sábado, 1 de agosto de 2026

As 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo


Durante a Copa do Mundo desse ano, trouxe os 16 uniformes criativos e bonitos da Copa. Se existe o lado bonito e elegante dos uniformes, também existe o feio e cafona. O The Athletic, editoria esportiva do The New York Times, divulgou um ranking com as 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo, levando em conta critérios como design, originalidade e impacto visual dos uniformes.

A camisa usada por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho na campanha do penta apareceu na 10ª posição. Segundo a publicação, os detalhes verdes assimétricos nas mangas tornaram o visual "estranho" e fizeram do modelo uma das versões menos bem-sucedidas do tradicional uniforme brasileiro.

A lista reúne modelos de diferentes épocas, desde a camisa da Bolívia de 1930, até uniformes mais recentes, como os da Suíça (2022 e 2026) e dos Estados Unidos (2022). A Copa de 1994 também dominou o ranking, com aparições de Rússia, Nigéria e Estados Unidos, considerada pelo autor um dos anos mais caóticos para o design das camisas.

O conteúdo desse post saiu do perfil no Instagram The News. Confira cada uma das camisas e meus comentários sobre elas.



Em primeiríssimo lugar está esse uniforme, em que cada jogador utilizava uma letra, que formava a palavra "Viva Uruguay". Bem cafona, não é mesmo?!




Esse uniforme de goleiro da Holanda durante a Copa de 1994 também é feio. A estampa não é nada bonita e lembra aquelas colchas e toalhas da casa da vovó.




Esse segundo uniforme da Suíça durante a Copa desse ano está nessa listagem, por se tratar de uma cor bastante chamativa, que parece que os jogadores são marca-textos dentro de campo.



A Bélgica já trouxe uniformes mais criativos e chamativos que esse. Essas listras amarelas, que lembram fitras métricas não ficou nada legal e interessante.




Mais uma vez a Suíça está nessa listagem, mas também, você quer o que? Uma blusa branca com detalhes em vermelho, mostra que nem sempre menos é mais!




Esse uniforme da Rússia eu não usaria nem que me pagassem. Achei a camisa com muita informação. Ela traz as cores da bandeira russa, mas o que pega mesmo é essa enorme quantidade de listras quadriculadas que ela possui. Não ornou, não.




Uma das camisetas mais feias dessa lista. Se os designers e criadores desse uniforme se atentassem, poderiam utilizar as cores da bandeira da Nigéria, daí ficaria muito mais interessante e chamativa as camisetas.




Até que não achei essa camiseta tão feia assim. Tem camisas muito mais feias e deselegantes. Essa até que é usável e elegante.




Tenho que discordar. Essa camisa não é tão feia assim. Ela mostra que menos é mais. Não tem nada que desabone a camisa, que a torne feia, em minha opinião.



Essa foi a camisa mencionada logo no início do texto, mas devo confessar que ela não é tão feia assim. Tem camisas muito mais feias que ela, em minha humilde opinião.


Essas foram as 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo. Concorda com a lista? Qual camiseta você achou mais feia? E qual é aquela que deveria estar fora dessa lista? Diga nos comentários. J-J


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Nossa poesia: uma colab entre eu e Arthur Claro!

 

Olha o que está de volta aqui no JOVEM JORNALISTA! A parceria do Jornalista - entre eu e meu amigo Arthur Claro. Parece mentira, mas não temos essa parceria desde 14 de julho de 2023. Mesmo com esse espaço sem posts do Jornalista , a minha amizade com o Arthur não se findou e a gente sempre está em contato.

O post de hoje nasceu de forma incidental, a partir de um convite que o Arthur Claro me fez de traduzir uma poesia que ele criou de uma língua que não existe, mas que a sonoridade e a escrita é baseada na língua francesa. Ele me fez essa proposta no dia 23 de junho de 2026 e eu recebi com muito entusiasmo, sabendo que seria difícil traduzir a poesia para o português. Teria que fazer muitos exercícios mentais e cerebrais para algo sair.

O Arthur Claro me disse que não precisava ter pressa para traduzir a poesia, que eu fizesse isso no meu tempo. Foi então que pensei e martelei um significado para a poesia e nada saia da caixola... As ideias estavam turvas e obscuras. Passou um mês... e nada. Até que no último dia 27 de julho, a poesia finalmente saiu do papel.

Preciso falar como foi a saga para traduzir a poesia. Eu lia as palavras da poesia do Arthur e nada saía da minha mente. Queria dar significado para uma língua que não existia de verdade. Preciso confessar que pedi até mesmo ao ChatGPT para traduzir a poesia no meu lugar. Fiz isso, o ChatGPT traduziu, mas achei artificial demais e isso seria trapacear o que o Arthur havia me proposto. A tradução teria que sair da minha mente e de minhas ideias!

Foi aí que no dia 27 de julho abri o bloco de notas e a poesia simplesmente surgiu diante dos meus olhos e através dos meus dedos. Tentei imaginar uma tradução pela poesia, a partir de um relacionamento amoroso... A medida que as palavras e versos iam vindo, eu ia tecendo a história, de tal modo que as últimas palavras rimassem com as últimas dos versos posteriores. Na poesia original, o Arthur não colocou rimas na poesia, mas quis trazer isso.

A poesia do Artur possui 3 estrofes, sendo cada uma com 6 versos. Quis respeitar a estrutura da poesia do Artur, mas imaginei uma história amorosa do início ao fim. Ao enviar a poesia para o Arthur, ele me perguntou do processo criativo da poesia. Eu sugeri à ele que ilustrássemos a poesia com uma imagem de um relacionamento amoroso entre seres humanos, criada pelo ChatGPT. Foi aí que ele sugeriu que fosse de um relacionamento amoroso entre um ser humano e um ET. Achei a ideia irada e diferente. Foi aí que o Arthur criou a imagem e colocou trechos da sua poesia na língua inventada. 

