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sábado, 24 de novembro de 2018

A Turma do Morro




Já imaginou ver a Turma da Mônica totalmente repaginada? Não, não estou falando da Turma da Mônica Jovem, criação de Maurício de Sousa, mas da Turma do Morro. Não entendeu?! Explico para vocês: o ilustrador alemão de nascença e paraíbano do coração nos últimos dias (05 de novembro) recriou a Turma da Mônica como um grupo de funkeiros do morro, dando novos ares e visão a turminha que tanto amo.

Nessa nova versão do jovem de 24 anos Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão ganharam novas roupagens e nomes: Mônica é Monicat; Cebolinha, DJ Cebola; Magali, Maga Li; e Cascão é o MC Cascão. Todas as publicações com as ilustrações possuem por volta de 1300 à 1500 curtidas no Instagram, fora os compartilhamentos. Veja as ilustrações abaixo e os meus comentários:



Mônica ganhou belas curvas, um top de cor vermelha e uma mochila do seu inseparável Sansão. 




Cebolinha ganhou um boné que relembra seu antigo cabelo. 





Magali ganhou rabos de cavalo, um tomara-que-caia amarelo e uma tatoo de sorvete. 





Cascão ganhou um pingente de lixeira e tatoos em homenagem ao seu bairro e sua amada.


A repercussão das ilustrações de Gabriel ganharam o mundo: ele fora o assunto mais comentado do Twitter Brasil e seu trabalho foi bastante elogiado. Veja o que ele disse em entrevista:

“Tô achando incrível, até parece ainda que é brincadeira. A repercussão tá muito maior do que eu poderia imaginar”.


Questionado se as ilustrações da Turma do Morro parariam por aí, ele disse que esse é apenas um começo e que novas ilustrações já estão finalizadas:

“A segunda leva de desenhos já está pronta, mas ainda é com os quatro principais (Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali). Vou começar a postar hoje (7/11)”.


Inspirações





Sobre o processo de criação, Gabriel disse que surgiu a partir de um ensaio do desenhista Gabriel Picolo sobre os Jovens Titãs, da DC, e do trabalho Rap em Quadrinhos, do youtuber LØAD e do ilustrador Wagner Loud:

"O youtuber LØAD e o ilustrador Wagner Loud reimaginaram rappers brasileiros como super-heróis da Marvel e da DC. Pensando nesse trabalho deles, decidi criar a minha versão usando a turma do Limoeiro”


Veja as inspirações de Gabriel abaixo:


Jovens Titãs, Gabriel Picolo






Rap em Quadrinhos, LØAD e Wagner Loud





Essa versão da Turma está mais adultizada e "marginalizada", deixando vazão para novas interpretações de Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão em referências à nossa cultura brasileira. Assista um vídeo publicado por Gabriel em seu Instagram:






E vocês, gostaram do trabalho do Gabriel? J-J



Mais informações




Por: Emerson Garcia

domingo, 18 de novembro de 2018

90 anos do Mickey Mouse: o rato mais amado do mundo!




O rato mais conhecido do mundo faz 90 anos exatamente hoje, 18 de novembro. Falo de Mickey Mouse, que fora criado no dia 18 de novembro de 1928 por Walt Disney em uma animação chamada Steamboat Willie. Assista:









Muitos não sabem, mas quase não teríamos o ratinho Mickey Mouse, se não fosse a insistência e persistência de Walt. Antes do Mickey, o desenhista Disney - apaixonado por desenhos desde criança, tanto que desenhava em paredes da sua casa - criara Oswald, o coelho orelhudo em 1920, mas o desenho não ingrenou porque não houve investimentos. Recentemente, uma animação de Oswald foi encontrada no Japão, como reportado pelo jornal Metrópoles







