quarta-feira, 29 de junho de 2011

Eternidade



 
Pessoas que fazem parte da minha vida, que fizeram ou que irão fazer, gostaria de dizer que nada é por acaso. Tudo tem um propósito. Ao sair as ruas encontro com pessoas que fizeram parte do meu passado, do meu presente e quem sabe do meu futuro. Crianças, jovens, adultos e velhos, seja quem for, parece que essas pessoas nunca mudam. Elas permanecem como se fossem as mesmas. Um sorriso, um abraço ou um gesto. Posso lembrá-las pelo toque da mão, por um beijo no rosto ou por um simples sorriso. Parece que eu já as conheço a muito tempo, quem sabe as conheço por toda a eternidade. O fato é que essas pessoas da minha vida são como se fossem parte de mim em um espaço eterno. E eu preciso buscar essa eternidade dia-a-dia com Jesus e os próximos. (JJ)

Por: Emerson Garcia

domingo, 22 de maio de 2011

Solidariedade em primeiro plano

No domingo, 17 de abril, fiz pesquisa de campo na Paróquia Santa Terezinha onde conheci duas participantes da pastoral da saúde. A senhora Aída, de 51 anos, e a senhora Lourdes, de 87 anos.
 
Ao chegar na casa de Aída para levá-la a missa de domingo de ramos, estava com expectativa. Ao entrar, vi que era feliz e sorridente, apesar de não ter os movimentos das pernas. Com um sorriso no rosto me atendeu de bom grado. Nesse momento, já estava emocionado com seu modo de ser.

Ela me relatou que possui 1 ano de pastoral e que, por um convite, começou a  participar do programa. Pude perceber como estava feliz de ser acolhida pelo grupo, pois seu olhar demonstrou tranquilidade e paz, assim como o modo que falava.

Me chamou atenção a sua humildade de ser querida na pastoral, pois me relatou que ficava sem graça por causa da boa recepção que as pessoas tem. E, apesar de não ter adquirido saúde em sua totalidade ainda, o trabalho ao qual participa mudou o seu interior e seu espírito.

O cuidado de seu pai, o senhor Antonio, é impressionante. Vontade de sempre ajudar, de apoiar a filha, de não tratá-la com menosprezo.

Tive a experiência de carregá-la até o carro e levá-la para a missa. Segurei-a fortemente e com disposição, para que se sentisse firme e confiante. Aída dependia de mim para chegar até o destino final, e, por causa disso, não poderia desistir no meio do caminho. Coloquei-a no carro com cuidado e afivelei o cinto de segurança.

Também conheci a senhora Lourdes, de 87 anos. Estava disposta e de bem com  a vida. Pude ver o brilho do seu olhar e sua disposição. Apesar de, em alguns momentos, estar cansada, a senhora Lourdes não baixa a guarda. Descobri que tem gostado bastante do trabalho, pois relatou-me que os voluntários da pastoral da saúde possuem responsabilidade com sua vida.

O cuidado que sua filha, Maria de Fátima, possui com a mãe,chamou-me atenção. Não tem  do que reclamar do trabalho, pois percebeu a atenção que eles possuem com sua mãe. Vê a pastoral da saúde como um escape, uma vez que seus irmãos e ela não tem tempo de levá-la.

Perguntei como Lourdes chegava das reuniões da pastoral  e me disse que sempre chega alegre e como uma “menina de 15 anos”. Eu verdadeiramente pude constatar a felicidade de Lourdes. 

A coloquei no carro com cuidado, com o sentimento de paz, e afivelei seu cinto, já que a senhora não possui forças de prendê-lo.

Durante a missa, constatei como os voluntários eram queridos pelos idosos. A cada idoso que chegava, os voluntários o acomodavam e ofereciam ramos com cuidado e dedicação e com o sentimento de dever cumprido.
 
Aída sempre estava atenta ao que estava sendo falado e participava ativamente das atividades. No período de louvor, cantava alegre e animada, com as mãos levantadas. Em outros momentos, balançava os ramos. Não media esforços e não se limitava.

Ao fim da missa, estava com paz no coração. Entretanto, o trabalho com as senhoras ainda não tinha acabado. Elas estavam animadas e parecia que escondiam qualquer sentimento de cansaço. 

Ao deixar Aída em sua casa, me preparei psicologicamente para carregá-la. Dessa vez quase  não conseguia mantê-la nos braços, pois seus ossos pesaram muito. Durante o percurso, não aguentei andar com tranquilidade, chegando um instante que sua perna escapou e eu tive dificuldades de erguê-la novamente. Por fim, consegui colocá-la em uma cadeira e me despedi com um abraço e  um beijo.

Fui levar Lourdes. Ao contrário de Aída, não senti tantas dificuldades, já que conseguia andar, embora com dificuldade. Me despedi com um beijo e um abraço.
 
O trabalho que fui instigado a realizar foi um desafio. Não tem como não se emocionar e se relacionar com  a história das pessoas. A experiência me pôs a prova e requereu de mim fôlego, sensibilidade, disposição e amor. Por um sentimento espiritual segui em frente, e me dispus a ouvir e conhecer cada história. O que mais me chamou a atenção nesse trabalho é como as pessoas que participam tem que se abdicar de si mesmas e passar a viver em função do outro. A preocupação com o outro vem em primeiro plano. Somente quem pensa assim pode trabalhar na pastoral da saúde. (JJ)

Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quantas pessoas cabem em uma só?


Quantas pessoas cabem em uma só? Você já parou para pensar nisso? A casual, a perversa, a relax, a executiva, a de bem com a vida... 

O vídeo acima foi realizado para a disciplina de Produção e Edição em TV. A modelo é a estudante de jornalismo Thandara Yung. Filmagens e Edição de Lucas Madureira. Produção de Luara Nunes, Humberta Macedo, Sara Rayane e Emerson Garcia. Como produtor tive o trabalho de mudar a iluminação do local com gelatinas coloridas para dar ares distintos. O resultado foi isso que vocês viram acima. Gostaram? (JJ)

Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Feriados!

Vocês não tem ideia de como eu estava ansioso por um feriado, pois só assim eu conseguiria postar. Realmente tcc, faculdade, estágio e cursinho te deixam sem tempo. Eu pretendia todo dia dar um 'oi' para vocês, mas os afazeres não me permitiam. Quando tinha tempo era para descansar. Mas o importante é que eu arrumei uma brechinha...

Retorno hoje em dois feriados: Aniversário de Brasília e Páscoa!!!

Brasília



Hoje a nossa capital faz 51 anos. Eu tenho orgulho de morar na capital que tem o céu mais azul e bonito do mundo! Foi aqui que nasci, cresci e vivi boas lembranças. Fui um peregrino e conheci cada cantinho de Brasília. Como me esquecer do  Parque da Cidade  e das flores e árvores tão coloridas daqui?

Desejo felicidades para essa terra que me acolheu tão bem. Espero que a cidade cinquentinha melhore sempre e me alegre cada vez mais!

Feliz aniversário, Brasília! 


Páscoa 
 
Essa é  a época de ressuscitar nossos relacionamentos e fazer renascer aquilo que está morto. Não vamos perder momentos bons, por causa de falhas ou decepções. Por isso, resgate o amor, a amizade e seja feliz!!!

Para aproveitar a época tecnológica, veja o vídeo abaixo:






Um abraço, pessoal! Foi bom voltar. (JJ)

 
Por: Emerson Garcia
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