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sexta-feira, 18 de maio de 2018

10 lugares que gostaríamos de conhecer



No post de parceria do Jornalista ≠ de hoje eu e o Arthur Claro decidimos apresentar à vocês os 10 lugares que gostaríamos de conhecer algum dia. Eu nunca viajei para fora do país e raramente viajo para os estados brasileiros. Creio que me falta dinheiro, pois vontade e desejo tenho de sobra. Não sei se com o Arthur é assim também... Enfim, meu sonho é ter um passaporte todo preenchido e carimbado de viagens.

Entre nossa seleção, existem 5 viagens nacionais e 5 internacionais. Para ficar mais divertido, dinâmico e interativo eu e o Arthur misturamos nossas escolhas. Ou seja, tem 5 escolhas dele e 5 minhas. Desse modo, decidimos fazer o seguinte quizz com vocês:

"Descubra os 5 lugares que escolhi e os 5 que o Arthur escolheu!"

  
Claro que para isso daremos dicas, para não ter comentários, como: "Não conheço vocês", "Não tenho a mínima ideia" ou "Não sei o que opinar". As dicas que daremos são 5 características de nossas personalidades que podem (ou não) ter a ver com os lugares escolhidos. Essa é a chance de todos participarem do quizz! Vamos às dicas?

Minhas características: sonhador, clássico, aventureiro, apreciador da natureza e que busca conhecimento

Características do Arthur Claro: curioso, apreciador de história, admirador da cultura, curioso (Sim! Curioso duas vezes! kkke louco


Vamos aos lugares agora! O quizz está aberto! Teeeempo!



1- Bonito (MS)





Porque eu amo a natureza e a água dos rios e lagos me chama a atenção por ser bem clarinha e azul. Também gosto dos peixes e dos animais que tem por lá. Quando era criança fiquei admirado quando a apresentadora Eliana viajou para Bonito.  







2- Acre 


Calçadão da Gamaleira (AC)


Mais especificamente Rio Branco, pois quero conhecer um estado que é pouco conhecido e respeitado por nós brasileiros.







3- Minas Gerais


Centro Histórico de Mariana (MG)



Diamantina (MG)


Quero visitar as cidades históricas por conta de seu valor, além de conhecer mais da nossa história.




4- Jalapão (TO)


Fervedouro Bela Vista- Jalapão (TO)



Dunas do Jalapão (TO)



Fiquei deslumbrado com as paisagens desse lugar quando vi na novela O outro lado do paraíso. Elas são paradisíacas, de um cenário natural extravagante e espetacular. 





5- Rio Grande do Sul


Gramado (RS)



Costela no espeto cravado no chão



Conhecer a cidade de Porto Alegre já me deixaria feliz pelo fato de gostar muito do sotaque gaúcho. Além disso, quero tomar um chimarrão, comer uma costela feita no espeto cravado no chão e conhecer a cultura com suas tradições.





6- Rússia


Catedral de São Basílio (Rússia)



Matrioska



Em ano de copa, nada como ir para a Rússia, não é mesmo? Me chama a atenção aquelas arquiteturas diferenciadas bem coloridas. Quero ir para conhecer os costumes e culturas locais, além de comprar uma Matrioska original. 





7- Alemanha





Restante do Muro de Berlim (Alemanha)



Berlim é um local que me faz lembrar de assuntos tristes, porém quero conhecer os pontos históricos para sentir o que é estar nos locais que vi só em livros de história e veículos de comunicação. 



8- Espanha


Plaza Mayor de Madrid (España)



Um dos meus sonhos de consumo é visitar esse país milenar, de culturas bem próprias e de construções clássicas. Quero conhecer um verdadeiro castelo espanhol. A fluência na língua espanhola já tenho. 



9- Vaticano





É um dos locais menos óbvios para as pessoas imaginarem que gostaria de conhecer. Ele me faz refletir sobre sua existência. Tenho vontade de visitar aonde o Papa vive.




10- Orlando (EUA)








Como bom fã da Disney, quem não quer ir para lá né? Meu sonho é visitar os parques temáticos e tirar fotos com os personagens mais queridos do universo!


Gostaram dos lugares? Já visitaram algum? Tem vontade de fazer uma viagem para qual lugar? Digam nos comentários! Não deixem também de participar do quizz e de ver como o Arthur Claro abordou esse post no seu blog aqui. Até a próxima! J-J






quinta-feira, 17 de março de 2016

Quinta de série: Hawaii 5-0






A Quinta de série dessa semana traz um remake exibido entre 1968 e 1980, Hawaii 5-0, que está atualmente em sua 6ª temporada. Quem me apresentou a produção, foi a leitora assídua Amanda Sousa. Desde então, assisto com minha mãe.