Em seu início, Mickey Mouse não tinha esse nome. Ele era conhecido como "Mortimer", mas os sócios e a esposa de Walt acharam o nome deprimente e que se aproximava de "morte". Depois de muitas ideias, foi Lilian Disney quem deu o nome de "Mickey" e Walt complementou com "Mouse". Pronto, um dos maiores ícones de animação estava criado! Veja um trecho editado e selecionado por mim do longa Walt antes do Mickey (2015) que conta em detalhes toda essa história (Obrigado pela ideia de assistir ao filme, Arthur Claro):






A primeira animação do orelhudo foi em Steamboat Willie (1928), mas outras animações vieram antes mas sem investimentos que foram Mickey Mouse: Plane Crazy e Mickey, The Gallopin' Gaucho. Como retratado no vídeo acima, a exibição de Mickey foi um sucesso e divulgada no cinema Colony Theatre em Nova York para uma verdadeira multidão.






As primeiras palavras do Mickey foram "Hot dog! Hot Dog!". No início, era o próprio Walt quem dublava o protagonista. O sucesso do rato orelhudo se espalhava e diversos produtos foram criados depois de sua estreia, como o primeiro livro e relógio oficial em 1930 e 1933, respectivamente. Confira uma versão mais recente de uma música do Hot Dog da Casa do Mickey Mouse:







Foi assim a origem desse ícone global carismático, alegre, feliz e com a voz doce e suave.



O Mickey pelo mundo!


No Brasil e Estados Unidos conhecemos o rato como Mickey Mouse; na Itália ele é chamado de Topolino; na Alemanha, Mick Maus; na Espanha, Raton Mickey; na Suécia, Musse Pigg; e na China Mi Lao Shu














Mickey na mídia






Mickey invadiu as telinhas norte-americanas em 1937, na animação Relojoeiros das alturas. Depois em 1950 no especial natalino One hour in Wonderland. Mickey Mouse foi mencionado no Oscar® pela primeira vez em 1932, tendo sua estreia oficial em 1998. Em 2003 o camundongo voltou à cerimônia na categoria de Melhor Animação





Evolução do design do Mickey Mouse


O Mickey passou por várias transformações artísticas. Antes, o camundongo era retratado em preto e branco, com orelhas redondas e um macacão. À medida que evoluía, ganhava novos traços e cores, como o calção vermelho, blusa amarela e verde água e calças azuis. Na primeira versão não possuía sapatos, já nas outras foi adicionado um amarelo e um marrom. 

Em nove décadas de existência, o personagem experimentou mudanças, significou a infância de muita gente e tornou-se o embaixador oficial do Walt Disney World. Confira a evolução do camundongo:







Outros personagens






O que seria do Mickey Mouse, sem a Minnie? Ou sem seu cachorro, Pluto? Ou sem seus melhores amigos?! A Minnie Mouse surgiu em 1928, o Pluto em 1931, o Pato Donald em 1934, o Pateta em 1932 e a Margarida em 1940. Essa Turma do Mickey faz maior sucesso, diz aí?! Qual é o seu personagem preferido?




Aniversário de 90 anos






Várias comemorações dos 90 anos do Mickey aconteceram/acontecerão, como a campanha Mickey the True Original; o desfile de moda The happiest show on Earth, a transmissão em horário nobre na ABC com um especial do Mickey; a exibição da quinta temporada inédita do Mickey no Disney Chanel, com mais de 90 episódios, incluindo um especial dedicado ao aniversário; homenagens ao Mickey e Minnie Mouse no Biggest Mouse Party no parque da Disney; e o projeto Mickey is Art na França.


Produtos comemorativos


A Disney Store disponibilizará vários produtos do Mickey Mouse (Como camisetas, fones de ouvido, canecas, tiaras e casacos), enquanto a Disney Publishing Worldwide venderá mais de 30 títulos, entre livros, quadrinhos e revistas temáticas. 

Já o Ministério do Desenvolvimento Econômico italiano emitiu oito selos dedicados ao Mickey Mouse, desenhados por Giorgio Cavazzano. 







