quinta-feira, 26 de março de 2026

Quinta de série #serieteners3 #12: Love in the time of corona

Pode conter spoilers!



Hoje finalizo o #serieteners3 com a produção Love in the time of corona que é uma minissérie em 4 episódios, criada por Joana Johnson lançada em 22 de agosto de 2020, em plena pandemia do coronavírus. A produção executiva ficou por conta de Joana Johnson, Leslie Odom Jr., Nicolette Robinson, Christine Sacani e Roby Meisinger. Já a produção foi de Resheida Brady e Gillian Sonnier. A cinematografia, por sua vez, foi de Marco Fargnoli e a edição de Geoff Saville e Adam Tiller. A série foi exibida no serviço de streaming Freeform.

O título da produção é um trocadilho com o título do romance Love in the time of cholera. A obra acompanha a vida de pessoas que buscam "amor, sexo e conexão" durante a pandemia de COVID-19, enquanto praticam o distanciamento social. Os quatro episódios possuem o seguinte título: O curso do amor, #Objetivosderelacionamento, Agora falando sério e Amor e protesto.

A produção iniciou-se virtualmente em 29 de junho de 2020, em Los Angeles, usando tecnologias remotas na própria casa dos atores na vida real. Vários recursos, como walkie talkies e câmeras de controle remoto foram utilizadas. A equipe chegou até divulgar um making of para mostrar os métodos utilizados para a concepção do projeto. A série foi pré-produzida, gravada, montada e editada totalmente durante a quarentena.

As histórias dos casais são muito verossímeis e baseadas na realidade de muitos. Por exemplo, Odon Jr. e Robinson, que são um casal na vida real, interpretam James e Sade, que vivem suas vidas um pouco separadas. Ele tem uma carreira ocupada que o mantém fora de casa e ela fica na residência criando a filha. Ao passo que a pandemia os coloca sob o mesmo teto, seu tempo juntos os leva a reavaliar seu relacionamento bem como suas prioridades. O casal também serve como produtores executivos do projeto.


Além da estória de James e Sade, a série segue os colegas de quarto Oscar e Elle que passam por algumas carências e tensões; e Paul e Sarah que criaram uma fachada de "casal feliz" para a filha Sophie, que acaba de retornar da faculdade e não sabe que os dois se separaram.

A série possui episódios curtos, de em média 25 minutos cada um e é facilmente maratonável. Ela é uma série leve, para assistir com toda a família, feita para passar o tempo e distrair a cabeça em momentos difíceis. Love in the time of corona possuiu uma classificação mediana, de acordo com o Rotten Tomatoes e o Metacritic.

Em um período em que as gravações de grandes produções cessavam por um tempo, a showrunner Joanna Johnson pensava em ideias para fazer uma série televisiva segura durante aquele tempo sombrio. Ela explicou mais do projeto:

“Apercebemo-nos de que tínhamos de ter atores que já estavam a fazer a quarentena juntos. Tínhamos de gravar nas próprias casas dos atores. Precisávamos que eles fossem membros da produção e também atores.”



Não foram utilizadas plataformas de videoconferência, como o Zoom ou o Skype, por exemplo, e sim, câmeras profissionais nas casas dos atores. Esses foram testados negativos para a COVID-19. Além disso, tudo tinha de estar desinfetado. Havia gel desinfetante ao lado dos postos de trabalho e medidas de distanciamento social que foram levadas seriamente.

Johnson explicou que a equipe de produção ficou no exterior das casas dos atores, enquanto eles se filmavam a eles próprios no interior. No exterior, montaram tendas individuais para cada trabalhador estar isolado enquanto fazia a sua função. Ainda assim, toda a gente tinha de usar máscaras.

