quinta-feira, 11 de junho de 2026

Quinta de série: Belo - perto demais da luz

  Pode conter spoilers!





Hoje é dia de Quinta de série! Na edição trago a série documental da Globoplay intitulada de Belo - perto demais da luz. Criada por José Junior; dirigida por José Junior, Gustavo Gomes e Jorge Espírito Santo; e roteirizada por Gustavo Gomes, a produção conta com 4 episódios, de em média 40 minutos cada um. A classificação etária é livre e a produção foi lançada em 28 de novembro de 2024. A série foi produzida pelo Afroreggae, em parceria com os estúdios Globo.

Belo - perto demais da luz revisita a trajetória pessoal e artística do cantor Belo. Os episódios são focados na sua origem em São Paulo, o sucesso estrondoso nos anos 90, poêmicas, prisões e a sua consagração com o grupo Soweto. A série reflete sobre os erros provocados pela mistura de fama, poder e dinheiro do cantor. É mais focada em Belo, do que em Marcelo (seu nome oficial e de cartório).

O documentário não suprime as arguras e derrocadas do cantor, mas faz questão de mostrar, demonstrando a humanidade e fabilidade de Belo. Vários cantores foram cotados para os depoimentos, como Belo, Gracyanne Barbosa, Romário, Alcione, Leo Dias, Ludmilla, Luciano Huck e Dudu Nobre.

Belo é um dos músicos mais polêmicos do Brasil e a série faz questão de mostrar suas falhas e seus pontos adversos, como o fato de Belo conversar ao telefone com traficantes e colecionar armas em sua casa. Sua prisão em 2022 também é apresentada, assim como os depoimentos de Gracyanne que dizem que ele mente, é mentiroso e um péssimo ser humano.



A série possui 4 episódios, são eles: Tudo ao mesmo tempo, Anatomia de uma dívida, Perto demais da luz e Uma lágrima na voz. O primeiro episódio mostra os bastidores dos shows de Belo e do Soweto e as lembranças de sua infância, mostrando as ruas onde cresceu e a escola onde estudou. O segundo, apresenta os bastidores do cantor intensificados, revelando um profissional meticuloso, que na vida pessoal tem problemas financeiros e amorosos. O terceiro, mostra a libertação de Belo do Soweto e sua revelação como um dos artistas mais conhecidos do Brasil, se apresentando em todos os programas e representando um novo estilo de cantar. O último, por sua vez, mostra Belo, depois de ir ao inferno e pagar sua dívida com a sociedade e se reerguer. Ainda está falido e parte da opinião pública rejeita sua figura e se sente perseguido.

Além dos famosos, investigadores e promotores do caso judicial que marcou a trajetória do cantor são entrevistados. Eles oferecem detalhes de bastidores da época. 

O que gosto da série é que ela não glamouriza e enaltece Belo, apesar de ser um cantor reconhecidíssimo. A produção mostra os altos e baixos dele, seus defeitos, suas complexidades e os desafios que enfrentou ao longo dos anos. Gostei bastante da produção, por ela apresentar o cantor da maneira que nunca vi, com relatos íntimos e exclusivos. Recomendo a produção. J-J

 


Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 10 de junho de 2026

16 Uniformes criativos e bonitos da 'Copa 2026'


A Copa do Mundo 2026 inicia-se amanhã (11), e as seleções que disputarão o título mais cobiçado do futebol mundial já divulgaram os uniformes que irão utilizar no torneio. A Copa será disputada por 48 países - fato que considera essa a maior Copa de todos os tempos. Serão 48 seleções e 96 uniformes, levando em consideração que cada país conta com uma camisa oficial e uma reserva.

Os modelos mantêm tradições históricas de cada país, ao passo que apresentam novos elementos de design e tecnologia esportiva. Selecionei 16 uniformes criativos e bonitos da Copa 2026. As seleções escolhidas são as seguintes: Brasil, Argentina, Portugal, Bélgica, Estados Unidos, Uruguai, Senegal, Coreia do Sul, Austrália, Canadá, Egito, Escócia, Costa do Marfim, Gana, Nova Zelândia e Paraguai.

As minhas escolhas levaram em conta as cores das camisas, o design, as estampas e a criatividade. Falarei de cada um dos uniformes, de suas concepções, cores, design e símbolos utilizados agora. Confira! 

Brasil

É claro que a nossa amarelinha tinha que estar nessa lista. A nova camisa do Brasil é bem estilosa, com estampas geométricas e detalhes em verde. A gola é arredondada, com detalhe pontudo verde. A camisa foi desenvolvida pela Nike e traz tecnologia para maior respirabilidade e leveza em campo. 

Poderia trazer a camisa reserva? Poderia, mas a nossa tradicional tinha que estar nessa lista aqui. Além do mais, a azul traz a figura do demo estampada HAHAHA!