Charm pendente da Pandora


A loja de joias Pandora criou um charm exclusivo para comemorar os 90 anos do Mickey Mouse. O objeto é feito em prata de lei, com a assinatura da Pandora e o número "90" banhado em ouro de 14k. O charm comemorativo estará disponível nas lojas físicas e online por tempo limitado, de 1 até hoje, 18 de novembro, ou enquanto durarem os estoques. Confira o preço e detalhes aqui.





E vocês, já conheciam a história do Mickey Mouse? Gostaram? E os produtos, comprariam? Digam tudo nos comentários! J-J







Por: Emerson Garcia

domingo, 12 de agosto de 2018

Você colhe o que planta - Dia dos pais



Hoje é Dia dos pais. Infelizmente não tenho mais o meu pai por perto, mas se ele estivesse vivo queria comemorar com ele essa data e presenteá-lo de bens materiais e imateriais. 

Ter um pai deve ser muito legal e interessante. Alguém que nos protege, que nos dá atenção, brinca, exorta e está em todos os momentos conosco. Claro que falo dos pais presentes na vida dos filhos e que fazem de tudo por eles. 

Se existe os pais presentes, também há os ausentes. Estes fazem um mal ao crescimento e personalidade de seus filhos. Muitos prefeririam não tê-los, do que tê-los e não poderem contar com sua presença, alegria, proteção, exortação e atenção. Um vídeo em animação, criado pelo site Incrível retrata os pais ausentes e as consequências que trazem na vida de suas crianças. Assista:






Achei esse vídeo fofo, mas ao mesmo tempo ele corta o coração e é triste. É um vídeo muito curto, mas que tem muito a ensinar. Se você é um pai ausente, procure ser mais presente na vida dos filhos, porque as consequências da ausência são gigantescas e vai além das retratadas no vídeo. Se você é filho de um pai ausente, procure entender os motivos dele e mostre a ele esse vídeo.

A animação tem um título bem propício: "Você colhe o que planta". Esta é uma das maiores verdades da vida que tenho conhecimento. Se plantou desprezo, colherá desprezo; se plantou amor, colherá amor; e se plantou atenção, a colherá. Também é difícil dar algo que não recebeu, mas que tal fazer diferente?! Ao final do vídeo tem mais duas frases-verdades: "Tudo que você dá, cedo ou tarde volta para você" e "Dedique seu tempo ao que realmente importa."

Espero que tenham gostado. Meu intuito foi apresentar algo diferente nesse Dia dos pais. Se você é pai, reflita no vídeo e, se possível, mude atitudes. Se for filho, mostre para o seu pai para ver e refletir. J-J


FELIZ DIA DOS PAIS!


Por: Emerson Garcia

sábado, 9 de junho de 2018

10 coisas que 'The Breadwinner' me fez refletir

Pode conter spoilers!




The Breadwinner foi uma das animações que concorreu ao Oscar® 2018. Mais que um desenho, o longa retratou uma realidade não tão distante de nós e ajudou a refletir temáticas espinhosas que temos conhecimento mas não queremos lidar. 

O filme conta a estória de uma garotinha chamada Parvana que é obrigada a ser a "ganha-pão" (Daí o nome do longa) da família após seu pai ir preso injustamente. Ela decide disfarça-se de menino e mergulhar no mundo masculino para trabalhar, uma vez que a cultura não permite mulher sair de casa, sustentar a família, muito menos ser alfabetizada. Desse modo, The Breadwinner faz um paralelo de como é ser mulher e homem naquela cultura e as diferenças de tratamento e reconhecimento social entre os gêneros. 

The Breadwinner apresenta uma realidade dolorosa e pontua aspectos da cultura, tradição e costume afegão. Mesmo com o teor pesado, a produção ainda tem a capacidade de instigar o sonho e a esperança, por meio de suas paletas coloridas, contos e estórias fantasiosos da cultura afegã. Decidi pontuar alguns tópicos sobre o que o desenho animado me fez refletir (Assim como fiz com O bom dinossauro e Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, o filme). Vamos lá!



