segunda-feira, 16 de março de 2026

Glória Vs. Jackin

Um fato entre uma participante chinesa, Glória, e o chef de cozinha Erick Jacquin ganhou as redes sociais na edição do Master Chef Brasil em 2025. Tratou-se de uma fala de Erick que foi considerada xenófoba. Gloria deu uma invertida, e o fato ganhou as redes sociais, levantando questões acaloradas de falta de respeito e xenofobia. 

Durante uma prova, Erick Jacquin questionou Glória ao ver seu cardápio: "Parece que não é você que fez o cardápio, não tem nada de chinês". Glória, assertivamente, o respondeu, dizendo: "Não é porque eu sou chinesa que não coneço outros pratos. Já fui para Paris, vi a Monalisa de perto". Um dos grandes problemas que vejo na sociedade atual é a limitação e o estereótipo que muitos possuem um dos outros. A origem geográfica não pode limitar às pessoas e o estereótipo não tem a necessidade de dar uma única cara para elas. Pense o contrário: e se Erick Jacquin fosse resumido por sua origem francesa, ele não iria gostar, não é mesmo?! O fato, por sua vez, de eu ser brasiliense não significa que sou corrupto e que moro perto de políticos. 

Glória demonstrou uma vasta bagagem cultural e gastronômica, de tal modo que mostrou inventividade na cozinha, de não cozinhar apenas, e tão somente, pratos chineses. Sua capacidade foi além. É por isso que a resposta de Glória foi elogiada nas redes sociais e por outros artistas, que viram na atitude um momento de "fecho" para o preconceito de Jacquin. Glória, nascida na China mas vivendo no Brasil desde os quatro anos, respondeu de forma assertiva. Ela foi considerada como diva, musa e ícone. Ela conseguiu ser destacada por sua elegância e por expor a lógica absurda de limitar a identidade e o conhecimento de uma pessoa apenas à sua origem.

 

Polêmica reacendida

Em vídeos divulgados nos stories do Instagram, Glória voltou a tocar no assunto, esclarecendo o seguinte:

“Eu entrei no programa com o intuito de dar um toque asiático nos meus pratos, mas isso não quer dizer que eu só saiba fazer comida asiática. Aliás, eu aprendi muitas comidas com amigas de várias regiões aqui do Brasil”.


Glória ainda disse que aprendeu pratos típicos do Ceará, Bahia, Manaus, que inclusive morou lá, além da gastronomia sulista. Ela revelou, ainda, ter conhecimento de diversos pratos de muitos países.

“Eu fiz questão de dar um toque asiático sim, mas isso não quer dizer que eu não saiba fazer outro tipo de comida. Tá bom, gente?”.


Repercussão

Rapidamente o momento viralizou nas redes sociais. Veja alguns comentários:

 

 

 

 

 


O que esse fato nos ensinou? Que não podemos, muito menos devemos, limitar as pessoas. Elas são diversas, criativas, multifacetadas e podem fazer diversas coisas, não precisando ser limitadas por estereótipos e paradigmas. J-J


Por: Emerson Garcia 

sábado, 14 de março de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Pílula Musical' #14



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Editora Orelha de Livro começa o programa Pílula Musical.

- Resultado de um experimento com 144 crianças, os cientistas e pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá descobriram que as crianças que participaram de aulas de música mostraram aumentos de QI e melhores resultados acadêmicos;

- Em estudo realizado pelo psicólogo francês Nicolas Guérguen, cerca de 52% das mulheres deixaram o número de telefone para o galanteador quando uma música romântica acompanha o cortejo. A mesma situação observada com uma música neutra no fundo fez com que o sucesso dos pretendentes caísse para menos de 28%;

- A fantástica música “Under Pressure” foi escrita por David Bowie e os membros do Queen dentro de 24 horas, durante uma maratona de vinho e cocaína;

- O LP "Bozo at the Circus" foi lançado em 1946, pois até então não existia o personagem de TV Bozo. Este disco chegou a ficar durante 4 anos no topo das listas de discos mais vendidos da Billboard (famosa parada musical americana); e

- Mascar chicletes ajuda a tirar músicas que fica na cabeça. Sabe, aquelas músicas que grudam na nossa cabeça sem querer e aí para tira-las da cabeça basta mascar chiclete.



Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 12 de março de 2026

Quinta de série #serieteners3 #10: The road to a vaccine J&J


Após mais de 3 anos, finalmente irei finalizar a série de posts #serieteners3 - A indústria cultural sobre o COVID-19 pelo mundo! Faltava eu escrever sobre 3 séries, mas por alguma displicência minha, não fiz. Retorno hoje para finalizar as séries. Sempre tinha esse intuito de concluir, mas agora chegou o tempo oportuno. 

Hoje falarei da produção The road to a vaccine J&J. Foi uma websérie da empresa J&J sobre o desenvolvimento da vacina contra a COVID-19, apresentada pela jornalista e âncora da CNN Lisa Ling e veiculada no canal de Youtube. O objetivo foi o de trazer luz, por meio de entrevistas, informações, depoimentos e atualizações, sobre os esforços científicos para encontrar uma vacina.

Veiculada em vários episódios de em média 50 minutos e 1 hora cada um, a produção contou com cerca de duas ou três temporadas, sempre sendo transmitida semanalmente às terças-feiras pela internet em forma de live.