A série é exibida pela CBS desde setembro de 2010. No Brasil, ela passa no ID e na RedeTV. A história se passa toda no Havaí e gira em torno das atividades do Departamento de Polícia local, liderado por Steve McGarret, ex-fuzileiro naval; e seus parceiros, Danny, Chin e Kono. 

A produção tem moldes de CSI, mas, claro, com suas particularidades. A agilidade, a preparação dos policiais, o espírito aventureiro e combativo, para se chegar até o suspeito de cada caso, atrelados ao clima natural e bem humorado dos personagens, podem ser o diferencial. 




Em cada episódio, apresenta-se um caso com começo, meio e fim, mas pode verificar-se uma linha e continuidade de uma história principal entre os capítulos. Logo no primeiro episódio há a morte misteriosa de um homem, o que causa muitas dúvidas e surpresas que formam uma linha condutora no decorrer das temporadas. Ou seja, a série prende pelos casos de cada episódio, e pela história central. Desse modo, você pode escolher a ordem de assistí-los, mas só tome cuidado para não pular o capítulo da origem do Hawaii 5-0 e alguns cruciais. Já aconteceu de eu ver um episódio a frente e não entender o contexto.

Não só as histórias de cada caso e a história principal, chamam a minha atenção na série. A história de personagens secundários e todas as suas construções também.


Histórias secundárias

McGarret e Danny são típicos cão e gato, que se amam e se odeiam. Sério! Esse bromance é muito bom e verdadeiro. É engraçadíssimo ver os dois brigando no carro e depois assistindo filme ou um jogo juntos. Trouxe leveza e bom humor para uma série que muitas vezes pode ser pesada. 




Tudo bem que Kamekona não é recorrente na série, mas sempre que aparece, é responsável por cenas de bom humor. Ele tornou-se para mim um dos personagens mais simpáticos e divertidos. Sua habilidade para cozinhar é um tanto questionável, embora dono de um restaurante. É cômico vê-lo obrigar seus amigos policiais para comer suas gororobas para promover-se economicamente. Suas cenas como piloto aéreo também renderam boas risadas.




Um pouco antes de assistir a série, sabia que Jorge Garcia participaria. Fiquei ansioso por sua aparição, até que na 4ª temporada, quando ele deu as caras, vibrei. Jerry Ortega, o nerd recluso e inteligente que vive dentro de um quarto de porão, me conquistou. Parecia que só seria uma participação especial, que Jerry ajudaria o departamento de polícia do Havaí eventualmente, e desapareceria. Mas ele foi tornando-se importante para a corporação, e hoje, ajuda nos casos, de forma científica, histórica e tecnológica. Sua história trouxe um fôlego novo de aventura e mistério.




Não poderia deixar de falar de Max Bergman, o médico legista que trabalha no departamento de polícia. Com uma seriedade de dar medo, Max pouco sorri, ao contrário dos personagens que já falei. E isso trouxe uma atmosfera interessante à produção. Max é inteligentíssimo e recluso. Será que ele poderia quebrar um pouco o gelo e torna-se mais humano? Só assistindo para saber.




Locações paradisíacas 

Outro ponto positivo do seriado são as locações. A série, assim como seu remake, é toda gravada no Havaí. Sério! As cenas de paisagens, praias, florestas, trouxe uma beleza estonteante, que deixaram meus olhos a brilhar. A história de uma produção é importante, mas suas paisagens e fotografias também, e Hawaii 5-0 tem isso de sobra.






Para quem não se lembra, o fenômeno Lost também foi gravado no Havaí. 



"Estima-se que “Lost” tenha estimulado a economia local em cerca de 400 milhões de dólares, dos quais cerca de 2 milhões teriam sido pagos pela ABC para filmar nas ilhas. Por isso, a estreia do remake de “Havaí 5-0″ tem um significado muito maior do que produzir uma série de entretenimento com base em um clássico: dar continuidade à produção seriada nas ilhas havaianas". (Fernanda Furquim, Veja)





Um remake que deu certo


Existe um perigo imenso de tentar repetir o sucesso de uma série. Em 2011, tentaram recriar As panteras, com As Panteras - Charlie's Angels, e não deu nada certo. A série foi cancelada e jogada no lixo com apenas 8 episódios. 




Historicamente, a série original de Hawaii 5-0 era a produção policial de maior duração da tv americana. Foram 12 temporadas no ar, até que em 2003 Lei e Ordem ultrapassou essa marca. Mas o remake surpreendeu e está em sua 6ª temporada. 

