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sábado, 18 de abril de 2015

Interestelar Vs. Gravidade

Filmes com a temática espacial me chamam a atenção, porque o universo é incrível. Quanto mais se sabe sobre ele, mais dá vontade de conhecê-lo. Descobri que ficção científica também é um dos meus gêneros preferidos. Resolvi falar de dois filmes nesse post: Gravidade (2013) e Interestelar (2014). O primeiro, fala sobre sobreviver no espaço; e o segundo, sobre tempo e espaço. Como esses assuntos são retratados nas produções?




Em Interestelar percebemos a tentativa dos astronautas Cooper (Matthew McConaughey) e Brand (Anne Hathaway) de encontrar um outro planeta para abrigar a população terrestre. Com paisagens exuberantes e um clima diferente da Terra, tanto na questão do espaço e tempo - bem retratado pelo desenvolvimento dos personagens; como na perspectiva espacial em relação à Terra. Esse tipo de ficção científica explorou vários lugares do espaço.

Em Gravidade, os astronautas Ryan Stone (Sandra Bulock) e Matt Kowalski (George Clooney) precisam sobreviver no ambiente espacial após uma chuva de destroços, decorrente de um satélite russo. Seria possível haver vida em um ambiente onde a gravidade é zero? O que deveria ser feito para voltar à terra?



Muitos não gostam de ficção científica por serem muito distantes da realidade. Concordo. Existem muitos filmes que são fantásticos demais. Contudo, eles não são baseados do nada. Eles são amparados em teorias científicas, físicas e astronômicas. Em Interestelar, vemos a teoria do espaço e tempo, além do buraco negro. Sabe-se que no espaço o tempo não passa (Quantos querem ir pra lá e ficar jovem pra sempre?!). 24h da terra é muito diferente no espaço. O filme consegue retratar isso, mas com alguns exageros. O buraco negro também é uma teoria física, mas como seria possível o astronauta do filme cair nele e aparecer no quarto da sua filha?!

Em Gravidade, vemos a teoria da relatividade e da gravidade (Claro!). Sabe-se que a gravidade é zero no espaço. Você conseguiria flutuar pelo espaço, mas será que por muito tempo, como no filme?! Vemos que Ryan e Matt conseguem fazer bastante coisas lá, e coisas bem feitas. Não sei até que ponto essa precisão de ações no espaço é verdadeira ou não, embora os personagens passem por várias situações adversas, mas também tem coisas fantásticas, como Ryan viajar em uma cápsula minúscula em direção à Terra. 

Os produtores de Gravidade conseguiram retratar à vida em órbita com maestria, com exceção de alguns detalhes, para dar um ar dramático à trama. É possível perceber a dimensão do universo, assim como todas as questões que deixam a vida humana lá por um fio. 

Em Interestelar eles também tomaram esse cuidado de retratar esse ambiente espacial, por meio do clima, texturas, ventos e toda a galáxia, mas também trazendo um tom dramático ao filme, seja por meio de trilha sonora ou clima tenso.

Fazer filmes no espaço não é tarefa fácil. É preciso estudar essas e outras teorias para não fazer uma produção que fuja à realidade totalmente. É válido maquiar a história? Sim. O cinema faz isso direto. E em uma FICÇÃO científica não seria diferente. Só que como o nome diz, é a ciência e a ficção juntas. 

Não é só Gravidade e Interestelar que acertaram em retratar o espaço, mas posso citar outros, como Lunar (2009), Missão: Marte (2000), Apollo 13 (1995) e 2001: Uma Odisséia no espaço (1968). Confira os trailers. J-J






























Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Três anos de explosões no Sol em apenas 3 min.




Desde o primeiro semestre de 2010, a sonda Solar Dynamics Observatory, da NASA, está tirando fotos contínuas do Sol, uma a cada 12 segundos em 12 comprimentos de ondas diferentes. O resultado é magnífico. 

As fotos, que mostram o Sol explodindo com erupções solares e ejeções de massa coronal, revela o astro até chegar ao seu máximo, que é o pico da atividade solar em um ciclo de 11 anos. O vídeo junta duas imagens de cada dia por um período de três anos. J-J



Eis alguns dos melhores momentos separados pela NASA:

00:30;24 Eclipse Parcial da Lua                                                                

01:11;02 Erupção X6.9 de 9 de agosto de 2011, atualmente a maior deste ciclo solar  
                                 
01:28;07 Cometa Lovejoy, 15 de dezembro de 2011   
                                                           
01:51;07 Trânsito de Vênus, 5 de junho de 2012   
                                                                                 
02:28;13 Eclipse parcial da Lua


Referencia: UOL 

Por: Thalíta Moreira

quinta-feira, 28 de março de 2013

Você sabia que a Terra tem mais de uma Lua ?!



