Hoje falarei de uma das mais recentes séries da Netflix e que está dividindo opiniões pelo mundo: 13 Reasons Why, ou também conhecida como Os 13 porquês. Ela é produzida pela Selena Gomes, baseada no livro de mesmo nome.
A série conta a história de Hannah Baker, uma aluna de Ensino Médio que passou por muitos baixos em sua vida e acabou a tirando por isso. Mas, antes de morrer, ela grava em fitas cassetes os 13 motivos do porquê ela decidiu fazer isso. Cada lado da fita é um dos motivos e corresponde a uma pessoa. Clay está em posse das fitas e nós vemos a produção a partir da perspectiva dele.
13RW trata de coisas muito verdadeiras, chegando bem próximo da realidade, e isso acaba fazendo com que algumas pessoas não gostem muito. Eu mesmo me identifiquei com algumas situações que os personagens passam durante o programa.
Mas, embora goste muito, não acho que todo mundo deveria assisti-la. Pode ser que uma interpretação errada acabe fazendo o efeito oposto do que é esperado quando a série acaba. A mensagem passada é boa, mas tudo o que é mal interpretado é perigoso. Então, muito cuidado!
Como ia dizendo, são assuntos reais, mas ninguém gosta de falar muito sobre bullying, estupro, machismo, preconceito contra LGBTs dentro da própria comunidade LGBT, assédio, e muitas outras coisas. É uma produção que a cada episódio a tensão aumenta e você acaba ficando mais desesperado em saber o que acontece.
Uma outra coisa que gostei muito foi que 13RW não tem foco apenas nos adolescentes. Não é um draminha juvenil qualquer. Pais se identificariam, filhos, professores, coordenadores, diretores... A série é para alertar a todos de um mau comum que ninguém dá muita atenção, que é o sentimento de uma outra pessoa.
“Alguns de vocês se importaram...”
“...Nenhum de vocês se importou o suficiente. ”
Ainda não há notícias se haverá uma segunda temporada, mas a produtora da série, Selena Gomez, e o escritor do livro, Jay Asher, não descartam a possibilidade. Na minha opinião, acho que a mensagem principal e mais importante já foi dada, e com isso, acredito que não seja necessário uma continuação, por mais que tenha a amado. Afinal, time que está ganhando não se mexe.
Então, é isso. Assistam com moderação e muito cuidado para não entender errado o que é dito. Aproveitem! Até a próxima! J-J
O feminismo não é um movimento que "foi corrompido" porque jaz corrupto. | Internet
Caros leitores, adiei este assunto, mas agora sai. Depois que uma das colaboradores do Jovem Jornalista, Stephanie Ferreira, fez um texto rechaçando o feminismo em 02 de fevereiro de 2017 apareceram umas desaforadas dizendo que a moça estava errada e tutti quanti. Sem argumentos e muito textão cheio de adjetivos, predicados e clichês esta gente achou que "lacrou" (é assim que essa gente fala agora?) em cima da Stephanie com salto alto e tudo. Mas, cinco dias depois, a colaboradora do JJdeu uma resposta boae as "lacradoras" (como esse povo inventa letra, gente!) sumiram do nada.
Deixo claro que Stephanie não precisa de meu auxílio para escorraçar esta gente, mas é necessário dar aquela última pregada no caixão feminista, pois elas ainda acham que o movimento "é legítimo, mas perdeu suas origens". Aliás, é uma narrativa usada para que o ideário sobreviva jogando pelo tapete seus crimes contra a família, a sociedade e é claro, à mulher. E neste texto deixarei claro que o feminismo não vale/valeu e nem valerá a pena pois este luta contra a natureza apenas serve como braço do movimento revolucionário e, assim como tal, sobrevive da mentira, do ódio e da ajuda como combustível... DOS HOMENS! Sabia disso?
1 - "Salários diferentes"
Para agregar mais "irmãs", o movimento feminista falsifica dados para impor suas bandeiras. Uma delas é sobre a diferença salarial. De fato, homens e mulheres recebem vencimentos distintos não por motivos sexistas, mas por fatores individuais. Pense comigo, caro leitor e cara leitora, se fosse verdade haveria zilhões de ações trabalhistas de empregadas contra patrões pipocando. E também, sabendo que toda empresa visa o lucro, por que o "otário" do patrão manteria homens em seus postos de trabalhos? Pode-se demiti-los e deixar as mulheres com salários baixos e ganhando mais dinheiro.
