quinta-feira, 14 de maio de 2026

Quinta de série: Raul Seixas - eu sou

 Pode conter spoilers!





Hoje é dia de série aqui no JOVEM JORNALISTA! Falo da produção da Globoplay em parceria com a O2 Filmes, Raul Seixas - eu sou. De autoria de Paulo Morelli; direção de Paulo e Pedro Morelli; e roteiro de Denis Nielsen, Paulo Morelli, Lívia Gaudêncio e Marcelo Montenegro, a produção tem o intuito de contar um pouco da história do maluco beleza, com fatos verídicos, em sua maior parte, e fatos ficcionais. O elenco conta com Júlio Andrade, Ravel Andrade, João Pedro Zappa, João Vitor Silva, Amanda Grimaldi, Julia Stockler, Chandelly Braz e Cyria Coentro. Lançada em 26 de junho de 2025, possui classificação etária de 16 anos, por apresentar drogas, linguagem imprópria e violência.

A série conta a trajetória de vida do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro Raul Seixas. Ele abandona a carreira de produtor musical para ser cantor, misturando rock com baião. Adotando um estilo radical e sendo adepto de uma seita juntamente com o escritor Paulo Coelho, vira um ícone do rock brasileiro. Baiano, nascido em Salvador, ele se dirige até o Rio de Janeiro onde faz carreira e história.



Ao longo dos seus 8 episódios, a série é magistral e possui uma caracterização fora do comum de Raul Seixas e Paulo Coelho. A fotografia e a trilha sonora também merecem destaque. Você mergulha no drama e nas histórias fortes que são apresentadas aos telespectadores. A atuação dos irmãos Ravel e Júlio Andrade são convincentes e merecedoras de prêmios. A parte musical, por sua vez, é um show a parte. Você conhece mais das histórias por trás de Metamorfose ambulante, Maluco beleza, Eu sou, O carimbador maluco, Tente outra vez e tantas outras.

A série explora as muitas facetas do cantor e compositor que completaria 80 anos no dia 28 de junho de 2025. Ela perpassa por todas as fases do astro baiano, desde a sua infância até a  transformação de Raulzito em um fenômeno.



Afim de representar o espírito do Maluco Beleza, a série apostou em efeitos especiais e números musicais impressionantes. A série tem essa capacidade de transportar o público para dentro da cabeça do cantor. As cenas que ilustram os pensamentos mais inusitados de Raulzito estão presentes na produção. E é bem isso que vemos mesmo: cenas excêntricas, inacreditáveis, mas de acordo com a realidade e o que o cantor vivenciou. Assim, tem cenas em que ele mergulha dentro de uma poltrona, outra em que quando cai nessa poltrona entra na água. Cenas bem psicodélicas.

A parceria com Paulo Coelho também é retratada na série. Eles eram amigos para o que der e vier. Adeptos de uma seita, compositores de canções e de outras intimidades. A atuação do intérprete de Paulo Coelho está irretocável. O cara conseguiu imprimir o jeito de falar do verdadeiro de uma forma ímpar e convincente.



Os conflitos familiares e de relacionamento de Raulzito também estão contidos na série. Nós conhecemos Raul em sua essência: pai, esposo, cantor, filho... e por aí vai. São as suas múltiplas facetas mesmo. Seu vício de drogas e bebidas também está retratado. E se tem algo que me chocou e me deixou reflexivo foi a respeito das questões familiares e de como Raul passou por lutas e provações nessa área.

A cena final é emocionante e o Arthur Claro (colaborador do blog) disse que a música que passa o deixou emocionado, a ponto de chorar. Sim! A cena realmente é muito forte e a música imprimiu mais emoções ainda à cena.



A vinheta de apresentação da série traz Raul Seixas circunscritos em círculos escrito "eu sou", enquanto a música em questão é cantada. Os episódios tem em média 40 minutos e são 8 episódios, então rapidinho você maratona. Fica aqui a dica de série de hoje! J-J 







Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Abertura do Chaves: de onde saíram as cenas da vinheta?



Já parou pra pensar de onde foram retirados os frames de feições e reações dos personagens na abertura do seriado Chaves? Um vídeo que circula nas redes sociais chamou a atenção dos fãs ao revelar, com precisão impressionante, a origem de cada fragmento utilizado na icônica abertura do seriado mexicano El Chavo del Ocho, conhecido no Brasil como Chaves. 

É impressionante o trabalho para encontrar as cenas dos frames da vinheta. A montagem, portanto, analisa quadro a quadro de onde saíram as cenas que compõem a vinheta, despertando curiosidade até mesmo de quem já assistiu à série inúmeras vezes. Assista:


O vídeo apresenta, lado a lado, os momentos originais e os trechos recortados que foram utilizados na abertura, permitindo uma comparação direta e detalhada. Esse cuidado transforma a análise em uma espécie de investigação minuciosa, evidenciando como diferentes episódios contribuíram para a construção de uma das aberturas mais reconhecidas e famosas da televisão. 

O resultado funciona como uma verdadeira arqueologia televisiva do universo criado por Roberto Gómez Bolaños. Em poucos segundos de abertura, revela-se um mosaico de cenas clássicas que atravessam diversas fases da série, ajudando a explicar por que a produção segue despertando nostalgia e fascínio mesmo décadas após sua estreia. 

E você, já sabia de onde vinham os frames da abertura de Chaves? Achou o post de hoje interessante? J-J


Por: Emerson Garcia

Haverá dias...

