sexta-feira, 21 de agosto de 2015

5Q: Divergente + [TAG] Trechos de músicas








Moral
 Você é capaz de aceitar uma sociedade sem criticar suas atitudes e estruturas? O quão alienado você se torna quando faz isso? E a hora exata de se rebelar?

Cena Boa 
Muito difícil decidir qual é a cena boa, pois são tantas que fico em dúvida. Acredito que é a parte que a Tris mostra que veio para ficar e que, além disso, é uma ótima estrategista na missão caça à bandeira.

Cena Ruim
Assim como a cena boa, essa aqui é outra parte dificílima de decidir. Porém, acho que vou ficar com a cena em que a Tris vai no Complexo da Erudição. Sei lá... Achei tão... Sem mais comentários.

Perfil
Ao completar 16 anos, Beatrice tem que escolher entre as cinco facções e seguir sua vida na facção de sua escolha. São elas: Audácia, Abnegação, Erudição, Franqueza e Amizade. Ao fazer o teste que a ajudaria a decidir qual facção ela pertence (através de sua personalidade), os resultados são inconclusivos. Ela é uma divergente. Tris surpreende a todos quando escolhe ir para a Audácia, a facção dos corajosos, e é aí que a confusão começa.

Opinião
Tanto o livro quanto o filme são excelentes. O roteirista/diretor do filme tentou manter o filme fiel ao livro, embora alguns fãs não tenham gostado do longa. Houveram algumas cenas deletadas que eu gostaria muito que estivessem na versão final do cinema. (Principalmente, a cena da faca no olho). O filme tem uma temática excelente para quem curte distopias, e também para aqueles que gostam de questões filosóficas. J-J



Tag: Trechos de músicas

Fui indicado para responder a tag pelo Anderson Pimentel, do blog Andyzando. Obrigado pela consideração!




Regras:
Dar créditos ao blog que criou a TAG (O outro lado da raposa)
Indicar três ou mais pessoas e avisá-las. 



Um trecho que te emociona



“You said "I love you, girl", I said "I love you more". Then a breath, a pause, you said "if you say so". 


Um trecho alegre



"The dog days are over, the dog days are done. The horses are coming, so you better run"


Um trecho que você não consegue cantar



“Baby, come on. Get siuahgsyuafus…”


Um trecho que fale de comida



“Jujuba, bananada, pipoca, cocada, queijadinha, sorvete, chiclete, sundae de chocolate...” 


Um trecho que descreva um momento da sua vida



“And if you have a minute why don't we go, talking about that somewhere only we know? This could be the end of everything, so why don't we go somewhere only we know?”


Um trecho que fale o nome da música



“Can't you hear that boom, boom, boom, boom, boom, boom, bass, he got that super bass…”


Um trecho que diga exatamente o que você pensa



“Don't lose who you are in the blur of the stars, seeing is deceiving, dreaming is believing. It's okay not to be okay. Sometimes, it's hard to follow your heart, tears don't mean you're losing, everybody's bruising, just be true to who you are…”


O único trecho que você sabe da música e que sempre fica na sua cabeça



“Can we go back? This is the moment. Tonight is the night, we’ll fight 'till it’s over, so we put our hands up like the ceiling can’t hold us like the ceiling can’t hold us”


Seu trecho favorito


“Cause, darling, I'm a nightmare dressed like a daydream…”


Blogs indicados



Por: Thiago Nascimento

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Quinta de série: Game of Thrones






A Guerra dos Tronos irá começar! Traição, busca pelo poder, vingança, morte, sangue e aventura. Esses são alguns dos elementos do fenômeno mundial, Game of Thrones, que estreará sua 6ª temporada em 2016. A série é inspirada na série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo, escrita por George R. R. Martin, e transmitida pela HBO.  





O fio principal da história, é a luta desenfreada pelo conhecido Trono de Ferro, objeto de poder e dominação. Em meio a batalhas sangrentas, envenenamentos, ambições, vinganças, a história fica eletrizante a cada episódio - mesmo que ele tenha uma hora de duração. 



