domingo, 10 de maio de 2026

As 7 mães mais icônicas das novelas brasileiras


Hoje (10) é Dia das mães! Nesse domingo especial, trago pra vocês as 7 mães mais icônicas das novelas brasileiras. Essas são personagens que emocionaram, protegeram, erraram e evoluíram. Afinal, são mães mas são humanas.  

Mãe que é mãe protege, sofre, aconselha, erra, luta, enfrenta, emociona e recomeça. Quando falamos de novela brasileira, algumas delas ultrapassam a ficção para se tornarem verdadeiros símbolos afetivos na memória do público. 

Ao decorrer das décadas, as novelas mostraram diferentes formas de maternidade - das mais acolhedoras às mais rígidas, das divertidas às inesquecivelmente dramáticas. E talvez seja justamente por isso que tantas mães das telinhas permanecem vivas no imaginário popular. 

Nesse clima festivo e de homenagem, o JOVEM JORNALISTA relembra algumas das mães mais icônicas das novelas brasileiras.


1- Dona Nenê


Apesar que A grande família não seja exatamente uma novela, fica quase impossível falar dessas mães sem mencioná-la. Interpretada por Marieta Severo, a personagem representava aquela mãe afetiva, conciliadora e sempre tentando manter a família unida em meio ao caos cotidiano. Ela era o coração da casa, tendo um olhar acolhido e palavras firmes. É quase impossível não se identificar.


2- Helenas


As mães Helenas de Manoel Carlos (Maneco) se tornaram praticamente uma tradição nas novelas brasileiras. Em Laços de família, Páginas da vida e Viver a vida existem mulheres fortes, amorosas e humanas tentando equilibrar relacionamentos, maternidade e conflitos pessoais.

Talvez uma das cenas mais marcantes seja justamente o amor incondicional de Helena em Laços de família, capaz de ultrapassar qualquer limite pela felicidade da filha.


4- Lucinda


É a mãe de todos em Avenida Brasil. Interpretada por Vera Holtz, Lucinda mostrou que maternidade também pode ser escolha e acolhimento. Vivendo no lixão, a personagem cuidava de crianças abandonadas e se tornou uma figura materna para muitos personagens da trama. Ela era afeto em meio ao abandono. Uma mãe construída pelo amor. 


5- Lourdes


Já falei dessa mãe em uma postagem do blog. Em Amor de mãe, Dona Lourdes, vivida por Regina Casé, conquistou o público justamente por parecer real. Batalhadora, cheia de humor e trabalhadora, ela carregava aquela energia familiar que lembra tantas mães brasileiras.

Sua busca pelo filho perdido Domênico emocionou o país e transformou a personagem em um dos maiores destaques da novela.


6- Maria do Carmo


A protagonista de Senhora do destino, interpretada por Susana Vieira era uma mãezona. Ela representava força e resistência. Ela enfrentou perdas, injustiças e desafios sem perder sua essência batalhadora. 

A trajetória da nordestina que lutava para reencontrar a filha sequestrada virou um marco da dramaturgia brasileira.


7- Mamuska


Interpretada por Rosi Campos, era uma mãe que transbordava amor, cuidado e dedicação pelos filhos Sardinha, em Da cor do pecado. Era uma mãe de fibra, capaz de tudo pelos filhos e bastante participativa na vida deles. 


As novelas sempre tiveram a capacidade de transformar histórias cotidianas em grandes emoções. E as mães dessas produções ajudaram o público a rir, chorar, refletir e até enxergar suas próprias famílias nas telas. Elas mostraram que não existe maternidade perfeita. Existe amor, tentativa, coragem e presença - mesmo em meio aos erros e imperfeições. No fim, talvez seja exatamente isso que faz uma mãe se tornar inesquecível, dentro e fora da ficção.

Concorda que essas mães são icônicas? Que outras mães da ficção vocês se recordam? Para todas as mamães, um FELIZ DIA DAS MÃESJ-J


Por: Emerson Garcia

sábado, 9 de maio de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Pílula Musical' #16



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Editora Orelha de Livro começa o programa Pílula Musical.

- Os arrepios que começa a sentir quando se escuta uma música são causados pela liberação de dopamina pelo cérebro, antecipando o ápice de uma canção;

- A música "Isto é bom" gravada pelo Manuel Pedro dos Santos, é a música mais antiga gravada aqui no Brasil no ano de 1902;

- A cantora Carmen Miranda falava inglês fluentemente, mas era orientada pelos produtores de shows e filmes a "forçar" um sotaque para reforçar o estereótipo de mulher latina. Em 1945 ela era a mulher mais bem paga dos EUA;

- A música pode influenciar o desempenho em diversas tarefas do dia a dia;

- Segundo um estudo utilizando 1000 vacas, foi comprovado que elas produzem mais leites ao ouvirem músicas mais relaxantes;

- O cantor King Diamond já teve um dia de rei no Brasil, quando passou altas horas no trono, depois de ter exagerado na feijoada em passagem pelo país; e

- Estudos comprovaram que a música ajuda a aliviar sintomas de ansiedade, dor e fadiga em pacientes com câncer.




Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Tirinhas de diferenças entre pais e mães - por Chaunie Brusie



Domingo (10) é Dia das mães, essa data tão importante e emblemática para a sociedade e que é uma dádiva divina. O que seria das famílias, se não tivessem as mães?! No post de hoje trago o incrível trabalho da escritora francesa Chaunie Brusie. Ela retratou como a sociedade trata diferente pais e mães.

As ilustrações expressam o cotidiano. São situações que todo mundo já passou ou ainda vai passar. A artista francesa criou cinco tirinhas, mostrando opiniões públicas tendenciosas quando se trata dos papeis dos responsáveis. Ela dividiu por tópicos, são eles: saindo com os amigos, no supermercado, no cabeleireiro, no consultório médico e no parque. Interessante que pais e mães passam pelas mesmas situações, mas com óticas e perspectivas diferenciadas. Veja:

Ao sair com os amigos, se você é pai, logo vem as perguntas de como foi o jogo ou como está no trabalho. Se você é mãe, o instinto materno e a maternidade fala mais alto. Isso demonstra que mães, geralmente, não podem falar de amenidades, só de filhos.



No supermercado, os pais logo são elogiados se levarem seus filhos para as compras. Já com relação às mães, ela é vista no sentido laboral, do trabalho e da perspectiva de estar muito cansada e ocupada.



Essa acontece comigo, apesar de não ser pai ainda. O meu barbeiro sempre me pergunta que corte de cabelo vou querer, se é só uma aparada ou o mesmo corte de sempre. Isso não acontece com as mães. Logo vem a preocupação da cabeleireira e a pergunta de quem está olhando as crianças. 




De admiração e elogio para os pais, para repremendas e críticas para as mães. Se você é mãe, já passou por uma situação parecida, não é mesmo?!



O pai pode estar olhando no celular no parque, mas é elogiado por levar os filhos para a brincar. Enquanto a mãe, na mesma situação, é questionada. É bem assim, não é?! As mães estão quase que o tempo todo sendo observadas e julgadas por qualquer "deslize".


Essas situações são para rir, ao invés de chorar! De olhar para elas e ter que concordar que na vida real é exatamente assim. Essas tirinhas são só um exemplo que mostra que o mundo não trata pais e mães da mesma forma. Antes que você possa dizer que essa é uma ideia feminista, digo que é a mais pura observação e constatação.

Inúmeras são as vezes que as mães adoecem de uma gripe (daquelas que derrubam mesmo!) e tem que continuar dando conta do recado sem o auxílio de mais ninguém. Quantas vezes as mães desmarcam compromissos, porque em condições "normais" não há alguém que possa substituir a mãe nas tarefas diárias? Acredito que muitas mães gostariam de desabafar sobre a divisão de tarefas entre elas e os pais, sobre essas demandas que estão sobre elas e as cobranças que muitas sofrem. De novo, isso não é feminismo, é uma constatação da realidade!

Essas ilustrações são bem verdadeiras e bem reflexivas. Que nesse Dia das Mães valorizemos e homenageamos aquelas que sempre estão aqui para a gente. Elas merecem todas as homenagens e muito mais. J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Quinta de série: Tributo

 Pode conter spoilers!





Como homenagear atrizes, famosos, diretores e autores de novelas de forma magistral e única? A resposta está na produção Tributo, uma série documental original do Globoplay, iniciada em 2023. Ela celebra a vida e a carreira de grandes nomes da televisão brasileira, com direção de produções dos Estúdios Globo. A obra é uma revisita das trajetórias de pioneiros da TV, incluindo depoimentos e entrevistas especiais. A série já homenageou 15 sumidades da TV, em episódios de em média 1 hora cada um. 

Entre os homenageados estão: Léa Garcia, Glória Menezes, Laura Cardoso, Walcyr Carrasco, Tony Tornado, Francisco Cuoco, Renato Aragão, Neusa Borges e Fernanda Montenegro. A série, desse modo, é um registro histórico focado na memória afetiva dos telespectadores e na importância desses artistas para a cultura nacional.



É emocionante e surpreendente assistir essas homenagens à grande artistas da TV brasileira. Os documentários narram a história pessoal e profissional dessas sumidades, muitas vezes com reencontros emocionantes e entrevistas conduzidas por outros artistas. Cada episódio é repleto de entrevistas, imagens de arquivo, encontros e reencontros. 

Tributo é uma reverência ao legado de artistas apaixonados por seu ofício. A série tem a capacidade de reunir um grupo de pessoas cujas trajetórias profissionais se confundem intensamente com a própria história da televisão brasileira, deixando marcas profundas na cultura da sociedade. 






Para esse ano de 2026 ainda serão homenageados: Susana Vieira, Francisco José, Betty Faria, Antonio Pitanga e Glória Perez.

A série tem direção de Matheus Malafaia e Marcos Nepomuceno; direção artística de Antonia Prado e Matheus Malafaia; roteiro de Nathália Oliveira, Carlyle Junior e Lalo Homrich; e direção artística de Antonia Prado e Matheus Malafaia. O tema de abertura da produção é Nos bailes da vida de Milton Nascimento e composição de Fernando Brandt. A série estreou no dia 15 de agosto de 2023 em viturde da morte da atriz Léa Garcia, no mesmo dia, sendo a primeira a ser homenageada. J-J 









Por: Emerson Garcia
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