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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada

Contém spoilers!


Olá, galera. Para os Potterheads, o dia 31 de julho foi super especial. O novo livro da saga Harry Potter foi lançado, mas na verdade não é um livro. Aí vocês me perguntam: “Como assim?”. É que na verdade, ele é apenas o roteiro da peça de mesmo nome que estreou esse ano na Grã-Betanha. Mas não deixou de ser uma história sobre o universo do Harry Potter, o que já é motivo de felicidade.

A história se passa 19 anos depois da Batalha de Hogwarts. Para aqueles que leram os livros - ou até mesmo assistiram os filmes - sabem o final do Harry Potter and the Deathly Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte) que aparece uma cena dezenove anos depois? Então, Harry Potter and the Cursed Child (Harry Potter e a Criança Amaldiçoada) começa ali.



Albus Severus Potter está iniciando sua jornada em Hogwarts e, com isso, vem a preocupação de “Será que vou cair na Sonserina?” Seu pai, Harry, tenta acalmá-lo mas não adianta muito. A história é focada no Albus Severus e nas merdas que ele faz.

Ele acaba caindo na Sonserina e fica melhor amigo do Draco Malfoy, Scorpious, que não é nada como o pai. (Ele é meu personagem favorito de toda a história, na verdade.) Scorpious e sua família, mais especificamente sua mãe, é acusada de ter usado um Vira-tempo para voltar no tempo e engravidar do Lorde das Trevas. Ou seja, ele é uma criança que sofreu acusações a vida toda.

Há um salto temporal de 2 anos. Albus acaba ouvindo uma conversa de seu pai com Amos Diggory, pai de Cedrico, que o culpa pela morte do seu filho. Nesse mesmo dia, ele conhece a sobrinha do Amos, Delphi, e meio que se apaixona por ela. Motivado pela necessidade de rebeldia, decide que tem que voltar no tempo e salvar o Cedrico e é aí que a confusão começa.




Aparentemente, todos os Vira-tempos tinham sido destruídos, até que o Ministério da Magia apreende um que estava na mão de um bruxo. Só que esse vira-tempo tinha sido modificado. O normal do objeto é você poder viajar no tempo por algumas horas. Já esse vira-tempo você consegue viajar no tempo em anos. Só que tem um detalhe: você tem o limite de cinco minutos nesse passado.

Mas, como já sabemos, tudo o que mudamos no passado, acaba influenciando de alguma forma o futuro (vulgo presente). Nisso, Albus e Scorpious decidem salvar Cedrico. Eles voltam uma vez, só que não dá muito certo o salvamento (embora ainda hajam algumas consequências no futuro). Então, eles decidem voltar uma segunda vez, e é aí que estragam tudo de vez.




Nessa “outra realidade”, Harry Potter está morto (consequentemente Albus Severus não existe), Lorde Voldemort ganhou a batalha, Umbridge é diretora de Hogwarts e Snape, Hermione e Rony são a resistência, embora Snape ainda trabalhe como agente duplo.

Scorpious pede ajuda aos três e acaba conseguindo restaurar a sua realidade e volta para casa ao encontro do seu pai e seu amigo. Mas eles ainda precisam enfrentar uma coisa: eles não eram os únicos que queriam salvar Cedrico.

Delphi, a sobrinha de Amos Diggory, na verdade, não era a sobrinha dele e sim, filha de Voldemort. ISSO MESMO, PRODUÇÃO. Ela é filha de Tom Riddle com Bellatrix Lestrange. Te confesso que quando li isso foi muito sem sentido. Bellatrix e Voldemort morreram na batalha de Hogwarts, então como eles teriam um filho antes? Não sei. Pergunte a J.K.

Prosseguindo: uma profecia é divulgada. Albus salvar o Cedrico era uma peça fundamental para a realização da profecia.