1- Sonhar apesar das circunstâncias




Não importa em que circunstâncias Parvana e sua família se encontravam (pobreza, com o patriarca preso, em dificuldades ou com a repressão do regime), eles sonhavam e viam o lado bom da vida. Em meio à uma realidade desfavorável, contavam estórias de fantasia e acreditavam em um futuro melhor. 



2- Preconceito contra as mulheres





O filme me fez refletir o quanto esse tipo de preconceito existe na sociedade talibã e o quanto é cruel. Quando Parvana se comportava como mulher, tinha que ir no mercado e buscar água correndo. Mulher não pode também ser alfabetizada e só deve sair de casa acompanhada de um homem e coberta da cabeça aos pés. A partir do momento que a protagonista transforma-se em homem, tudo muda: ela pode respirar e ficar tranquila na rua, além de sair de casa desacompanhada. 



3- Cultura talibã





The Breadwinner me fez refletir em como a cultura afegã é rígida e perversa nos dias de hoje. Ela é excludente; promove desigualdades sociais, econômicas e de gêneros; injusta; além de ser aquém aos anseios e necessidades da população. Em momento algum o regime talibã auxiliou a família de Parvana, mas estava pronto para julgar, além de fazer com que ele prevalecesse à qualquer custo.



4- Ir além de leis e regras





Mesmo com todas as leis e regras impostas pelo regime talibã, por várias vezes vi Parvana e os outros personagens quebrando leis e regras, o que me induziu à seguinte reflexão: é permitido quebrá-las por um bem comum ou da família e/ou para ser feliz? O pai de Parvana, mesmo sabendo que mulheres não podem ser alfabetizadas, alfabetizou sua filha, incentivou a leitura e contou estórias à ela que mais tarde seriam contadas por Parvana. Por sua vez, a garota, ao ver a realidade da família, resolve transformar-se em homem para sustentá-la.



5- Família acima de tudo





The Breadwinner me fez refletir sobre valores familiares e que sempre a família deve estar em primeiro lugar. Seja oriental ou ocidental, os valores e a importância dessa instituição são os mesmos. Além disso, o longa me mostrou que não importa o que aconteça, a família sempre será família e estará unida. 



6- Luta pela sobrevivência





Parvana fez de tudo para sustentar sua fmaília: enfrentou desafios, preconceitos e trabalhou duro. Isso me fez refletir do que as pessoas são capazes para sobreviver ou sustentar seus ente queridos. Não há vergonha, preconceito com qualquer tipo de trabalho ou barreiras. O importante é encontrar alguma forma de trabalhar.



7- Não perder a esperança




Mesmo os personagens passando por dificuldades, não os vi em nenhum momento desanimar ou perder a esperança. Esta foi forte, mostrando que é possível ter um futuro diferente da realidade em que se vive. Por vários momentos, Parvana viu o lado positivo da vida, além de personagens que narravam contos de aventura e fantasia para amenizar as dores da realidade. 



8- Contos como marca cultural





The Breadwinner me fez refletir que cada lugar possui uma cultura diferente. Além disso, me surpreendi que em um lugar tão inóspito, triste e de costumes rígidos como o Afeganistão, fosse possível encontrar a narração de contos como marca cultural. A visão que tinha da cultura talibã era outra, ao assistir o longa percebi que uma cultura pode ser bem mais do que aparenta ser.



9- Tudo muda





Não importa o regime que nos aprisiona, os preconceitos que nos limitam ou as dificuldades que nos rodeiam, a verdade é que tudo muda e se transforma. Não devemos nos ater a nenhuma dessas questões e procurar ver o melhor lado da vida e transformar, de acordo com nossas forças e possibilidades, as situações ruins. Tudo muda, basta dar o primeiro passo. 



10- Um desenho pode ser mais que um desenho




O longa me mostrou que uma animação, colorida e com elementos infantis, pode ser mais que um desenho, mas uma obra reflexiva que trata de temas sérios e pesados de forma incrível e interessante.