O clima sombrio de acampamentos; o clima gélido de locais próximos a uma montanha de gelo; além de castelos e reinos, dão um ar medieval a série, e mais que isso: a um mundo cinematográfico, onde cada história dos personagens, merece ser vista; onde percebemos que torcer pelo nosso personagem favorito, pode não ser recomendado; onde sempre se tem emoções, sejam elas boas ou não; e onde é possível, até rir um pouquinho, mesmo com o clima sombrio que a série propõe.

A série divide-se por sete reinos diferentes: o Reino do Norte, o Reino do Vale e do Céu, o Reino das Ilhas e dos Rios, o Reino do Rochedo, o Reino da Campina, o Reino das Terras da Tempestade e o Principado de Dorne. E em oito casas: House Arryn, House Grevjoy, House Lannister, House Baellish, House Tyreel, House Stark, House Baratheon e House Martell. Ou seja, núcleos diferentes, com muitos personagens, com histórias distintas, mas que podem se entrelaçar em determinados pontos da história.

Vou 'spoilar' (Quem assistiu à quarta temporada entenderá!) quatro reis, de quatro reinos diferentes, dois deles eram (destaque no eram) meus personagens favoritos: Stannis Baratheon (Rei do Mar de medula), Joffrey Baratheon (Rei do Trono de Ferro), Robb Stark (Rei do Norte) e Daenerys (Rainha Além Mar). 



Os emblemas de cada reino são lindos, não são?! Queria todos como pingente!



Personagens favoritos



Não sei se fiz uma boa escolha em ter personagens favoritos. A série não tem dó de matá-los. Ela já matou um deles, além de me deixar perplexo com a morte de outros. Como uma produção pode ser tão cruel assim? Todos os personagens tem boas histórias, e faz com que você se apaixone por eles, até que...


Tyrion Lannister



Ele é carinhosamente chamado de 'duende'. Sua mãe morre em seu parto, e seu pai, rei de uma das casas, passa a vida o culpando. Ele é engraçado, divertido, mas confesso que foi a partir da 3ª temporada que ele tornou-se um dos favoritos. A 4ª temporada pra ele, foi... digamos... turbulenta, e com uma reviravolta no final.


Arya Stark


Ela vira guerreira, mesmo a contragosto da cultura da época. É a terceira filha de Lorde Stark e Catelyn Stark. É uma das minhas personagens mirins preferidas.


Bran Stark


Irmão de Arya, foi nomeado como Bran em homenagem ao homem que construiu a Muralha. Tem uma afinidade incrível com lobos, além de um espírito aventureiro.


Brienne de Tarth


"Fiel" servidora da Casa de Stark, onde se dispõe em servir Catelyn Stark. Hábil com a espada, forte, alta e corajosa, ela não tem medo de nada. Em determinado ponto da história irá trair os Stark's para servir os Lenniste's, mas com um objetivo pra lá de inusitado.


Jon Snow


Filho bastardo de Lorde Stark, que nunca revelou quem foi sua mãe. Um exímio guerreiro do norte, que luta até em meio à neve e frio. Se apaixonará por uma de suas rivais, em um dos romances mais bonitos que vi, até que o inevitável acontece.


Joffrey Baratheon



É o príncipe herdeiro do trono dos sete reinos. Quando assume o poder, a cobiça e o autoritarismo sobem à sua cabeça, e ele é capaz de ser extremamente perverso. Sou um pouco doido de gostar desse personagem, mas Joffrey é vida!


Daenerys Targaryen



"Daenerys rainha, o resto nadinha!" Essa é um dos personagens mais incríveis da série. Fico de queixo caído na 'forma Daenerys' de governar um povo. Dura, quando precisa ser. Sensível, quando precisa ser. Sem falar dos seus dragões pra lá de poderosos!


O que GoT me ensinou?



...que poderes errados nas mãos erradas, podem dar tudo errado;
...que existem bons reis e maus reis;
...que as pessoas são capazes de tudo para conquistar o Trono de Ferro;
...que existe diferença entre autoritarismo e autoridade;
...que um rei só será bem sucedido com sabedoria;
...que a traição tem um preço;
...que tratar bem as pessoas e gerenciar subordinados é um dos passos para o sucesso imperial;
...que a má governança pode colocar um reino todo a perder;
...que informação vale mais que qualquer ouro.