O tema da série é atualíssimo e pertinente. Com a pandemia, muitos relacionamentos amorosos foram balançados. O número de divórcio aumentou e muitos casamentos não sobreviveram a convivência 24 horas com a sua, até então, cara metade. Assim como na vida real, a série traz esse tema por meio de quatro casais. E assim finalizamos o #serieteners3 - A indústria cultural sobre o COVID-19 pelo mundoJ-J

 



Por: Emerson Garcia

terça-feira, 24 de março de 2026

Seja a sua própria comemoração

A vida é única e se vive somente uma vez. Por isso, é importante vivê-la com graça, sentimentos de comemorações e intensidade. Cada momento vivido é único e não volta mais, daí a importância de nos comemorarmos todos os dias. Cada dia é uma vitória, cada dia se apresenta com dores e delícias, com comemorações, recordes batidos, metas atingidas... e é aí que se encontra a beleza da vida.

Tenho procurado viver a vida um dia de cada vez, aproveitando cada instante, como se fosse o último, porque de fato é. Cada batalha é uma vitória e isso já é motivo de comemorar. Tenho procurado sair, me divertir, descansar, estar com pessoas queridas e amadas, fazer o que gosto e me dar prazer, afinal, eu sou importante, comemoro-me todos os dias! 

A vida só faz sentido se a gente saber como cuidar dela, como nos mimarmos, como a valorizarmos. Um exemplo disso, é o cuidado com nosso corpo. De uns tempos para cá tenho cuidado mais da minha saúde, em especial do meu corpo. Tenho procurado fazer dieta, embora tenho falhado um pouco nisso. Procurei mudar alguns hábitos alimentares e isso tem a ver com a comemoração da vida. Além disso, semanalmente tenho feito massoterapia no meu ambiente de trabalho e o corpo agradece muito isso. Me sinto mais relaxado e mais disposto para fazer qualquer atividade. 

Algo mágico acontece quando cuidamos do nosso corpo e de nossa vida. É comemorar a vida, sabendo aproveitá-la da melhor forma, afinal, todos nós somos importantes. Tenha isso como mantra e seja feliz! J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 23 de março de 2026

Projeto Chá Musical- recital de piano com Letícia Gomes e convidados (24 de fevereiro de 2026)


As atividades do projeto Chá Musical voltaram com tudo em 2026, no dia 24 de fevereiro com um recital de piano de Letícia Gomes e convidados. A noite foi pomposa e com diversos visitantes e convidados, com apresentações emocionantes e marcantes. Foram cerca de 7 apresentações e o evento durou por cerca de meia hora ou mais.

Letícia Gomes abriu o recital com uma música de piano com a flauta transversal, Sicilienne da Maria Theresia Von Paradis, com ela ao piano e Geovanny Varela na flauta. Foi uma apresentação emocionante e cheia de poder.

A seguir, foi a vez da pianista Giselle Porto se apresentar como convidada de Letícia. Ela apresentou The Rider de Leila Fletcher e Go to sleep de Folk Tune (livro piano lessons book 2).

O terceiro número foi um dueto entre mãe e filha, ou seja, entre Letícia e Laila Vitória. Enquanto Letícia tocava piano, Laila seu violoncelo. Ambas apresentaram o Minueto de Bach nº 2. 





Letícia apresentou uma peça brasileira sozinha chamada de Prelúdio nº 1 do compositor Cláudio Santoro.

A seguir, acompanhou o tenor Jeancarlo Macgregory numa peça brasileira chamada Hino dos arcanjos São Miguel e São Gabriel do compositor Waldemar Henrique. O número foi dedicado para a coordenadora do projeto, Marilza Luciano.





Após, teve uma apresentação de piano a 4 mãos com o pianista Eduardo Martins chamada Suíte das bonecas nº 1 Berceuse, do compositor Gabriel Fauré. O desafio de tocar perfeitamente uma música a quatro mãos é algo que desafia e encanta a anfitriã da noite, Letícia Gomes. O resultado foi incrível e encantou a todos. 



Finalizando o recital, Letícia tocou sozinha um Estudo de cramer nº 8 em fá menor. 

