quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Quinta de série: Palmeiras, os 13 finais

 Pode conter spoilers!






Com o clima futebolístico que existe com a Copa do Mundo 2026, hoje falo da série documental da Globoplay, Palmeiras, os 13 finais. Lançada em 2023, a produção tem direção de Alessandra Colturato, Arnaldo Hase e Rodrigo Charu; e roteiro de Caroline Zilbermann e Rafael Pirrho. A série conta com 4 episódios, de em média 25 minutos cada um. O elenco conta com Abel Ferreira, Gustavo Scarpa, Endrick, Marcos Rocha, Dudu e Gustavo Gómez.

Qual é o enredo da série? É focado após a traumática eliminação do time na Libertadores de 2022. Abel Ferreira, o técnico, e o elenco definem o objetivo do time para a temporada. Serão 13 finais em busca de mais um título brasileiro. Os episódios são divididos em: O plano de Abel, Em família, Nasce uma estrela e Chave de ouro.  

O primeiro trata do impacto que a frustração da Libertadores ocasiona nos jogadores do time. Abel Ferreira busca a receita para ganhar o Brasileiro, mas terá pela frente adversários duros, como o atual campeão Atlético - MG.

Em família mostra a sequência de vitórias do Palmeiras e a convivência com um problema pessoal de Marcos Rocha. A parte mais difícil da reta final se aproxima, com dois tropeços que deixam aberto o campeonato. 

Nasce uma estrela é focado em Scarpa que tem a chance de se redimir do pênalti contra o São Paulo. O Palmeiras emenda vitórias importantes e lança Endrick aos 16 anos, peça fundamental num jogo-chade da campanha.

O episódio final, Chave de ouro, mostra os jogadores acompanhando o tropeço do Internacional que garante mais uma taça na Academia. A comemoração é no Allianz Parque lotado. Scarpa se despede como o craque do Brasileirão. 




A série documental mostra o pacto entre o técnico Abel Ferreira e o elenco do Palmeiras: virar a chave imediatamente e concentrar todos os esforços na conquista do troféu que ainda faltava ao vitorioso grupo palestrino, batizado de Terceira Academia pelo ídolo Ademir da Guia. 

Palmeiras, os 13 finais mostra etapa a etapa a evolução do grupo alviverde até chegar ao 11º título brasileiro. Tal conquista foi sacramentada em 2 de novembro de 2023, menos de dois meses após o time comandado pelo treinador português ser eliminado da Libertadores ao empatar com o Atlético - PR por 2 a 2. Veja o que Abel disse sobre esse fatídico episódio:

 “Meus amigos, faço só um pedido: aceitem, aceitem… Deem os parabéns ao nosso adversário, que não têm culpa nenhuma. Temos 13 finais até o fim. Com esta atitude, 13 finais até o fim! Isso vocês têm de meter em vossas cabeças”.


Nesse período, restavam 13 jogos para o término do brasileiro - o título, contudo, foi assegurado de forma atencipada, na 35ª rodada. A partir do pacto firmado no vestiário da casa palmeirense, o Verdão somou sete vitórias e dois empates para garantir o trófeu. Protagonistas desta vitoriosa jornada gravaram depoimentos para o documentário nos intervalos entre as partidas decisivas da competição. Foram entrevistados, além do treinador português, craques como Gustavo Scarpa, Endrick, Marcos Rocha, Dudu, Rony, Weverton, Raphael Veiga, Danilo e Gustavo Gómez, entre outros.

Foi bacana acompanhar a evolução do time e de todo a trajetória que o Palmeiras obteve até chegar à vitória. O Palmeiras foi uma equipe com gana de vencer e conquistar o título, com muita obstinação. O que percebi nos episódios, foram jogadores focados e discplinados, com aquela sede de sempre competir, aquela fome de vencer cada campeonato. Acredito que foi isso o que faltou na equipe brasileira durante a Copa do Mundo 2026. 

Fica aqui a sugestão de série para ver. Todos os quatro episódios já estão disponíveis para os assinantes do Globoplay. J-J




Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Hiatus de inverno 2026 - de 3 de agosto à 7 de setembro



Após um ato de confiança em mim (Arthur Claro), o Emerson Garcia deixou em meus dedos e cérebro a responsabilidade para criar um texto para anunciar o Hiatus de inverno do blog JOVEM JORNALISTA. Não fiquem tristes, pois o Emerson precisa de descanso e arejar as ideias para continuar criando os posts que vocês acompanham há anos. Mas quem quiser encher o saco do Emerson vai lá no e-mail emersongaffonso@gmail.com, deixando nos comentários neste ou em qualquer outro post e também no Instagram @jovem_jornalista.