Produzido pela Vimby, o programa se concentra em mostrar como as vacinas são desenvolvidas e apresenta entrevistas com cientistas, pesquisadores e aqueles que lutam na linha de frente no combate à pandemia de coronavírus. Na época, o diretor de comunicação da Johnson & Johnson, Michael Sneed, falou mais do projeto:

"As vacinas são certamente bem conhecidas no mundo, mas talvez não sejam entendidas em termos do que é necessário para se desenvolver uma. Então pensamos que há uma oportunidade de fornecer às pessoas boas informações, insights e uma espécie de visão dos batidores do que tudo isso implica".

O programa é bem dinâmico e informativo. A condução de Lisa Ling é perspicaz. Ela realmente é bem informada e possui o intuito de trazer informações para o público. A produção é riquíssimo de detalhes e tem o objetivo de trazer os próximos passos e desafios para se conseguir uma vacina. Lembro-me que na época a corrida por uma vacina era bem acirrada. Não havia uma esperança propriamente dita e o que se instaurava na sociedade mundial era o caos e o desespero. Por ser uma doença nova, tudo era muito novo e desconhecido. O mundo todo corria atrás de uma vacina. A J&J, por exemplo, disse que uma vacina poderia estar pronta para uso emergencial no início de 2021 e estaria disponível sem fins lucrativos. 


O caminho para uma vacina é o título em português da produção. O programa iniciou logo após a descoberta do coronavírus e sua propagação. Desde suas origens, ele ficou na vanguarda da produção remota com os principais líderes de pensamento de todo o mundo. O foco na transparência, na diversidade e na descoberta científica deu esperança ao mundo durante a crise da COVID. A websérie foi entregue em 110 países em 10 idiomas, com mais de 100 milhões de visualizações. Ganhou o prêmio PR Week de Melhor Conteúdo. 

Como falei anteriormente, a websérie possui duas temporadas. A 1ª é uma série de vídeos educacionais de oito episódios que examina os esforços mais recentes para responder à pandemia de COVID-19, analisando o complexo processo de desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus. A 2ª é focada em entrevistas com cientistas, líderes globais de saúde e outros especialistas a fim de revelar os mais recentes avanços médicos e colaborações para criar uma vacina contra o coronavírus - e, esperançosamente, um retorno a um mundo sem a pandemia.

Ainda nos dias atuais, recomendo a produção para sabermos o que passamos e o difícil processo que foi para conseguirmos uma vacina eficaz, que minasse o coronavírus. Ao contrário do que possa parecer, The road to a vaccine J&J é bem atual. A produção pode ser acompanhada no Youtube. J-J


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 10 de março de 2026

'Globoplay': bugs e descontinuação do aplicativo

O Globoplay costumava ser o aplicativo em que mais consumia conteúdos, assistindo as programações em downloads por todo o lugar, até mesmo fora de casa. Longe de ser um aplicativo que não bugava e não apresentava falhas técnicas, mas era o que mantinha no bolso por gostar dos conteúdos e programações.

Em toda a história de sua existência (10 anos) o aplicativo apresentou falhas e bugs de deixar a gente de cabelo em pé. Falhas como: o aplicativo travar, ficar um looping infinito e com páginas não encontradas. Além disso, a usabilidade do aplicativo não ser nada intuitiva, por exemplo: você ter que digitar praticamente tudo para encontrar o conteúdo que deseja ou menus cansativos e pouco usuais.






Em junho de 2021 aconteceu um dos maiores bugs do aplicativo, a ponto dos servidores ficarem sobrecarregados e as páginas não serem encontradas. Não era questão de internet, nem nada, mas foi por conta de um ataque hacker que prejudicou o aplicativo. De lá para cá, o aplicativo não teve muitas evoluções, apresentando bugs idênticos ou parecidos e até piores.


Como se não bastasse os bugs do aplicativo, no início de fevereiro desse ano, para minha surpresa, ele foi descontinuado do meu celular. Ao entrar no aplicativo, ele finge que vai carregar e aparece a seguinte tela: 


Na esperança de atualizar o aplicativo, para uma versão mais nova, você clica em "atualizar agora". Daí, abre a página da Play Store, mas você não consegue atualizar o aplicativo. Aparece a seguinte mensagem:




Pesquisando sobre esse assunto na internet, vi que é comum que aplicativos de streaming sejam descontinuados em dispositivos mais antigos. Acompanhe:

"É comum que dispositivos mais antigos percam compatibilidade com aplicativos de streaming devido a atualizações de segurança e novos recursos que exigem sistemas operacionais recentes. O Moto Z3 Play foi lançado em 2018 e encerrou o suporte oficial da Motorola no Android 9 (Pie), o que torna difícil para ele rodar as versões mais novas do Globoplay."


Faltou comunicação e alinhamento por parte da Globoplay. Se o aplicativo foi descontinuado e não pode ser mais ser utilizado no modelo do meu smartphone, a mensagem já deveria aparecer na página do aplicativo. 

Agora, estou sem acesso à Globoplay e aos conteúdos de downloads e baixados. Se o aplicativo funcionava até então no meu celular, porque a Globoplay fez isso?! É uma forma de eu ter que trocar o aparelho, já que ele é de 2019, por um mais atual?! Sim, é, mas não planejava mudar de celular por agora, mas tô vendo que para eu continuar tendo o aplicativo Globoplay, terei que fazer isso. É duro, viu?!

Acredito que a empresa de streaming não vai reverter essa questão. Então, adeus assistir conteúdos com o meu celular atual. Só será possível vê-los pela minha smarTV. J-J


Por: Emerson Garcia
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