“Quando sobras são poupadas, quando o tempo for girado, quando as crianças invisíveis matarem seus pais: então o Lorde das Trevas retornará”




Treta vai, treta vem e então Hermione, Harry, Gina, Draco e Rony descobrem sobre a tal profecia e decidem interferir. Mas graças a Draco, que tentando convencer Delphi que profecias não são coisas certas, Delphi tem um novo plano: Se o Lorde das Trevas não tentar matar o Harry ainda bebê, ele não se enfraqueceria e então a primeira profecia não seria cumprida.

Então, Delphi volta para Godric’s Hollow, no dia da morte dos pais do Harry, para impedir Voldemort de tentar matar o bebê. Mas não sabemos o quanto isso afetaria o presente, então, Harry e o esquadrão decidem voltar também para impedi-la.




Bom, o resumão do livro é esse. Agora vamos para a minha opinião: Foi muito bem escrito, mas há bastante pontas soltas como a que eu mencionei sobre a Delphi ser filha do Voldemort com a Bellatrix. Não tem sentido algum nisso. Eu gostei bastante de explorarem essa coisa de viagem no tempo, suas consequências, seus paradoxos e tals. ALBUS SEVERUS É MUITO CHATO. Gente, que personagem chato da p***a! Eu nunca pensei que fosse gostar tanto de um personagem da Sonserina como gostei do Scorpious. Scorpious é tipo uma Hermione, só que mais bobinho. 

O livro vai ser lançado no Brasil dia 31 de outubro, que é conhecido como “Potter Day”. Espero que a Warner, que já tem os direitos de exibição da trama, produza um filme o mais rápido possível! J-J


Por: Thiago Nascimento

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Literatura LGBT


Estamos aqui novamente, nesse dia lindo, para falar de uma das melhores coisas do mundo: livros. Hoje falaremos de alguns livros que englobam o universo LGBT. Espero que gostem das sugestões.


Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo



Já falamos de Ari e Dante aqui, mas sempre é bom ressaltar o quão bom esse livro é. Creio que mais pessoas deveriam lê-lo. É um livro de romance que faz você sofrer com os personagens, com seus dilemas e suas lutas. Muitas vezes lemos os livros para ver se são bons, e foi o que eu fiz com Ari e Dante. Não dei nada e ele me surpreendeu bastante.

Sinopse: Dante sabe nadar. Ari não. Dante é articulado e confiante. Ari tem dificuldade com as palavras e duvida de si mesmo. Dante é apaixonado por poesia e arte. Ari se perde em pensamentos sobre seu irmão mais velho, que está na prisão. Um garoto como Dante, com um jeito tão único de ver o mundo, deveria ser a última pessoa capaz de romper as barreiras que Ari construiu em volta de si. Mas quando os dois se conhecem, logo surge uma forte ligação. Eles compartilham livros, pensamentos, sonhos, risadas - e começam a redefinir seus próprios mundos. Assim, descobrem que o amor e a amizade talvez sejam a chave para desvendar os segredos do Universo.


Will e Will



Outro livro que também já falamos aqui. Faz parte da coleção do John Green, escrito junto com David Levitham. São estórias de dois personagens contadas simultaneamente, até que elas se cruzam. O livro não é inteiramente LGBT, mas aborda muitas questões desse mundo. É uma leitura legal, mas não entrou na minha categoria de “livros essenciais que todos devem ler”.

Sinopse: Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.


Sobre garotos que beijam garotos



Sobre garotos que beijam garotos é escrito por Enrique Coimbra, que também tem um canal de Youtube. É um livro que fica muito próximo da realidade que, de acordo com o próprio autor, era sua intenção. Deixar o livro o mais próximo da realidade possível, para que as pessoas pudessem se identificar com mais facilidade.

Sinopse: Quem leu O Pequeno Príncipe, o clássico do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, deve lembrar a lição da raposa: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” Enzo, o jovem protagonista deste romance, é o oposto dessa máxima. Ele não gosta de se apegar, de relacionamentos fixos, duradouros, monótonos. E só se apaixona quando tem a certeza de que não será correspondido. Afinal, como dirá o próprio autor em seu blog, isso o poupa de “se tornar responsável pelos sentimentos de alguém”. Enzo só não contava com o aparecimento de Ian, o ficante (hétero) de uma amiga, com quem viverá uma espécie de aventura ou experiência amorosa cujas consequências serão avassaladoras.


