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sábado, 17 de novembro de 2018

Pabllo Vittar e Thammy Gretchen mais sexy de 2018 do 'Isto é gente'?



Notícias publicadas nos últimos dias provocaram polêmicas: as de que a drag queen Pabllo Vittar e o trans homem Thammy Miranda disputam os prêmios das 50+ mulheres sexy de 2018 e 50+ homens sexy de 2018, do Isto é gente. As celebridades estão alocadas juntamente com mulheres e homens famosos. A Pablllo Vittar disputa o título com Paola Oliveira, Bruna Marquezine, Lívia Andrade e Marina Ruy Barbosa. Thammy, por sua vez, concorre com Chay Suede, Cauã Reymond e Caio Castro. 

Thammy Miranda, até o momento de redação desse post, está na 15ª posição, com 7,9 milhões de votos. Pabllo Vitar, na 13ª com 11,2 milhões. Carlinhos Maia lidera a lista masculina com 68,8 milhões de votos e Tati Zaqui a feminina com 39,7 milhões.

Em minha opinião, nem Thammy Miranda nem Pabllo Vittar deveriam estar alocadas em suas respectivas listas, uma vez que trata-se de um trans homem e de uma celebridade performática e destoam de toda as listas que apresentam mulheres e homens cis. 



O caso de Thammy Miranda




Thammy é um trans homem gay. Biologicamente, ele não é homem, embora tenha traços masculinos, como peitoral definido, barba no rosto e músculos. Ser homem é diferente de parecer como tal. Me pergunto porque alocá-lo em uma lista onde todos são homens cis e biologicamente homens? Isso não seria compará-lo aos demais, tendo em vista que seu DNA é feminino? Qual era o custo de fazer uma votação de trans Homem mais sexy do mundo? Mesmo que possa parecer, isso não é preconceito nem segregação, mas é reconhecer os gêneros e dignificá-los na sociedade. 

O próprio Thammy reconheceu seu lado feminino em uma postagem do Instagram, ao dizer que "foi aquela mulher da foto que fez ele ser o homem que é hoje em dia". Ou seja, o próprio Thammy reconhece que possui um DNA feminino. Ele não poderia estar em uma lista feminina, muito menos masculina, mas em uma terceira.

Mas daí você diz: "Emerson, você mesmo o trata com o artigo definido 'o' e o pronome 'ele', então o Thammy é de fato homem". Não, ele é um trans homem gay e o chamo dessa forma porque o próprio decidiu que seu artigo e seu pronome deveriam ser assim (Mas isso é assunto para outro post).

Alocá-lo na lista masculina é mostrar que ele é diferente dos demais, não igual, até porque é o único trans homem. 


O que dizem nas redes sociais?










O caso da Pabllo Vittar





A Pabllo Vittar é um personagem emblemático e perfomático, uma drag queen famosa, que ultrapassou todas as barreiras de celebridade (Hoje ela é bem mais que isso). O que percebo é um destoamento frente às outras mulheres. Todas são celebridades e famosas, mas não estão representando um personagem ou uma figura, e sim elas mesmas. Pabllo Vittar é a única que representa isso.

Não é porque Pabllo Vittar decidiu que seu artigo definido é 'a' e seu pronome 'ela', que ela pode ser considerada como mulher sexy. Sexy ela pode até ser, mas mulher, biologicamente falando, assim como as outras da lista, não! 

Colocá-la nessa votação é dizer que ela é maior ou menor que as demais. O certo, de novo, seria fazer uma terceira lista, como de celebridade mais sexy ou drag queen mais sexy, pois isso valoriza seu nicho e a coloca na posição que deve estar. Não é ser seletivo, preconceituoso ou segmentador, é dar a justiça à quem é de direito.


O que dizem nas redes sociais?










E vocês, concordam que Pabllo Vittar deva estar na lista de mulher mais sexy do ano e Thammy Miranda na de homem mais sexy do ano? Digam tudo nos comentários! J-J






Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Revista Hevillant - Vilões Ilustrados



Dia desses vi no Instagram um projeto de design muito interessante. Trata-se do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do londrinense Thiago Rodrigues dos Santos. Ele criou um projeto de jornalismo, cinema e design, a Revista Hevillant - Vilões Ilustrados (2015). 

Hevillant traz os maiores vilões do cinema em infográficos ilustrados incríveis. A revista foi totalmente concebida por Thiago - desde as ilustrações até os textos. Para sua criação, ele estudou os vilões à fundo, apresentando a filmografia, detalhes, curiosidades, histórias, curtidas no Facebook de cada um, etc. Veja o que ele disse no editorial do impresso (com grifos, alterações e acréscimos):

"Hevillant estuda as características psíquicas, psicológicas, patológicas, histórias e visuais de alguns dos principais vilões do cinema. E traz para você inúmeras curiosidades sobre [eles] e a produção dos seus filmes. Além disso você ainda poderá curtir ilustrações muito bacanas [...]".


