segunda-feira, 18 de maio de 2026

Projeto Chá Musical: novos talentos 2 (28 de abril de 2026)

No dia 28 de abril de 2026 aconteceu mais um recital do Chá Musical. Dessa vez, com os Novos Talentos 2 (continuação direta dos Novos Talentos), somado com a apresentação de veteranos do projeto. A edição contou com 6 apresentações, sendo 4 de novos talentos e 2 de veteranos. Na oportuna data se apresentaram: Maria de Jesus, Daniel Barbosa, Leandro Medeiros, Rhuan Lima, Danne Strauss e Luíza Marta. A noite foi conduzida por Marilza Luciano.


Iniciando os números musicais de forma romântica e apaixonante, tivemos Daniel Barbosa na voz, e Luiza Marta ao piano. Eles apresentaram a canção Back at one de Brian Micknight. Esta é uma declaração de um rapaz para uma mulher, dizendo ser ela um sonho que se tornou realidade. Daniel é PCD, deficiente visual e, mesmo com essa limitação, não foi impedido de demonstrar o seu talento.



O segundo a se apresentar foi Leandro Medeiros. Ele tocou na gaita uma música dificílima de Villa Lobos chamada de Trenzinho caipira. Leandro imprimiu todo o seu talento nesse instrumento de sopro, cativando os presentes e arrancando verdadeiros aplausos.


Codinome beija-flor de Cazuza foi a próxima música a ser apresentada. O novo talento Rhuan Lima Santos, conhecido como Zanzin, executou a canção no piano e voz. A apresentação foi tocante. Rhuan trouxe emoção e sensibilidade na sua voz. Merece aplausos!


Concluindo as apresentações dos novos talentos, tivemos Maria de Jesus Evangelista interpretando, ao piano, Fascinação. De origem francesa, Facination é uma valsa popular (1904) de Fermo Dante Marchetti e letra (1905) de Maurice de Férand. Foi gravada e interpretada pela Elis Regina. A versão portuguesa é uma composição de Armando Louzada. Jesus interpretou o número lindamente ao piano, arrancando aplausos e elogios não só dos que estavam presentes, como também de quem viu os vídeos. 


A noite também foi marcada pelas apresentações de veteranos que já se apresentaram diversas vezes nos recitais do projeto Chá Musical. Tratam-se de Danne Strauss e Luíza Marta. Com as luzes apagadas e uma luz verde em destaque, Danne apresentou Força verde de Zé Ramalho. A letra foi tirada do poema Sovrow of love, que significa sofrimento e dor. É tema de O incrível Hulk de William Butler Yeats. Danne interpretou a canção com voz e violão.


Encerrando a noite de forma magistral, tivemos a multinstrumentista Luiza Marta tocando violão e cantando a música Listen to the music de Doobie Brothers. A cantora fechou a noite com chave de diamante, interagindo com os presentes, que cantaram o refrão junto com ela e bateram palmas compassadamente. 



Além das apresentações de novos talentos e veteranos, a noite foi marcada por menções honrosas, homenagens aos aniversariantes e sorteios. Ao final, teve a clássica foto com todos os presentes na galeria do centro de artes e o já tradicional lanche de confraternização.












O próximo chá ocorreu no último dia 14 em homenagem à todas as mães. Em breve, mais atualizações e informações sobre! Aguardem! J-J


Por: Emerson Garcia 

sábado, 16 de maio de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Igual porém diferente' #46



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pastelaria do Chian começa agora o programa Igual porém Diferente

Nesta edição trago uma música original e a versão dela. Vocês irão se deleitar com canções iguais porém diferentes. Hoje vou mostrar uma que tenho certeza que todos conhecem mais a original do que a versão.

Original




Versão






Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

sexta-feira, 15 de maio de 2026

As 7 mães inesquecíveis das séries que marcaram gerações

Aproveitando o mês das mães ainda, no post de hoje apresento as 7 mães inesquecíveis das séries que marcaram gerações. Tem mães de Gilmore Girls a This is us, para todos os gostos e com temperamentos bem diferentes entre si. 

Essas mães de séries conseguiram ultrapassar a barreira da ficção, chegando até na realidade. Elas se tornaram acolhimento, conselhos inesperados, referência e até memes inesquecíveis. Entre produções familiares, dramas e comédias, muitas dessas personagens maternas marcaram gerações justamente por parecerem reais - com falhas, proteção, muito amor e acertos.

Seja em que época de televisão for, essas mães ajudaram a construir histórias que continuam vivas na memória do público. Nesse clima, o JOVEM JORNALISTA relembra algumas das mães mais inesquecíveis das séries.


1- Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)


Lorelai Gilmore, interpretada por Lauren Graham, redefiniu a imagem da mãe na TV dos anos 2000. Acelerada, divertida, dona de diálogos memoráveis e apaixonada por café, ela construiu com Rory, sua filha, uma relação baseada em cumplicidade, amizade e parceria. Apesar de mostrar esse lado positivo, a produção também mostra seus medos, inseguranças e dificuldades como mãe solo. Talvez seja essa humanidade que tornou a personagem tão querida.


2- Rebecca Pearson (This is us)


A personagem emocionou o público ao mostrar diferentes fases da maternidade ao longo da vida. Interpretada por Mandy Moore, a personagem acompanhava os filhos entre traumas, alegrias, despedidas e amadurecimento. Ela não era perfeita - e a série nunca tentou transformá-la nisso. Ela errava, aprendia, insistia e amava profundamente. Uma representação sensível sobre crescer junto com os filhos.


3- Joyce Byers (Stranger Things)


Enquanto o mundo duvidava dela, Joyce fazia de tudo para salvar o filho. Vivida por Winona Ryder, a personagem tornou-se símbolo de persistência e instinto materno. Entre universos paralelos, criaturas assustadoras e universos paralelos, Joyce provou que uma mãe determinada pode enfrentar qualquer situação. 


