito ouvir a música Anjo Azul do Marquinhos Moura.

Arthur: Pode ter certeza que esta música vai abalar e nos fazer rebolar. Vamos ouvir a música 'O meu anjo azul' da dupla Cleiton & Camargo.





Arthur: Saudosos amigos, vejo que este povo esta querendo me fazer feliz com as escolhas musicais, qual será o próximo sucesso?

Helaina: Alô. Quero ouvir a música Natural da banda Imagine Dragons.

Arthur: Uma excelente escolha. Vamos ouvir 'Natural' do Ferrugem.





Arthur: Vamos para o último pedido de hoje.

Denise: Arthur, você pode tocar a música Maison do grupo Dreamcather?

Arthur: Mas com toda a certeza. Vamos ouvir 'La Maison Dieu' da banda 'Legião Urbana'.







Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Vocês também podem dar ideias de bandas e cantores para que eu realize uma discografia deles. Peço também que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Quinta de série #serieteners3 #8: Fora de hora - podcast

Pode conter spoilers!





Quinta de série #serieteners3 - A indústria cultural sobre o COVID-19 pelo mundo está no ar com mais uma edição! Hoje trago um podcast em forma de série chamado Fora de hora, exibido entre os dias 9 de junho à 25 de agosto de 2020. A produção é uma continuação radiofônica da primeira temporada de Fora de Hora, exibida pela Rede Globo. Disponível nos principais streamings de rádio - Spotify, Deezer, Google Podcasts, Castbox e Apple Podcast - o programa aborda a pandemia do COVID-19 por meio do bom humor, com uma veia jornalística com base na atualidade e política. O podcast conta com Paulo Vieira, Renata Gaspar, Caíto Mainier e Marcelo Adnet; com participação especial de Luciana Paes e Luís Lobianco. Fora de hora - podcast tem direção artístico de Lilian Amarante e redação final de Maurício Rizzo e Caíto Mainier. A produção contou com 12 episódios, de em média 24 minutos. Eles foram disponibilizados às terças-feiras, nos streamings de áudio e na Globoplay





O intuito é fazer com que o programa seja um jornal fictício com base na realidade em formato de áudio. Assuntos atuais, como a política na pandemia, dia a dia dos brasileiros, protocolos sanitários contra o COVID-19, além de memes, são tratados de maneira sarcástica e bem-humorada. As situações no programa são bem absurdas, mas com certeza geram algum tipo de identificação com o que vivemos e temos vivido. Os produtores alertaram: "Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência"


A versão radiofônica possui um ritmo diferente do da TV, pois a precisão e a justiça na rádio devem ser maiores. Além disso, não há recursos visuais, então a empostação de voz, a forma como uma notícia é contada e a própria fala devem ser fatores preponderantes para  a transmissão de ideias. Paulo Vieira falou mais desse projeto:

“O podcast permite essa abrangência. O público viaja mais com você. Vai ser muito divertido brincar com essa liberdade dentro do universo do Fora de Hora, que continua sendo um jornal com gente muito doida, com um humor crítico e sarcástico.”




Produzir um programa de rádio tem suas particularidades. Você pode, por exemplo, utilizar a imaginação e dizer coisas que não estão acontecendo de fato, como falar que uma pessoa está pelada no universo. A graça está justamente nesse uso de recursos. Gravar um podcast, também, permite utilizar diversas ferramentas, como a gravação do programa com cada um dos envolvidos de sua própria residência. A gravação remota foi bastante utilizada nesses tempos pandêmicos. A atriz Renata Gaspar, ressalta a importância das ferramentas virtuais que ajudam desde nos ensaios até nas leituras e gravações. Ela disse o seguinte:

“Temos a sorte de hoje termos diversas ferramentas para que isso aconteça e que a comunicação não se perca. Cada um em sua casa, mas fazendo tudo junto. Gravamos juntos on-line e gravamos nossas vozes separadamente também pra que nada se perca. Estamos cada vez mais aprendendo a ser um coletivo sem estar fisicamente juntos. É algo que vai se pegando com a prática. Estamos investindo também na interação entre nós apresentadores. Pegamos um tema e conversamos sobre ele por um tempo. Teremos alguns quadros novos, que têm a ver mais com o formato em áudio, entre as novidades.”










A dinâmica do podcast relembra o formato original do programa, com Paulo e Renata como âncoras, mas agora com a ancoragem de Pedro Resedá, interpretado por Caíto Mainier. Os apresentadores recebem convidados, sempre interpretados por Marcelo Adnet, Luciana Paes e Luís Lobianco, que utilizam suas criatividades para interpretar personagens para lá de excêntricos e divertidos, alguns baseados na vida real, como o presidente Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro, entre outros. 

A ideia foi a de trazer temas quentes e atuais daquela semana em questão, sem perder o timing e gravando o mais perto da exibição possível. Como falado, a produção apresenta situações surreais e absurdas, mas com muito fundo de verdade. 

O quadro Notícias tristes da semana retorna e também há a adição de quadros novos, que tem mais a ver com o formato em áudio. A sanitarista Clarissa Girão e o sabe-tudo Miltinho Figurante, personagens já conhecidos do público, estão de volta. 


O grande destaque dessa temporada são as dicas sobre como combater o coronavírus com a sanitarista Clarissa Girão, interpretada por Luciana Paes. Ela mais aterroriza, que informa, mas sabe divertir mesmo em meio à um cenário de caos. Ela se diz ser a sanitarista mais bem preparada do Brasil. Será que é mesmo?! 