A noite foi marcada por moções de honra, sorteios, descontrações, homenagens aos aniversariantes do bimestre - Letícia e Danne Strauss, chá, lanches e muita interação e congraçamento. O projeto Chá Musical começou com o pé direito esse ano de 2026, com cerca de 26 visitantes, fora os componentes do projeto! Aguarde os próximos recitais! J-J


















Por: Emerson Garcia

sábado, 21 de março de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Capa & Conteúdo' #37



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM  ( Rádio Bagaralho, a rádio do... povo ). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual, porém diferente. Com o oferecimento do  Sebo Livro Aberto  começa agora o programa  Capa & Conteúdo. Nele mostrarei uma capa diferenciada de um disco e uma música deste que encontrei no  Youtube. Peço que não julguem o disco pela capa e nem pelo conteúdo. 

Gentle Giant - Just the same 






Jack Starr’s Burning StarrNo Turning Back! 






Kinky - Atlas - The Headphonist 







Neil Young - Vampire Blues 






The Who - Mary Anne With The Shaky Hand 







UFO - Mother Mary 








Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 19 de março de 2026

Quinta de série #serieteners3 #11: Utopia

Pode conter spoilers!




Hoje no #serieteners3 falo da produção de ficção científica, drama e suspense chamada de Utopia. A série fala de uma pandemia global profetizada por uma série de quadrinhos, e foi lançada em plena pandemia do coronavírus. Qualquer semelhança é mera coincidência, né?! E é por isso que a produção, de 8 episódios, nos assusta a ponto de não sabermos definir o que é ficção do que é realidade. Criada por Gillian Flynn, tem no elenco John Cusack, Asheleigh La Throp e Dan Byrd.

Em Utopia, um grupo de jovens adultos, que se encontram online, obtém uma história em quadrinhos de culto underground, que não apenas os aponta como alvos de uma sombria organização estatal profunda, mas também os sobrecarrega com a perigosa tarefa de salvar o mundo. 

Lançada pela Amazon Prime Video, a produção foi cancelada após a primeira temporada, o que foi uma pena pois o final requeriria uma continuação, o que não aconteceu. A série foi baseada em uma produção homônima britânica lançada em 2013. A produção tinha diversos elementos que poderiam garantir seu sucesso, como roteiros de Gillian Flynn, famosa por suas histórias repletas de nuances entre personagens e mistérios envolventes, como Garota Exemplar. 



A série seguia um grupo de fãs de quadrinhos que se uniam por conta de um quadrinho (aparentemente) fictício conhecido por Utopia. Contudo, eles acabavam descobrindo diversos significados ocultos nas páginas da história, prevendo, inclusive, ameaças à humanidade. E, misteriosamente, todo acontecia, de fato. Com elementos de conspiração e mistério, a trama ainda apostava nos conflitos internos de cada um dos personagens. O que mais me impressionou na série é sua semelhança com o que vivíamos na época. A série fala de um vírus letal, e o que vivíamos na época? A propagação de um vírus terrível. Isso realmente foi impressionante!

A produção é +16, eu acho. Tem cenas muito fortes, xingamentos e não é recomendada para quem tem algum ou qualquer gatilho. A estória começa pequena, e depois vai se expandindo com novas descobertas e experiências. 

Muitas críticas apontaram o momento inoportuno do lançamento da produção, coincidindo com a pandemia de COVID-19, o nível de violência e as comparações negativas com a obra original. O ritmo e as reviravoltas na trama receberam elogios.

Fica aqui a sugestão de série, mas com algumas ressalvas. J-J






Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 18 de março de 2026

O uso das redes sociais em 'Coração Acelerado'


A atual novela das 7h da Globo, Coração Acelerado, traz o universo sertanejo em formato folhetinesco, mas, sobretudo, utiliza as redes sociais e a tecnologia ao seu favor. Esses recursos dão motor de narrativa, funcionando com certo dinamismo, contemporaneidade e quase como um trunfo para as cenas, conflitos e trajetórias dos personagens. 

Atualmente, o romance pode vir a nascer no direct, a briga explode no grupo da família e a reputação pode ser destruída em um story de 15 segundos. A novela mostra que não dá mais para separar vida real de vida online - e a ela usa isso com inteligência (e drama na medida certa).

Sobre essas questões, reparei em algumas coisas na novela. Confira, a seguir:


Close na Talita


Talita é uma influenciadora digital na novela que tem o programa de live que bomba entre os internautas e os amantes das redes sociais. Ela faz lives polêmicas e cheias de fofocas, principalmente sobre os protagonistas da trama - Agrado, João Raul e Naiane. Quando ocorre alguma live, aparece na tela o vídeo ao vivo e a interação dos internautas.


