quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Não sou obrigada a ser feminista por ser mulher


O que o feminismo faz pela mulher? Quais as vantagens de ser feminista? Quando o feminismo vai dar certo? Respostas: nada, nenhuma e nunca.

Sempre ouço dizer sobre o poder feminino, da questão de direitos iguais, da defesa da mulher, dentre tantos outros assuntos envolvendo esse universo. Diálogo e ideologias bonitas mas que não acrescentam em nada à vida da mulher real. A mulher real se desdobra em 100 durante o dia cuidando da casa, dos filhos e do emprego; a mulher real não se abate por qualquer coisa ou desiste fácil; mas a mulher real, também, não se vê melhor ou pior que as outras pessoas, incluindo homens.

O discurso feminista é vitimista e superficial. Se o objetivo é elevar a mulher e sua força, o movimento está bem fora de contexto. Na sociedade moderna já existem leis que protegem a mulher de agressão pelo companheiro e de violência sexual, que são crimes que, na grande maioria dos casos, são cometidos por homens contra mulheres. Também há a igualdade para a mulher exercer qualquer profissão e decidir o que fazer com sua vida e esta acredito que seja a maior conquista da mulher: o poder de decidir. Essa posição de minoria do movimento não passa de mais um ideal marxista e um posicionamento de extrema esquerda política. Aquele movimento que separa para dominar.

As líderes esquerdistas gostam de alegar as vitórias do grupo, das quais só consigo me recordar da questão do voto, mas não mencionam as perdas que, ao meu ver, são mais significativas e fazem a diferença na vida da mulher. Exemplo bem prático e que poucos observam é o transporte coletivo. Na sociedade antiga, dita machista, o homem deveria ceder seu banco para a mulher que estivesse em pé, não por que ela não teria capacidade de ir daquela forma, e sim porque o homem tinha o hábito e a cultura de proteger a mulher. Outra alegação do movimento é que essa sociedade antiga proibia a mulher de seguir seu próprio caminho e até mesmo chegar ao poder, mas não foi o feminismo que fez a situação mudar, foi a consciência da população de que todo ser humano é igual perante a lei.





Talvez o movimento teria mais fundamento e consistência se tivesse como espelho personalidades femininas significativas na história mundial, como Frida Khalo e Dilma Roussef, por exemplo. Frida é uma pintora conhecida por suas sobrancelhas e seu exemplo de vida, por ter tido vários problemas de saúde e por ser bissexual (Juro que passei um dia inteiro lendo sobre ela, biografia, exemplos citados em blogs feministas e foi a única coisa significativa que achei. As obras de arte dela mesmo eu não encontrei). Dilma é uma ex presidente que conseguiu afundar a economia de um país inteiro, lutou contra uma “ditadura”, assaltando bancos, sequestrando pessoas, liderando grupos de guerrilha. Nunca vi uma feminista citar Margareth Thatcher, uma mulher que não ficou conhecida como "dama de ferro" à toa, liderou a Inglaterra e até hoje é exemplo de mulher e líder política. Imagino que não é adorada pelas feministas pelo fato de nunca ter se visto como minoria e por lutar contra os ideias socialistas.






Dito tudo sobre tal movimento, o que posso concluir é que sair nua na rua, defecar em cartaz de “estuprador” e gritar “girl power" não vai impedir que mulheres sofram violência em seus lares, sejam estupradas, sofram preconceito por ser mulher em seus empregos. A única coisa que pode transformar essa situação são medidas reais tomadas pelo legislativo e judiciário.

Não sou obrigada a ser feminista por ser mulher. J-J


Por: Stephanie Ferreira, nova colaboradora do Jovem Jornalista

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Um país de ilusões - o filme!

Brasil, o país do futuro? | Desciclopédia em Português

Caros leitores, "nóis vortemo otra vêis!" Mas é claro que não ia deixar passar essa para inaugurar a volta do Jovem Jornalista a seus trabalhos.

Quando aconteceu a prisão de Eike Fuhrken Batista da Silva (ou Eike Batista) me veio a cabeça um vídeo sobre uma reportagem que o programa 60 Minutes, da rede de TV americana CBS criou sobre um momento otimista de um Brasil que muitos achavam que iríamos ver/ter/apreciar/se gabar perante o estrangeiro. O vídeo aparenta ser de 2010.

Tudo parecia lindo, os entrevistados avistavam um Brasil que, depois de vários "voos de galinha", se tornaria a singular superpotência tropical numa terra onde tudo que se planta se dá; de empresários entusiasmados com o ouro negro (o petróleo); e de um presidente popular (nas pesquisas) que entregaria uma nação pujante a sua sucessora, Dilma Rousseff.

Como diz estes modinhas de internet: SÓ QUE NÃO!

Neste "filme" espetacular temos as participações de Lula, Eduardo Bueno e Eike Batista!

ASSISTA!






E aí, o Brasil deu certo? Tudo é verdade?

Até mais, pessoal. J-J




Por: Pedro Blanche

sábado, 28 de janeiro de 2017

Valeu, Kibon!

