quarta-feira, 13 de maio de 2009

Atchim!

Se algumas pessoas podem ser alocadas no rol de "Sem ciência" eu colocaria José Serra, o governador do estado de São Paulo. Que o mundo está cansado de ouvir falar da gripe suína todos já sabem, agora o que muitos não sabem é como um representante político pode ser tão superficial e mal informado sobre esse assunto. Eu, que faço jornalismo, bem sei que devemos nos aprofundar no assunto, senão, como diz Copélia do Toma lá dá cá, prefiro nem comentar!

O vídeo que vocês veêm aqui é uma entrevista de José Serra, que muito sabiamente falou o que causa a gripe A, como assim também é conhecida. Só espero que com esse vídeo a gente tome mais cuidado com o espirro dos porquinhos (nem sabia que eles espirravam, rs). (JJ)

Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 6 de maio de 2009

I love "Grey´s anatomy"

Uma das melhores séries que já tive a oportunidade de assistir
Resolvi falar nessa semana de uma série. Para quem sempre está de olho neste blog nas últimas postagens falei de “À procura da felicidade” e “A razão do meu afeto”. Hoje decidi falar de uma série que está em sua quinta temporada e é uma das mais assistidas nos Estados Unidos: “Grey´s anatomy”.


Projetada para ser uma minissérie de 9 capítulos caiu no gosto do público e virou série! Com elenco super preparado- como Katherine Heihl (Vestida para Casar), Ellen Pompeo (Prenda-me se for capaz), Sandra Oh (Sideways - Entre Umas e Outras), Chandra Wilson, T.R. Knight, Isaiah Washington, James Pickens Jr, Patrick Dempsey- a série já garantiu o prêmio de melhor série dramática (Gramy, 2005).

A história se passa em um hospital, Seath Grace, em que jovens médicos têm uma rotina de cirurgias e surpresas. É nesse ponto que o trabalho de Shonda Rymes (criadora da série) é fantástico, porque trata da parte profissional e pessoal de médicos.

Esses dois pontos se entrecruzam em um gênero: dramático. Se por um lado, a série trata de cirurgias delicadas -e aqui eu tenho várias recordações, como a cirurgia de separação de um homem e uma mulher que estavam unidos por um ferro que ultrapassava seus corpos; a cirurgia de coração de um paciente que precisava de um transplante assim como um outro, e um estava em vantagem por apenas 17 segundos, isso mesmo 17 segundos!; os momentos delicados que a Dra. Meredhith Grey teve que passar com a mão em um corpo de um paciente que portava uma bomba, isso mesmo uma bomba!- se eu fosse citar os todos os momentos delicados da série esse post seria um livro...

Por outro lado a série retrata a vida social, a vida sentimental, os problemas de cada médico, e até a vida em grupo, pois esses médicos são amigos e tem um point específico: o bar. A autora da série acertou em cheio em fazer essa ponte entre as cirurgias cheias de tensão e as vidas dos médicos, que como essas cirugias também são bastantes difíceis de lidar. As idas e vindas do casal Shepherd/Grey; a descoberta de sífilis do Dr. O´Maley; os ensaios sensuais da Dr. Izzie, a gravidez silensiosa da Dra. Bayley; assim como o mal de Alzheimer da mãe de Grey e o caso secreto do chefe de Grey com sua mãe -de novo se eu fosse listar tudo daria uma boa série.

Ao terminar de assistir a 2ª temporada fiquei muito satisfeito com o grau dramático que foi dado a esse sensacional Seson Finale. Confesso que nos quatro últimos episódios da temporada eu fiquei ansioso para saber o que iria acontecer. Posso considerar como “Damage case”, “17 seconds”, “Deterioration” e “Losing My Religion”, como os melhores episódios até agora da série. Fiquei ansioso, com o coração na boca ao ver sequências incríveis e saber que no final da temporada a Dra. Grey fica mais uma vez sozinha (buáá, torço tanto para a felicidade dela e do Dr. Shepherd) e indecisa! Isso mesmo agora Grey fica na dúvida entre Shepherd e Macdream. Ô mulherzinha indecisa. Olha que final emocionante de temporada: “Meredhity”- diz Sheperdy. Ao dizer isso Meredhity se vira para Shepherd. Macdream diz: “Meredhity?”. A doutora mais uma vez vira, só que agora para Macdream. Shepherd e Macdream viram-se um para o outro, se olham e olham para ela. Agora Grey estava indecisa e os seus dois pretendentes não sabiam com quem ela ficaria. Final espetacular, não é mesmo? (JJ)


Para quem ficou com vontade de assistir essa série, veja o trailler aqui (infelizmente sem legenda, mas que vale a pena):



Ahh... e como se não bastasse a trilha sonora da série é incrível! Veja o clipe “The Story” de Brandi Carlile aqui! (dessa vez legendado)


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Perfil de um JJ (1)

Crédito: Gabriela Tavares

Já diz meu professor que as pessoas não são só um nome ou o que aparenta ser. Uma pessoa é muito mais do que os outros pensam. O que ela demonstra ser é só um milésimo do que ela realmente é. Ninguém conhece a pessoa em sua realidade, o que se conhece é ela em uma de suas verdades. Quanto mais eu busco a realidade mais distante eu estou dela. Talvez por isso vocês nunca vão me conhecer como realmente eu sou. Conhecerão o que crêem conhecer, o que querem conhecer e o que vocês saberão de mim através de mim. Por isso nada melhor do que conhecer o Jovem Jornalista pelo Jovem Jornalista.