One Man Guy



Eu acabei de ler esse livro. É simplesmente incrível! Foca muito na questão da descoberta da sexualidade, de como lidar com a família, com você e com a descoberta em si. É um livro super fofinho. Super recomendo para quem quer uma leitura rápida e agradável.

Sinopse: Um romance sobre dois garotos, dois mundos e um encontro.
Ethan é tudo o que Alek gostaria de ser: confiante, livre e irreverente. Apesar de estudarem na mesma escola, os dois garotos pertencem a mundos diferentes. Enquanto Ethan é descolado e tem vários amigos, Alek tem apenas uma, Becky, e convive intensamente com sua família e a comunidade armênia. Mesmo com tantas diferenças, os destinos de Ethan e Alek se cruzam ao precisarem frequentar um mesmo curso de férias. Quando Ethan convence Alek a matar aula e ir a um show de Rufus Wainwright no Central Park, em Nova York, Alek embarca em sua primeira aventura fora de sua existência no subúrbio de Nova Jersey e da proteção de sua família. E ele não consegue acreditar que um cara tão legal quer ser seu amigo. Ou, talvez, mais do que isso.


Garoto encontra Garoto



Ai, esse livro… Um pouco fantasioso demais. Quando eu leio um livro eu espero que: se ele for de ficção, que tenha muitas brigas, magias e poderes. Mas quando ele é pra ser realista, que ele seja realmente realista. E Garoto encontra garoto não está tão próximo assim da realidade. O protagonista do livro, Paul, mora em uma cidade onde héteros e homos vivem em harmonia. Tanto que os héteros vão nos bares gays só pra interagir. Muito longe da realidade, né? O que eu mais amei nesse livro foi o fato de uma travesti (acho que é travesti ou transgênero, não lembro), ser a melhor amiga dos protagonistas. Infinite Darlene é a amiga que eu gostaria de ter. Sério! Melhor pessoa! E ainda pra melhorar, no final tem um conto de Dia dos Namorados com a Infinite Darlene.

Sinopse: Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag-queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os garotos héteros a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola e, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah.


Um gay suicida em Shangri-la



Eu quero muito ler esse livro, que também foi escrito pelo Enrique Coimbra. Infelizmente, ele só tem na versão ebook e só vende pelo Amazon, senão me engano. Eu não sei se posso comprar o ebook no Amazon e lê-lo pelo Lev ou só pelo Kindle. (Se tiverem essa informação, me ajudem por favor.)

Sinopse: Em vez de se entregar à depressão após sobreviver a uma falha tentativa de suicídio, Eduardo pensa: "se cheguei no extremo de tirar minha própria vida, por que não faço tudo que quero?". Com isso em mente, abandona São Paulo e a família opressora, deixa o namorado preconceituoso para trás e pede carona até chegar na cidade Estrelas, interior do estado do Rio de Janeiro, em busca de novos motivos para se interessar em viver: as primeiras amizades sinceras, a família que nunca teve, novos medos e a possibilidade de um romance inteiro com outro homem. Na jornada à própria Shangri-la, verá que alguns fantasmas são impossíveis de despistar, não importando quantas caronas peça.


Faltou algum livro? Dê sugestões de outros nos comentários e até a próxima! J-J


Por: Thiago Nascimento

terça-feira, 10 de maio de 2016

Diferenças que unem

*O post a seguir pode conter alguns spoilers.


E ai, gente. Tudo bacana? Hoje teremos uma resenha de um livro do João Verde que eu não sabia que existia até eu vê-lo na Bienal do Livro do Rio de 2015, Will & Will. O livro, escrito junto com David Lavithan, fala sobre duas pessoas diferentes que possuem o mesmo nome: Will Grayson.



A obra realmente me atraiu de um jeito que eu não me atrai desde que li Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo (Uma comparação irrelevante, pois nada supera Ari e Dante S2).