Olá, senhores. Interrompemos mais uma vez o hiatus, como bem diz Pedro Blanche. Eu sei que a gente está de volta na próxima semana, precisamente na quarta-feira (01), mas precisava fazer esse post agora por três motivos: pra não perder o 'time' da coisa; por que já temos posts programados para semana que vem; e por que passarei um tempo sem meu celular que estará no conserto nos próximos dias (para quem não sabe, a maior parte da divulgação que faço é por celular, e esse post, em especial, também precisa ser compartilhado).





Há quase um mês (03), fiz uma crônica sobre a dificuldade de encontrar sorvete Kibon em minha cidade. Não reclamei da marca, apenas fiz um post em que contestava a falta dos produtos em duas padarias próximas de casa. Dois dias depois, a assessora de imprensa da empresa entrou em contato comigo por email, Facebook, e posteriormente por Whatsapp. Achei bem interessante o título do email, que dizia: "Assessoria sem Imprensa- Kibon! :)".










A forma como fui tratado foi excelente. Quem diria que esse post, teria uma resposta tão positiva? Não poderia imaginar que o que escrevi chegaria até os ouvidos da assessoria da Kibon. 

Por áudio no Whatsapp, a assessora de imprensa foi bem atenciosa e disposta a resolver o problema que levantei na crônica. Ela disse que é frustrante você procurar um produto que gosta e não encontrar, ainda mais se for sorvete, que ela tanto ama e é sinônimo de alegria, união e festa (Eu também amo muito sorvete, ainda mais se for Kibon, aí é melhor ainda!).

Via Whatsapp, ela me disse se poderia enviar os nomes e endereços dos estabelecimentos que não tinha sorvete Kibon, porque ela falaria para a equipe da empresa resolver (de forma efetiva) esse problema. Além disso, falou pra eu enviar meu endereço, que eles me mandariam ALGUNS produtos da marca. Relatei toda a situação com mais detalhes que a crônica por email:
























Com pouco menos de uma semana, em uma quinta-feira (12), os sorvetes e picolés chegaram até a minha casa. Três belas frasqueiras da Kibon, recheadas de sorvetes, picolés, bombons gelados e outras infinidades de coisas. Vejam a minha cara de bobo e de felicidade ao receber os produtos:








Vieram produtos bem clássicos da Kibon, que eu adoro, como Cornetto, Fruttare, Magnum (Acho que minha mãe gosta mais que eu rsrs), Chicabon e sorvete napolitano. Fiquei maravilhado ao comer o sorvete Tablito (Quero mais picolé Tablito! rs). Só faltou experimentar os da linha Max, 3 seleções e Gelato (Tô sonhando com o Limone, Cappuccino e Giandvia). Acho que deu pra dividir com toda a minha família e amigos Kibon. Todos ficaram satisfeitos! 




Conheça as linhas e produtos da marca aqui. 


Só tenho a agradecer pelo tratamento que a Kibon me deu e por ter mandado tantos produtos (Não foram apenas alguns, não!). A relação entre cliente e empresa foi bem harmônica. Não tenho nada a reclamar. A Kibon ficou preocupada com o problema relatado e fez de tudo para solucioná-lo. Valeu, Kibon! J-J


P.S.: Recentemente, fui até uma das padarias para saber se já tinha sorvetes da Kibon e me deparei com o seguinte cenário: havia um freezer da Nestlé com seus respectivos produtos, e outro da Kibon, que estava vazio. Isso me fez crer que a padaria trocou de fornecedora de sorvete.


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Hiatus excepcionalmente interrompido: em site, dados do avião onde Zavascki morreu foram visualizados mais de mil vezes 16 dias antes da queda

Teori Zavascki morreu em 19 de janeiro em queda de aeronave. | Nelson Jr./STF

Caros leitores, já avisamos em texto anterior:

"Descansaremos, porém, se houver um fato irremediavelmente relevante para dizer, estaremos presentes no blog. Afinal, somos jornalistas hoje e sempre e nem as férias podem nos impedir de lutar contra nossa vocação."


Bem, no programa de rádio Vide Versus na Rádio Vox, na noite de 19 de janeiro, um ouvinte-internauta chamou atenção a um destaque interessante:





O que chama atenção é que coincidentemente em 03 de janeiro de 2017 - 16 dias antes da queda do avião onde morreu cinco pessoas incluindo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki - os dados desta aeronave foram visualizados mais de mil vezes. Veja aqui.

Assim como perguntou o jornalista Vitor Vieira na webrádio: por que um sujeito como o Teori, responsável por processos da Operação Lava Jato, viajaria numa aeronave sem qualquer tipo de proteção e segurança em que se exigiria para um juiz em suas condições de homologar delações com alto teor explosivo?

Mais informações aqui.

Aqui está o áudio integral do programa de quinta-feira onde se fala do assunto.


A informação foi compartilhada. Voltemos ao hiatus. 

Até mais, pessoal. J-J















Por: Pedro Blanche
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