Argentina


A camisa reserva da seleção dos hermanos está linda e magnífica, mais que a tradicional. Ela traz espécies de ondas azuis que se contrastam com a camisa escura. Achei os desenhos bem modernos e criativos.


Portugal


Trago os dois uniformes dos nossos irmãos portugueses. Eles foram desenvolvidos pela Pulman. A camisa principal abandona os detalhes em verde e traz uma camisa toda vermelha, com ondinhas sutis. Já a reserva, que achei mais bonita que a principal, é branca com detalhes em azul que remetem às grandes navegações portuguesas, tendo como conceito principal o Oceano Atlântico e a energia do mar.


Bélgica


A camisa reserva da equipe está um desbunde. Ela é azul bebê, com detalhes em rosa, que deixaram-na supimpa. Mais do que servir para jogar futebol, ela é um verdadeiro desfile de moda.


Estados Unidos



Não resisti, e tive que escolher os dois uniformes americanos para essa Copa. Eles estão muito bonitos e criativos. Enquanto a principal é branca com ondas em vermelho, a reserva é preta com estrelas aparecendo timidamente. As duas camisas são muito bonitas e instagramáveis.


Uruguai


O segundo uniforme do Uruguai também está muito bonito. É uma camisa preta, com detalhes em azul celeste que lembram objetos luminosos. O que mais gostei na camisa são os pontinhos azuis que parecem respingos.


Senegal


A camisa que mostra que menos é mais. O segundo uniforme da nação africana traz temas e imagens da própria África e da cultura senegalesa. As imagens e ícones funcionam quase como uma marca d'água, deixando a camisa bem bonita em sua simplicidade.


Coreia do Sul


O segundo unforme da equipe vem com a mesma pegada da camisa oficial, modificando apenas as cores, mas esse segundo uniforme está muito mais bonito. Esse tom de violeta muito me agrada e satisfaz. A produção das camisas é da Nike que utilizou o conceito da Emboscada do tigre, que mistura o orgulho cultural com as tradições do país.


Austrália

Escolhi o segundo uniforme da seleção. Essa junção de laranja e verde muito me agrada e traz satisfação aos meus olhos. A Nike quem lançou essas camisetas com o conceito de Iconic Australia, celebrando a trajetória da seleção. O segundo uniforme é ousado e moderno.


Canadá


Talvez uma das camisas mais bonitas e incríveis desse campeonato. O segundo uniforme da seleção é ousado, vanguardista e disruptivo. Ele traz uma espécie de jorros de tintas e respingos que deixou a camisa muito original e incrível. 


Egito


Uma camisa que mostra que menos é mais. Esse é o segundo uniforme da seleção, que traz imagens de esfinges e pirâmides de forma bem simples, porém bonita. Os uniformes foram lançados pela Puma.


Escócia


Um uniforme simples, porém que funciona muito bem. É uma camisa laranja com traços delgados e finos, deixando a camisa bem bonita.


Costa do Marfim


A cor principal da bandeira do Costa do Marfim (Rickie orange) está estampada nessa camiseta que traz detalhes de animais como onças e folhas verdes, mostrando uma identidade do país de safari e elefantes mesmo. As camisetas foram desenvolvidas pela Puma.


Gana


Gosto muito dessa estrela centralizada radiando traços e figuras geométricas nas cores da bandeira do Gana.


Nova Zelândia


O preto bem básico é o que chama a minha atenção nessa camisa.


Paraguai


Lembra muito as camisas que apresentei anteriormente.


Qual uniforme da Copa 2026 é o seu preferido? Agora é a hora de tirarmos nossa canarinho do guarda-roupa ou comprarmos a versão 2026 dela e torcer muito por nossa seleção! J-J


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 9 de junho de 2026

Projeto Chá Musical: recital 7ª edição (26 de maio de 2026)



A 7ª edição esse ano do Projeto Chá Musical no Centro de Artes da Vila Telebrasília no dia 26 de maio de 2026 foi um verdadeiro sucesso. Ela contou com apresentações de artistas que já se apresentaram no projeto e outros que foram a primeira vez. Foram 7 as apresentações, e os artistas foram os seguintes: Luiza Marta, Eduardo Martins, Renata Fontes, Rhuan Lima (Zanzin), Leila Telma e Lídia Rabelo. 



Iniciando os números da noite, tivemos O oboé de Gabriel de Movicone, tema principal do filme A missão (1986), executados por Luiza Marta na flauta e Eduardo Martins no piano. Foi uma apresentação tocante e emocionante.

 

A segunda apresentação foi da dupla DaniRick, que se apresentou pela primeira vez no projeto. Eles criaram a dupla recentemente. Eles cantaram, com a ajuda de um playback, a música romântica Here without you de Brad Arnold. O autor escreveu um hino sobre a dor e a saudade da distância em um relacionamento. Ele se inspirou na sua ex esposa. A letra, ainda, aborda a solidão de estar sem alguém amado por longos períodos, mas também destaca que o amor pode fortalecer essa conexão à distância.