Foram ilustrados, com muita maestria, vilões como: Frankenstein, Hannibal Lecter, Norman Bates, Coringa, Jigsaw, Chuck, Freddy Krueger, Darth Vader e Voldemort. As ilustrações estão incríveis e autorais. Cada fundo de página do vilão retratado está em uma cor; os textos estão em branco para gerar contraste; e os tópicos, assim como os nomes dos vilões, estão em uma fonte jovial e diferente. O interessante é que o autor os organizou pelo filme principal e o ano. 








Cada um dos textos da revista são dotados de ícones e ilustrações que facilitam o entendimento e que tem a ver com o que está sendo dito. 










Hevillant possui 28 páginas. Achei um trabalho incrível e de qualidade. Houve uma incrível pesquisa detalhada, criação, ilustração, finalização, etc. Quem quiser vê-lo completo, basta acessar esse link (Também é possível fazer o download da revista). Tem o vídeo de defesa do projeto para quem tem interesse em conhecê-lo melhor. Assista:






Um designer e tanto





Thiago possui larga experiência como designer e ilustrador, além de atuar como diretor de arte. Ele é especialista em criar marcas e identidades visuais para empresas e layouts para sites com a plataforma Wordpress. Na descrição em seu site ele sabe como vender seu peixe:


"Eu sou claramente o cara que pode elevar o seu negócio até um outro nível. Independente se você precisa de: uma marca nova, um branding completo, um novo design, textos persuavisos, anúncios que vendem todos os dias, funil de vendas, uma estratégia de inbound… não importa. Eu quero estar junto contigo nesta empreitada e oferecer todo o meu conhecimento!"


Confira abaixo alguns dos seus outros trabalhos:


Design para Facebook e Instagram


Thiago também realiza planejamentos para redes sociais, como materiais e artes. 












Cerveja Bee Beer


O designer concebeu todo o material gráfico da marca, como logotipo, rótulos, embalagens, ilustrações e anúncios.










Negro


Thiago criou a identidade visual, branding e embalagens dos produtos para a cafeteria Negro









Urbansoft


Thiago criou toda a identidade visual da empresa.








Já conheciam o designer Thiago Rodrigues? Gostaram da Revista Hevillant? Dos seus outros trabalhos? Diga tudo nos comentários! J-J



Mais informações
Site
Canal no Youtube
Behance


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 21 de julho de 2016

14 séries adaptadas de HQ's

Não é novidade pra ninguém minha paixão por séries. Recentemente, percebi que gosto muito das de heróis, como Gotham, Arrow e The Flash. Essas, e outras produções de tv, tem mais pontos em comuns que se possa imaginar: tratam-se de adaptações de quadrinhos e seus caracteres. Então, por que não fazer um post que misturasse séries e hq's



O desafio de adaptar uma série de quadrinhos engloba questões bem complexas. Como tornar um personagem feito de tinta em um papel, em alguém real e palpável? Outro ponto, é saber dosar os personagens para as telas, não os deixando caricatos demais ou monótonos. E por último, criar histórias inovadoras para a televisão, fugindo um pouco da narrativa dos hq's de heróis, por exemplo, que trazem heróis, vilões, anti-heróis e missões. Uma série televisiva é muito mais que isso. Há uma complexidade maior no que diz respeito a compor figurino, personalidade e características dos personagens, além dos seus conflitos e histórias.

Uma série não pode ser puramente uma hq para as telas. É necessário que se compreenda os formatos de comunicação, para não incorrer em deslizes, como fizeram os produtores do filme Os dez mandamentos. Quando estava na sala de cinema, por um momento, achei que estava vendo a novela em uma tela gigante. Não tinha nada que lembrasse um filme: som, imagem ou enredo. Os responsáveis pelo longa não tiveram a preocupação de adaptarem a história, apenas com lucro e sucesso que o filme faria.

Tendo isso em mente, falarei de 10 séries adaptadas de hq's e 4 possíveis novas adaptações.


Arrow


Foi Arrow, uma das primeiras séries baseada nos quadrinhos da DC adaptada para a televisão. Depois dela vieram The Flash e Supergirl. A série adaptou o Arqueiro Verde das revistinhas, para somente Arqueiro, embora na terceira temporada, começou a usar o codinome da hq nas telinhas. Já li algumas hq's do herói e percebi que o Oliver Quenn possui barba e cavanhaque e o da televisão não tinha até a última temporada. Essa decisão foi porque fãs das revistinhas não via semelhanças entre os dois. 