“Quando as coisas se quebram, não é o ato de quebrar em si que impede que elas se refaçam. É porque um pedacinho se perde – as duas bordas que restam não se encaixam, mesmo que queiram. A forma inteira mudou.”


Will & Will são histórias diferentes contadas simultaneamente. Um dos Will é hétero e mora em um lugar, com determinados amigos e sua vida. O outro é gay, reside em outro lugar, com outros amigos e outra vida. Mas, por uma coincidência (trágica) do destino, eles acabam se encontrando em um lugar um tanto quanto peculiar. Depois de se conhecerem, acabam mantendo contato e alguns de seus amigos cruzam o caminho um do outro.

“Penso em quanta coisa depende de um melhor amigo. Quando você acorda de manhã, senta, põe os pés no chão e se levanta. Você não escorrega até a borda da cama e olha pra baixo pra se certificar que o chão está lá. O chão está sempre lá. Até o dia em que não está.” 


Ambos Will’s tem problemas em suas vidas e obviamente alguns deles fazem parte do enredo principal da estória. Por exemplo, um dos Will passa por um catfish. Para quem não sabe, é um termo em inglês usado quando a pessoa tem um relacionamento online sem conhecer a pessoa, e quando a conhece, descobre que a pessoa era completamente diferente do que se dizia ser, ou simplesmente não existe. É uma pura enganação de alguém sem ter o que fazer.



O livro aborda muito também a questão da amizade ser mais importante que relacionamentos fúteis que temos no decorrer da vida. É o tipo de leitura leve, mas não para crianças, sabe?! Há uns palavrões e umas mensagens subliminares que só mentes maliciosas entendem ou não tão maliciosas assim. Eu não deixaria meu primo de 10 anos ler esse livro, embora seja muito bom. (Faça 15 anos primeiro, depois a gente conversa. xD) J-J

“Quando você namora alguém, tem os indicadores pelo caminho, certo? Vocês se beijam, tem A Conversa, dizem Três Palavrinhas, vocês se sentam em um balanço e terminam. Pode-se assinalar os pontos em um gráfico. E vocês checam essas coisas um com o outro pelo caminho: Posso fazer isso? Se eu disser isso, você dirá também? Mas com amigos, não tem nada assim. Estar em um relacionamento, isso é algo que você escolhe. Ser amigo, isso é simplesmente algo que você é.”




Por: Thiago Nascimento

segunda-feira, 18 de abril de 2016

As últimas palavras antes de morrer

*Esse post pode e vai conter spoilers.



Olá, gente. Estou aqui para falar sobre Quem é você, Alasca? do João Verde, que acredito que... Não vou superá-lo tão cedo. Tudo o que eu disser a partir de agora, será a minha opinião. Tentarei ser um pouco imparcial, mas só um pouco, pois estou completamente sem reação após ler esse livro. Então vamos lá.

Era uma vez uma pessoa que gosta de romances (essa pessoa é o João Verde), mas ele não gosta de romances típicos, ele gosta daqueles que nunca dão certo e seus personagens se fodem e quando você acha que eles vão ser felizes para sempre, eles se fodem de novo. Tá, tá, os livros tem uma moral. Ok. Mas gente, qual a finalidade de tanta sofrência junta? Agora, uma pergunta para o Senhor João Verde: Você sofreu tanto assim por paixões que não deram certo, meu caro? Porque simplesmente não tem outra explicação. Nenhum dos casais dos romances do JV ficam juntos. Isso me indigna muito.




Prosseguindo, Miles é um garoto que tem sérios problemas psicológicos e gosta de decorar as últimas palavras das pessoas. (Sabe, a última coisa que dizem antes de morrer...) Então, ele se depara com a última frase de François Rabelais que disse que “estava em busca do seu Grande Talvez”. Indignado com essa última fala, ele decide partir em busca do seu próprio Grande Talvez. Com isso, ele vai para um colégio no Alabama, onde conhece o Coronel, Alasca e Takumi. Ele acaba se apaixonando por Alasca, mas ela, além de ter uma personalidade muito forte, também tem namorado. Algumas coisas rolam entre eles e... passado um tempo, Alasca sofre um acidente e morre.  Depois disso, os amigos passam o resto da estória tentando descobrir o que aconteceu com Alasca. Teria ela se matado ou foi apenas um acidente? Onde Alasca estava indo quando sofreu o acidente? Entre outras perguntas.