Conhecidos como mini luas, são asteroides que entram em órbita transformando-se em luas temporárias. 
                                                                                                                                      Essa informação causa espanto em algumas pessoas, pois o que aprendemos desde o jardim de infância é que a Terra tem somente uma lua, isso não significa que tudo que aprendemos na escola esteja completamente errado.       
                                                                                                                      
gravidade da Terra é capaz de atrair centenas de asteroides, transformando-as em "mini luas", a lua que vemos todas as noites é o maior satélite natural em órbita ao redor do nosso planeta, mas as mini luas, são temporárias. 
                                                                                                        
Os asteroides são de diversos tamanhos, estudos mostram que atualmente existem dois deles orbitando o planeta, em um tamanho aproximadamente de uma máquina de lavar louças e o outro com mais de seis metros de diâmetro. 
                                                                                                          
Com o passar do tempo, alguns astrônomos conseguem observar a aproximação desses asteroides. Embora a Terra não ter a tão forte gravidade que Júpiter tem, ela é capaz de transformar estes enormes objetos em satélites naturais, sem qualquer risco de colisão.


Por esse motivo as mini luas atualmente são objetos de cobiça dos pesquisadores. O astrônomo e pesquisador da Universidade do Havaí, Robert Jedicke, defendeu esta semana em um encontro no Alabama a proposta de usar telescópios como caçadores destes objetos.
                                                           
Para Jedicke, com a captura dos asteroides seria possível ter mais informações preciosas sobre um dos maiores e mistérios da humanidade. " É a pedra de Roseta do sistema solar. Trazer um pedaço de material que nunca foi processado através da atmosfera e que não está em solo terrestre pode significar uma riqueza enorme de informações sobre como o sistema solar se formou" afirma.                

No entanto, grande parte das mini luas são muito pequenas, tenho apenas um metro de diâmetro, isso faz com que seja muito difícil identifica-las em órbita, mesmo com a atual tecnologia. A ciência também conta com algumas categorias para asteroides ainda menores, eles são chamados de  "quase satélites" e não são considerados como luas secundárias.
                                                     
"Há um grande interesse em acompanhar esses objetos temporariamente capturado (TCOs), porque por um curto espaço de tempo eles são facilmente acessíveis tanto para o estudo científica e, eventualmente  para a utilização de seus recursos", afirma o pesquisador da NASA Paul Chodas em uma entrevista ao Discovery News. J-J

Por: Thalíta Moreira

quarta-feira, 13 de março de 2013

Zoólogos explicam praga de esperanças na UCB



A praga de esperanças começou a aparecer há alguns meses, em pequenas quantidades, mas foi na semana passada que houve uma invasão delas. Quase sempre em pares, de cor verde (fêmea) e marrom claro (macho), seu ciclo de vida é curtíssimo, e já não se vêem tantas como antes

Eles estavam por toda parte. Em paredes, voando, em cima de grades. Os bichinhos chamaram a atenção de estudantes, funcionários e especialistas da Universidade Católica de Brasília (UCB). Uns tinham admiração, outros, ojeriza e medo dos bichos. “Que bicho é esse?”, muitos perguntavam. Opiniões diversas. Alguns achavam que o inseto era “gafanhoto”, outros, que era “louva-a-deus”, e mais uma porção de pessoas achavam que eram “esperanças”.

Segundo Jesine Falcão, zoóloga da UCB, “cada um desses nomes populares são designados a um conjunto de espécies que possuem características similares”. Tanto o gafanhoto como a esperança são classificados em uma mesma ordem, a Orthoptera (insetos de asas retas, em português). Ambos possuem pernas desenvolvidas para saltar, e ambos, também, são herbívoros – por isso, um perigo para a agricultura.

De acordo com Jesine, existe uma diferença crucial entre um e outro, e é isso que fará com que o mistério seja desvendado: as antenas. Não fosse por elas, o “mistério” não se resolveria, já que é difícil definir cada inseto. “Esperanças possuem antenas mais longas”, explica a zoóloga. Enquanto as esperanças possuem as antenas mais longas do que o corpo, o gafanhoto possui as antenas mais curtas. Então, Jesine consegue desvendar o mistério: eram esperanças!

