sábado, 31 de julho de 2021

Uma eterna amiga!


1

Conheci-a como coordenadora,

Numa sala musical,

Foi minha vice-diretora,

Que gestão sensacional


2

Amiga, profissional dedicada,

Faz parte da minha história,

Pelos colegas e alunos, mui amada,

Está guardada em nossa memória!


3

Neste dia, significativo,

Completa mais uma primavera,

Conserve sempre esse sorriso,

Lúcia Helena, amiga eterna!!!


Em 2003 entrei para o Núcleo de Piano da Escola de Música de Brasília (EMB) e a Lúcia Helena, como colaboradora, comandou a minha prova. Era o dia do meu aniversário e ela brincou comigo e conversou bastante. Naquele momento ela me cativou, só que eu não sabia que ela se tornaria a minha grande amiga depois daquele dia. Depois disso, ela se tornou minha vice-diretora, quando trabalhei como apoio à essa direção. Foi uma gestão maravilhosa, marcante e que trouxe muitas alegrias ao meu coração. J-J


Por: Marilza Luciano, poetisa e colaboradora especial do JOVEM JORNALISTA

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Rádio Bagaralho: Programa 'Pílula musical'

 



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Editora Orelha de Livro começa o programa Pílula Musical.


O show de Rod Stewart no Rio de Janeiro em 1993, foi o maior show com cerca de 4,2  milhões de pessoas presentes na praia de Copacabana assistindo o show que foi gratuito;

Tocar um instrumento musical pode aumentar o QI de uma pessoa em até 5 pontos;

O ator Caio Blat foi integrante da boy band fictícia Big Bad Boys da série "Mundo da Lua"; e

A cantora Janis Joplin deixou, em seu testamento, US$ 2,5 mil para que seus amigos fizessem uma boa bebedeira depois que ela morresse.



Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Entre frames #49 #especialDuaLipa #6: IDGAF




Na edição #49 do #especialDuaLipa analiso o clipe IDGAF. Lançado no dia 12 de janeiro de 2018, já possui 716.442.376 visualizações, 5 milhões de curtidas e 173 mil descurtidas. IDGAF foi dirigido por Henry Scholfield, com direção artística de Sholfield e Mosaert (Stromae e Luc Junior Tam). 

CONFIRA TAMBÉM 


No clipe vemos um par de Duas Lipas lutando entre si, em uma batalha que acontece, na verdade, no interior da cantora. As Duas são representadas pelas cores azul royal e laranja neon e são acompanhadas de dançarinas que também são duplicadas e/ou clonadas. IDGAF conta com coreografias sincronizadas ou não; jogos de luzes; ambiente clean e geométrico; movimentos de câmera diversos; edições afinadas; e significados inspiradores. Da concepção até a execução do videoclipe foram utilizadas 22 horas de duração. Assista-o:



Que tal irmos para as minhas considerações agora?!


A estória

Conta a estória de uma mesma mulher lutando consigo mesma após o término de um relacionamento amoroso. De um lado, há uma Dua que quer manter o relacionamento e luta pelo amor; do outro, uma que quer seguir em frente e é dona de si. O lado racional e emocional de Dua batalham entre si e, no final, ambas as partes entram em comum acordo. O clipe, desse modo, conta o enredo de uma mulher autoempoderada emocionalmente.

Em entrevista à revista NME, Scholfield falou o seguinte:

“Nós queríamos incorporar o sentido de empoderamento da música, enquanto vamos além do contexto literal do término de uma relação. Nós tínhamos em mente um visual de luta interna, mostrando os dois lados do estado emocional da Dua, como se fosse uma briga com alguém que você ama. A Dua forte, a princípio, repreendendo e, então, persuadindo seu alter-ego mais frágil a entender que nenhuma delas dá a mínima."


Para representar essa estória, temos versões de Dua Lipa vestindo calças até a cintura, camisa e um blazer folgado nas cores azuis e laranjas. Para representar esse antagonismo, nada mais justo que utilizar duas cores antagônicas (Mais detalhes à frente). 