Eu li esse livro rápido. Mais rápido do que eu gostaria que tivesse lido, mas sinceramente... Não gostei do livro. De todos que já li do João Verde, A Culpa é das Estrelas vai continuar sendo o melhor até sempre. Pode me chamar de modinha, do que quiser, mas é apenas a minha verdade. O João Verde conseguiu me surpreender com Hazel Grace e Augustus Waters. Surpresa que não tive ao ler Quem é você, Alasca?. Eu sei que muita gente gosta desse livro, mas eu só gosto mesmo da personagem Alasca. A estória é totalmente descartável.

E digo mais, eu só assistiria um longa-metragem de Quem é você, Alasca?, se a Alasca fosse interpretada por Kaya Scodelario. Depois de vê-la em Skins, eu não consigo imaginar outra pessoa interpretando-a. A Kaya não interpretaria a Alasca. A Kaya seria a Alasca. 




Então é isso, não tenho mais a acrescentar não. Espero que não tenham ficado com muita raiva de mim ou de meus comentários um tanto quanto maldosos, mas esse livro poderia ter me desapontado menos. J-J



Por: Thiago Nascimento

terça-feira, 12 de abril de 2016

[TAG] Recomendações literárias



Ganhei mais uma tag, dessa vez da Letícia do blog Key To My Thoughts. Muito obrigado pela consideração, Lê! A tag chama-se Recomendações literárias. Vamos as perguntas!


1- Recomende um livro de um gênero que goste:



Não sei se todos sabem, mas sou apaixonado por mistérios e suspense, e esse foi um dos primeiros livros que li desse gênero, que foi memorável. A história te prende do início ao fim, fora que a revelação de um assassinato foi de deixar meu queixo caído. Sempre vou me lembrar desse assassino!


2- Recomende um livro pela capa:



Simplesmente a capa de livro mais incrível que eu tenho! Capa dura, com belas gravuras e uma linda cor de capa, fora que a história é muito boa. Ou seja, não é apenas um livro bonito por fora, mas por dentro e em todo seu conteúdo. Confira resenha dele aqui


3- Recomende um livro que virou filme:



Estou aqui para RECOMENDAR O LIVRO que virou filme. É importante frisar isso, porque a versão cinematográfica de Desventuras em série deixou muito a desejar. Espero ansiosamente pela série da Netflix com todas as minhas forças!


4- Recomende um livro que você ame de paixão:



Resolvi colocar esse livro, porque ele traz excelentes lições e me curou em muitas áreas da minha vida quando eu li, e porque é um livro que meio que estava "esquecido" na minha memória literária, mas que acabei de lembrar dele com muito amor e paixão.


5- Recomende um livro que você quer, mas não tem:



Sério! Eu preciso desse livro, seja na versão física e digital. Como a versão digital é mais cômoda, optei por ela, mas acabou que eu não a encontrei até hoje. Preciso ler a continuação de A arma escarlate. Confira resenha aqui


6- Recomende um livro pelo seu título:



Eu acho interessante, chamativo e criativo todos os títulos da coleção O vendedor de sonhos, de Augusto Cury. 


7- Recomende um livro por causa do autor:



A série de livros Análise da inteligência de Cristo, por ser de Augusto Cury e por ele trazer uma ótica psicológica sobre Jesus, que eu não conhecia até então.


8- Recomende um livro que você leu em pouco tempo:



Eu o li em pouco tempo, por se tratar de uma história real que te prende do início ao fim. Creio que o terminei em menos de uma semana.


9- Recomende um livro brasileiro:



Recomendo esse livro, primeiro por tratar-se de uma escritora brasileira, que está em início de carreira, e também por ser interessante e um tapa na cara em muitos dos nossos relacionamentos.


