sexta-feira, 19 de maio de 2017

Rádio Bagaralho: Programa "Igual porém Diferente" #2




Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pastelaria do Chian começa agora o programa Igual porém Diferente.  

Neste programa irei mostrar uma música original e uma versão dela aonde vocês irão se deleitar com canções iguais porém diferentes. Hoje vou mostrar a música Barbie Girl do grupo Aqua e a sua versão brasileira com a cantora Kelly Key.


Original







Versão Brasileira







Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Beijos e abraços. J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Quinta de série: Luke Cage







Luke Cage é uma série da parceria Marvel com a Netflix, do mesmo universo de Demolidor e Jessica Jones. Depois que um experimento sabotado ter deixado LC com uma super-força e pele indestrutível, ele se torna um fugitivo que tenta reconstruir sua vida no Harlem, bairro de Nova York. Mas logo é forçado a sair das sombras, lutar pela cidade, assumir a identidade de herói, bem como confrontar o passado do qual tentou fugir.




No início, Luke faz de tudo para esconder seus poderes e apenas se sustentar. A cronologia trata da situação em que se encontra logo após seu término com a Jessica.

Em todo o seriado, Luke conta com um adversário bem a sua altura. Cruel, tipo de bandido à moda antiga, Boca de Algodão é brilhantemente interpretado pelo ator Mahershala Ali, que na minha opinião teve o pior fim da história e a melhor interpretação dentre todo o elenco.

Em comparação com as outras séries que a antecedem, Luke Cage fica bem aquém, mas tem uma pegada dramática e uma fotografia iluminada. 




É um show sem muito drama, ação e mistério, mas também não é sem graça que ninguém consegue ver. Falta carisma do personagem (ou do ator) que é meio robotizado e sobra em muitos personagens secundários - como por exemplo a enfermeira Clair que já salvou a vida do Luke uma vez e vira seu braço direito. 

O que mais vale a pena na série é a sequência cronológica para acompanhar Os Defensores que estreia em agosto. J-J








Por: Stephanie Ferreira

quarta-feira, 17 de maio de 2017

#JJé1000




Este é o post de número 1000 do Jovem Jornalista! Como estou feliz de ter atingido essa marca. Creio que os colaboradores do blog - Stephanie, Pedro, Layon, Thiago e Arthur - também estão entusiasmados com esse número histórico.

Dentro desses 1000 posts, já falamos de vários temas, como: Feminismo, Homossexualidade, Brexit, Socialismo, Capitalismo, Racionamento de água, Terceirização na saúde, Transgenia, Suicídio, Depressão, Corrupção, Esquerdismo, Direitismo, AME, Baleia Azul, Baleia Rosa, Reforma da Previdência, Operação Carne Fraca, Violência, Papel, Erros de português, Nudez na mídia, Adoção de pets, Reajuste nas passagens, Governo Donald Trump, Redes sociais como sinônimo de informação e notícia, entre outros.

O JJ prezou por trazer conteúdos importantes, relevantes e que pudessem fazer a sociedade refletir. Foram 1000 posts de informação, opiniões e pontos de vista. Sim! Opiniões e pontos de vista, todos válidos. Com esses textos, o JJ não seguiu apenas um caminho e uma ideologia. Foi da igualdade da mulher na sociedade, até posts contra a ideologia feminista. Dos direitos dos homossexuais, até a desmistificação que não existe o vocábulo homofobia. Da crítica aos transgêneros, até a possibilidade da pessoa ser e vestir o que quiser. 

Enfim, no JJ os colaboradores tem liberdade para escrever sobre tudo. Os leitores, por sua vez, tem o espaço de emitir a sua opinião, seja ela qual for (Até mesmo os que comentam coisas sem noção e fazem conjecturas incabíveis). Esse é um espaço democrático e com liberdade de opinião, porque é assim que os colaboradores anseiam e é assim que o Jovem Jornalista tem traçado seu caminho.

Nesses 1000 posts, tivemos muito comentários e críticas construtivas. Mas também tivemos negativas. Aqueles, nos deram vigor e incentivo para continuar escrevendo, estas não nos fizeram abaixar a cabeça, mas com elas avançamos. 

Nesse caminho, tivemos que domar algumas feras, tais como: "Não entendo como um blog de jornalismo pode permitir a emissão de opinião", "Você é jornalista mesmo pra escrever uma coisa dessas?!, "Não sei como pode escrever sobre algo que não tem conhecimento real do assunto". Não desistimos perante esses leões. Fomos no escuro, sem saber a repercussão dos posts e que tipo de afronta nos esperaria. 

Apesar disso, os posts repercutiram, e de forma surpreendente. O post da Kibon foi um verdadeiro divisor de águas, que proporcionou coisas excelentes; o do Reinaldo Azevedo rendeu inúmeros compartilhamentos e menções; e, recentemente, o do dia das mães rendeu comentários e ampla visualização (Nem imaginaria isso).

Chegamos ao post 1000. Chegamos a quase 9 anos de existência. Atualmente, não existe a mínima possibilidade do blog terminar. Sabemos quem somos, de onde começamos, qual é a nossa missão e onde queremos chegar. Se eu pudesse definir em palavras esses 1000 posts, diria: são textos que mostram muito de nós, de nossa opinião, com o intuito de informar e alertar a sociedade. Enfim, meu muito obrigado a todos os colaboradores que fizeram parte desses 1000 posts e a vocês, leitores, que os movimentaram com repercussões, críticas e opiniões. J-J


#JJé1000



Por: Emerson Garcia
Arte: Layon Yonaller

terça-feira, 16 de maio de 2017

Qual é a solução para o fim do racionamento de água no Distrito Federal?