Gostaram das coisas que refleti sobre The Breadwinner? Já assistirem à essa animação? Não? Recomendo muito! Até a próxima. J-J


Por: Emerson Garcia

sábado, 3 de março de 2018

Supercrítica Oscar© 2018: melhor animação




Na Supercrítica de hoje falarei dos desenhos animados que estão concorrendo à Melhor Animação no Oscar© 2018. São eles: Com amor, Van Gogh, O Touro Ferdinando, Viva: A vida é uma festa, O poderoso chefinho e The Breadwinner

Como sempre, as animações escolhidas são variadas e com processos de animações diferentes. Elas contam com traços arredondados, finos, tridimensionais e até mesmo com aspectos de pintura. 

Das cinco, três são direcionadas para o público infantil (O Touro Ferdinando, O poderoso chefinho e Viva) e duas para o público adulto e amadurecido (Com amor, Van Gogh e The Breadwinner). Todas trazem ensinamentos e entrenimento e ora emocionam, fazem rir, refletir e pensar. 

Não é por que são desenhos, que não trazem assuntos importantes, sérios e pertinentes. Posso citar os seguintes: suicídio, depressão, aceitação, preservação do meio ambiente, temperamento, trabalho infantil, preconceito cultural e de gênero, afetividade, questões familiares e disputa entre irmãos. Enfim, são animações riquíssimas nesse sentido.

A partir de agora, discorro sobre cada uma delas.



SINOPSE: Investigação apronfundada sobre a vida e a misteriosa morte de Vincent Van Gogh através das suas pinturas e dos personagens que habitam suas telas. Animado com a técnica de pintura a óleo do pintor holandês, os personagens mais próximos são entrevistados e há reconstruções dos acontecimentos que precederam sua morte.


Com amor, Van Gogh é uma animação inovadora e criativa. Ela foi a primeira totalmente concebida em pintura. Mais de 125 pintores criaram mais de 65 mil quadros, durante cerca de 1 hora e 40 minutos de filme. 

Um longa que contasse a história de um dos pintores mais controversos e polêmicos da história, Van Gogh, não poderia ser realizado senão em pintura. E não qualquer tipo, mas a de oléo sobre tela que Van Gogh tanto utilizou e revolucionou. O interessante é que os artistas contratados tiveram que pintar os quadros não utilizando seus gostos e estilos próprios, mas o do artista cinebiografado. Para o resultado final ficar primoroso, a diretora da animação, Dorota Kobiela, teve que afinar algumas coisas: "Tive de corrigir mais de 500 quadros por dia".

Veja o que o site Cinema e Pipoca falou sobre o processo de produção:

"- foi o primeiro filme a ser concebido todo em pinturas;

- para cada segundo eram necessários 12 pinturas, tudo para que a montagem possa ser feita;

- ao todo foram 65 mil quadros pintados;

- 125 artistas foram contratados para o trabalho;

- utilizaram a pintura de óleo sobre tela, a mesma que o próprio Van Gogh estudou e revolucionou."


Esse trabalho também pode ser visto no making off abaixo:









Com amor, Van Gogh nos permite conhecer quem era Van Gogh, mesmo que ele seja apenas um coadjuvante. Conseguimos mergulhar em sua vida e personalidade a partir dos depoimentos e pontos de vistas dos personagens que ele mesmo pintava em seus quadros. 

Com certeza não é uma animação direcionada às crianças pelo teor dos temas e da incitação de uso de bebidas alcoólicas e drogas lícitas. Além disso, traz cenas chocantes, violentas e depressivas.

Acredito que o filme tenha conseguido transmitir o que almejava. Ele é triste, melancólico, emocionante, mas também traz esperança e a busca dos sonhos. É uma narrativa lenta, com um bom roteiro, mas acredito que não irá ganhar o Oscar©.

Teve um orçamento de US$ 5,5 milhões (cerca de R$ 18 milhões).




SINOPSE: Inspirado no clássico de mesmo nome, de 1936, escrito por Munro Leaf, a animação conta a história de Ferdinando, um touro que não gosta de brigar, mas é escolhido para participar das famosas touradas espanholas. E é mostrando os desafios que esse gigante de bom coração enfrenta, que o filme vai falar sobre tolerância e a importância da amizade, de cuidar da natureza e transmitir uma mensagem de paz.