Estreando no Projeto Chá Musical, tivemos Renata Fontes, interpretando Ballade de Friedrich Burmüller ao piano. Renata tocou sem partitura, arrancando os aplausos e a admiração da plateia presente. A artista conseguiu imprimir toda a emoção na canção.



A seguir, tivemos Rhuan Lima, o Zanzin, cantando e tocando Descobridor dos sete mares de Michel e Gilson Mendonça, canção gravada por Tim Maia. Zanzin é um grande artista, que trouxe um ar novo e uma interpretação própria na canção que foi eternizada por Tim Maia.



A apresentação a seguir foi uma de piano à quatro mãos com Lídia Rabelo e Leila Telma, que foi um verdadeiro show à parte. Elas tocaram Wistful ealtz de Glende Austin, uma valsa melancólica. A expressão do título da música evoca uma dança nostálgica e suave.



A seguir Renata Fontes se apresentou novamente, numa apresentação relâmpago. Ela interpretou, ao piano, Valsinha de Francisco Mignone, mais uma vez sem o auxílio de partituras.








A noite foi finalizada com Lua Branca de Chiquinha Gonzaga, com Luiza Marta na voz e Eduardo Martins no piano. 



A 7ª edição do Projeto Chá Musical foi inesquecível, como sempre é. Marilza Luciano, a coordenadora do projeto, até brincou que gostaria de chamar a edição de Novos Talentos 3, pois ela revelou talentos que nunca tinham se apresentado. Ao final, tiveram os agradecimentos, foto coletiva e o lanche de confraternização. O próximo Chá Musical acontece no dia 11 de junho próximo. J-J
















Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Novelas que quase teriam outro nome! 2

E se novelas tivessem outros nomes, se não as oficiais, como seria? O perfil no Instagram Tele Tubo, de Laércio Botega, traz as novelas que mudaram de nome antes da estreia. Já fiz a parte 1 desse post aqui e, agora, trago 7 produções que quase teriam outro nome.

Fiz montagens com a logo original à esquerda com os possíveis nomes à direita. Tem nomes bem esdrúxulos e pouco comuns, alguns que não fariam tanto sucesso assim e outros que combinam mais com a trama que os títulos originais. 

A ideia desse post é de mostrar por que as tramas seriam chamadas assim e por que muitas delas mudaram de nome aos 45 do segundo tempo. Confira!


Já pensou se o grande sucesso de Gilberto Braga se chamasse A prisioneira?! O fenômeno na década de 70 quase levou esse título, fazendo alusão a personagem de Sônia Braga. Na trama, Júlia Matos saía da cadeia e refazia a vida após 11 anos presa.



Vem aí a nova novela de Aguinaldo Silva! É a educação, estúpido! Em 2008, Duas Caras quase estreou com outro nome. A história de Aguinaldo Silva seria chamada assim, mas a direção da obra achou o nome confuso e optou pelo o que conhecemos, que destaca o caráter dos personagens.



E se Agora é que são elas fosse Cidade das mulheres?! Escrita por Ricardo Linhares, quase a novela foi chamada assim. A direção, contudo, alterou para não repetir a palavra "mulher". Em 2003, outras produções usavam esse termo, como Mulheres Apaixonadas.



Já pensou se ao invés de O cravo e a rosa, o primeiro sucesso de Walcyr Carrasco na Globo se chamasse O machão? Um nome um tanto quanto estranho e nada comercial, não é mesmo?! Acho que o nome teria a ver com o personagem Julião Petruchio, interpretado por Eduardo Moscovis. Mas O cravo e a Rosa é o nome mais propício, pois se refere a personagem Catarina interpretada por Adriana Esteves, também.



De 1999, Andando nas Nuvens, escrita por Euclydes Marinho, teve alguns títulos provisórios, como Doido varrido, Feliz por um triz e Maluco Beleza, mas o martelo foi batido e o público conheceu a história da forma que ficou famosa.



Uma grande aposta da Globo e com um grande elenco, a história escrita por Manoel Carlos quase recebeu o nome de Amor X Casamento, sendo esse o título provisório de Páginas da Vida, protagonizada por Regina Duarte.



Escrita por Carlos Lombardi, Pé na Jaca, de 2006, quase foi conhecida por Deus Me Livre, nome que dava para a cidade onde a história acontecia. Mas a direção optou por uma expressão popular, que combinava com a comédia das sete.




















Esse foi o Novelas que quase teriam outro nome! 2 Quem sabe venha a parte 3. E vocês, sabiam que essas produções teriam outros nomes? Digam nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

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