A batalha encenada é quase épica, mas com um resultado positivo, pacificador e benéfico. O lado forte de Dua (representado pela cor azul royal) luta com o mais fraco (representado pela laranja neon), mas no final de tudo não é o lado azul royal quem vence, mas ambos já que entram em um acordo pacífico. Toda a luta serviu apenas como descoberta do amor próprio de Dua, que ajuda a superar todo ar negativo no meio de seu caminho.

Ao final do clipe todo conflito interno é dissipado e posto de lado. Assim, a mensagem final e a "moral da estória" é a de que podemos administrar nossos conflitos internos, sem sair ferido disso, de tal modo que ele apenas dê espaço para a autoaceitação e amor próprio. Perceba que mais uma vez Dua fala de autoempoderamento e amor próprio - conceitos esses que você já deve ter visto em alguma das minhas análises desse #especialDuaLipa


Azul royal Vs. Laranja neon



O azul e o laranja são cores contrastantes entre si, de acordo com a psicologia das cores. O laranja é um tom quente, enquanto o azul frio. Embora sendo contrastantes, essas cores unidas é uma combinação complementar bastante harmoniosa, pois não competem entre si. O blog Atual Card falou mais dessa união de cores:

"Se você quer um ambiente quente,e enche de laranja e coloca um elemento em azul, o ambiente fica mais quente do que se tivesse apenas laranja, pois vamos ter o contraste com uma cor extremamente fria."


É o que ocorre na estética de IDGAF: o ambiente ora fica extremamente frio, ora quente. A junção dessas cores no clipe ainda o deixou moderno e jovial, apesar da temática do término de relacionamento amoroso. 

E o que o azul royal e o laranja neon transmitem? Enquanto aquele transmite frescor, saúde, serenidade e harmonia; este transmite alegria, vibração e vitalidade. Em resumo, o azul é uma cor de menos impacto que o laranja. Mas no clipe, ocorre justamente o contrário: o azul tem mais impacto que o laranja, já que na batalha a Dua e as dançarinas com figurino azul são mais fortes, confiantes, enquanto a Dua e as dançarinas com laranja são mais fracas, cabisbaixas e inseguras.  

O azul royal e laranja neon são harmônicos entre si e deixam o ambiente do clipe branco e simplório mais interessante. Além disso, essas cores tem papel primordial nas formas geométricas e preenchimento de espaços do vídeo. Assim, o ambiente branco e clean ajuda a destacar as cores azul royal e laranja neon. 


Um início conceitual



O clipe inicia filmando de dentro para fora e da parte superior para a inferior. Há um círculo no teto, dando a ideia de geometria que falei anteriormente (0:00 - 0:06). Esse círculo nos leva a crer que há algo na parte externa e na interna, mas o IDGAF tem o intuito de registrar a parte interna, ou seja, o lado emocional e racional de Dua.

Vemos, então, as duas versões de Dua. A de azul tem mais imponência com relação à de laranja (0:06 - 0:15). A de azul parece tomar as rédeas da liderança, ao caminhar pelo ambiente, enquanto a outra fica sentada observando (0:16 - 0:25). As dançarinas entram na tela e percebemos que cada uma delas tem sua versão clonada. 

A música passa para o pré-refrão, e os dançarinos se movimentam pelo ambiente e caem de acordo com as falas ritmadas da letra. As partes de Dua não ficam sincronizadas e não falam a mesma linguagem, não se entendendo, assim como as dançarinas com roupas azuis e laranjas (0:25 - 0:38). 



Enquanto as dançarinas e as Duas andam pelo ambiente, a câmera as acompanha (Aliás, em quase toda sua duração, a câmera utiliza o recurso de travelling (plano-sequência), com poucas edições). A paleta de cor do ambiente fica nas cores azul e laranja e em alguns subtons como lilás, roseado e amarelo. Ao final desses frames, parece que um duelo entre as partes dará início (0:38 - 0:45). 





O duelo começa!



