sábado, 10 de agosto de 2013

"Quero que seja rei para sempre, Max"- Feliz dia dos pais



Domingo, dia dos pais. E pela primeira vez, na quarta passada, eu cheguei a chorar incontrolavelmente por não ter o meu pai aqui por perto. As lágrimas sairam sem perceber, quando escutava a música Amor do pai do Renascer Praise 17.

Até hoje a pergunta não quer calar: "como seria a minha vida se eu tivesse um pai?". A primeira busca na escola, quando a mãe não pode ir; o dia que comemos qualquer besteira, porque não tinha a comida da mãe; o dia que ele permitiu que eu ficasse o dia inteiro sem tomar banho; as guerras de travesseiro; as brincadeiras de lutinhas; e quando ele permitiu que eu fosse rei, apesar de ser o meu super-herói.

São inúmeras indagações e quando vejo o filme Onde Vivem Os Monstros, que já falei aqui, posso espelhar a imagem do meu pai ausente na figura de Carol, o monstro-líder daquele lugar que Max vai parar.

Carol, para mim, é um pai na dose certa: tem os seus momentos de imaginação com Max, mas tem horas que perde as estribeiras, mas o mais importante: não deixa de amar! Afinal, amor de pai envolve correção, diversão e por ai vai.

Então, a minha homenagem para todos os pais é justamente dois vídeos de um dos meus filmes preferidos:









"Me olho no espelho e te vejo em mim, é impossível não te amar tanto assim".



FELIZ DIA DOS PAIS



Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Acessível pra quem?

Nos últimos meses no Brasil muito tem se falado de direito. Parece que finalmente o "Gigante Acordou" como dizem por ai... Em tempos de reivindicar seus direitos, de sair as ruas, percebe-se que a lista ainda é grande para a contemplação de todas as coisas que os brasileiros almejam.

Percebemos que o governo atendeu a população aos poucos, em doses homeopáticas, mas, de forma geral, o quadro, ainda é emergente. Há muita coisa para mudar! E tenham certeza, leitores do JJ, que isso não é da noite para o dia.




Se os direitos dos brasileiros estão sendo atendidos aos poucos, imaginem vocês os direitos das minorias, como os surdos, por exemplo? O fato é que os surdos no Brasil são tratados sem o devido valor, sem o devido acesso, salvo algumas exceções. 

Eu posso afirmar isso porque realizei a disciplina Libras, semestre passado, e fiz uma pesquisa em grupo em hospitais do DF e uma reportagem (então eu não disse isso por achismo, como já me polemizaram em certa postagem e disseram que eu tinha criado esteriótipos e fui preconceituoso).

A reportagem é o retrato puro e simples da acessibilidade de pessoas surdas a hospitais públicos daqui do Distrito Federal (Brasília). E claro, ela é toda em Libras porque pelo menos o meu grupo teve a intenção de promover acessibilidade aos surdos!





Acessível pra quem? Como diz a música do Jota Quest do final do vídeo "É preciso falar a verdade!!". E o objetivo da reportagem foi justamente o de fazer denúncias, além de Informar a população, do caos que se estabelece quanto à acessibilidade e a integração do Surdo dos direitos aos serviços básicos ao cidadão. J-J


Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Finalmente Jovem Jornalista!

Olá, pessoal! Quem é vivo sempre aparece, já diria o ditado. Pois então, depois de 1 mês e 15 dias de férias, de espairecer um pouco, o blog voltou!! E porque eu fiquei esse tempo todo longe de cada um de vocês, a ponto de uma blogueira que eu gosto muito sentir a minha falta? Bem, aconteceu uma coisa nesses últimos meses e eu quero relatar a vocês!

Logo no final de junho um fato mudaria a minha vida para sempre. Finalmente consegui apresentar o meu tcc. Depois de 5 anos ou mais (juntando o tempo que eu tive que trancar a faculdade), venci essa importante etapa e sim, agora é oficial: sou um jovem jornalista!!!!

Eu sei quantas lutas, quantas coisas eu tive que passar para chegar até esse momento e chegou... Foi motivo de muita alegria, afinal, é um sonho que se concretizou na minha vida e eu sei que muitas portas se abrirão para mim depois disso. Por isso eu digo a vocês, que tem um sonho... vão atrás desse sonho! Não importa se as pessoas debocham ou se as circunstâncias estão contrárias... O importante é você ter propósitos de vida!

Meu orientador de tcc percebeu que eu estou muito maduro profissionalmente. Quando apresentei o trabalho final vi que estava muito seguro: o suco de maracujá me ajudou muito (kkkk), assim como as dicas do meu terapeuta, a presença de algumas pessoas queridas, mas o que valeu mais foi eu estar seguro de mim e ter feito a minha parte!



Garanto que se vocês fizerem a parte de vocês frente a um sonho ele com certeza irá se realizar!!! E até o momento da minha apresentação de tcc eu estava fazendo por onde. O fato de eu usar terno e gravata, gerou algumas discordâncias, mas eu nem liguei, sabia que ali era o começo de uma nova fase da minha vida profissional e eu passei com o sentimento de paz, dever cumprido e muito feliz por conta daquele grupo de profissionais, jornalistas e a diretora do curso, me aceitar de braços abertos e com o olhar que dizia: "pode vir para o nosso lado, sim, você é um jovem jornalista!!!"

E por conta dessa maturidade que fui adquirindo nesses 5 anos, fiquei mais seguro, mais convicto para o que eu quero para a minha vida profissional. E é por isso que eu declaro aberta, também, uma nova fase para esse blog. O blog não irá terminar, como muitos pensaram que quando eu terminasse a faculdade ele acabaria, mas agora é uma fase de blog nova, madura e de muito sucesso, assim espero! J-J

Por: Emerson Garcia

domingo, 14 de julho de 2013

Um Glee pouco alegre



Mario Anzuoni - 13.jul.2013/Reuters


Cory Monteith era uma das principais estrelas do seriado juvenil Glee. Indo muito além da boa aposta em realizar novas versões de sucessos da música pop americana, a atração fez imenso sucesso ao promover a diversidade, tratando de temas delicados como bullying e homofobia de maneira cuidadosa e divertida. 

Talentoso e carismático, Cory teve parcela significativa de responsabilidade nesse êxito, ao interpretar com propriedade o co-protagonista Finn Hudson, astro do futebol estudantil que coloca em risco sua popularidade para fazer parte do clube de coral do colégio. 

Com diversas participações de menor destaque em outras produções, Monteith vivia a melhor fase de sua carreira. A boa química com a colega Lea Michelle ultrapassou as telas e formou um bonito casal também na vida real. Apesar de todo o momento positivo, o ator lutava contra um grave problema desde a adolescência: a dependência química, possível causa (direta ou indireta) de sua morte. 


Além de um triste acontecimento, trata-se de uma ausência que fará falta, visto que Cory era um artista promissor - como mostrou em seu trabalho em Glee - e com infinitas possibilidades no decorrer da longa vida artística que ainda poderia ter pela frente. Aos fãs, familiares e entes queridos, resta o consolo das boas lembranças que deixou. J-J





Por: Allan Virissimo
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