Porém quem achar que está órfão de posts para ver, sugiro a visita no blog ARTHUR CLARO = PORÉM ≠ para ver os posts mais diversificados que a mente deste que vos fala acredita ser diferente de tudo que já se viu por aí. Mas, se você tem um lado safadinho que gosta de posts sobre sexo, sugiro a visita no meu outro blog o SEMINUDEZ.

O hiato do Jovem Jornalista começa hoje, 03 de agosto e vai até o dia 7 de setembro de 2026. O Emerson me disse que vai aproveitar esse hiato para continuar visitando e comentando nos blogs que ele já faz normalmente e também vai focar no trabalho remunerado que ele possui. Me confessou que vai ouvir muito K-POP da banda Black Pink, ensaiar as coreografias da música inédita da Anitta (não sei qual, mas com certeza que nesse hiato do blog vai ter algum lançamento). Como um bom consumidor de filmes e séries, o Emerson disse que vai continuar vendo as novelas verticais de doramas que estão bombando no Tik TokBrincadeiras à parte, o Emerson estará criando posts com o mesmo primor que sempre criou, para que vocês continuem visitando e comentando nos posts dele. 

Sobre a Rádio Bagaralho, eu (Arthur Claro) tenho um spoiler para vocês: em breve vai ter continuação de programas que ficaram faltando aparecer! Também quero sugestões de músicas para outras pessoas ouvirem. Quem tiver coragem e vontade de participar do programa ENTREVISTA MUSICAL, é só entrar em contato com o Emerson e/ou comigo no Instagram @radiobagaralho

Agora, me despeço dizendo que não chorem pelo hiato, mas pelo fato de eu (Arthur Claro) ter vindo escrever esse monte de letras que formam palavras, as palavras que formam frases e estas frases que se tornam em um texto enorme para anunciar o HIATUS DE INVERNO. Até a volta! J-J



Por: Arthur Claro

sábado, 1 de agosto de 2026

As 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo


Durante a Copa do Mundo desse ano, trouxe os 16 uniformes criativos e bonitos da Copa. Se existe o lado bonito e elegante dos uniformes, também existe o feio e cafona. O The Athletic, editoria esportiva do The New York Times, divulgou um ranking com as 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo, levando em conta critérios como design, originalidade e impacto visual dos uniformes.

A camisa usada por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho na campanha do penta apareceu na 10ª posição. Segundo a publicação, os detalhes verdes assimétricos nas mangas tornaram o visual "estranho" e fizeram do modelo uma das versões menos bem-sucedidas do tradicional uniforme brasileiro.

A lista reúne modelos de diferentes épocas, desde a camisa da Bolívia de 1930, até uniformes mais recentes, como os da Suíça (2022 e 2026) e dos Estados Unidos (2022). A Copa de 1994 também dominou o ranking, com aparições de Rússia, Nigéria e Estados Unidos, considerada pelo autor um dos anos mais caóticos para o design das camisas.

O conteúdo desse post saiu do perfil no Instagram The News. Confira cada uma das camisas e meus comentários sobre elas.



Em primeiríssimo lugar está esse uniforme, em que cada jogador utilizava uma letra, que formava a palavra "Viva Uruguay". Bem cafona, não é mesmo?!




Esse uniforme de goleiro da Holanda durante a Copa de 1994 também é feio. A estampa não é nada bonita e lembra aquelas colchas e toalhas da casa da vovó.




Esse segundo uniforme da Suíça durante a Copa desse ano está nessa listagem, por se tratar de uma cor bastante chamativa, que parece que os jogadores são marca-textos dentro de campo.



A Bélgica já trouxe uniformes mais criativos e chamativos que esse. Essas listras amarelas, que lembram fitras métricas não ficou nada legal e interessante.




Mais uma vez a Suíça está nessa listagem, mas também, você quer o que? Uma blusa branca com detalhes em vermelho, mostra que nem sempre menos é mais!




Esse uniforme da Rússia eu não usaria nem que me pagassem. Achei a camisa com muita informação. Ela traz as cores da bandeira russa, mas o que pega mesmo é essa enorme quantidade de listras quadriculadas que ela possui. Não ornou, não.




Uma das camisetas mais feias dessa lista. Se os designers e criadores desse uniforme se atentassem, poderiam utilizar as cores da bandeira da Nigéria, daí ficaria muito mais interessante e chamativa as camisetas.