 

A vida é feita de estações, períodos, de momentos bons e ruins. Pense na vida como se fosse uma árvore, que passa pelos mais diferentes climas e estações, assim como as estações do ano. Há períodos floridos, de seca, de frutos e até mesmo de folhas caídas ao chão e sequidão. Devemos encarar nossa vida como essa árvore, que passa por diversos períodos.

Na nossa vida haverá dias de silêncio e espera. É aquele momento em que não devemos tomar nenhuma atitude brusca e não falar nada. Devemos apenas silenciar e esperar, porque a vida está passando por transformações, que acontecem de dentro para fora.

Haverá também períodos com dias de renovo, cura e vida. É aquele momento em que a vida ganha flores e cores e onde você pode perceber a esperança. Tudo está renovando e curando... a vida está ganhando forma. Nada continua igual e a sua árvore não está mais seca também.

Há dias de crescimento e amadurecimento e eles só virão depois dos dias de silêncio e espera e de renovo, cura e vida. Tenha isso em mente, pois só assim você pode crescer e amadurecer. Para chegarmos nesses tempos, temos que passar por momentos dolorosos, mas de muitos ensinamentos.

Também há dias de desprendimento, encerramentos e despedidas. É aquele momento, que depois que você cresce e amadurece, tem que passar. É o período das folhas secas, que caem, mas visando uma estação em que as flores e frutos ficarão mais evidentes. 

Com todos esses dias e estações, tenha em mente também que haverá dias de colheita, abundância e promessas cumpridas. É o momento em que o bem sempre vence o mal, onde você colhe o que planta e onde você passa pelas mais diversas estações e vence todas elas.

Saiba que em todas as estações e períodos de sua maravilhosa vida, Deus estará no controle. Ele irá nos sustentar na tempestade, nos renovará na esperança e nos protegerá com seu amor eterno. J-J


Por: Emerson Garcia  

domingo, 10 de maio de 2026

As 7 mães mais icônicas das novelas brasileiras


Hoje (10) é Dia das mães! Nesse domingo especial, trago pra vocês as 7 mães mais icônicas das novelas brasileiras. Essas são personagens que emocionaram, protegeram, erraram e evoluíram. Afinal, são mães mas são humanas.  

Mãe que é mãe protege, sofre, aconselha, erra, luta, enfrenta, emociona e recomeça. Quando falamos de novela brasileira, algumas delas ultrapassam a ficção para se tornarem verdadeiros símbolos afetivos na memória do público. 

Ao decorrer das décadas, as novelas mostraram diferentes formas de maternidade - das mais acolhedoras às mais rígidas, das divertidas às inesquecivelmente dramáticas. E talvez seja justamente por isso que tantas mães das telinhas permanecem vivas no imaginário popular. 

Nesse clima festivo e de homenagem, o JOVEM JORNALISTA relembra algumas das mães mais icônicas das novelas brasileiras.


1- Dona Nenê


Apesar que A grande família não seja exatamente uma novela, fica quase impossível falar dessas mães sem mencioná-la. Interpretada por Marieta Severo, a personagem representava aquela mãe afetiva, conciliadora e sempre tentando manter a família unida em meio ao caos cotidiano. Ela era o coração da casa, tendo um olhar acolhido e palavras firmes. É quase impossível não se identificar.


2- Helenas


As mães Helenas de Manoel Carlos (Maneco) se tornaram praticamente uma tradição nas novelas brasileiras. Em Laços de família, Páginas da vida e Viver a vida existem mulheres fortes, amorosas e humanas tentando equilibrar relacionamentos, maternidade e conflitos pessoais.

Talvez uma das cenas mais marcantes seja justamente o amor incondicional de Helena em Laços de família, capaz de ultrapassar qualquer limite pela felicidade da filha.


4- Lucinda


É a mãe de todos em Avenida Brasil. Interpretada por Vera Holtz, Lucinda mostrou que maternidade também pode ser escolha e acolhimento. Vivendo no lixão, a personagem cuidava de crianças abandonadas e se tornou uma figura materna para muitos personagens da trama. Ela era afeto em meio ao abandono. Uma mãe construída pelo amor. 


5- Lourdes


Já falei dessa mãe em uma postagem do blog. Em Amor de mãe, Dona Lourdes, vivida por Regina Casé, conquistou o público justamente por parecer real. Batalhadora, cheia de humor e trabalhadora, ela carregava aquela energia familiar que lembra tantas mães brasileiras.

Sua busca pelo filho perdido Domênico emocionou o país e transformou a personagem em um dos maiores destaques da novela.


6- Maria do Carmo


A protagonista de Senhora do destino, interpretada por Susana Vieira era uma mãezona. Ela representava força e resistência. Ela enfrentou perdas, injustiças e desafios sem perder sua essência batalhadora. 

A trajetória da nordestina que lutava para reencontrar a filha sequestrada virou um marco da dramaturgia brasileira.


7- Mamuska


Interpretada por Rosi Campos, era uma mãe que transbordava amor, cuidado e dedicação pelos filhos Sardinha, em Da cor do pecado. Era uma mãe de fibra, capaz de tudo pelos filhos e bastante participativa na vida deles. 


As novelas sempre tiveram a capacidade de transformar histórias cotidianas em grandes emoções. E as mães dessas produções ajudaram o público a rir, chorar, refletir e até enxergar suas próprias famílias nas telas. Elas mostraram que não existe maternidade perfeita. Existe amor, tentativa, coragem e presença - mesmo em meio aos erros e imperfeições. No fim, talvez seja exatamente isso que faz uma mãe se tornar inesquecível, dentro e fora da ficção.

Concorda que essas mães são icônicas? Que outras mães da ficção vocês se recordam? Para todas as mamães, um FELIZ DIA DAS MÃESJ-J


Por: Emerson Garcia

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