terça-feira, 9 de junho de 2026

Projeto Chá Musical: recital 7ª edição (26 de maio de 2026)



A 7ª edição esse ano do Projeto Chá Musical no Centro de Artes da Vila Telebrasília no dia 26 de maio de 2026 foi um verdadeiro sucesso. Ela contou com apresentações de artistas que já se apresentaram no projeto e outros que foram a primeira vez. Foram 7 as apresentações, e os artistas foram os seguintes: Luiza Marta, Eduardo Martins, Renata Fontes, Rhuan Lima (Zanzin), Leila Telma e Lídia Rabelo. 



Iniciando os números da noite, tivemos O oboé de Gabriel de Movicone, tema principal do filme A missão (1986), executados por Luiza Marta na flauta e Eduardo Martins no piano. Foi uma apresentação tocante e emocionante.

 

A segunda apresentação foi da dupla DaniRick, que se apresentou pela primeira vez no projeto. Eles criaram a dupla recentemente. Eles cantaram, com a ajuda de um playback, a música romântica Here without you de Brad Arnold. O autor escreveu um hino sobre a dor e a saudade da distância em um relacionamento. Ele se inspirou na sua ex esposa. A letra, ainda, aborda a solidão de estar sem alguém amado por longos períodos, mas também destaca que o amor pode fortalecer essa conexão à distância.



Estreando no Projeto Chá Musical, tivemos Renata Fontes, interpretando Ballade de Friedrich Burmüller ao piano. Renata tocou sem partitura, arrancando os aplausos e a admiração da plateia presente. A artista conseguiu imprimir toda a emoção na canção.



A seguir, tivemos Rhuan Lima, o Zanzin, cantando e tocando Descobridor dos sete mares de Michel e Gilson Mendonça, canção gravada por Tim Maia. Zanzin é um grande artista, que trouxe um ar novo e uma interpretação própria na canção que foi eternizada por Tim Maia.



A apresentação a seguir foi uma de piano à quatro mãos com Lídia Rabelo e Leila Telma, que foi um verdadeiro show à parte. Elas tocaram Wistful ealtz de Glende Austin, uma valsa melancólica. A expressão do título da música evoca uma dança nostálgica e suave.



A seguir Renata Fontes se apresentou novamente, numa apresentação relâmpago. Ela interpretou, ao piano, Valsinha de Francisco Mignone, mais uma vez sem o auxílio de partituras.








A noite foi finalizada com Lua Branca de Chiquinha Gonzaga, com Luiza Marta na voz e Eduardo Martins no piano. 



A 7ª edição do Projeto Chá Musical foi inesquecível, como sempre é. Marilza Luciano, a coordenadora do projeto, até brincou que gostaria de chamar a edição de Novos Talentos 3, pois ela revelou talentos que nunca tinham se apresentado. Ao final, tiveram os agradecimentos, foto coletiva e o lanche de confraternização. O próximo Chá Musical acontece no dia 11 de junho próximo. J-J
















Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Novelas que quase teriam outro nome! 2

E se novelas tivessem outros nomes, se não as oficiais, como seria? O perfil no Instagram Tele Tubo, de Laércio Botega, traz as novelas que mudaram de nome antes da estreia. Já fiz a parte 1 desse post aqui e, agora, trago 7 produções que quase teriam outro nome.

Fiz montagens com a logo original à esquerda com os possíveis nomes à direita. Tem nomes bem esdrúxulos e pouco comuns, alguns que não fariam tanto sucesso assim e outros que combinam mais com a trama que os títulos originais. 

A ideia desse post é de mostrar por que as tramas seriam chamadas assim e por que muitas delas mudaram de nome aos 45 do segundo tempo. Confira!


Já pensou se o grande sucesso de Gilberto Braga se chamasse A prisioneira?! O fenômeno na década de 70 quase levou esse título, fazendo alusão a personagem de Sônia Braga. Na trama, Júlia Matos saía da cadeia e refazia a vida após 11 anos presa.



Vem aí a nova novela de Aguinaldo Silva! É a educação, estúpido! Em 2008, Duas Caras quase estreou com outro nome. A história de Aguinaldo Silva seria chamada assim, mas a direção da obra achou o nome confuso e optou pelo o que conhecemos, que destaca o caráter dos personagens.



E se Agora é que são elas fosse Cidade das mulheres?! Escrita por Ricardo Linhares, quase a novela foi chamada assim. A direção, contudo, alterou para não repetir a palavra "mulher". Em 2003, outras produções usavam esse termo, como Mulheres Apaixonadas.