Percebemos uma simetria e alinhamento entre Dua e os dançarinos azuis e laranjas. Tudo aparece na tela simétrica e harmonicamente (0:44 - 0:45). Preparadas para o duelo, que ocorre no refrão, as dançarinas ficam frente à frente. A luz do círculo, que estava laranja, agora fica em azul e lilás (0:45). A luz estoura nas cores laranja e azul em frames que ocorrem em apenas segundos, mas que consegui registrar (0:46). 

As dançarinas de cada cor não falam a mesma linguagem, dançando coreografias distintas. Elas realizam movimentos diferentes, evitando uma aproximação mais amigável entre as partes. 




Não há acordo entre a parte azul royal e laranja neon. Tanto não há que as dançarinas correm pelo ambiente sem nenhuma orientação (0:55 - 1:05). 



Aliadas, acuadas e reativadas



Entre 1:05 e 1:18 a Dua com roupa azul se une com mais dançarinas com roupas azuis, aumentando ainda mais a força. De 1:18 e 1:21 o grupo em azul enfrenta o laranja, o deixando acuado e sem reação. 

Entre 1:21 e 1:23 uma moça da parte azul coloca o dedo sobre alguém da laranja. Toda a parte laranja inclina com a intimidação, no momento em que é cantado "Play the victim and switch your position I'm through, I'm done" (Banque a vítima e mude sua atitude Eu superei, eu me cansei). A parte laranja reage e dá a virada de chave no instante em que se canta "mude sua atitude" (1:24).

Nessa virada de chave, as partes começam a se entender. Tanto é que a coreografia começa a ser mais harmônica (1:25 - 1:35). É como se a parte azul royal estivesse em frente à um espelho, em que a parte laranja está do outro lado, reproduzindo os mesmos movimentos.



O lado laranja fica reativado. A câmera se aproxima das dançarinas, sobe e filma de cima para baixo (1:32 - 1:41). O movimento de câmera da parte superior, da cena vista de cima, fora bastante utilizado nos clipes do #especialDuaLipa já analisados. 

Analisando o movimento de câmera ainda, entre 1:41 e 1:43 a câmera filma as Duas de cima para baixo e depois gira rapidamente. No frame seguinte, as versões da cantora britânica saem da tela rapidamente (1:42 - 1:45), até que a tela fica totalmente azul por poucos segundos (1:45 - 1:46). 







Mais um duelo



Entre 1:46 e 1:55 o refrão é cantado mais uma vez. As partes ainda estão em duelo e em desarmonia. As partes mudam de posição e se empurram (1:55 - 1:59). A parte azul ainda tem domínio sobre a laranja. 


O duelo mais ferrenho ocorre entre 2:01 e 2:20. A parte azul ainda tem domínio maior sobre a laranja. É possível perceber que a parte azul tem autoridade sobre a laranja, que está submissa, prostada e sem reação. Nesses frames é possível ver desalinhamento, alinhamento, harmonia e simetria. 


As Duas ficam a sós


Em 2:20 a Dua azul caminha pelo ambiente, que está dominado pela paleta laranja. Entre 2:25 e 2:31 uma porta atrás dela. Na verdade são vários blocos retangulares que vão se fechando. É possível ver elementos, como dançarinas, Duas e os blocos alinhados na tela.

Quando todos os blocos se fecham, as Duas ficam sozinhas. Agora, era o momento em que as coisas seriam acertadas. A Dua azul se aproxima da laranja e dá um beijo na testa dela, em sinal de reconciliação. Não houve ganhadoras no final do duelo, apenas união entre ambas as partes (2:31 - 2:44). 

Já em congruência e harmonia, as partes caminham para a frente (2:44 - 2:48), até que as portas se abrem (2:48 - 2:49). 



Em harmonia



A partir de 2:54 as partes estão em perfeita harmonia. Tanto é, que as dançarinas azuis e laranjas dançam a coreografia juntas (2:54 - 3:18). A câmera sobe e mostra o ambiente novamente da parte de cima para baixo (3:18 - 3:23) e depois volta a filmar no plano normal (3:25 - 3:33).

As Duas estão lado a lado e vão se aproximando para a frente. Elas movimentam o pescoço e viram. Então o clipe é finalizado com um fade out de imagem e som e o distanciamento da câmera. Há uma mudança de paleta de cores e de iluminação (3:34 - 3:41).  