Interações na tela


Aproveitando esse boom de redes sociais, ocorrem diversas interações na tela, seja o comentário em alguma foto, mensagem de um mozão ou casal apaixonado e até mesmo alguma ligação. Achei esse recurso bem interessante, pois traz dinamismo e ar tecnológico à trama.


Dancinhas


Em um mundo de tiktokers famosos, há também algumas dancinhas veiculadas na trama que viralizam nas redes sociais. Naiane Amaral é uma patricinha e a antagonista da novela que faz dancinhas que viralizam nas redes sociais. Teve uma dancinha dela que foram adicionados efeitos de imagens em neons, que ficou bem interessante.


Redes sociais - lado positivo e lado negativo


As redes sociais tem a capacidade de alavancar uma pessoa ou colocá-la lá no chão, e em todos os episódios vemos esse poder das redes sociais. Elas servem como ferramenta de manipulação e de humilhação, evidenciando o lado tóxico delas.


Em um mundo de fofocas, exposição, cancelamentos e mundo online, Coração Acelerado utiliza isso tudo ao seu favor, trazendo novo fôlego à trama das 7h. J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 16 de março de 2026

Glória Vs. Jackin

Um fato entre uma participante chinesa, Glória, e o chef de cozinha Erick Jacquin ganhou as redes sociais na edição do Master Chef Brasil em 2025. Tratou-se de uma fala de Erick que foi considerada xenófoba. Gloria deu uma invertida, e o fato ganhou as redes sociais, levantando questões acaloradas de falta de respeito e xenofobia. 

Durante uma prova, Erick Jacquin questionou Glória ao ver seu cardápio: "Parece que não é você que fez o cardápio, não tem nada de chinês". Glória, assertivamente, o respondeu, dizendo: "Não é porque eu sou chinesa que não coneço outros pratos. Já fui para Paris, vi a Monalisa de perto". Um dos grandes problemas que vejo na sociedade atual é a limitação e o estereótipo que muitos possuem um dos outros. A origem geográfica não pode limitar às pessoas e o estereótipo não tem a necessidade de dar uma única cara para elas. Pense o contrário: e se Erick Jacquin fosse resumido por sua origem francesa, ele não iria gostar, não é mesmo?! O fato, por sua vez, de eu ser brasiliense não significa que sou corrupto e que moro perto de políticos. 

Glória demonstrou uma vasta bagagem cultural e gastronômica, de tal modo que mostrou inventividade na cozinha, de não cozinhar apenas, e tão somente, pratos chineses. Sua capacidade foi além. É por isso que a resposta de Glória foi elogiada nas redes sociais e por outros artistas, que viram na atitude um momento de "fecho" para o preconceito de Jacquin. Glória, nascida na China mas vivendo no Brasil desde os quatro anos, respondeu de forma assertiva. Ela foi considerada como diva, musa e ícone. Ela conseguiu ser destacada por sua elegância e por expor a lógica absurda de limitar a identidade e o conhecimento de uma pessoa apenas à sua origem.

 

Polêmica reacendida

Em vídeos divulgados nos stories do Instagram, Glória voltou a tocar no assunto, esclarecendo o seguinte:

“Eu entrei no programa com o intuito de dar um toque asiático nos meus pratos, mas isso não quer dizer que eu só saiba fazer comida asiática. Aliás, eu aprendi muitas comidas com amigas de várias regiões aqui do Brasil”.


Glória ainda disse que aprendeu pratos típicos do Ceará, Bahia, Manaus, que inclusive morou lá, além da gastronomia sulista. Ela revelou, ainda, ter conhecimento de diversos pratos de muitos países.

“Eu fiz questão de dar um toque asiático sim, mas isso não quer dizer que eu não saiba fazer outro tipo de comida. Tá bom, gente?”.


