quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Quinta de série: Belo - perto demais da luz

  Pode conter spoilers!





Hoje é dia de Quinta de série! Na edição trago a série documental da Globoplay intitulada de Belo - perto demais da luz. Criada por José Junior; dirigida por José Junior, Gustavo Gomes e Jorge Espírito Santo; e roteirizada por Gustavo Gomes, a produção conta com 4 episódios, de em média 40 minutos cada um. A classificação etária é livre e a produção foi lançada em 28 de novembro de 2024. A série foi produzida pelo Afroreggae, em parceria com os estúdios Globo.

Belo - perto demais da luz revisita a trajetória pessoal e artística do cantor Belo. Os episódios são focados na sua origem em São Paulo, o sucesso estrondoso nos anos 90, poêmicas, prisões e a sua consagração com o grupo Soweto. A série reflete sobre os erros provocados pela mistura de fama, poder e dinheiro do cantor. É mais focada em Belo, do que em Marcelo (seu nome oficial e de cartório).

O documentário não suprime as arguras e derrocadas do cantor, mas faz questão de mostrar, demonstrando a humanidade e fabilidade de Belo. Vários cantores foram cotados para os depoimentos, como Belo, Gracyanne Barbosa, Romário, Alcione, Leo Dias, Ludmilla, Luciano Huck e Dudu Nobre.

Belo é um dos músicos mais polêmicos do Brasil e a série faz questão de mostrar suas falhas e seus pontos adversos, como o fato de Belo conversar ao telefone com traficantes e colecionar armas em sua casa. Sua prisão em 2022 também é apresentada, assim como os depoimentos de Gracyanne que dizem que ele mente, é mentiroso e um péssimo ser humano.



A série possui 4 episódios, são eles: Tudo ao mesmo tempo, Anatomia de uma dívida, Perto demais da luz e Uma lágrima na voz. O primeiro episódio mostra os bastidores dos shows de Belo e do Soweto e as lembranças de sua infância, mostrando as ruas onde cresceu e a escola onde estudou. O segundo, apresenta os bastidores do cantor intensificados, revelando um profissional meticuloso, que na vida pessoal tem problemas financeiros e amorosos. O terceiro, mostra a libertação de Belo do Soweto e sua revelação como um dos artistas mais conhecidos do Brasil, se apresentando em todos os programas e representando um novo estilo de cantar. O último, por sua vez, mostra Belo, depois de ir ao inferno e pagar sua dívida com a sociedade e se reerguer. Ainda está falido e parte da opinião pública rejeita sua figura e se sente perseguido.

Além dos famosos, investigadores e promotores do caso judicial que marcou a trajetória do cantor são entrevistados. Eles oferecem detalhes de bastidores da época. 

O que gosto da série é que ela não glamouriza e enaltece Belo, apesar de ser um cantor reconhecidíssimo. A produção mostra os altos e baixos dele, seus defeitos, suas complexidades e os desafios que enfrentou ao longo dos anos. Gostei bastante da produção, por ela apresentar o cantor da maneira que nunca vi, com relatos íntimos e exclusivos. Recomendo a produção. J-J

 


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Hiatus de inverno 2026 - de 3 de agosto à 7 de setembro



Após um ato de confiança em mim (Arthur Claro), o Emerson Garcia deixou em meus dedos e cérebro a responsabilidade para criar um texto para anunciar o Hiatus de inverno do blog JOVEM JORNALISTA. Não fiquem tristes, pois o Emerson precisa de descanso e arejar as ideias para continuar criando os posts que vocês acompanham há anos. Mas quem quiser encher o saco do Emerson vai lá no e-mail emersongaffonso@gmail.com, deixando nos comentários neste ou em qualquer outro post e também no Instagram @jovem_jornalista.

Porém quem achar que está órfão de posts para ver, sugiro a visita no blog ARTHUR CLARO = PORÉM ≠ para ver os posts mais diversificados que a mente deste que vos fala acredita ser diferente de tudo que já se viu por aí. Mas, se você tem um lado safadinho que gosta de posts sobre sexo, sugiro a visita no meu outro blog o SEMINUDEZ.