O programa é muito bem feito, trazendo vinhetas, bom enredo e montagem. Ouvi esse podcast durante as minhas viagens de ida e vinda do meu trabalho e me diverti bastante. Esse estilo de comunicação apresenta uma nova linguagem para o humor, possibilitando maior tempo de aprofundar um tema, com dinamismo e criatividade. Enquanto ouvia os episódios, ia viajando junto com os apresentadores. Essa viagem foi uma experiência muito divertida e única. Em tempos de pandemia, foi uma válvula de escape ver essa situação caótica de uma forma mais leve. Paulo Vieira, por exemplo, viu nessas gravações sua salvação. Ele disse o seguinte, na época:

"O trabalho tem me salvado muito nessa quarentena. Eu não conseguiria ficar em casa pensando na vida. Acho que já teria enlouquecido.”




Esse foi o Quinta de série de hoje! O podcast Fora de hora pode ser ouvido de forma completa nesse link no Spotify. J-J



Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Encontrar a honestidade tem um preço




Encontrar a honestidade hoje em dia é difícil. Ser honesto, então, nem se fala. Parece que ela é artigo de luxo ou cafonice e nada politicamente correto. É tão assim, que encontrá-la tem um preço e não digo um preço quantitativo, mas você precisa persistir e ter tempo se quiser encontrá-la. 

Por volta do início de junho desse ano, encontrei a honestidade, com muita persistência e luta! Já há algum tempo, o liquidificador da minha mãe parou de funcionar, sem mais nem menos. Um liquidificador de excelente qualidade, que nunca tinha dado problema e que possui não menos que 10 anos. Resolvi levá-lo em uma assistência técnica. Cheguei lá, minutos antes de abrir. Fiquei a aguardar perto, até dar o horário. Quando deu o horário de abrir, me direcionei até a loja que ainda estava com as portas entreabertas. Me abaixei e vi que tinha uma moça no balcão. Então, perguntei:

- Moça, que horas a loja abre?

Ela, já toda mal humorada disse:

- A loja abre às 9 horas! Você tem que aguardar!

Eu respondi, calmamente:

- Já são 9 horas.

Ela, sem me dar nenhum crédito, olhou para um relógio perto e percebeu que tinha dado essa hora. De cara fechada, pediu para um moço abrir a loja. Entrei, já com medo da mulher e preocupado. Tirei o liquidificador da sacola, coloquei no balcão e disse:

- Esse liquidificador parou de funcionar e gostaria de saber o que houve com ele.

Ela, sem ao menos abrir, ou pedir para o técnico abrir (Já que não era técnica), olhou para o liquidificador e nem pegou nele e disse:

- Ah! Isso é motor! Nem compensa arrumar. É melhor comprar outro aparelho, porque um motor desse fica R$ 350!

Respondi:

- Moça, não pode ser uma peça que soltou? Uma alavanca, ou algo assim?

- Não, é o motor!!

- Tá bom. Obrigado.

Coloquei o liquidificador dentro da sacola de volta e saí desesperançado. "E agora, o que vou fazer?! Um liquidificador bom desses, estragar assim?". Então me lembrei de outra assistência técnica, por sinal de mesmo nome daquela e que era bem mais perto da minha casa. "Quer saber, vou nessa assistência! Não tenho nada a perder mesmo!".

Ao chegar lá, já senti a diferença começando do atendimento. A moça me atendeu muitíssimo bem e ainda chamou o técnico para ver o liquidificador. Ele analisou o aparelho e o abriu na minha frente. Quando abriu, logo percebeu o problema. Era uma chave que estava desgastada ou algo assim... Então, me disse:

- É apenas uma chave que vou ter que trocar. Fica R$ 80. Posso trocar agora e você já leva o liquidificador!

Respondi:

- É só uma chave? Acabei de vir de uma assistência técnica que tem o mesmo nome que essa e fui muito mal atendido e a atendente disse que era o motor.

O assistente técnico disse, atônito:

- Sério? E aonde fica essa assistência técnica?!

[...]

Concordei que ele podia arrumar o liquidificador. Afinal, sairia no lucro. Entre ficar sem liquidificador e/ou gastar R$ 350, preferiria gastar R$ 80 e ficar com o aparelho funcionando perfeitamente. De pensar que talvez a assistente técnica mal humorada (E por que não dizer, desonesta?!) queria mesmo que eu vendesse o liquidificador pra ela a preço de banana, para ela consertar e sair no lucro, fazendo acreditar "que não compensava arrumar o produto e que se arrumasse sairia no prejuízo".



Mas há pessoas e pessoas no mundo. Essa história real me fez refletir que ainda existem pessoas honestas, mas encontrá-las tem um preço. Precisei ser perseverante, não acreditar em primeiras opiniões e gastar tempo e disposição para encontrar, mas encontrei. Essa segunda assistência técnica a recomendo para todos, até mesmo de olhos fechados. Atendimento, organização, simpatia com o cliente, honestidade e uma série de outras coisas: NOTA DEZ! Mas a primeira, não recomendo... Lá você encontra mal humor, respostas secas, patadas, esperteza, desonestidade... NOTA ZERO! Poderia fazer uma reclamação da primeira assistência técnica no Reclame Aqui, mas estou mais light de "colocar a boca no trombone" por qualquer coisa. Mas fiz questão de colocar o relato aqui no JOVEM JORNALISTA

Trago boas novas para você que leu esse texto: a honestidade e pessoas honestas ainda existem! Ainda há pessoas dignas, honráveis, decentes, que não mentem, não fraudam, não enganam. Que são verdadeiras, por mais que possam sair no prejuízo! Você também pode optar por ser honesto. Que o jeitinho brasileiro não faça parte de você! Você só tem a ganhar com isso. J-J


Por: Emerson Garcia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 

Template por Kandis Design