A atual série, apossa-se de alguns elementos e personagens da original, mas também cria outros, como a substituição do personagem Zulu, por uma personagem feminina, Kono, e uma nova abordagem da história. Confira algumas dessas novas releituras:













Produção, audiência e abertura

Em 2008, a CBS resgatou o projeto de produzir a continuação da original Hawaii 5-0. Não deu certo. O roteiro apresentava Chris McGarret, filho de Steven McGarret, como novo chefe do departamento de polícia. A história não agradou e foi engavetada.

Em 2009, Roberto Orci, Alex Kurtzman, ambos produtores de Fringe; e Peter Lenkov, de CSI:NY apresentaram, não uma continuação, mas um remake que agradou, encomendando o piloto em 2009. O sucesso da série também se deve aos seus produtores. Assisti Fringe, e não tenho outra palavra pra descrevê-la a não ser: FANTÁSTICA. Bem como assisto Alias, de Orci e Kurtzman, e também a acho excelente. 




Mesmo com todos esses pontos positivos (história, locação, produção), a série apresenta falhas (claro que ela não é uma das 7 maravilhas do mundo!). Ela tem sim plots bobos e desnecessários e alguns casos pouco interessantes. Alguns! Porque a maioria deles são muito bons. Isso mostra que não dá para uma série manter a excelente qualidade entre um episódio e outro.

A série recebeu críticas positivas. Hawaii 5-0 aparece entre os top 25, de um ranking semanal, para todas as idades, com dez milhões de telespectadores. 

E claro que "a cereja do bolo" deveria ficar para o final. O tema de abertura envolve e faz você aumentar o som da TV. Mesmo com a repaginação da trilha de 1968, a nova abertura ficou muito boa. Confira as duas e o trailer para quem ficou com água na boca. J-J












Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

258 primaveras: parabéns meu querido Macapá!

 
Fortaleza de São José de Macapá | amapadigital.net


Meus caros leitores, a cidade que nasci vai completar 258 anos amanhã. Diferente do que se parece, não vou exaltar as belezas naturais da cidade e outras coisas assim, porque ficaria muito clichê. Mas dizer por que amo este lugar. Amo muito Macapá porque ela me deixa tranquilo. Amo muito Macapá porque seu sol é brilhoso, apesar de ter me dado um problema uns meses atrás.

Não é arrogante dizer que nós, macapaenses, estamos no centro do mundo – afinal somos a única capital brasileira que é divida pela Linha do Equador. Não é arrogante afirmar que Macapá complementa a história da soberania do Brasil: quase nos tornamos franceses graças a habilidade do Barão de Rio Branco. Eu, pessoalmente, quase fui francês porque meu pai se apaixonou por minha mãe e decidiu que nasceria verde-e-amarelo.

Marco Zero que divide a cidade entre o norte e o sul


É verdade, somos “asfalticamente” isolados do restante do país e a força elétrica não é lá estas coisas. Torço para que melhore, mas meu amor a Macapá é incondicional, venal e inexplicável. Sinto-me confortavelmente quentinho e com mais força de viver. Se quiser conhecer minha cidade não fique na curiosidade. Venha visitar Macapá!

Até mais, pessoal e parabéns Macapaba (Isso mesmo! Não errei.) J-J


Por: Pedro Blanche

terça-feira, 12 de maio de 2015

Sampabue

Esse post é uma continuação de Paris vs. New York, que foi um verdadeiro sucesso. Obrigado pelo comentário de todos! Um deles foi da Káh, do blog Do Sofá que disse que tem ilustrações das diferenças entre Brasil e Argentina. Comentei com ela, que isso ia dar confusão, tiro, porrada e bomba aqui no blog. Bora partir pra briga, então?!





A ideia é da ilustradora Vivian Mota da Editora Rabiscorama. Ela foi inspirada em Paris vs. New York e o resultado ficou muito divertido e profissional, trazendo as diferenças da arquitetura, gastronomia, celebridades, cultura, esporte, entre outros entre São Paulo e Buenos Aires, duas metrópoles bastantes conhecidas. Para quem quiser ver todas as ilustras, tem o Tumblr da artista. Confira algumas delas aqui no blog:




Gosto das duas heroínas de desenho animado e vocês?




Rivalidade que jamais acabará.




Só conheço o pastel rsrs




Dúvida cruel.




Dúvida cruel².




Só conheço o Maurício de Sousa haha






 

Gostei do nome do cantor de rap argentino kkkk




Acho que prefiro o bom churrasco brasileiro.








Nunca comi a chipa, mas não abro mão de um pão de queijo hmmmm







Achei um preconceito com o Brasil.


É rivalidade que não acaba mais! J-J


Por: Emerson Garcia
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