Repercussão

Rapidamente o momento viralizou nas redes sociais. Veja alguns comentários:

 

 

 

 

 


O que esse fato nos ensinou? Que não podemos, muito menos devemos, limitar as pessoas. Elas são diversas, criativas, multifacetadas e podem fazer diversas coisas, não precisando ser limitadas por estereótipos e paradigmas. J-J


Por: Emerson Garcia 

sábado, 14 de março de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Pílula Musical' #14



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Editora Orelha de Livro começa o programa Pílula Musical.

- Resultado de um experimento com 144 crianças, os cientistas e pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá descobriram que as crianças que participaram de aulas de música mostraram aumentos de QI e melhores resultados acadêmicos;

- Em estudo realizado pelo psicólogo francês Nicolas Guérguen, cerca de 52% das mulheres deixaram o número de telefone para o galanteador quando uma música romântica acompanha o cortejo. A mesma situação observada com uma música neutra no fundo fez com que o sucesso dos pretendentes caísse para menos de 28%;

- A fantástica música “Under Pressure” foi escrita por David Bowie e os membros do Queen dentro de 24 horas, durante uma maratona de vinho e cocaína;

- O LP "Bozo at the Circus" foi lançado em 1946, pois até então não existia o personagem de TV Bozo. Este disco chegou a ficar durante 4 anos no topo das listas de discos mais vendidos da Billboard (famosa parada musical americana); e

- Mascar chicletes ajuda a tirar músicas que fica na cabeça. Sabe, aquelas músicas que grudam na nossa cabeça sem querer e aí para tira-las da cabeça basta mascar chiclete.



Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir. Pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 12 de março de 2026

Quinta de série #serieteners3 #10: The road to a vaccine J&J


Após mais de 3 anos, finalmente irei finalizar a série de posts #serieteners3 - A indústria cultural sobre o COVID-19 pelo mundo! Faltava eu escrever sobre 3 séries, mas por alguma displicência minha, não fiz. Retorno hoje para finalizar as séries. Sempre tinha esse intuito de concluir, mas agora chegou o tempo oportuno. 

Hoje falarei da produção The road to a vaccine J&J. Foi uma websérie da empresa J&J sobre o desenvolvimento da vacina contra a COVID-19, apresentada pela jornalista e âncora da CNN Lisa Ling e veiculada no canal de Youtube. O objetivo foi o de trazer luz, por meio de entrevistas, informações, depoimentos e atualizações, sobre os esforços científicos para encontrar uma vacina.

Veiculada em vários episódios de em média 50 minutos e 1 hora cada um, a produção contou com cerca de duas ou três temporadas, sempre sendo transmitida semanalmente às terças-feiras pela internet em forma de live.

Produzido pela Vimby, o programa se concentra em mostrar como as vacinas são desenvolvidas e apresenta entrevistas com cientistas, pesquisadores e aqueles que lutam na linha de frente no combate à pandemia de coronavírus. Na época, o diretor de comunicação da Johnson & Johnson, Michael Sneed, falou mais do projeto:

"As vacinas são certamente bem conhecidas no mundo, mas talvez não sejam entendidas em termos do que é necessário para se desenvolver uma. Então pensamos que há uma oportunidade de fornecer às pessoas boas informações, insights e uma espécie de visão dos batidores do que tudo isso implica".

O programa é bem dinâmico e informativo. A condução de Lisa Ling é perspicaz. Ela realmente é bem informada e possui o intuito de trazer informações para o público. A produção é riquíssimo de detalhes e tem o objetivo de trazer os próximos passos e desafios para se conseguir uma vacina. Lembro-me que na época a corrida por uma vacina era bem acirrada. Não havia uma esperança propriamente dita e o que se instaurava na sociedade mundial era o caos e o desespero. Por ser uma doença nova, tudo era muito novo e desconhecido. O mundo todo corria atrás de uma vacina. A J&J, por exemplo, disse que uma vacina poderia estar pronta para uso emergencial no início de 2021 e estaria disponível sem fins lucrativos. 