10- Recomende essa tag a outro blogueiro/vlogueiro:



Por: Emerson Garcia

sábado, 6 de fevereiro de 2016

[TAG] Esse ou esse?

Com licença ao blog Tudo Online, resolvi colocar a imagem da TAG do blog Decidindo-se, que fez a TAG com os mesmos livros que farei.


Bom sábado a todos, pessoal! O JJ foi indicado novamente a uma TAG, dessa vez pelo blog Tudo Online. Obrigado! Vamos as regras:

Colocar o blog que te indicou no início do post;
O livro que dá início é o livro ganhador da pessoa que te indicou;
Seguindo a lista de livros indicados pela pessoa que te passou a TAG, você deverá ir escolhendo de acordo com a ordem se: deixa o livro que lidera a batalha ou se escolhe a nova opção dada e abaixo explica o porquê;
Uma vez que tenha o seu livro ganhador, escolha você sete livros e sete blogs para repassar a TAG.


Livro vencedor do blog Tudo Online:





1ª rodada


Nessa rodada eu vou jogar no escuro, pois não li nenhum dos dois livros. Perdão, Leonard Peacock é do mesmo autor de O lado bom da vida, que nunca li nem vi o filme, mas ele foi bem elogiado, então eu fico com ele.


2ª rodada



Anjos e Demônios ganha essa rodada, mas foi também um tiro no escuro, já que eu só vi o filme e não li o livro. 


3ª rodada


Anjos e Demônios, mas só porque eu não tenho conhecimento do outro livro.


4ª rodada



Sei que Nicholas Sparks é o queridinho do drama e do romance, mas não li nenhuma obra dele, então não posso ir na modinha. Por isso, continuo com Dan Brown.


5ª rodada


A cabana, porque esse livro me marcou bastante, me impactou, e porque eu já o li 3 vezes. 


6ª rodada


Continuo com A cabana, por nunca ter lido o outro, e eu prefiro não arriscar.


7ª rodada


Li os dois livros, ambos são bons. Ao colocar na balança, A menina que roubava livros traz uma história mais difícil de ser compreendida, vocabulário difícil e leitura densa. A cabana é mais cativante, e eu me identifiquei mais com a história, tanto que li 3 vezes, e o outro só uma. O vencedor é A cabana


Vencedor:




Os sete livros que eu indico são:

As crônicas de Nárnia- C.S. Lewis
A arma escarlate- Renata Ventura
Pântano de sangue- Pedro Bandeira
O homem que calculava- Malba Tahan
Rápido e devagar: duas formas de pensar- Daniel Kahneman
O diário de Anne Frank
Deixados para trás- Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins


Blogs indicados:


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A ficção científica mais divertida do ano, #sqn




No último dia 10, na premiação do Globo de Ouro - que é um esquenta para o Oscar que acontece dia 28 de fevereiro - um prêmio chamou a minha atenção: Perdido em marte, na categoria de Comédia/Melhor musical. Pensei assim: "Isso não é possível nem aqui, nem em marte". No dia que ouvi essa notícia, ainda não havia assistido a produção, mas tinha lido a respeito que se tratava de ficção científica, aventura, ou qualquer outra coisa do gênero, mas não uma comédia.

Depois da premiação, corri pra assistir ao filme. Ele tem uma boa história, personagens carismáticos, e de certa forma, é leve para a temática de sci-fi. A produção mescla o drama do personagem Mark Watney, com doses de humor - nada exagerado que pudesse classificá-lo como comédia. Aliás, se eu ri duas ou três vezes foi muito. Talvez o clima do filme seja bem humorado e leve, quando o astronauta Mark planta batatas e as rega com uma água criada por ele mesmo. Se eu fosse classificar o filme seria em drama ou ficção científica, como disseram no site UOL:

"É inexplicável o motivo de o filme ter entrado para a categoria de comédia/musical, já que conta o drama de um astronauta, vivido por Damon, que é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos. Sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra, ele deve sobreviver e esperar seus parceiros lhe buscarem".