Há umas respostas plausíveis: o "capital humano" é o que cada indivíduo investe nele mesmo para incrementar sua carreira e a "escolha", pois cada um escolhe o que é mais desejável. Este vídeo explicativo mostra detalhes:
Homens e mulheres são biologicamente predispostos a seguir carreiras inerentes a seu sexo (e não "gênero", bobinhas feministas!). Por exemplo, homens gostam de mexer com coisas, tarefas objetivas e desafiadoras (engenharia, xadrez, informática, artes marciais, carros, etc.); mulheres gostam de lidar com pessoas, comunidades e estética (professoras, médicas, poetisas, recepcionistas, vôlei, artistas, etc.). Há uma exceção aqui e ali, mas não invalida esta observação.
Se quer receber mais dinheiro? Faça cursos de especialização, aceite viagens e riscos longos, fale dois idiomas, se respeite. O trabalho é a resposta contra qualquer mau-olhado e inveja alheia. E o mais importante disso tudo: GOSTE DO SEU TRABALHO!
2 - "Iguais" e "diferentes" e "gênero"
"Políticas públicas" na intimidade do banheiro. Não duvidem se eles fizerem isso. | Operamundi/ UOL
No meu texto E se eu fosse Pietra Blanche?! em 1º de julho de 2015 (Leia que eu não vou repetir tudo de novo!) já desbanquei essa parada de gênero onde diz que homens e mulheres são "construções sociais". Esta palavrinha foi idealizada pelo menos em 1995 pela ativista feminista Bella Abzug:
“Gênero: expressa a realidade de que os papéis e as condições das mulheres e dos homens foram inventados pela sociedade e estão sujeitos a mudança.”
A palavra incorporada pela Organização das Nações Unidas (ONU) é uma brecha para que qualquer um "se considere" homem e mulher por autodeterminação. Um esquema mental de furar os olhos, explodir mentes sãs e de jogar fora nosso bom senso e as aulas de biologia. Além disso, serve para que mulheres e homens passem por cima de suas faculdades biológicas para assumir um papel que não é seu.
Na Suécia, por exemplo - o país mais igualitário do mundo e uma das capitais mundiais do estupro - três policiais femininas tentaram prender um imigrante islâmico que vandalizava na rua. Precisou de um homem civil para contê-lo. Depois de "dominado", o islâmico se livrou das três policiais e contra-atacou com pedras. Confira:
Esta brincadeira de "gênero" causa mais males que bens aparentes. O caso do "banheiro unissex" é um deles, onde elas defendem que homens e mulheres usufruam do mesmo local, tendo como base que as necessidades fisiológicas são as mesmas. Depois enfiam aquelas bobagens de "privilégios" e outros assuntos desconexos ao tema.
Em nome da "liberdade banheirística" (foi feio, mas inventei de propósito!) ignora-se perigos de assédio sexual, a perda de privacidade e intimidade. O argumento da autora do banheiro unissex é que ela nunca fora atacada no banheiro (!) (Nossa, matou a pau, hein?!).
Este argumento dá margem também a tarados que podem alegar a seu bel prazer a vantagem pessoal que são "mulheres trans presas em corpo de homem". Assim foi no caso listado no meu texto de 2015 de um sujeito que se declarou "mulher trans lésbica e negra". Isso deu um nó na cabeças das feministas que tiveram que ficar caladas para não pagarem de opressoras.
Em casos mais graves, a ideologia de gênero leva a distorcer a personalidade de uma nação mostrada no documentário norueguês Hjernevask (fundamental para que dinheiro público deixe de ser gasto nesta besteira).
Já o tal do "gênero" resulta na morte como a de David Reimer (1965-2004) por conta de um acidente que o levou a ser cobaia de uma experiência de gênero. (Mais detalhes no meu texto de 2015)
3 - O cartaz "feminista" e o "direito ao voto às mulheres"
O cartaz não tem nada de feminista. | J. Howard Miller
O movimento feminista foi ao ponto de fraudar acontecimentos para enriquecer suas bandeiras: O cartaz We Can Do It!, feito em 1943 por J. Howard Miller, serviu para levantar a moral dos trabalhadores em prol de produzir peças que seriam usadas na Segunda Guerra Mundial. Esta peça de propaganda foi fundamental a encorajar as mulheres a trabalhar nas indústrias, já que muitos homens estavam dedicados nas batalhas de guerra.