Quem nunca se perguntou por que existe? Porque está no mundo? O que faz ser você, você? Pode parecer um pensamento lunático, mas é assim que eu sou. Tudo procuro dar uma explicação lógica e quando não dou vou atrás da lógica. Será que por isso que estou fazendo jornalismo?


Perguntador demais, mas falador de menos. Como explicar esse paradoxo? Para mim o silêncio fala mais do que as palavras e o que se diz naquele é tão primordial no que se diz nestas.

Falar pouco é sinônimo de inteligência ou falta de conhecimento? No meu caso falar pouco é sinônimo de que não tem nada de importante para falar. “Você já almoçou?”. "Sim", dizia mentalmente. Minha mãe fala que ninguém sabe o que mudo quer. Será mesmo? Eu já disse que o silêncio pode falar até mais do que as palavras.


Ser sucinto, ser objetivo, falar pouco, são algumas das minhas características. Olho para trás (não é tão longe quanto você imagina) e vejo: “Será que letras-português é a minha vocação mesmo?”. Como se não soubesse que para isso ou para jornalismo precisava me comunicar. Tá, mas eu me comunico através do que penso, do que cheiro, do que sinto, não somente do que falo.

"Será que para ser um bom comunicólogo é necessário só falar?" No meu caso se fosse só isso já estaria frito. Sim, tenho outras habilidades como apurar fatos, fazer notícias, reportagens, criar imagens de design, fotografar... Mas não é disso que eu falo. Em qualquer profissão o que pesa mais é ser bom naquilo que se faz. Não interessa se você fala bem, se na hora que você escreve você é um desastre. Já diz um outro professor que ninguém foi, é, será bom naquilo tudo que faz. “E isso é uma maravilha”. Quando eu ouvi essa frase confesso que fiquei espantado, assim como todos os meus colegas de turma. Mas, hoje vejo que isso é uma realidade porque não precisa ser bom em tudo. Eu vou ter que falar? Vou ter que falar! Mas isso não é o meu forte. Mesmo assim posso ser bom naquilo que faço.

O jornalismo eu posso dizer que não era o meu sonho. “Como assim?”, você se pergunta. Sim leitor, eu nunca quis fazer jornalismo! Queria letras-português. Gosto de escrever (não sei se escrevo bem, mas gosto de escrever). Gosto de análise sintática. Conjugar verbos. Literatura (na 8ª série lia quatro livros por bimestre, 16 no final do ano). Ler (mesmo que demore um ano para ler “Harry Potter e o Enigma do príncipe”). Ahh... como todo bom soletrador do Luciano Huck, apesar de não ser um, gosto de corrigir os outros.

Tá aí um perfil de alguém que poderia fazer letras-português, primeiro porque era bom no que fazia e, segundo, porque tinha tudo que era necessário para isso. Mas mãe... mãe muda a nossa trajetória. Não... minha mãe não quis para eu fazer jornalismo. Falou desse jeito: “olha não fica só nas letras não”. Daí eu pensei comigo mesmo: “tá vou ficar nos números também”. Estava convicto que letras era o que eu queria. Me preparei um ano para prestar vestibular. Letras. Até que um dia estava refletindo. Fazendo aquelas perguntas lá do início do texto: “Quem nunca se perguntou por que existe? Porque está no mundo? O que faz ser você, você?”. Foi aí que dei o veredicto final e me enveredei pela comunicação.

Mas por que isso? Porque eu sabia que letras era uma boa opção para mim, mas não via outra alternativa além de dar aula. Não é que eu não goste de alunos, mas é que não sei se teria vocação para professor. E qual é outra área que corresponderia as minhas expectativas? Comunicação Social, mais especificamente Jornalismo. J-J

Essa história continua! Até lá!


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 14 de abril de 2009

[Re]começar do zero


Sempre é bom respirar, começar do zero. Nessas mais de duas semanas que estive ausente do blog “Jovem Jornalista” queria postar, mas não conseguia. Falta de tempo? É... talvez. Talvez pelo cansaço que as atividades diárias, repetitivas me causaram, me ausentei um pouco. Me ausentei, mas creio que foi bom. Bom para colocar o pensamento em ordem. Para espairecer.

Foi tempo de refletir até aqui. Refletir sobre o que fiz até agora. Principalmente por causa de uma reportagem (o último post do blog): “À beira de um ataque de nervos”. Quantas vezes eu cheguei ao estresse, a ponto dele quase ser um campo minado do qual eu nunca mais sairia. Por isso é bom zerar, zerar tudo. Começar do zero. Virar a página. E é por isso que esse blog começará do zero também.

Refletirei sobre o que até aqui foi postado, mas trarei "caras novas" (desculpe-me o clichê barato) para ele, mostrando o meu dia-a-dia, como “Jovem Jornalista”, a minha modesta biografia de como me tornei um Jovem Jornalista, entre outras coisas. Porque você leitor vai concordar comigo que é bom recomeçar. (JJ)

Por: Emerson Garcia
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