Personagens novos foram criados para a série, assim como adaptações. Nas revistinhas, a personagem de Thea Queen não existe, sendo criada apenas para a série. Contudo, nela faz referência dela com a Speedy. Sara Lance não existe na hq, mas na série ela sobrevive ao naufrágio junto com Oliver, faz parte da Liga dos Assassinos e retorna para Star City - que inclusive ganha o nome de Starling City na adaptação para a tv. 

Nos quadrinhos, nunca existiu Olicity - isso foi um pedido dos fãs. O casal original clássico é formado pela Canário Negro e pelo Arqueiro Verde. Não vejo a hora dos produtores caírem na real!

Adorei a aparição da Katana dos quadrinhos na série. Eles trouxeram uma caracterização e história da personagem primorosas.




A série tem muitas semelhanças ao quadrinhos, mas também muitas diferenças. Essas não foram bem recebidas por mim, mas não posso negar que seja uma ótima produção. 


The Flash



The Flash estreou nas telinhas em um episódio de Arrow (quem lembra?). Depois disso, teve sua própria série baseada em quadrinhos, que vai para sua terceira temporada. The Flash é sucesso de audiência e crítica. 

A série fala que os meta-humanos ganharam seus poderes em uma explosão acidental, mas nos quadrinhos, eles adquirem os poderes das mais diversas formas. A série apresenta meta-humanos famosos dos quadrinhos, como o Capitão Frio, Nuclear, Nevasca e Vibro.

Outra diferença é com relação Barry Allen e Iris. Nos quadrinhos, eles se conhecem somente quando adultos e até se casam, mas na série Barry começa a se relacionar com Patty Spivot. 

Outra diferença, é que nos quadrinhos Barry é loiro e Iris é branca, ao contrário da série, que ele tem cabelo preto e ela é negra. 


Supergirl



Mais uma série de herói. Dessa vez, não será contada a história do Homem de Aço, e sim da Supergirl. Recentemente, a série foi para a CW, o que vai garantir muitos spin-offs com Arrow e The Flash. Diferentemente das anteriores, essa não é uma série adaptada de hq, e sim uma hq adaptada da série televisiva. As hq's de Supergirl serão veiculadas primeiro em plataformas digitais e depois impressas. 


Agents of S.H.I.E.L.D



Mais uma série que serviu de inspiração para a criação de hq's. A série faz parte do universo Marvel, e foi a precursora de outra, Agent Carter, que foi cancelada recentemente. 


Smallville



A série foi baseada nos quadrinhos de Superman, com a adaptação de super-heróis famosos como Arqueiro Verde, Kara (Supergirl), Ciborg e Aquaman, que aparecem com frequência na série, ao contrário dos quadrinhos.

Uma das grandes diferenças, é que na série Clark Kent conhece Louis Lane, seu grande amor, somente quando se torna o Superman. Nas histórias em quadrinhos, os dois já se conheciam desde a adolescência. 

Já outra, é que Chloe Sullivan não existe nos quadrinhos. Na série, ela foi uma das melhores amigas de Clark e a controladora da torre de transmissão de super-heróis. Ela contribuiu muito, ao meu ver. 

E por último, não existia tanta kryptonita no universo da DC Comics, como há na série, e nem todos os super-heróis se contaminaram com a pedra.


Gotham




É baseada em caracteres da DC Comics, ou seja, em personagens da revista do Batman. Não existe uma hq que se chame "Gotham". O desafio dos produtores da série é maior, já que tem que contar a história do Batman e dos vilões de Gotham bem antes deles serem considerados vilões ou heróis. 

Em Gotham vemos o jovem Bruce Wayne (antes dele ser de fato o cavaleiro das trevas), o mordomo Alfred, Pinguim, Mulher-Gato, Hera Venenosa, o mafioso Don Carmine Falcone, Charada, Coringa e Fish Money. 




Gotham, de uma maneira geral, me levou ao universo caricato dos quadrinhos. O andar desengonçado do Pinguim, assim como as charadas do Nygma são bem "animados". No final da segunda temporada, percebi essa influência dos quadrinhos quando o Pinguim mata um cara com uma arma de grande calibre. Pensei: "Isso está bem hq"




Com certeza, ainda tem um universo imenso para ser explorado nas próximas temporadas.


Demolidor





A Netflix abriu a produção de séries baseadas em quadrinhos. Demolidor e outras como Lucas Cage e O Justiceiro, são as as apostas do serviço de streaming. Parece que a empresa quer criar uma franquia, assim como a DC e a Marvel fazem no cinema.

A segunda temporada da série trouxe personagens famosos da hq, como Elektra e Justiceiro.


Agent Carter




A agente Peggy Carter apareceu pela primeira vez nos quadrinhos do Capitão América, da Marvel. Sua primeira aparição nos cinemas foi no filme Capitão América: O primeiro vingador.  Também participou da série Agents of S.H.I.E.L.D e logo conseguiu sua série. 