Portanto, o cartaz We Can Do It! assim como a Keep Calm, o I Want You! e Brasil: Ame-o ou Deixe-o são apenas PROPAGANDAS DE CARIZ PATRIÓTICA.
Já o "direito ao voto às mulheres" nada tem a ver com a piedade e concessão em dar a carta de eleitorado para a população feminina. Neste áudio, Olavo de Carvalho fala que toda a pressão do sufrágio feminino veio da Família Rockefeller para engordar a massa de trabalhadores. Ouça:
E, ao contrário do que se aprendeu por aí, havia mulheres que foram contra o direito ao voto feminino, pois o envolvimento da mulher na política despertaria um ser mais "agressivo, odioso e suscetível a apoiar a repressão", uma espécie de abrir a "caixa de Pandora feminina". Assim se baseia esse longuíssimo, porém rico artigo sobre o assunto.
Afinal, os políticos sabem que fomentar as mulheres na política aumentaria suas chances de poder com base na natureza feminina. Não é à toa que se sabe que até os fatores hormonais influem em suas escolhas. Com a faca e o queijo na mão fica fácil os poderosos aprovar leis opressoras e que controlem a população em todos os níveis. Em troca oferece-se assentos preferenciais, sua única palavra como prova em casos de abuso sexual, creche gratuita aos filhos e todo sistema jurídico, social e político que as ponha em primeiro lugar. Não é por acaso que o Congresso Nacional obrigou os partidos políticos reservarem 30% das vagas no parlamento às mulheres.
4 - Mulheres "empoderadas" e "independentes"
"Single ladies": peça de propaganda exaltando o "poder" feminino. | Beyoncé/ Vevo-YouTube
Para fechar a primeira parte deste texto (sim, tenho mais a dizer!) esclarecerei a propaganda de mulheres "empoderadas" e "independentes" que não precisam de homem algum. Como foi brifado no item anterior, toda a história da mulher autossuficiente termina quando se depara com a dura realidade. Muitas a veem como aquela do tempo das cavernas que era oprimida pelos homens e que (como?) se rebelou para se tornar livre com o objetivo de formar um sociedade pacífica, harmoniosa e sem conflitos. Tudo isso embasado na cosmovisão feminina.
Mas este reality show da Holanda em 2002 pôs esta falácia abaixo: no vídeo, o programa separou dois grupos de homens e mulheres em suas respectivas ilhas. O resultado foi tão ruim para a equipe feminina que os realizadores do reality misturaram as alas masculinas e femininas para ter mais "equidade" (é assim que vocês falam, mocinhas da sororidade?) Assista!
No final, a ilha feminina melhorou um pouco por conta do "homem opressor e violento". Viu que até uma das mulheres confessou acreditar no que o tal sociólogo disse?! No geral ficou cristalino que a tal "sociedade matriarcal" fica - tanto hoje quanto em tempos passados - isolado em algum fim de mundo e vivendo em condições precárias. Já o homem tem o talento de melhorar o ambiente em que vive, gerando a evolução social, alimentícia, energética, de transporte, política e cultural em seu meio. Foi assim que escrevi em 1º de agosto de 2015 (com grifos meus):
"Desde os primórdios, enquanto as mulheres ficaram nas cavernas cuidando da prole exercendo atividades domésticas, os homens iam à caça, mesmo correndo o risco do animal – por vezes maior que ele – devorá-lo. Nas histórias militares, este ser cheio de testosterona conquistou impérios e defendeu sua civilização para proteger os fisicamente mais fracos. No RMS Titanic “mulheres e crianças primeiro” foram a escolha masculina em nome da sobrevivência ao naufrágio das águas geladas do atlântico norte. No desastre nuclear de Chernobyl os “liquidadores” arriscaram suas vidas para evitar que a Europa inteira fosse vítima da ameaça atômica. Enfim, arriscamos nossas vidas porque sabemos quem e como somos. Não nos permitimos ver nossos entes queridos chorarem, passarem por altos riscos e, muito menos, que estes sejam feridos."
E as mulheres se beneficiam de todo este cenário, hoje possuem uma vida melhor e até podem contribuir com o andamento da humanidade. Os homens só lideram porque se sacrificam em prol de um valor maior, sabendo de seu sacrifício. As mulheres aceitavam a liderança do homem, pois sabiam que este ser de testosterona pode - e tem o dever humanístico e moral - protegê-las.
