terça-feira, 12 de março de 2013

5Q: Valente







Moral
Todo adolescente e jovem escolhe seus caminhos para o futuro, e apesar de a família nos direcionar por um, na maioria das vezes não é nossa vontade. Ai está o problema: "a quem agradar? A si próprio ou aos outros?" Temos a opção de agradar a ambos, e Valente fala justamente disso!

Cena boa
As cenas em que Merida está com a ursa na selva são bem engraçadas. As cenas misturam alegria, com momentos de aflições, e mostram que na vida, nem sempre a gente só tem flores pelo caminho.

Cena ruim
Não sei se é ruim, mas é desconfortante, para os pais, ver que seus filhos não seguiram o que eles planejaram, que eles são rebeldes, e que desrespeitam. Acho que para qualquer mãe ou pai deve ser muito triste quando um filho da gente não faz o que a gente sonhou!

Perfil
Merida é uma jovem, cheia de vitalidade, de alegria, de força, que passa por momentos que deverá decidir o seu caminho. Sua rebeldia começa pelo seu cabelo despenteado, ruivo e encaracolado.

Opinião
Apesar de ser um desenho, o filme tem um conteúdo para a vida real imenso, trata de questões que todos vão passar ou já passaram. Além disso, mostra como podemos seguir os nossos sonhos e fazer muitas coisas que agradam aos outros! J-J


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 8 de março de 2013

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça ... sim é a Mulher!




"Ela não é do tipo de mulher que se entrega na primeira, mas melhora na segunda e o paraíso é na terceira, ela tem força ela tem sensibilidade ela é guerreira ela é uma deusa ela é mulher de verdade" - CBjr.


Magrinhas, gordinhas, altas, baixas, loiras, morenas, ruivas, japonesas, lindas, tímidas  felizes, orgulhosas, briguentas, fofas, sinceras, guerreiras, estrategistas, ciumentas, cuidadosas, mães, filhas, tias, estudiosas, guerreiras, cozinheiras, amadas, batalhadoras... Enfim... únicas e mulheres, que conquistaram seu espaço na sociedade, aquelas que lutaram até o fim pelo mesmo direto dos homens, aquelas que fazem dez coisas na mesma hora, que sentem a dor do parto e da cólica e mesmo assim continuam firmes! Parabéns a todas as mulheres do mundo por serem o que são, maravilhosas por fora e mais ainda por dentro. 

"Mulheres são como maçãs em árvores.

As melhores estão no topo.

Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,

que não são boas como as do topo,

mas são fáceis de se conseguir.

Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas,

quando na verdade, eles estão errados...

Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar,

aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."

(Machado de Assis)




    Dia 08/03/2013 Feliz dia internacional da Mulher


Por: Thalíta Moreira

segunda-feira, 4 de março de 2013

A prática da reportagem

A prática da reportagem de Ricardo Kotsho é um manual para repórteres que saem às ruas para cobrir matérias. Tal profissão, para ele, é uma opção de vida. O repórter escolhe informar para transformar o mundo. Para mim, essa concepção do autor mostra que não é qualquer indivíduo que é de fato repórter, porque, para ele ser é necessário domínio da linguagem e faro jornalístico.

O dia-a-dia do repórter não é dos mais fáceis. Ele precisa “manter suas antenas ligadas” a tudo que acontece no mundo. É um trabalho de garimpagem, onde transforma-se fatos irrelevantes em matérias agradáveis para o leitor. A concepção de pauta vem da ideia de estar na rua, de estar frente a frente dos fatos. Uma matéria que aparenta ser comum pode trazer novidades sobre o assunto dependendo do enfoque dado.

Em matérias que fogem da rotina, é possível que se monte uma cobertura de última hora. O esquema pode falhar dependendo do repórter que irá cobrir. Este, precisa ter cuidado com as informações que apura, já que, como as matérias são urgentes, informações e transmissões podem falhar. No caso da cobertura no exterior, o leitor precisa se situar em um contexto. De modo geral, tanto na cobertura dentro e fora do país, a transmissão e a emoção são importantes.