O hiato do Jovem Jornalista começa hoje, 03 de agosto e vai até o dia 7 de setembro de 2026. O Emerson me disse que vai aproveitar esse hiato para continuar visitando e comentando nos blogs que ele já faz normalmente e também vai focar no trabalho remunerado que ele possui. Me confessou que vai ouvir muito K-POP da banda Black Pink, ensaiar as coreografias da música inédita da Anitta (não sei qual, mas com certeza que nesse hiato do blog vai ter algum lançamento). Como um bom consumidor de filmes e séries, o Emerson disse que vai continuar vendo as novelas verticais de doramas que estão bombando no Tik TokBrincadeiras à parte, o Emerson estará criando posts com o mesmo primor que sempre criou, para que vocês continuem visitando e comentando nos posts dele. 

Sobre a Rádio Bagaralho, eu (Arthur Claro) tenho um spoiler para vocês: em breve vai ter continuação de programas que ficaram faltando aparecer! Também quero sugestões de músicas para outras pessoas ouvirem. Quem tiver coragem e vontade de participar do programa ENTREVISTA MUSICAL, é só entrar em contato com o Emerson e/ou comigo no Instagram @radiobagaralho

Agora, me despeço dizendo que não chorem pelo hiato, mas pelo fato de eu (Arthur Claro) ter vindo escrever esse monte de letras que formam palavras, as palavras que formam frases e estas frases que se tornam em um texto enorme para anunciar o HIATUS DE INVERNO. Até a volta! J-J



Por: Arthur Claro

sábado, 1 de agosto de 2026

As 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo


Durante a Copa do Mundo desse ano, trouxe os 16 uniformes criativos e bonitos da Copa. Se existe o lado bonito e elegante dos uniformes, também existe o feio e cafona. O The Athletic, editoria esportiva do The New York Times, divulgou um ranking com as 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo, levando em conta critérios como design, originalidade e impacto visual dos uniformes.

A camisa usada por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho na campanha do penta apareceu na 10ª posição. Segundo a publicação, os detalhes verdes assimétricos nas mangas tornaram o visual "estranho" e fizeram do modelo uma das versões menos bem-sucedidas do tradicional uniforme brasileiro.

A lista reúne modelos de diferentes épocas, desde a camisa da Bolívia de 1930, até uniformes mais recentes, como os da Suíça (2022 e 2026) e dos Estados Unidos (2022). A Copa de 1994 também dominou o ranking, com aparições de Rússia, Nigéria e Estados Unidos, considerada pelo autor um dos anos mais caóticos para o design das camisas.

O conteúdo desse post saiu do perfil no Instagram The News. Confira cada uma das camisas e meus comentários sobre elas.



Em primeiríssimo lugar está esse uniforme, em que cada jogador utilizava uma letra, que formava a palavra "Viva Uruguay". Bem cafona, não é mesmo?!




Esse uniforme de goleiro da Holanda durante a Copa de 1994 também é feio. A estampa não é nada bonita e lembra aquelas colchas e toalhas da casa da vovó.




Esse segundo uniforme da Suíça durante a Copa desse ano está nessa listagem, por se tratar de uma cor bastante chamativa, que parece que os jogadores são marca-textos dentro de campo.



A Bélgica já trouxe uniformes mais criativos e chamativos que esse. Essas listras amarelas, que lembram fitras métricas não ficou nada legal e interessante.




Mais uma vez a Suíça está nessa listagem, mas também, você quer o que? Uma blusa branca com detalhes em vermelho, mostra que nem sempre menos é mais!




Esse uniforme da Rússia eu não usaria nem que me pagassem. Achei a camisa com muita informação. Ela traz as cores da bandeira russa, mas o que pega mesmo é essa enorme quantidade de listras quadriculadas que ela possui. Não ornou, não.




Uma das camisetas mais feias dessa lista. Se os designers e criadores desse uniforme se atentassem, poderiam utilizar as cores da bandeira da Nigéria, daí ficaria muito mais interessante e chamativa as camisetas.




Até que não achei essa camiseta tão feia assim. Tem camisas muito mais feias e deselegantes. Essa até que é usável e elegante.




Tenho que discordar. Essa camisa não é tão feia assim. Ela mostra que menos é mais. Não tem nada que desabone a camisa, que a torne feia, em minha opinião.