Atualmente o Distrito Federal vive uma das maiores crises hídricas de sua história. O racionamento começou em janeiro desse ano (16) e já perdura por 4 meses. O racionamento de água foi a primeira solução imposta, mas agora é preciso que outras entrem em cena para por fim a essa situação atual.

O DF conta com cinco reservatórios independentes (Santo Antônio do Descoberto, Santa Maria e outros 3), sendo que o mais prejudicado no início foi o de Santo Anto Antônio Descoberto, que inclusive abastece a região onde vivo (Ceilândia). Só para se ter uma ideia, em janeiro o reservatório estava com 20% de água (hoje já se encontra com cerca de 60%).  Veja a mensagem que o Governo do Distrito Federal (GDF) colocou em sua fanpage alguns dias antes da medida entrar em vigor:






Com o decorrer do tempo, o racionamento chegou até outros locais - como a parte que faltava de Santa Maria, cidade de um dos colaboradores do blog. Lembro-me que na época o escritor do JJ me disse que a medida não havia chegado lá. As últimas regiões onde adotou-se as medidas foi a área central do Distrito Federal - que engloba as Asas (Sul  e Norte), Lagos (Sul e Norte), Sudoeste, Cruzeiro, entre outras cidades.

No início do racionamento, muito perguntou-se ao GDF o motivo de algumas regiões não terem aderido à medida. O governo respondeu (também em sua fanpage) que isso não tinha a ver com aspectos socioeconômicos das cidades, mas com técnicos:





No presente momento, o Distrito Federal em peso está sob o vigor do racionamento. Com a aproximação da seca, já apresentou-se uma nova solução: uma suspensão dos recursos hídricos de dois dias na semana e um possível aumento da taxa nas contas da Caesb (Companhia de Água e Esgoto de Brasília), que já foi descartada recentemente pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa). Pelo menos na Barragem do Descoberto - que oferece recursos para cerca de 60% da população do Distrito Federal - os níveis de água ainda estão baixos. Meteorologistas apontam que só choverá com intensidade em setembro. Ou seja, o racionamento pode durar até o fim do ano e tornar-se mais rigoroso.


Efeitos

Com certeza a população do DF não quer essa solução, mas sim o fim do racionamento. O cidadão de bem não quer ouvir do governo que esse é um transtorno, mas sim que a situação se resolverá da melhor forma. 

Ao meu ver, os mais prejudicados é a população de baixa renda que não tem condição de comprar uma caixa d'água de 2 mil litros (o preço dessas elevaram-se bastante ultimamente!) ou de fazer ligações hidráulicas para que nunca falte água. Esta tem que carregar baldes de água para banhar, lavar louça e o mais complicado: fazer o asseio da região interna do bumbum, sem água corrente, de modo que não fique com mau cheiro depois! 

Já a classe alta, tem sentido os efeitos do racionamento quase que minimamente, afinal, nas suas incríveis mansões devem existir caixas com litros e litros d'água e nem mesmo os empregados precisam aventurar-se para carregar baldes! Seria interessante ver um político com um balde d'água para se banhar, mas jamais veremos essa cena.

A culpa desses efeitos, em minha opinião, não é da população nem do desperdício de recursos hídricos, mas sim da falta de políticas e planejamento adequados. Agora é fácil para o GDF lançar a campanha para economizar água com o bonequinho chamado "Gastão", que mais parece o retrato daquele político que gasta e desperdiça dinheiro público!




Soluções

Semana passada  (11) participei de uma reunião onde foi discutida uma parte da solução para o fim do racionamento de água no Distrito Federal: a retomada da obra de Corumbá IV que fornecerá água para a região sul do Distrito Federal (Santa Maria, Gama, entre outras cidades) e uma parte do estado de Goiás. A obra será financiada pelo GDF, governo de Goiás e União. O GDF fornecerá o aporte de R$ 500 milhões. Durante o encontro, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, disse o seguinte:

"Conseguimos um empréstimo de 500 milhões de reais para reiniciar a obra de Corumbá IV. Só havia o canteiro. Tivemos a visão da necessidade dessa obra para o abastecimento de água necessário para a qualidade de vida. O sistema gerará 5600 litros de água por segundo. Vamos entregar a obra antes do prazo, o mais rápido possível".


A previsão é que a obra seja concluída em meados de 2018, por volta de setembro, e atenda a sociedade (pelo menos da região sul do DF) até em 50 anos.

Pude participar da vistoria da obra de Corumbá IV, juntamente com o governador Rodrigo Rollemberg e o governador do Goiás, Marconi Perillo. Fiquei deslumbrado com toda a estrutura suntuosa (tanques de águas enormes e canos de larga espessura). Me parece que será uma obra inteligente e que virá para atender aos anseios da população. Abaixo vocês podem ver algumas fotos que registrei:











Obra grandiosa, não é mesmo? Contudo, Corumbá IV não é a ÚNICA solução para a falta d'água no DF. Veja o que o superintendente de Obras da Caesb, Danger Alncar, disse em entrevista ao Correio Braziliense em matéria publicada no final do ano passado (com grifos):

Corumbá sozinha não é a solução. Nosso outro projeto é captar água da Bacia do Paranoá, mas essa obra depende da liberação de recursos do Ministério das Cidades. O que os novos sistemas vão fazer e fracionar melhor a água”.


O fato é que Corumbá IV só atenderá cerca de 30% da população do Distrito Federal. Ainda não existe uma solução plausível para 60% da população, que abrange a cidade onde moro. Corumbá IV só será o primeiro desafio a ser vencido. Ainda tem muitos outros. J-J


Por: Emerson Garcia
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