Kotsho, no capítulo seguinte, explica o que é a reportagem investigativa e como o jornalista investigador atua. Ele começa dizendo que o jornalismo, como um dos princípios, fiscaliza os poderes públicos. A reportagem investigativa, em suma, é um trabalho de continuidade e de persistência. A matéria do repórter investigativo nunca termina antes do tempo. É provável que o que ele escreveu gere repercussões e ele precise investigar o fato mais a fundo.

Junto a isso, o repórter tem fama de ser chato e persistente para conseguir as informações que muitos guardam a sete chaves. Kotsho dá dicas de como agir para adquirir esses dados. Um deles: “não se pode chegar num lugar e ir logo dizendo qual é o objetivo da reportagem”. É um trabalho que traz riscos e exige do repórter coragem para escrever sobre o que ninguém quer.

O autor, até agora, segue uma linha hierárquica de pensamento. Ele começa falando do dia-a-dia dos repórteres, dos desafios que enfrentam, até chegar nos perfis. Tudo que se aprende até aqui ajuda a compreender melhor essa modalidade de texto. Assim como o repórter de rua deve conhecer sobre o tema que está tratando, o jornalista que realiza um perfil precisa conhecer bem o personagem ou lugar que escreverá. Por essa premissa, o capítulo se constrói a partir de ensinamentos de como se portar perante o entrevistado e como contar suas histórias.

Faz parte do trabalho do repórter realizar um levantamento, onde devem conter conceitos, definições, entre outros, para a confecção da matéria. Parte-se de uma pesquisa prévia sobre o assunto e aspirações (o que se espera) para a matéria. De acordo com o autor, levantar uma situação é recortar a partir do real e costurar novamente.

O escritor, no capítulo seguinte, explica que é difícil definir o que seria uma reportagem social. Para não incorrer em algum erro, ele a classifica de acordo com as matérias inclassificáveis, ou seja, as matérias que não se classificam nas editorias convencionais são sociais.

As ditas “reportagens sociais” são aquelas onde há apuração dos fatos, e onde procura-se responder o porquê das coisas serem como são . Na minha opinião, o papel do jornalista nessas matérias é de denunciar, mas ele não possui uma fórmula mágica que acabe com a situação que ele denuncia, pois não é papel dele, e sim da sociedade.

O autor finda seu livro falando de reportagens que necessitam de um maior aprofundamento e de diversos ângulos. A realização de uma grande reportagem demanda caráter aquisitivo tremendo e de envolvimento para o repórter. Por isso, a palavra-chave é entrega juntamente com responsabilidade. Kotsho, em poucas palavras, diz que a grande reportagem é utilizar do lado orgânico e sensitivo do repórter. “Ver as coisas de perto, com tempo; cheirar, com calma”.

O ofício do repórter está além de escrever, além de criar textos. Creio que a palavrinha mágica para um excelente repórter, seja qual for, é envolvimento. Se ele não se entregar de corpo e alma jamais será um bom repórter. São as experiências da vida que fazem dele um grande profissional.
J-J

Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 1 de março de 2013

Viva sem medo de ser Feliz



E sempre vemos aquela famosa e antiga frase quando há troca de ano ou de mês "Seja bem vindo Março, que Março me traga todos os sorrisos que Fevereiro me roubou. Que venha com bons ventos que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer por favor. Que esse mês tudo dê certo."

Sinto muito lhes dizer, mas não adianta a troca de mês para felicidade e o sucesso vim até você, todos os dias, todos os momentos é um novo começo, não é necessário a segunda-feira vim pra você começar uma dieta, não é necessário a troca de mês ou de ano pra você mudar em alguma atitude ou mudar de estilo, todos os dias, assim que nos levantamos Deus nos da uma nova chance de recomeçar. 


Se ame, ame, grite, chore, corra, engorde, faça dietas, tome chá, leia, brinque com os cachorros, faça tudo aquilo que você nunca fez, sempre há uma primeira vez, não importa o tempo, não importa se o vento esta a seu favor, mas VIVA, viva cada momento, pois quando menos percebemos podemos perder tudo e é nessa hora que as lembranças vão te ajudar a subir novamente, se for necessário, faça uma, duas, três vezes, mudar faz parte e aprender também. J-J






Por: Thalíta Moreira
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