O Touro Ferdinando é uma das animações que quero que ganhe o Oscar© (Sim! Além dela, tenho mais duas favoritas!). Ela representa o Brasil, com o diretor brasileiro Carlos Saldanha - que nunca foi indicado ao Oscar©nessa categoria.

A animação é completa: tem aventura, entretenimento, emoção e lições de vida. Ela soube falar de temas sérios com carinho e delicadeza que dá gosto de ver. Além disso, os personagens (tanto o protagonista como os coadjuvantes) são cativantes. 

Gostei muito de como a história foi contada. O roteiro é muito bom e as cenas tem uma agilidade e dinâmica que fazem com que você fique vidrado na tela.




SINOPSE: Dirigido por Tom McGrath (de Madagascar), o longa é narrado a partir do ponto de vista do garotinho Tim, de 7 anos, que – como a maioria das crianças – fica enciumado quando deixa de ser filho único. E é usando a linguagem corporativa – com um bebê que usa terno e carrega uma maleta – que o filme vai abordar a competição que surge entre os pequenos, destacando o que irá unir esses dois irmãozinhos.



O poderoso chefinho foi a animação que menos gostei das que estão concorrendo ao Oscar© e acredito que ela nem deveria estar nessa categoria. É um dos piores desenhos que já assisti, sério. Tanto é que sua indicação despertou revolta nas redes sociais.

Achei a animação chata, fraca e desinteressante. Os momentos que eram para ser engraçados e cômicos, foram babacas e imbecis. Também achei o argumento ruim e o roteiro muito mal trabalhado. 

Os produtores e diretores do longa tinham bons temas em mãos (como conflitos familiares e disputa entre irmãos) mas não souberam aproveitar isso, criando uma animação mais fantasiosa do que precisaria ser.

Não recomendo O poderoso chefinho para aqueles que querem refletir esses temas, muito menos para quem quer um passatempo, já que é uma animação de entretenimento barato e fuleiro.




SINOPSE: Baseado na obra homônima de Deborah Ellis. Parvana (Saara Chaudry) é uma jovem que vive em um Afeganistão governado pelas forças do Talibã. Quando seu pai é preso de maneira injusta, ela precisa se disfarçar como um menino para trabalhar e garantir o sustento de sua família.



Gostaria muito que The Breadwinner ganhasse o Oscar© de Melhor Animação! É mais que um desenho, mas um alerta sobre temas fortes e atuais, como: trabalho infantil, preconceito de gênero e cultural, religião, responsabilidade, entre outros. Recomendo que todas as pessoas a assistam

The Breadwinner traz a produção executiva, de nada mais nada menos, que Angelina Jolie, que fez um trabalho grandioso juntamente com outros profissionais. O roteiro está bem feito, a produção artística também, assim como conta com personagens cativantes, suspense que cresce a nova cena, revelações incríveis, além de um retrato cultural espetacular.

A animação é uma adaptação da obra infanto-juvenil homônima de Deborah Ellis que conta a história de uma criança que trabalha a fim de sustentar sua família, além de pintar vários quadros da cultura oriental islâmica.

Mesmo sendo baseada em um livro infantil, The Breadwinner não é apenas para crianças muito menos foi realizada pensando nelas. Com muita sensibilidade e delicadeza os produtores trabalharam temas fortes com traços alegres e cores vivas. E o resultado final foi de se apaixonar, de arrebatar e de prender a atenção do início ao fim. Sério! Vocês precisam ver esse desenho! (Quem sabe não faço um post só sobre o filme?).

