Pode conter spoilers!
Hoje é dia do Quinta de série aqui no JOVEM JORNALISTA. Falarei dos especiais Falas 2025 veiculado pela Globo e disponível na Globoplay. Esses especiais abordaram temas sociais com humor e sensibilidade, por meio de esquetes e standy-ups. Cada um deles trouxeram artistas e apresentadores diferentes. Falas Femininas trouxe Marisa Orth, Deborah Secco e Cacau Protássio; Falas da Terra, Dira Paes e Xamã; Falas de Orgulho, Milton Cunha e Bruna Linzmeyer; Falas de acesso, Pequena Lô e Tatá Mendonça; Falas da vida, Susana Vieira e Luiz Fernando Guimarães; e Falas Negras, Luis Miranda e Luellem de Castro. O objetivo desses especiais é refletir sobre questões presentes na vida dos brasileiros, baseando-se no ideal "Falas do Riso".
O Projeto Falas é uma série da TV Globo que, ao longo de cada ano, dedica especiais a diferentes recortes da sociedade e da cultura brasileira, utilizando reflexão e comédia para promover debates importantes.
O Falas Femininas tratou de assédio, exaustão, gaslighting e outros desafios femininos. Contou com a participação de atrizes como Lilia Cabral, Elisa Lucinda, Evelyn Castro, Arlete Salles e tantas outras para refletirem sobre questões sociais na vida da mulher.
Foi escrito por Carolina Warchavsky, Clara Anastácia, Flávia Boggio, Luciana Fregolente e Veronica Debom; e dirigido por Matheus Malafaia e Nathalia Ribas.
Reflexões sobre povos originários e a vida no planeta misturando humor e conscientização foi o tema de Falas da Terra. A edição contou com a participação de Susanna Kruger, Grace Gianoukas, Adanilo, Dig Verardi, Fernanda Fuchs, Jefferson Schroeder, entre outros, que interpretaram diversos personagens em participações especiais. O roteiro foi escrito por Carolina Warchavsky, Clara Anastácia, Tukumã Pataxó, Flávia Boggio, Luciana Fregolente e Veronica Debom, com direção de Nathalia Ribas e Matheus Malafaia.
A proposta do especial foi apresentar com crítica e sensibilidade questões como a demarcação de terras indígenas, a preservação da natureza, as mudanças climáticas e a sabedoria ancestral dos povos originários.
Falas de Orgulho celebrou o mês do Orgulho LGBTQIAPN+ com leveza e diversidade. A edição contou com a participação de Diego Martins, Nando Cunha, Digão Ribeiro, Galba Gogóia, Alan Oliveira, Lorena Comparato, entre outros, que interpretaram diversos personagens no especial. Foi promovida a reflexão sobre temas urgentes ligados à luta por direitos e à valorização da diversidade.
O roteiro foi escrito por Clara Anastácia, Flávia Boggio, Bruna Braga, Bruna Trindade, Carolina Warchavsky e Luciana Fregolente, com direção de Matheus Malafaia, Naína de Paula e Nathalia Ribas. O episódio deu visibilidade às vivências do grupo e retratou o dia a dia da comunidade em situações cotidianas, revelando suas alegrias, desafios e afetos.
Falas de Acesso focou em inclusão e diversidade, com participação de Antonio Pitanga em cenas sobre deficiência. Foi proposta uma reflexão sobre temas urgentes ligados à luta por direitos e à valorização da diversidade.
O roteiro foi escrito por Veronica Debom, Clara Anastácia, Bruna Trindade, Carolina Warchavsky, com direção de Matheus Malafaia, Naína de Paula e Nathalia Ribas.
Falas da Vida abordou o envelhecer com humor e sensibilidade. A edição contou com a participação de Suely Franco, Cristina Pereira, Milton Cunha, Stella Miranda, Cosme dos Santos, Anselmo Vasconcelos, Digão Ribeiro e Ju Colombo. O programa tratou de temas urgentes como família, etarismo, mercado de trabalho e relacionamentos, além de abordar questões ligadas a liberdade, hábitos, mudanças corporais e saúde mental. O roteiro foi assinado por Flávia Boggio, Luciana Fregolente, Veronica Debom, Bruna Trindade, Clara Anastácia e Carolina Warchavsky, com direção de Matheus Malafaia, Naína de Paula e Nathalia Ribas.
A proposta do episódio foi apresentar, de forma crítica e afetuosa, as complexidades e riquezas do envelhecer, dando visibilidade às vivências dessa parcela da população e evidenciando seus desafios, afetos e conquistas no cotidiano.
Falas Negras foi lançado no Dia da Consciência Negra e contou com a participação de Luísa Périssé.





Apoio e acho interessante qualquer trabalho artístico que tencione trazer à luz os problemas humanos, sejam esses universais ou de grupos. A exposição do problema e o debate que se segue são necessários.
ResponderExcluirBeijão
Muito necessário séries desse tipo. Abraço!
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