terça-feira, 24 de março de 2026

Seja a sua própria comemoração

A vida é única e se vive somente uma vez. Por isso, é importante vivê-la com graça, sentimentos de comemorações e intensidade. Cada momento vivido é único e não volta mais, daí a importância de nos comemorarmos todos os dias. Cada dia é uma vitória, cada dia se apresenta com dores e delícias, com comemorações, recordes batidos, metas atingidas... e é aí que se encontra a beleza da vida.

Tenho procurado viver a vida um dia de cada vez, aproveitando cada instante, como se fosse o último, porque de fato é. Cada batalha é uma vitória e isso já é motivo de comemorar. Tenho procurado sair, me divertir, descansar, estar com pessoas queridas e amadas, fazer o que gosto e me dar prazer, afinal, eu sou importante, comemoro-me todos os dias! 

A vida só faz sentido se a gente saber como cuidar dela, como nos mimarmos, como a valorizarmos. Um exemplo disso, é o cuidado com nosso corpo. De uns tempos para cá tenho cuidado mais da minha saúde, em especial do meu corpo. Tenho procurado fazer dieta, embora tenho falhado um pouco nisso. Procurei mudar alguns hábitos alimentares e isso tem a ver com a comemoração da vida. Além disso, semanalmente tenho feito massoterapia no meu ambiente de trabalho e o corpo agradece muito isso. Me sinto mais relaxado e mais disposto para fazer qualquer atividade. 

Algo mágico acontece quando cuidamos do nosso corpo e de nossa vida. É comemorar a vida, sabendo aproveitá-la da melhor forma, afinal, todos nós somos importantes. Tenha isso como mantra e seja feliz! J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 23 de março de 2026

Projeto Chá Musical- recital de piano com Letícia Gomes e convidados (24 de fevereiro de 2026)


As atividades do projeto Chá Musical voltaram com tudo em 2026, no dia 24 de fevereiro com um recital de piano de Letícia Gomes e convidados. A noite foi pomposa e com diversos visitantes e convidados, com apresentações emocionantes e marcantes. Foram cerca de 7 apresentações e o evento durou por cerca de meia hora ou mais.

Letícia Gomes abriu o recital com uma música de piano com a flauta transversal, Sicilienne da Maria Theresia Von Paradis, com ela ao piano e Geovanny Varela na flauta. Foi uma apresentação emocionante e cheia de poder.

A seguir, foi a vez da pianista Giselle Porto se apresentar como convidada de Letícia. Ela apresentou The Rider de Leila Fletcher e Go to sleep de Folk Tune (livro piano lessons book 2).

O terceiro número foi um dueto entre mãe e filha, ou seja, entre Letícia e Laila Vitória. Enquanto Letícia tocava piano, Laila seu violoncelo. Ambas apresentaram o Minueto de Bach nº 2. 





Letícia apresentou uma peça brasileira sozinha chamada de Prelúdio nº 1 do compositor Cláudio Santoro.

A seguir, acompanhou o tenor Jeancarlo Macgregory numa peça brasileira chamada Hino dos arcanjos São Miguel e São Gabriel do compositor Waldemar Henrique. O número foi dedicado para a coordenadora do projeto, Marilza Luciano.





Após, teve uma apresentação de piano a 4 mãos com o pianista Eduardo Martins chamada Suíte das bonecas nº 1 Berceuse, do compositor Gabriel Fauré. O desafio de tocar perfeitamente uma música a quatro mãos é algo que desafia e encanta a anfitriã da noite, Letícia Gomes. O resultado foi incrível e encantou a todos. 



Finalizando o recital, Letícia tocou sozinha um Estudo de cramer nº 8 em fá menor. 

A noite foi marcada por moções de honra, sorteios, descontrações, homenagens aos aniversariantes do bimestre - Letícia e Danne Strauss, chá, lanches e muita interação e congraçamento. O projeto Chá Musical começou com o pé direito esse ano de 2026, com cerca de 26 visitantes, fora os componentes do projeto! Aguarde os próximos recitais! J-J


















Por: Emerson Garcia

sábado, 21 de março de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Capa & Conteúdo' #37



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM  ( Rádio Bagaralho, a rádio do... povo ). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual, porém diferente. Com o oferecimento do  Sebo Livro Aberto  começa agora o programa  Capa & Conteúdo. Nele mostrarei uma capa diferenciada de um disco e uma música deste que encontrei no  Youtube. Peço que não julguem o disco pela capa e nem pelo conteúdo. 

Gentle Giant - Just the same 






Jack Starr’s Burning StarrNo Turning Back! 






Kinky - Atlas - The Headphonist 







Neil Young - Vampire Blues 






The Who - Mary Anne With The Shaky Hand 







UFO - Mother Mary 








Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 19 de março de 2026

Quinta de série #serieteners3 #11: Utopia

Pode conter spoilers!




Hoje no #serieteners3 falo da produção de ficção científica, drama e suspense chamada de Utopia. A série fala de uma pandemia global profetizada por uma série de quadrinhos, e foi lançada em plena pandemia do coronavírus. Qualquer semelhança é mera coincidência, né?! E é por isso que a produção, de 8 episódios, nos assusta a ponto de não sabermos definir o que é ficção do que é realidade. Criada por Gillian Flynn, tem no elenco John Cusack, Asheleigh La Throp e Dan Byrd.

Em Utopia, um grupo de jovens adultos, que se encontram online, obtém uma história em quadrinhos de culto underground, que não apenas os aponta como alvos de uma sombria organização estatal profunda, mas também os sobrecarrega com a perigosa tarefa de salvar o mundo. 

Lançada pela Amazon Prime Video, a produção foi cancelada após a primeira temporada, o que foi uma pena pois o final requeriria uma continuação, o que não aconteceu. A série foi baseada em uma produção homônima britânica lançada em 2013. A produção tinha diversos elementos que poderiam garantir seu sucesso, como roteiros de Gillian Flynn, famosa por suas histórias repletas de nuances entre personagens e mistérios envolventes, como Garota Exemplar. 



A série seguia um grupo de fãs de quadrinhos que se uniam por conta de um quadrinho (aparentemente) fictício conhecido por Utopia. Contudo, eles acabavam descobrindo diversos significados ocultos nas páginas da história, prevendo, inclusive, ameaças à humanidade. E, misteriosamente, todo acontecia, de fato. Com elementos de conspiração e mistério, a trama ainda apostava nos conflitos internos de cada um dos personagens. O que mais me impressionou na série é sua semelhança com o que vivíamos na época. A série fala de um vírus letal, e o que vivíamos na época? A propagação de um vírus terrível. Isso realmente foi impressionante!

A produção é +16, eu acho. Tem cenas muito fortes, xingamentos e não é recomendada para quem tem algum ou qualquer gatilho. A estória começa pequena, e depois vai se expandindo com novas descobertas e experiências. 

Muitas críticas apontaram o momento inoportuno do lançamento da produção, coincidindo com a pandemia de COVID-19, o nível de violência e as comparações negativas com a obra original. O ritmo e as reviravoltas na trama receberam elogios.

Fica aqui a sugestão de série, mas com algumas ressalvas. J-J






Por: Emerson Garcia
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