4- Kitty Forman (That '70s Show)


Interpretada por Debra Jo Rupp, ela era divertida, exagerada, carinhosa e sempre pronta para cuidar dos adolescentes da série. Kitty representava aquela figura materna que transforma a casa em ponto de encontro.


5- Claire Dunphy (Modern Family)


A personagem misturava humor, vida real e caos. Interpretada por Julie Boern, ela tentava equilibrar trabalho, casamento, rotina e filhos - quase sempre no limite da sanidade. Talvez seja exatamente por isso que tantas pessoas se identificaram com ela.


6- Morticia Addams (A família Addams)


Em um universo excêntrico, ela se tornou uma mãe icônica e cheia de personalidade. Elegante, segura de si e completamente fiel à própria identidade, ela mostrava carinho pelos filhos sem abrir mão da autenticidade. É uma personagem que atravessa gerações justamente por ser única.


7- Dona Florinda (Chaves)


É uma super mãe, capaz de tudo por seu filho Quico. Representa o amor condicional, com leveza e bom humor. A relação com Quico é extremamente amorosa e ela tem um cuidado com ele bem especial. Sabe aquela mãe que move céus e terra por um filho? É Dona Florinda.


As séries sempre tiveram o poder de acompanhar fases da nossa vida. E muitas dessas mães fizeram parte disso. Elas ensinam sobre escuta, proteção, imperfeição e até sobre afeto. No fim das contas, as mães mais inesquecíveis da televisão não são aquelas que acertam sempre - são aquelas que fazem o público sentir que existe amor em cada tentativa.


E você, tem alguma mãe de série para comentar sobre e que ficou de fora dessa lista? Vamos conversar nos comentários. J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Quinta de série: Raul Seixas - eu sou

 Pode conter spoilers!





Hoje é dia de série aqui no JOVEM JORNALISTA! Falo da produção da Globoplay em parceria com a O2 Filmes, Raul Seixas - eu sou. De autoria de Paulo Morelli; direção de Paulo e Pedro Morelli; e roteiro de Denis Nielsen, Paulo Morelli, Lívia Gaudêncio e Marcelo Montenegro, a produção tem o intuito de contar um pouco da história do maluco beleza, com fatos verídicos, em sua maior parte, e fatos ficcionais. O elenco conta com Júlio Andrade, Ravel Andrade, João Pedro Zappa, João Vitor Silva, Amanda Grimaldi, Julia Stockler, Chandelly Braz e Cyria Coentro. Lançada em 26 de junho de 2025, possui classificação etária de 16 anos, por apresentar drogas, linguagem imprópria e violência.

A série conta a trajetória de vida do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro Raul Seixas. Ele abandona a carreira de produtor musical para ser cantor, misturando rock com baião. Adotando um estilo radical e sendo adepto de uma seita juntamente com o escritor Paulo Coelho, vira um ícone do rock brasileiro. Baiano, nascido em Salvador, ele se dirige até o Rio de Janeiro onde faz carreira e história.



Ao longo dos seus 8 episódios, a série é magistral e possui uma caracterização fora do comum de Raul Seixas e Paulo Coelho. A fotografia e a trilha sonora também merecem destaque. Você mergulha no drama e nas histórias fortes que são apresentadas aos telespectadores. A atuação dos irmãos Ravel e Júlio Andrade são convincentes e merecedoras de prêmios. A parte musical, por sua vez, é um show a parte. Você conhece mais das histórias por trás de Metamorfose ambulante, Maluco beleza, Eu sou, O carimbador maluco, Tente outra vez e tantas outras.

A série explora as muitas facetas do cantor e compositor que completaria 80 anos no dia 28 de junho de 2025. Ela perpassa por todas as fases do astro baiano, desde a sua infância até a  transformação de Raulzito em um fenômeno.



Afim de representar o espírito do Maluco Beleza, a série apostou em efeitos especiais e números musicais impressionantes. A série tem essa capacidade de transportar o público para dentro da cabeça do cantor. As cenas que ilustram os pensamentos mais inusitados de Raulzito estão presentes na produção. E é bem isso que vemos mesmo: cenas excêntricas, inacreditáveis, mas de acordo com a realidade e o que o cantor vivenciou. Assim, tem cenas em que ele mergulha dentro de uma poltrona, outra em que quando cai nessa poltrona entra na água. Cenas bem psicodélicas.

A parceria com Paulo Coelho também é retratada na série. Eles eram amigos para o que der e vier. Adeptos de uma seita, compositores de canções e de outras intimidades. A atuação do intérprete de Paulo Coelho está irretocável. O cara conseguiu imprimir o jeito de falar do verdadeiro de uma forma ímpar e convincente.



Os conflitos familiares e de relacionamento de Raulzito também estão contidos na série. Nós conhecemos Raul em sua essência: pai, esposo, cantor, filho... e por aí vai. São as suas múltiplas facetas mesmo. Seu vício de drogas e bebidas também está retratado. E se tem algo que me chocou e me deixou reflexivo foi a respeito das questões familiares e de como Raul passou por lutas e provações nessa área.

A cena final é emocionante e o Arthur Claro (colaborador do blog) disse que a música que passa o deixou emocionado, a ponto de chorar. Sim! A cena realmente é muito forte e a música imprimiu mais emoções ainda à cena.



A vinheta de apresentação da série traz Raul Seixas circunscritos em círculos escrito "eu sou", enquanto a música em questão é cantada. Os episódios tem em média 40 minutos e são 8 episódios, então rapidinho você maratona. Fica aqui a dica de série de hoje! J-J 







Por: Emerson Garcia
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