Já pensou se ao invés de O cravo e a rosa, o primeiro sucesso de Walcyr Carrasco na Globo se chamasse O machão? Um nome um tanto quanto estranho e nada comercial, não é mesmo?! Acho que o nome teria a ver com o personagem Julião Petruchio, interpretado por Eduardo Moscovis. Mas O cravo e a Rosa é o nome mais propício, pois se refere a personagem Catarina interpretada por Adriana Esteves, também.



De 1999, Andando nas Nuvens, escrita por Euclydes Marinho, teve alguns títulos provisórios, como Doido varrido, Feliz por um triz e Maluco Beleza, mas o martelo foi batido e o público conheceu a história da forma que ficou famosa.



Uma grande aposta da Globo e com um grande elenco, a história escrita por Manoel Carlos quase recebeu o nome de Amor X Casamento, sendo esse o título provisório de Páginas da Vida, protagonizada por Regina Duarte.



Escrita por Carlos Lombardi, Pé na Jaca, de 2006, quase foi conhecida por Deus Me Livre, nome que dava para a cidade onde a história acontecia. Mas a direção optou por uma expressão popular, que combinava com a comédia das sete.




















Esse foi o Novelas que quase teriam outro nome! 2 Quem sabe venha a parte 3. E vocês, sabiam que essas produções teriam outros nomes? Digam nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

domingo, 7 de junho de 2026

As 11 bolas da Copa e suas histórias - parte 2


Continuamos com a série dividida em duas partes sobre as bolas da Copa e suas histórias. Não viu a parte 1 dessa série?! Não deixe de conferir! Nessa segunda parte apresento As 11 bolas da Copa e suas histórias! Confira.


México 1986: Azteca


Batizada em homenagem aos astecas, que vivivam na região entre os séculos 14 e 16, a Azteca seguiu o formato da Tango Durlast e da Tango España.

O design das tríades mudou ligeiramente, para fazer referência à arquitetura e aos murais típicos dos astecas e do México. A bola foi feita inteiramente de material sintético, que garantiu uma absorção mínima de água e tornava mais duável a bola fabricada na França. 


Itália 1990: Etrusco Unico


Batizada em referência ao povo etrusco, que viveu no centro e no norte da Itália entre os anos 800 e 100 a.C, a Etrusco Unico continuou a tradição do design criado pela Adidas, iniciada em 1982.

Cada uma das tríades da bola era adornada com as cabeças de três leões com as bocas abertas. Era uma imagem comum na cultura etrusca, encontrada em muitas esculturas de pedra e ornamentos. 

Após seu sucesso na Itália, a Etrusco Unico protagonizou uma competição entre seleções dois anos depois, como bola oficial da Eurocopa da UEFA de 1992, na Suécia, e dos Jogos Olímpicos de Barcelona no mesmo ano. 


EUA 1994: Questra


Produzida com alta tecnologia, ganhou uma camada de polietileno branca. Isso fez da Questra mais suave ao toque, mais controlável e de maior velocidade. O nome foi derivado de uma antiga palavra que significa "the quest for the stars" (a busca pelas estrelas, em inglês). 

Inspiradas na exploração espacial do país-sede, os EUA, as tríades da Questra foram decoradas com planetas, estrelas e foguetes. A bola seguiu o formato familiar, utilizado entre 1970 e 2002, com 12 painéis petagonais e 20 hexagonais. 


França 1998: Tricolore


Foi a primeira multicolorida - com tríades em azul, branco e vermelho - e fabricada fora da Europa desde 1970. Tinha uma camada de espuma sintética avançada, matriz apertada e regular, composta por enchimento de gás, fechamento individual e micro balões altamente duráveis, que serviam como complemento para aumentar a velocidade e o "retorno de nergia" da bola e ainda são usadas até hoje.

Também foi usada uma tecnologia de impressão "under glass", aumentando a longevidade e visibilidade do design. Os desenhos nas tríades azuis eram galos estilizados, representando o animal e as cores do país-sede. A crista vermelha do galo representava o logotipo da Adidas.


Coreia/Japão 2002: Fevernova


Possuía uma camada de espuma sintética refinada, o que garantia características superiores de performance, com amortecimento extra e maior controle e precisão. O chassi era costurado em três camadas, permitindo mais precisão e previsibilidade da trajetória da bola.

Baseado na cultura asiática, o colorido era revolucionário. A lâmina (shuriken) no centro, com detalhes de chamas vermelhas, foi escolhido para simbolizar o esforço gigantesco e a energia que a Coreia do Sul e o Japão investiram para receber a Copa.

A bola marcou uma ruptura com a tradição, já que as tríades das cinco bolas anteriores foram substituídas por quatro trígonos, embora os familiares painéis hexagonais e pentagonais tenham permanecido. Esses trígonos que adornavam a bola eram uma representação das turbinas eólicas e prestigiavam as fontes de energia alternativas.