Sabendo disso, como os poderosos internacionais iriam dominar o mundo? Simples: gerando a guerra dos sexos, diminuindo os homens e enaltecendo as mulheres em tudo. (continua na semana que vem...)
O que você faria se algo saísse do seu controle e acontecesse o que não foi planejado?
Cena boa
Sem dúvidas, a cena em que a nave - onde estão mais de cinco mil passageiros além de Jim e Aurora - sofre um problema eletrônico e fica sem gravidade. Nesse momento Aurora está se banhando em uma piscina e o efeito da água é incrível!
Cena ruim
Existem várias cenas ruins, mas a principal delas é quando um dos tripulantes desperta e fica muito ruim de saúde e acaba morrendo. Não adiantou muita coisa ele ter acordado. E mais sem noção ainda foi a tecnologia ter salvo Jim em um momento e não ter conseguido fazer a mesma coisa com o tripulante. Sei que é ficção científica, mas esperava ao menos um pouco de realidade.
Perfil
Dois passageiros de um experimento, Jim e Aurora, são despertados 90 anos antes do tempo programado por conta de um mal funcionamento em suas cabines de hibernação. De cinco mil passageiros, somente eles acordaram e agora terão que conviver sozinhos sabendo que já estarão mortos quando os demais despertarem. Eles estreitam um relacionamento e convivem também com um engraçado robô chamado Arthur. Não demora muito até descobrirem que a nave está correndo risco e eles são os únicos que podem salvá-la, assim como as cinco mil pessoas naquele lugar.
Opinião
O filme no começo é bem lento e monótono. Ele tem cenas boas de ação e aventura. A parte do romance entre Jim e Aurora até que gostei, embora achei que eles não tivessem química. Por ser ficção científica tem muitas mentiras, além de diversos furos e pontas soltas. O romance é superficial e eu creio que faltou algo: um filho. Você já pensou passar 90 anos com uma pessoa e não ter um fruto disso? Tem muitas reflexões e dramas na produção: "Como você reagiria sabendo que irá morrer antes da hora e o que você cultivaria nesse tempo?". A cena de Jim sozinho no espaço e com uma lágrima escorrendo do seu rosto foi bem interessante. O desespero e a vontade de morrer rodearam os personagens. O filme é bom, mas nada de surpreendente. Minha nota pra ele é 6. J-J
Se existe alguma solução ainda não sei, e nem mesmo o governo ou sociólogos sabem. Pode ser que indiquem alguns caminhos, mas específica e eficaz realmente não tem.
Temos em alta um provável candidato à presidência da república que tem por lema “bandido bom é bandido morto”, que alguns criminosos são irrecuperáveis e merecem, no mínimo, apodrecerem na prisão. Confesso que em boa parte do tempo compactuo da mesma opinião, mas com uma diferença. Para mim é preciso estudar causa e consequência do crime antes de qualquer punição, severa ou não.
Hoje temos a maior taxa de criminalidade da história do país. Tomando por base as ocorrências de assassinato temos um comparativo bem alarmante. Em 1986 anos tivemos registrados em todo Brasil 20.479 homicídios. Já em 2016, 59.627. Difícil saber a que se deve tamanho aumento, se é proporcional ao crescimento da população ou se é um acréscimo propriamente violento.
Se tratarmos como propriamente violento teríamos que procurar causas, das quais a mais atribuída aos criminosos é a falta de educação. Dados indicam que 66% da população presidiária não concluiu o ensino fundamental; menos de 8% têm o ensino médio; e a mesma proporção é analfabeta, evidenciando também um fator socioeconômico.
Partindo do principio do fator socioeconômico temos a ideia de que todos esses criminosos são recuperáveis e é nessa tecla em que os Direitos Humanos costuma tocar sua música. Porém isso não é o fator motivacional por trás do crime, até porque se fosse teríamos mais da metade da população brasileira atrás das grades, já que é a característica socioeconômica da maior parte dos cidadãos.
Aperfeiçoando a ideia do candidato acima descrito, acredito sim em punições mais severas, mas antes em um estudo de causa. Este seria realmente a solução para a população carcerária e a que se encontra encarcerada no próprio lar com medo da onda de violência que só cresce sem contenção ou medidas justas para que quem sofra com o crime seja quem o comete e não a vítima.