Até que não achei essa camiseta tão feia assim. Tem camisas muito mais feias e deselegantes. Essa até que é usável e elegante.




Tenho que discordar. Essa camisa não é tão feia assim. Ela mostra que menos é mais. Não tem nada que desabone a camisa, que a torne feia, em minha opinião.



Essa foi a camisa mencionada logo no início do texto, mas devo confessar que ela não é tão feia assim. Tem camisas muito mais feias que ela, em minha humilde opinião.


Essas foram as 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo. Concorda com a lista? Qual camiseta você achou mais feia? E qual é aquela que deveria estar fora dessa lista? Diga nos comentários. J-J


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Nossa poesia: uma colab entre eu e Arthur Claro!

 

Olha o que está de volta aqui no JOVEM JORNALISTA! A parceria do Jornalista - entre eu e meu amigo Arthur Claro. Parece mentira, mas não temos essa parceria desde 14 de julho de 2023. Mesmo com esse espaço sem posts do Jornalista , a minha amizade com o Arthur não se findou e a gente sempre está em contato.

O post de hoje nasceu de forma incidental, a partir de um convite que o Arthur Claro me fez de traduzir uma poesia que ele criou de uma língua que não existe, mas que a sonoridade e a escrita é baseada na língua francesa. Ele me fez essa proposta no dia 23 de junho de 2026 e eu recebi com muito entusiasmo, sabendo que seria difícil traduzir a poesia para o português. Teria que fazer muitos exercícios mentais e cerebrais para algo sair.

O Arthur Claro me disse que não precisava ter pressa para traduzir a poesia, que eu fizesse isso no meu tempo. Foi então que pensei e martelei um significado para a poesia e nada saia da caixola... As ideias estavam turvas e obscuras. Passou um mês... e nada. Até que no último dia 27 de julho, a poesia finalmente saiu do papel.

Preciso falar como foi a saga para traduzir a poesia. Eu lia as palavras da poesia do Arthur e nada saía da minha mente. Queria dar significado para uma língua que não existia de verdade. Preciso confessar que pedi até mesmo ao ChatGPT para traduzir a poesia no meu lugar. Fiz isso, o ChatGPT traduziu, mas achei artificial demais e isso seria trapacear o que o Arthur havia me proposto. A tradução teria que sair da minha mente e de minhas ideias!

Foi aí que no dia 27 de julho abri o bloco de notas e a poesia simplesmente surgiu diante dos meus olhos e através dos meus dedos. Tentei imaginar uma tradução pela poesia, a partir de um relacionamento amoroso... A medida que as palavras e versos iam vindo, eu ia tecendo a história, de tal modo que as últimas palavras rimassem com as últimas dos versos posteriores. Na poesia original, o Arthur não colocou rimas na poesia, mas quis trazer isso.

A poesia do Artur possui 3 estrofes, sendo cada uma com 6 versos. Quis respeitar a estrutura da poesia do Artur, mas imaginei uma história amorosa do início ao fim. Ao enviar a poesia para o Arthur, ele me perguntou do processo criativo da poesia. Eu sugeri à ele que ilustrássemos a poesia com uma imagem de um relacionamento amoroso entre seres humanos, criada pelo ChatGPT. Foi aí que ele sugeriu que fosse de um relacionamento amoroso entre um ser humano e um ET. Achei a ideia irada e diferente. Foi aí que o Arthur criou a imagem e colocou trechos da sua poesia na língua inventada. 

Coloquei o título da poesia após ter traduzido ela por completo. O título tem um pouco a ver com a sonoridade e escrita da poesia que o Arthur escreveu (Nossa poesia). Veja a tradução da poesia do Arthur agora e confira a poesia original e a história dela aqui no blog do Arthur.

Nossa poesia


Não há o que temer

Se você me amar

Juntos até o sol raiar

Meu coração cheio de fé

Por você ao meu lado estar

Para sempre meu eterno amor


Nosso amor tem altos e baixos

E há verdade nisto

Como uma montanha russa no mesmo compasso

Te amar me causa ternuras e calafrios

Te amar é uma aventura

Como um rio que provoca loucuras


Meu coração pulsa de amor por você

Por mais que eu tente entender

Não tem como explicar o sentimento que sinto

Nem se eu tomar absinto

O meu amor por você é forte

Mais forte que a própria morte

(Essa é nossa poesia)


O que achou dessa brincadeira minha e do Arthur? O que achou da tradução da poesia? Diga nos comentários! J-J


 

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