Coloquei o título da poesia após ter traduzido ela por completo. O título tem um pouco a ver com a sonoridade e escrita da poesia que o Arthur escreveu (Nossa poesia). Veja a tradução da poesia do Arthur agora e confira a poesia original e a história dela aqui no blog do Arthur.

Nossa poesia


Não há o que temer

Se você me amar

Juntos até o sol raiar

Meu coração cheio de fé

Por você ao meu lado estar

Para sempre meu eterno amor


Nosso amor tem altos e baixos

E há verdade nisto

Como uma montanha russa no mesmo compasso

Te amar me causa ternuras e calafrios

Te amar é uma aventura

Como um rio que provoca loucuras


Meu coração pulsa de amor por você

Por mais que eu tente entender

Não tem como explicar o sentimento que sinto

Nem se eu tomar absinto

O meu amor por você é forte

Mais forte que a própria morte

(Essa é nossa poesia)


O que achou dessa brincadeira minha e do Arthur? O que achou da tradução da poesia? Diga nos comentários! J-J


 

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Quinta de série: Crime da 113 sul

 Pode conter spoilers!





Hoje a Quinta de série é dupla. Agora, falo da série documental que revisitou um dos casos mais emblemáticos de Brasília, a Crime da 113 sul. Dirigida por Luiz Ávila e roteirizada por Joelson Maia e Reynaldo Turollo Jr., a produção foi lançada em 2025 e possui classificação etária de 14 anos.

A produção investiga o brutal assassinato triplo ocorrido em Brasília no ano de 2009. Um ex-ministro do TSE, José Guilherme Villela; sua esposa, Maria Carvalho Villela; e sua empregada, Francisca Nascimento da Silva são mortos. A filha do casal é a principal suspeita, mas acontecimentos incomuns põem as investigações à prova. 

A produção possui quatro episódios, são eles: Mandante; Executores; Provas inexploradas; e Na cena do crime. Eles exploram as investigações e os mistérios que cercam o caso. As três vítimas foram encontradas sem vida com mais de 70 facadas em um apartamento na Asa Sul.

A série mergulha nas mais de 16 mil páginas do processo e questiona se a polícia buscou provas reais ou se focou em confirmar uma autoria predefinida. A produção inclui entrevistas com jornalistas, testemulhas, advogados e com a própria Adriana Villela, cuja condenação foi anulada devolvendo o caso aos tribunais superiores.



Achei interessante a produção por trazer entrevistas com a principal suspeita do crime, Adriana. Ela foi apontada pela polícia e pelo Ministério Público como a mandante do crime por desavenças financeiras e disputas de herança. Mas a medida que as investigações avançavam, se encontraram mistérios e retirou-se Adriana de ser a mandante do crime. Assim, a série expõe falhas nas investigações, contradições e manipulações de provas. Ela questiona a versão oficial e as conclusões das autoridades.

Crime da 113 sul ganhou ainda mais repercussão à medida que o caso voltou aos holofotes judiciais. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a condenação de Adriana, fazendo com que ela voltasse a ser ré e colocando as provas do processo em xeque. A ONG Innocence Projetct Brasil também atuou no caso pedindo a liberdade de condenados por alegarem inocência na execução.

Três homens foram condenados pelo crime, mas eles acusavam Adriana de ter sido a mandante e ter encomendado a morte dos pais e da empregada, pagando joias e 27 mil dólares. Adriana, por sua vez, negou isso e acusou os homens de latrocínio - roubo seguido de morte. Foi um caso que teve muitas reviravoltas, que transformou Adriana de mandante para ré, com muitos depoimentos anulados e novas perspectivas vistas. 

A produção é surpreendente e prende a atenção do início ao fim. Recomendo a produção. J-J


Por: Emerson Garcia

Quinta de série: Senna por Ayrton

Pode conter spoilers!





Dia de Quinta de série! Hoje falo da série documental do Globoplay em três episódios, Senna por Ayrton. A produção narra, por meio do olhar de Ayrton, a trajetória do tricampeão mundial de Fórmula 1. A produção utiliza mais de 150 horas de arquivos e conta a história em primeira pessoa, com a própria voz do piloto.

A produção revisita momentos marcantes da carreira e da vida pessoal de Ayrton Senna, indo desde os primeiros anos no kart até a expectativa pelo tetracampeonato e o trágico acidente em Ímola.

Produzida pelos Estúdios Globo, a série tem direção geral de Rafael Pirrho e Rafael Timóteo e que também assinam o roteiro ao lado de Camila Côrtes e José Emílio Aguiar. Estreou em 1 de maio de 2024 pela plataforma de streaming Globoplay.



Lançada para marcar os 30 anos de legado do ídolo brasileiro, a série resgata entrevistas históricas, como a conversa com o cantor Roberto Carlos em 1988, e momentos marcantes de suas superações nas pistas.

O que chama a minha atenção na produção é que é o próprio Ayrton quem narra sua história. O episódio 1 foca na celebração e na emoção após o piloto se consagrar campeão mundial, com direito a trechos de uma entrevista concedida ao cantor Roberto Carlos. Já os episódios 2 e 3 abordam os desafios nas pistas, as rivalidades no automobilismo e o sonho interrompido na Williams.

A produção foca no início da carreira, o auge na F1, as rivalidades, os três títulos mundiais e a consagração como o maior ídolo de uma geração de brasileiros. Senna por Ayrton foca não apenas nas conquistas épicas, mas nos bastidores e na personalidade forte do esportista. Recomendo a produção. J-J







Por: Emerson Garcia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 

Template por Kandis Design