Essa foi a camisa mencionada logo no início do texto, mas devo confessar que ela não é tão feia assim. Tem camisas muito mais feias que ela, em minha humilde opinião.


Essas foram as 10 camisas mais feias da história da Copa do Mundo. Concorda com a lista? Qual camiseta você achou mais feia? E qual é aquela que deveria estar fora dessa lista? Diga nos comentários. J-J


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Nossa poesia: uma colab entre eu e Arthur Claro!

 

Olha o que está de volta aqui no JOVEM JORNALISTA! A parceria do Jornalista - entre eu e meu amigo Arthur Claro. Parece mentira, mas não temos essa parceria desde 14 de julho de 2023. Mesmo com esse espaço sem posts do Jornalista , a minha amizade com o Arthur não se findou e a gente sempre está em contato.

O post de hoje nasceu de forma incidental, a partir de um convite que o Arthur Claro me fez de traduzir uma poesia que ele criou de uma língua que não existe, mas que a sonoridade e a escrita é baseada na língua francesa. Ele me fez essa proposta no dia 23 de junho de 2026 e eu recebi com muito entusiasmo, sabendo que seria difícil traduzir a poesia para o português. Teria que fazer muitos exercícios mentais e cerebrais para algo sair.

O Arthur Claro me disse que não precisava ter pressa para traduzir a poesia, que eu fizesse isso no meu tempo. Foi então que pensei e martelei um significado para a poesia e nada saia da caixola... As ideias estavam turvas e obscuras. Passou um mês... e nada. Até que no último dia 27 de julho, a poesia finalmente saiu do papel.

Preciso falar como foi a saga para traduzir a poesia. Eu lia as palavras da poesia do Arthur e nada saía da minha mente. Queria dar significado para uma língua que não existia de verdade. Preciso confessar que pedi até mesmo ao ChatGPT para traduzir a poesia no meu lugar. Fiz isso, o ChatGPT traduziu, mas achei artificial demais e isso seria trapacear o que o Arthur havia me proposto. A tradução teria que sair da minha mente e de minhas ideias!

Foi aí que no dia 27 de julho abri o bloco de notas e a poesia simplesmente surgiu diante dos meus olhos e através dos meus dedos. Tentei imaginar uma tradução pela poesia, a partir de um relacionamento amoroso... A medida que as palavras e versos iam vindo, eu ia tecendo a história, de tal modo que as últimas palavras rimassem com as últimas dos versos posteriores. Na poesia original, o Arthur não colocou rimas na poesia, mas quis trazer isso.

A poesia do Artur possui 3 estrofes, sendo cada uma com 6 versos. Quis respeitar a estrutura da poesia do Artur, mas imaginei uma história amorosa do início ao fim. Ao enviar a poesia para o Arthur, ele me perguntou do processo criativo da poesia. Eu sugeri à ele que ilustrássemos a poesia com uma imagem de um relacionamento amoroso entre seres humanos, criada pelo ChatGPT. Foi aí que ele sugeriu que fosse de um relacionamento amoroso entre um ser humano e um ET. Achei a ideia irada e diferente. Foi aí que o Arthur criou a imagem e colocou trechos da sua poesia na língua inventada. 

Coloquei o título da poesia após ter traduzido ela por completo. O título tem um pouco a ver com a sonoridade e escrita da poesia que o Arthur escreveu (Nossa poesia). Veja a tradução da poesia do Arthur agora e confira a poesia original e a história dela aqui no blog do Arthur.

Nossa poesia


Não há o que temer

Se você me amar

Juntos até o sol raiar

Meu coração cheio de fé

Por você ao meu lado estar

Para sempre meu eterno amor


Nosso amor tem altos e baixos

E há verdade nisto

Como uma montanha russa no mesmo compasso

Te amar me causa ternuras e calafrios

Te amar é uma aventura

Como um rio que provoca loucuras


Meu coração pulsa de amor por você

Por mais que eu tente entender

Não tem como explicar o sentimento que sinto

Nem se eu tomar absinto

O meu amor por você é forte

Mais forte que a própria morte

(Essa é nossa poesia)


O que achou dessa brincadeira minha e do Arthur? O que achou da tradução da poesia? Diga nos comentários! J-J


 

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