Entre 3:41 e 3:50 são os créditos finais.


Mensagem do clipe

IDGAF é a abreviação para uma frase de xingamento que diz em português tirem as crianças da sala Eu estou pouco me fodendo. Esse é o recado, sem rodeios, de Dua Lipa: ela não queria mais ligar para o seu relacionamento que não deu certo. Dua se mantém firme contra uma possível reconciliação com seu ex boylixo. Voltar para ele não estaria nos seus planos.

O clipe e a música, assim, não é só sobre o cenário da vida interior de Dua, mas uma lição valiosa e inspiradora sobre o amor próprio, empoderamento. No final das contas, o que vale é você estar bem consigo mesmo e que seus lados emocional e racional estejam alinhados e equilibrados. 

 
Letra

A letra fala sobre um relacionamento mal resolvido que tem o seu término. É praticamente a mesma temática de New Rules, mas aqui não há regras nem conselhos a seguir. Quando o relacionamento termina, o rapaz quer voltar, mas a cantora deixa claro que isso não irá acontecer. Fique com alguns trechos e meus comentários a seguir:

"You call me, all friendly
Tellin' me how much you miss me
That's funny, I guess you've heard my songs
Well, I'm too busy for your business
Go find a girl who wants to listen
'Cause if you think I was born yesterday
You have got me wrong"
(Você me liga, todo amigável
Dizendo o quanto sente minha falta
Engraçado, acho que você ouviu minhas músicas
Bem, estou ocupada demais pra você
Vá achar uma garota que queira te ouvir
Porque se você acha que eu nasci ontem
Você não me conhece)

Aquele tipo garoto que se arrepende das coisas erradas que fez e quer reatar o relacionamento, só que a garota é mais esperta que ele e não vai cair na lábia do dito cujo novamente. Quem sacaneou uma vez é capaz de sacanear sempre. 


"So I cut you off!
I don't need your love
'Cause I already cried enough
I've been done!
I've been movin' on
Since we said goodbye
I cut you off!
I don't need your love
So you can try all you want
Your time is up, I'll tell you why"
(Então, eu te mando embora!
Não preciso do seu amor
Porque eu já chorei o bastante
Eu me cansei!
Estive seguindo em frente
Desde que dissemos adeus
Eu te mando embora!
Não preciso do seu amor
Então pode tentar o quanto quiser
Seu tempo acabou, vou te dizer por quê)

Esta é uma decisão firme que a garota mantém. Ela só pode ter esse pensamento, depois que deixou em ordem seu eu interior e as partes emocional e racional em equilíbrio. 


"You say you're sorry, but it's too late now
So save it, get gone, shut up
'Cause if you think I care about you now
Well, boy, I don't give a fuck"
(Você diz estar arrependido, mas agora é tarde demais
Então pare, some daqui, cala a boca
Porque se você acha que eu me importo com você
Bem, garoto, eu estou pouco me fodendo)

Aqui Dua faz menção à sigla IDGAF.


Música

A música está presente no álbum de estreia da cantora, lançado em julho de 2017. Ela é derivada do gênero R&B contemporâneo. Ela possui um riff de guitarra com tarolas pesadas. 

IDGAF foi composta pela própria Dua Lipa em parceria com Uzoechi Emenike, Lawrence Principato, Skyler Stonestreet, Jason Dean e Joseph Kirkland. A música foi produzida por Stephen "Koz" Kozmeniuk e co-produzida por Larzz Principato, com Lorna Blackwood responsabilizando-se pela produção vocal. 