The Bredwinner venceu a categoria de Melhor Animação no Los Angeles Filme Critics Association Awards e no Toronto Film Critics Awards, além de Melhor Animação Independente no Annie Awards




SINOPSE: o filme da Disney/Pixar traz uma mensagem profunda sobre a importância da família. Ele conta a história de Miguel, de 12 anos, que quer se tornar uma músico famoso. O problema é que a família do garoto não aprova esse sonho. E a aventura começa quando ele decide visitar o túmulo do artista Ernesto de la Cruz no Dia de Los Muertos, a celebração mais popular do México.



Viva: a vida é uma festa é a terceira animação que torço para que ganhe o Oscar© juntamente com O Touro Ferdinando e The Breadwinner, mas acredito que Viva vença, já que ganhou o prêmio de Melhor Animação no Globo de Ouro - principal prêmio de cinema depois do Oscar© 

A animação é bem nos moldes de outros desenhos da Disney que trazem lições e reflexões. Dessa vez é discorrido sobre morte, vida, família e festas populares, de forma lúdica e que ensina tanto as crianças como os adultos.

Viva é um dos desenhos mais emocionantes desses que assisti. De forma tocante e cativante, ele conseguiu me ganhar, seja através dos personagens (como o principal, Miguel, e sua bisavó), a história, as reflexões e as músicas mexicanas. 

O longa foi um dos sucessos de bilheteria de 2017 e arrecadou US$ 656,76 milhões. Além disso, ele venceu o Globo de Ouro e outros prêmios na categoria de Melhor Animação como o do New York Film Critics Circle Awards, Critics' Choice Movie Awards, Annie Awards e Las Vegas Society Film Critics Awards. Ou seja, é o queridinho nessa categoria, sem sombras de dúvidas.

Além de concorrer à Melhor Animação, Viva também disputa em Melhor Canção Original com Remember Me.





INDICAÇÕES (2): Melhor animação e Melhor Canção Original (Remember Me).



Essas foram as minhas impressões dos desenhos que concorrem à Melhor Animação no Oscar 2018©. Gostaria muito que The Breadwinner, Viva e O Touro Ferdinando ganhassem, mas como só um irá escolho The Breadwinner, porque sou o diferentão hahaha

E para vocês? Qual é a animação favorita nessa categoria? Digam nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

domingo, 10 de dezembro de 2017

Turma da Mônica lança tirinhas em homenagem a séries e filmes do universo nerd




Na segunda release que a Adrieli Garzim (relações públicas da Mauricio de Sousa Produções) me enviou fala-se que os personagens da Turma da Mônica se reinventaram e aderiram à onda nerd, geek e épica da CCXP (Comic Con Experience), vestindo-se como cosplays. O que achei interessante e criativo é que foram criadas histórias/tirinhas que mostram que a Turma da Mônica também é nerd. Elas estão sendo divulgadas no Instagram e eu tenho acompanhado.

Além de ser uma releitura, é uma homenagem que essa Turma que tanto amo realiza. As histórias já divulgadas se passam no universo de The Walking DeadStranger Things, Capitão América e Thor, Game Of Thrones e Mulher-Maravilha. Veja:


Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica (@turmadamonica) em




Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica (@turmadamonica) em




Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica (@turmadamonica) em





Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica (@turmadamonica) em




Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica (@turmadamonica) em




A Turma dos quadrinhos mais famosa do Brasil ainda homenageará Harry Potter, Star Wars, entre outros, e visitará os reinos de Hogwarts e Terra-Média. A Mônica provará que seu Sansão é tão poderoso quanto espadas de Sabre, escudos e martelos. É aguardar para ver!

Acho interessante esse crossover entre a Turma da Mônica e o mundo nerd. Não é a primeira vez que isso acontece. Recordo-me de uma história de um gibi meu que a Turma fazia homenagens e referências claras à Pókemon (Velhos tempos nostálgicos!). Enfim, acho incrível a atitude da Turminha que já fez referência a Thor e Homem-Aranha, por exemplo.







Gostei muito da preparação da Turma para esse evento. Ela deve estar bombando nesse momento quando a CCEXP acontece! E vocês, gostaram? J-J


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Por: Emerson Garcia, com informações da Mauricio de Sousa Produções
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