Jessica Jones



Mais uma série de parceria entre a Marvel e a Netflix, baseada nos quadrinhos de A.K.A Jessica Jones ou Alias. A produção conta a história de uma garota, que após sofrer problemas traumáticos, decide se tornar detetive. A primeira temporada da série adapta com liberdade o primeiro gibi da heroína, trazendo o vilão Homem-Púrpura e algumas alterações na história, investigações paralelas e personagens coadjuvantes. 


The Walking Dead




TWD é um live-action baseado nos quadrinhos de mesmo nome lançado pela Image Comics. A série trouxe elementos da hq e criou outros, tornando-se um sucesso de críticas e elogios. A série vai para sua sétima temporada.


Luke Cage



Vem aí mais uma série de heróis da Netflix baseada em quadrinhos! Luke Cage, que traz um protagonista negro, tem estreia prevista para o dia 30 de setembro. Ele é conhecido como Poderoso, por ter superforça e pele invulnerável. 


O Justiceiro



O sucesso do personagem foi tão grande na série Demolidor, que a Netflix decidiu criar uma série protagonizada por ele. O Justiceiro não fazia parte dos projetos da empresa, mas a atuação de John Bernthan impressionou os produtores.


Krypton



A série pretende mostrar o que levou o planeta do Superman ao colapso. Ainda em desenvolvimento e sem data de estreia, ela é uma criação de David Goyer, roteirista da trilogia O cavaleiro das trevas e Homem de aço.

Krypton se passará 2000 anos antes dos eventos do filme Homem de aço e retratará um universo mítico e pouco explorado do planeta. Como um apaixonado por série de heróis e adaptações de hq's, já estou mais que ansioso!



Punho de Ferro


Punho de Ferro, ou Iron Fist, tem data de estreia em novembro desse ano, e contará a história de um super-herói lutador de artes marciais.

Punho de Ferro, Luke Cage, Jessica Jones e Demolidor serão reunidos em uma quinta série chamada Os defensores, que tem previsão de estreia para esse ano ainda.




Espero que tenham gostado desse post. Qual é sua série preferida adaptada de hq? Diga nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ti-ti-ti e a Comunicação

Ao assistir Ti-Ti-Ti pude perceber como os meios de comunicação são importantes para se propagar informações. Seja por meio de blog, de sites, revistas, não importa. Parece que a autora utiliza esses elementos para enfatizar a máxima de proliferação de fofocas.


O ti-ti-ti toma uma velocidade incalculável com os meios de comunicação. Foi assim, quando estourou o fenômeno Victor  Valentim. A blogueira Beatrice M. deu suas opiniões e palpites e... de uma hora para outra... todos os estilistas, blogueiros do mundo, editores, estavam sabendo. Beatrice M. na verdade é Mabi, filha de Jack Leclair. Só mesmo a internet para dar a oportunidade de anonimato e criação de identidades.

Ao se falar em criação de identidades, me lembro de Victor Valentim. Ele utilizou o marketing virtual para autopromover-se. Criou um portal onde trazia poucas informações, como fotos e música. A ação gerou o maior ti-ti-ti no mundo da moda.



A Revista Moda Brasil é outro elemento forte de comunicação que traz as tendências da moda, coberturas de desfiles baladadíssimos de moda, assim como coleções e reportagens exclusivas com Victor Valentim e Jack Leclair. Jornalistas da revista podem dar grandes furos que irão mecher com a estrutura do mundo fashion.

Enfim, um dos motivos para eu assistir a novela, é justamente por utilizar tão bem dos meios de comunicação. Não sei como foi na outra versão essas questões, mas gostei da forma que a autora utiliza esses elementos, trazendo muitas vezes elementos tão novos, como os blogs. Isso sem falar, do twitter de personagens como Valentim, Leclair e Beatrice M. (JJ)


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Loucura em 3D!

"Extra! Extra! Agora já é possível ver uma revista masculina (lê-se Playboy) com óculos 3D!!!"

Sim! É isso que você leu na manchete!! hasuahsuahsusa A revista resolveu usar dessa ultra-tecnologia para vender seu produto que traz a paraguaia Larissa Riquelme na capa, e é claro que irá vender bem mais né? Não só pela artista como pela tecnologia (a revista já vem com os óculos em 3D).



 
Para mim isso é uma loucura! É quase a mesma coisa de assistir a um filme pornô com óculos 3D (credo!). Já não basta ver a mulher e suas partes, agora as pessoas verão além das suas partes, por todos os ângulos possíveis! Achei que ultrapassou a sobriedade! (JJ)


Extra! Extra! O mundo acabará amanhã de manhã!


Por: Emerson Garcia
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