A praga da UCB – Não é a primeira vez que pragas de insetos aparecem na UCB. Gessica Daniel, estudante de jornalismo da UCB, disse que desde que ela entrou na universidade havia praga de besouro e baratas. “Agora esses insetos”.

Esse episódio nos lembra uma situação bíblica: “As pragas do Egito”. A história, no Êxodo, fala de dez pragas que assolaram o Egito porque o faraó não permitiu que os judeus, sob liderança de Moisés, abandonassem o Egito. A oitava praga fala de gafanhotos: “E subiram os gafanhotos por toda a terra do Egito e pousaram sobre todo o seu território; eram mui numerosos [...]” (Ex. 10.14). No caso da UCB, trata-se de praga de esperança!

A zoóloga Jesine aproveitou a praga para fazer uma pesquisa no laboratório de zoologia. “Em uma das noites, contei mais de 60 só no percurso que fiz até o laboratório de zoologia. Aproveitei para coletar exemplares para serem utilizados na disciplina”.



Cogitações – A praga de esperanças começou a aparecer há alguns meses, em pequenas quantidades, mas foi na semana passada que houve uma grande invasão delas. Não dá para definir com precisão por que os insetos apareceram, mas existem hipóteses.

Pode ser que esses insetos estejam em período de acasalamento. Para a zoóloga Jesine, “estes insetos podem ter ciclos anuais, como o observado com as cigarras e os besouros, o que justifica a grande quantidade observada na última semana”. No processo de copulação, o macho atrai a fêmea por meio sonoro. Quando esta aparece o macho fica em cima dela. Todas as esperanças são adultas e apareceram na mesma época. Por isso, a invasão de esperanças em um período tão curto.

Para o biólogo Paulo César Motta, essa invasão de esperanças pode ter causas diversas. “Pode ser um desequilíbrio, pode ser por causa de desmatamento. Pode ser ausência de predadores naturais no ambiente urbano”.

Cogita-se também que esses insetos apareceram em ampla quantidade na Católica por causa da luz. “Durante a noite eles voam em direção a luz e vão parar nos prédios da universidade. Nessa mesma época é possível observar esses insetos voando ao redor dos postes no estacionamento”, explica Jesine.

Foi observado que as esperanças estavam sempre em pares, representados pela cor verde (fêmea) e marrom claro (macho).

Adeus, esperança! – Na semana atual observa-se que as esperanças estão em declínio. Já não se vêem tantas como antes. É que o ciclo de vida dos insetos é curtíssimo (cerca de dois ou três meses). A esperança, o bichinho, irá acabar, e com ele, também, o medo de muitas pessoas. Se há uma esperança que vai ficar, é a de contar essa história para nossos amigos. J-J

*Matéria para a Oficina de Produção de Notícias, na qual eu fiz parte no ano de 2010.

Por Emerson Garcia

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O asteroide 2012 DA14 vai passar muito próximo da Terra dia 15 de fevereiro

Foto: Nasa / Reprodução


O asteroide 2012 DA14 que tem por si 45 metros de largura, irá passar na próxima semana a 27,7 mil quilômetros de distancia da Terra, porém não há possibilidade da rocha espacial atingir o planeta de acordo com os cientistas, apesar dos estudos mostrarem que não haverá risco de colisão com a Terra, o asteroide pode atingir satélites de comunicação na órbita terrestre, esse fenômeno só poderá acontecer novamente no ano de 2046 e a uma distancia muito maior, de 1 milhão de quilômetros. Não há razão para temer, mesmo esse sendo o vôo mais próximo já registrado.

Em alguns lugares do planeta o 2012 DA14 será visível por binóculos e pequenos telescópios, especialmente na Ásia, Austrália e Europa Oriental. Se caso a rocha entrasse em colisão com a Terra, seria um impacto equivalente a 2.5 megatons de TNT - o equivalente a uma bomba atômica. Esse impacto seria capas de destruir uma grande cidade, como Londres, mas essa é apenas uma das 500 mil rochas espaciais ao redor da terra.



Estudiosos da Nasa podem prever o caminho do asteroide. E em um comunicado a  agência espacial americana afirma que "não há chance do asteroide entrar em rota da colisão da Terra". Esse acontecimento será único para pesquisadores estudarem de tão perto. O 2012 DA14 foi descoberto há um ano atrás por astrônomos.

A agência espacial americana irá fazer uma entrevista coletiva sobre o fato de quinta-feira. J-J

Por: Thalíta Moreira 
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