O nome da Fevernova, que era costurada à mão, veio da combinação das palavras "fever" (febre) e "supernova".


Alemanha 2006: Teamgeist


A Teamgeist - palavra alemã que significa "espírito de equipe" - foi mais um passo significativo na evoluação do futebol. Sua nova estrutura fazia com que a bola ficasse a menos de 1% de ser uma esfera perfeita.

Deixando para trás os painéis hexagonais e pentagonais dos oito torneios anteriores, a Teamgeist tinha 14 painéis projetados para se assemelharem a hélices e unidos termicamente, em vez de costurados. O preto e branco da Teamgeist representava as cores tradicionais da seleção da Alemanha, e as linhas douradas criavam uma conexão visual com a taça da Copa do Mundo.

Uma versão especial dourada, a Teamgeist Berlin, foi fabricada pela Adidas para a final. Pela primeira vez na Copa do Mundo, cada bola trazia os nomes das duas seleções em campo, o estádio, a cidade, a data e a hora do início da partida.


África do Sul 2010: Jabulani


Jabulaaaaaaani. Como esquecer da narração de Cid Moreira? O nome que significa "celebração" em Bantu, um dos dialetos do país-sede, caiu na boca do povo. Confundiu goleiros com sua trajetória irregular, por causa do contato do ar com os gomos redondos, bem juntos, e uma superfície ligeiramente irregular. Tinha 11 cores em referência ao número de jogadores de um time, total de idiomas oficiais da África do Sul e número de tribos que formaram a nação.

Composta por oito painéis 3D unidos termicamente e moldados em uma esfera perfeita, a Jabulani contava com uma textura "grip 'n groove", criada para permitir uma aderência perfeita e o máximo controle em todas as condições climáticas.

A bola oficial da final foi uma edição especial dourada chamada de Jo'bulani, em homenagem à capital do país-sede, Joanesbrugo.


Brasil 2014: Brazuca


Ela passou por um processo de testes mais rigorosos do que qualquer outra bola da Copa do Mundo antes dela - mais de 600 jogadores profissionais, 30 equipes de cientistas e os testes laboratoriais obrigatórios avaliaram sua qualidade.

Com seis painéis idênticos em forma de hélice, a estrutura superficial e a simetria inovadoras da Brazuca foram concebidas para proporcionar maior qualidade aerodinâmica, estabilidade, toque e aderência.

Mais de um milhão de pessoas votaram no nome da bola, e "Brazuca", como os brasileiros se identificaram a si mesmos quando mostram orgulho de sua maneira de ser, foi o preferido. As linhas coloridas e rodopiantes nos painéis representam as tradicionais fitas do Senhor do Bonfim.

Assim como para os dois torneios anteriores, a Adidas criou uma edição especial com linhas curvas douradas para a decisão: a Brazuca Final Rio.


Rússia 2018: Telstar 18


Inspirada na tradição, com os clássicos gomos pretos e brancos tranformados em estampas metálicas e artes gráficas com efeito texturizado, a Telstar 18 é definida como "um clássico reinventado". O nome original é inspirado na sua posição como "estrela da televisão" (TELevision STAR), em referência à Copa de 70 inaugurar a era das transmissões ao vivo do torneio pela TV. 

É a primeira com chip NFC, dispositivo que permite interação com smartphones, tendo um número de identificação individual e habilitando conteúdos e informações exclusivas. Fabricada com seis painéis texturizados e perfeitamente colados, em vez de costurados, a Telstar 18 oferecia precisão com um desempenho suave e uniforme e uma baixa absorção da água.

A Telstar 18 foi usada durante toda a fase de grupos, enquanto a Telstar Mechta, com detalhes em vermelho, a substituiu nos mata-matas. Mechta significa "sonho" ou "ambição" em russo.


Qatar 2022: Al Rihla


A 14ª bola criada pela Adidas para a Copa do Mundo, era mais rápida no ar do que qualquer outra na história do torneio. Suas cores ousadas e vibrantes se inspiravam na cultura, na arquitetura, nos barcos e na bandeira do Catar, enquanto seu nome significa "a jornada" em árabe. 

A Al Rihla contou com a inédita tecnologia "Connected Ball" ("bola conectada") da adidas, inestimável para ajudar os árbitros a tomar decisões mais rápidas e precisas durante o torneio, principalmente em relação aos impedimentos mais difíceis de serem detectados.

Com um núcleo com CRT que proporcionava velocidade e consistência para jogadas rápidas, e um revestimento de poliuretano Speedshell com 20 painéis para melhorar a precisão, a estabilidade no ar e as curvas, a Al Rihla contribuiu para criar uma das Copas do Mundo mais inesquecíveis até hoje.