Esse foi o Entre frames de IDGAF. Percebeu todos os detalhes citados? Qual a sua análise e interpretação do clipe? Voltamos dia 09 de setembro com a análise do último clipe do #especialDuaLipa, Fever! J-J














Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Um rapaz vacinado não quer guerra com ninguém




Posso dizer com orgulho que estou vacinado contra o coronavírus! A vacina, tão esperada por mim, foi aplicada no meu braço direito antes do Natal (Sim, tinha esse desejo de ser vacinado antes que findasse o ano). Cara, estar vacinado contra essa doença me dá uma satisfação e alegria imensas, embora saiba que isso não quer dizer que não posso ser contaminado ou que não vou precisar usar mais álcool em gel ou máscara de proteção. Sei também que não devemos colocar nossa esperança em vacina, mas em Deus, pois Ele quem controla o universo e a vida. Mas, enfim, tinha que escrever sobre esse fato histórico!

Para tomar a vacina, tive que pegar um Uber, já que o local de vacinação não ficava em minha cidade, mas em outra. Estava preocupado se conseguiria encontrar um motorista que topasse me levar, ficar comigo na fila de vacinação (já que o sistema era de drive trhu) e ainda me trouxesse de volta. Graças a Deus, o uber que me levou é muito gente boa e topou ser o meu motorista para levar essa bendita injeção no braço. Sim, pessoal! Uber também pode ser alguém que te leva no drive thru de vacinação e, além disso, alguém que se torne seu best friend. Para essas duas afirmações, tenho provas!

Tive a graça de Deus de ir com um uber simpático, amigável, comunicativo e encorajador. Logo que entrei no carro, percebi que ele estava ouvindo música gospel, daí ele puxou assuntos religiosos comigo e... pronto! Uma amizade estava instaurada. "Que bandas você gosta de ouvir?", me perguntou. E eu falava tais e tais bandas e cantores, e ele colocava na playlist do carro. Fomos a viagem toda - longa por sinal - ouvindo minhas bandas e músicas preferidas. A gente conversou desde assuntos religiosos, até de música e do mundo dos famosos. Sério! Não tinha encontrado um motorista para me levar para vacinar, mas sim um irmão gêmeo (como meu sobrinho me falou), que gostava das mesmas coisas que eu.

No meio do caminho, Vitor ainda me disse: "Deus é perfeito. Você está indo vacinar com um homem de Deus". Respondi: "Pois é. Isso é muito bom". Eu sabia que Deus estava cuidando de cada detalhe para eu tomar a vacina e o motorista que me levou era a prova disso. Ele nunca tinha levado ninguém para vacinar, eu fui a primeira pessoa. Se isso não é um caminho de milagres de Deus, eu não sei o que é!

Já na fila da vacina, Vitor ainda continuou sendo atencioso comigo, quando disse: "Presta atenção se eles vão inserir o líquido em você mesmo". Ele também me falou: "Nossa, como Deus é maravilhoso com você. Que bom que você já vai ser vacinado". Na fila, ele não reclamou, não murmurou nem nada. Está certo que ele estava recebendo para isso, mas desconheço muitos uber como ele, sinceramente. 

Já esperando para ser vacinado, pedi para ele tirar fotos e vídeos, afinal, era um momento único e histórico. Sim! O uber, além de ser motorista de vacina, ainda tornou-se meu fotógrafo particular! Ele conseguiu registrar aquele momento e ainda me deu vários conselhos: "Presta atenção nas reações que você terá". Tomei a vacina Janssen, de dose única e a primeira reação que tive logo que fui vacinado foi a de dor no meu braço, depois tive dores na parte frontal da cabeça e uma dor no peito. Graças a Deus, todos esses sintomas desapareceram após dois dias, quando tomei alguns medicamentos também. Chegando em casa, Vitor ainda falou comigo: "Repousa, descansa e não faz muito esforço"

O dia que fui vacinado foi um dos melhores dias da minha vida. Achei que apenas seria imunizado, mas ganhei um amigo (Nós nos seguimos no Instagram) e tive ótimas experiências nesse dia. Queria também que meu avô tivesse sido vacinado ou tantas outras pessoas que partiram por conta desse vírus. Mas a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Se for colocar no papel a minha vacina não saiu de graça, custando R$ 160, mas diria que não tive prejuízo algum. No final, estava vacinado, com um novo amigo e muito alegre. E posso dizer que: um rapaz vacinado não quer guerra com ninguém! J-J


Por: Emerson Garcia

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