Já na opinião de Douglas Lambert, da Folha, o filme está dentro da comédia sim:

"Esqueçam o espaço hostil de "Alien" (1979) [...] O futuro que o diretor Ridley Scott nos apresenta [...] é outro: divertido e cheio de esperança". 


Há um motivo para o filme ter ganho prêmio de Comédia/Melhor musical: ele é baseado no livro homônimo de Andy Weir, que é considerado livro de comédia.



Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.


Está aí o motivo do filme ter ganho o prêmio, mesmo a contra-gosto do próprio diretor em uma reportagem: o livro de Andy Weir.

O filme se arvora em muitas cenas hilárias do livro de Andy, que me deixaram otimista e arrancaram de mim (alguns) sorrisos, mas não durante o filme todo, nem em sua maior parte. Rodrigo Salem, também da Folha, cita algumas das cenas do livro:

"Em compensação, todos os ingredientes da obra [de Andy] estão presentes nesta produção [...]: a tiração de sarro com a disco music e séries dos anos 70 - único material deixado como entretenimento em Marte -, frases de efeito espertinhas ("Toma essa, Neil Armstrong"), clima otimista e a personalidade leve do astronauta botânico levado com perfeição por Damon. "Perdido em Marte" não é filme de Oscar, mas é a ficção científica mais divertida do ano"


Na verdade, Rodrigo só errou na última parte da sua colocação: Perdido em Marte concorrerá ao Oscar, sim, dia 28, na categoria de Melhor filme. Talvez uma categoria correta para um filme que foi considerado de comédia. J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Descobertas do Universo



Oi, galera. Antes de começar o texto, queria perguntar quem já assistiu Jogos Vorazes: Esperança Parte 2? Quem já assistiu, gostou? Esse post só pode ser feito graças a esse filme. Uma breve história: fui assistir Jogos Vorazes, não gostei muito e fui matar a depressão na livraria do shopping e achei Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo.

 

Maravilhoso. Envolvente. Curioso. Trágico. Incrível. Esses e muitos outros adjetivos podem ser dados a esse livro. Eu já tinha visto um vídeo do Youtube, no canal ConnectQu4tro. Sinceramente, na hora eu não dei muita ideia para o livro, mas é uma estória genial. O autor, Benjamin Alire Sáenz, escreveu tão perfeitamente que... desculpe, John Green, mas você ficou no chinelo. 



Sinopse: Ari é um garoto que não costuma ter muitos amigos, tem dificuldade com as palavras e duvida de si mesmo. Dante é muito confiante e... sabe nadar. Ari conhece Dante em uma piscina, tentando aprender a nadar e ele se oferece a ensiná-lo. A partir daí, Ari e Dante começam a desvendar, juntos, os mistérios do Universo.

O livro te choca, te prende, te faz querer mais e mais. Eu queria muito que houvesse uma continuação. Ou então, se não for pedir muito, que pelo menos alguma editora pegasse os livros do Benjamin S., traduzissem e comercializassem no Brasil porque, se todas as obras desse cara são assim, preciso ler todos.



Me julguem, mas, embora o John Green seja um excelente escritor (eu adorei A culpa é das estrelas), Benjamin é igualmente bom, ou talvez melhor. (Sim, estou tentando convencer aos fãs do John Green pois são as pessoas que geralmente leem romances u.u)

Não quero dar spoilers, mas eu não sou eu se eu não der uma pontinha de spoiler. Então já vou logo avisando que, para quem se interessar em ler (acho que todos deveriam), preparem um lenço, um desfibrilador e uma enfermeira de plantão porque vão precisar. 



Acontecem duas coisas HORRÍVEIS ao longo da estória. Sim, um livro de 390 páginas tem DUAS TRAGÉDIAS. Mesmo tendo adorado todo e qualquer pedaço do livro, achei meio exagerado acontecer isso tudo, mas foi emocionante.

Isso é tudo, pessoal! Espero que vocês sigam minha dica e leiam esse livro tipo... ontem. Vocês não vão se arrepender. É muito, muito, MUUUUITO BOM! U_U Beijos de fótons e até a próxima. J-J




Por: Thiago Nascimento
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