O caminho para uma vacina é o título em português da produção. O programa iniciou logo após a descoberta do coronavírus e sua propagação. Desde suas origens, ele ficou na vanguarda da produção remota com os principais líderes de pensamento de todo o mundo. O foco na transparência, na diversidade e na descoberta científica deu esperança ao mundo durante a crise da COVID. A websérie foi entregue em 110 países em 10 idiomas, com mais de 100 milhões de visualizações. Ganhou o prêmio PR Week de Melhor Conteúdo. 

Como falei anteriormente, a websérie possui duas temporadas. A 1ª é uma série de vídeos educacionais de oito episódios que examina os esforços mais recentes para responder à pandemia de COVID-19, analisando o complexo processo de desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus. A 2ª é focada em entrevistas com cientistas, líderes globais de saúde e outros especialistas a fim de revelar os mais recentes avanços médicos e colaborações para criar uma vacina contra o coronavírus - e, esperançosamente, um retorno a um mundo sem a pandemia.

Ainda nos dias atuais, recomendo a produção para sabermos o que passamos e o difícil processo que foi para conseguirmos uma vacina eficaz, que minasse o coronavírus. Ao contrário do que possa parecer, The road to a vaccine J&J é bem atual. A produção pode ser acompanhada no Youtube. J-J


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 10 de março de 2026

'Globoplay': bugs e descontinuação do aplicativo

O Globoplay costumava ser o aplicativo em que mais consumia conteúdos, assistindo as programações em downloads por todo o lugar, até mesmo fora de casa. Longe de ser um aplicativo que não bugava e não apresentava falhas técnicas, mas era o que mantinha no bolso por gostar dos conteúdos e programações.

Em toda a história de sua existência (10 anos) o aplicativo apresentou falhas e bugs de deixar a gente de cabelo em pé. Falhas como: o aplicativo travar, ficar um looping infinito e com páginas não encontradas. Além disso, a usabilidade do aplicativo não ser nada intuitiva, por exemplo: você ter que digitar praticamente tudo para encontrar o conteúdo que deseja ou menus cansativos e pouco usuais.






Em junho de 2021 aconteceu um dos maiores bugs do aplicativo, a ponto dos servidores ficarem sobrecarregados e as páginas não serem encontradas. Não era questão de internet, nem nada, mas foi por conta de um ataque hacker que prejudicou o aplicativo. De lá para cá, o aplicativo não teve muitas evoluções, apresentando bugs idênticos ou parecidos e até piores.


Como se não bastasse os bugs do aplicativo, no início de fevereiro desse ano, para minha surpresa, ele foi descontinuado do meu celular. Ao entrar no aplicativo, ele finge que vai carregar e aparece a seguinte tela: 


Na esperança de atualizar o aplicativo, para uma versão mais nova, você clica em "atualizar agora". Daí, abre a página da Play Store, mas você não consegue atualizar o aplicativo. Aparece a seguinte mensagem:




Pesquisando sobre esse assunto na internet, vi que é comum que aplicativos de streaming sejam descontinuados em dispositivos mais antigos. Acompanhe:

"É comum que dispositivos mais antigos percam compatibilidade com aplicativos de streaming devido a atualizações de segurança e novos recursos que exigem sistemas operacionais recentes. O Moto Z3 Play foi lançado em 2018 e encerrou o suporte oficial da Motorola no Android 9 (Pie), o que torna difícil para ele rodar as versões mais novas do Globoplay."


Faltou comunicação e alinhamento por parte da Globoplay. Se o aplicativo foi descontinuado e não pode ser mais ser utilizado no modelo do meu smartphone, a mensagem já deveria aparecer na página do aplicativo. 

Agora, estou sem acesso à Globoplay e aos conteúdos de downloads e baixados. Se o aplicativo funcionava até então no meu celular, porque a Globoplay fez isso?! É uma forma de eu ter que trocar o aparelho, já que ele é de 2019, por um mais atual?! Sim, é, mas não planejava mudar de celular por agora, mas tô vendo que para eu continuar tendo o aplicativo Globoplay, terei que fazer isso. É duro, viu?!

Acredito que a empresa de streaming não vai reverter essa questão. Então, adeus assistir conteúdos com o meu celular atual. Só será possível vê-los pela minha smarTV. J-J


Por: Emerson Garcia
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