Para as semifinais e a final, a adidas apresentou a Al Hilm — "o sonho" —, com sua base dourada texturizada e um sutil desenho triangular, inspirado nos desertos que cercam Doha, na cor do troféu da Copa do Mundo e nas formas presentes na bandeira do Catar.


América do Norte 2026: Trionda


A Trionda é a bola oficial da Copa do Mundo FIFA de 2026, desenvolvida pela Adidas. O seu nome e design homenageiam os três países-sede do torneio (Canadá, México e Estados Unidos), apresentando tecnologia de ponta, um sensor de inteligência artificial para auxiliar o VAR e uma aerodinâmica inovadora.

O visual tricolor mistura estrelas (EUA), a águia verde (México) e a folha de bordo vermelha (Canadá). O nome "Trionda" refere-se às três ondas que conectam as nações anfitriãs.

É composta por apenas quatro painéis colados termicamente, sendo o menor número já utilizado em uma bola de Copa do Mundo, o que reduz a resistência do ar e melhora a precisão do chute.

Testes em túnel de vento apontam que a textura externa da Trionda a torna ligeiramente mais áspera que suas antecessoras (como a Al-Rihla), alterando seu comportamento de voo em velocidades específicas.

Saiba mais detalhes da bola nesse post de Instagram:


Essas foram as bolas da Copa e suas histórias. Gostaram? J-J


Por: Emerson Garcia

sábado, 6 de junho de 2026

Álbum da Copa terá de atualizar figurinhas da Seleção após convocação; veja quais mudam

  

A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 deixou desatualizada parte das figurinhas do álbum oficial do torneio. A Panini, agora, terá que atualizar o álbum para colocar, por exemplo, o jogador Neymar que não estava nas páginas. A empresa também deverá tirar alguns nomes, como o de Bento, Militão, Rodrygo, João Pedro e Estêvão, já que eles ficaram de fora da lista final de Carlo Ancelotti. 


 


É de se esperar que Neymar e outros 13 nomes chamados por Ancelotti apareçam no que é chamado de Update Set. Assim, espera-se uma atualização com Endrick, Ederson, Leo Pereira, Alex Sandro, Fabinho, Danilo, Rayan, Bremer, Weverton, Ibañez, Igor Thiago e Douglas Santos.

A edição de 2026 do álbum conta com 20 figurinhas na parte do Brasil, sendo uma o escudo do Brasil, o time e 18 jogadores. A convocação, por sua vez, conta com 26 nomes. Entre os que aparecem na coleção estão Alisson, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Vinicius Jr., Raphinha e Gabriel Martinelli. 

O álbum oficial da Copa de 2026 começou a ser vendido no fim de abril e reúne 980 figurinhas, na maior edição da história do torneio.

A pergunta que fica é, como funciona a atualização de figurinhas do álbum da Panini? Ela define previamente os atletas que estarão no álbum, baseado em acordos comerciais e avaliações internas, para que a produção e a venda do material comecem antes da Copa e, até mesmo, antes da convocação dos jogadores. Situações semelhantes aconteceram em edições anteriores: em 2022, por exemplo, 82 jogadores presentes no álbum ficaram fora do Mundial.

A fim de corrigir as mudanças, a Panini costuma lançar packs de atualização com novas figurinhas após as convocações oficiais. Os cromos podem ser colados no lugar - ou até por cima - das figurinhas dos atletas cortados ou não convocados.


Meus sobrinhos já estão nessa descoberta e corrida pelas figurinhas do álbum. Tem um deles que completou o álbum de 2018 e está prestes a completar o de 2022, mas já mergulhou no álbum de 2026.

Quanto será que custa para completar o álbum? Bem, o álbum oficial tem versões vendidas de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura especial). Há ainda uma edição premium que pode chegar a R$ 359,90. Já os pacotes de figurinhas custam R$ 7 e vêm com sete unidades cada.

O álbum acompanha a expansão do torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Desse modo, a coleção será a maior já lançada, com 980 figurinhas distribuídas em 112 páginas. Em 2022, eram 670 cromos. Na prática, completar o álbum ficou mais caro. Mesmo que a pessoa consiga trocar todas as suas figurinhas e terminar a coleção sem nenhuma repetida, o gasto vai ser superior a R$ 1 mil.

Acho mágico esse mundo dos álbuns, trocar figurinhas, entrar numa maratona para conseguir todas e se divertir bastante. É tão legal essa interação entre as pessoas para trocar, seja do modo tradicional ou por meio do bafo. É uma brincadeira bem sadia. 

E você, já se aventurou por esse mundo de álbum de figurinhas da Copa? Digam nos comentários! J-J



 Por: Emerson Garcia

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