Figurino




O figurino da série é incrível! Parabéns aos figurinistas que trouxeram um ar medieval requintado, com variação de cores, e estilos de roupas, que definem muito bem as casas e os reinos.




Fotografia e produção



Além do figurino, a equipe de fotografia e produção também está de parabéns. Não parece uma série, e sim uma produção cinematográfica. As locações, paisagens e ambientações são perfeitas. Gravada na Irlanda do Norte, Espanha, Marrocos, Malta, Croácia e Islândia.



Depois desse post você ainda não vai ver GoT?! Até a rainha da Inglaterra já declarou que é viciada em Game of Thrones e você aí... J-J








Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Concurso Público Vs. Liberdade de trabalhar 2: a polêmica continua!

A semana seguinte acerca dos concursos.


Depois de meu texto publicado semana passada, me surpreendi com três fatos acerca do assunto que tratei. No site do Correio Braziliense, Fernando Fontainha – professor e pesquisador do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) – critica o atual sistema de concursos públicos. A pesquisa dele está aqui.

Ele defende o fim da taxa de inscrição, a proibição de candidatos reprovados em prestar concurso novamente, a extinção das provas de múltipla escolha e priorizar a realização de provas práticas, como fator de escolha dos candidatos ao serviço público brasileiro. Fontainha critica a relação mercantilista dos concursos públicos em geral, mas essas ideias expressas na matéria do Correio desagradou muita gente:

Críticas para caramba.


Ideias polêmicas... Tão quanto mamilos! (Desculpe, não resisti).

Segundo caso: o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, parece que levou a sério esse negócio de largar a vida política. Arruda agora é professor universitário em Brasília. Na Unieuro ele dá aulas de Engenharia Elétrica às segundas e quintas-feiras. A assessoria da academia declarou que ele passou por processo seletivo e foi aprovado para exercer a função.

José Roberto Arruda é formado em engenharia elétrica na Instituto Federal de Engenharia de Itajubá, estado de Minas Gerais. No campo político, foi diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB), senador federal de 1995 até 2001, deputado federal (2003-2006) e governador do DF (2007-2010). No primeiro e terceiro cargo eletivo citados, Arruda se envolveu em muitas confusões, que envolve corrupção, câmeras escondidas e perdas de mandato. O escândalo que norteou seu governo quase acarretou na intervenção federal no GDF. 

Terceiro e último caso: o outro ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz - parece que comeu tatu -  adiou a sua volta ao Hospital Regional do Gama por mais 20 dias. Agnelo reclamou de dores nas costas por conta da hérnia de disco. O antecessor de Rodrigo Rollemberg teve baixíssima popularidade em sua gestão e deixou, ao atual governador, uma herança de dívidas e os cofres públicos em estado lastimável – o velho estilo de governar da mesma forma como está o Rio Grande do Sul. “Vira-te agora, José Ivo Sartori!”

Agnelo é médico formado pela Universidade Federal da Bahia. Fez sua residência médica em Brasília. Se precisa fazer uma cirurgia geral ou torácica fale com ele. Agnelo Queiroz está lotado no Hospital Regional do Gama onde está lotado. Manteve-se afastado de seus ofícios para se dedicar a política. Foi deputado distrital (1991-1994), deputado federal (1994-2007), ministro do Esporte (2003-2006) e governador do DF (2011-2014).

Seu governo prometia consertar os problemas deixados por Arruda, mas fez pior. Nas eleições de 2014, imagine: o mesmo Arruda estava em primeiro lugar nas pesquisas de voto, e ele em terceiro.


O destino dos ex-governadores-servidores e polêmicas a parte
Citei esses casos, porque estes puxam e muito o assunto “concurso público”. As ideias do professor são polêmicas. Só concordo com ele em relação às críticas do mercantilismo acerca dos concursos públicos, mas rechaço essa ideia de proibir reprovados em prestar as provas pela segunda vez em diante, e priorizar pessoas “experientes” à candidatura. Quantos ganhariam muito mais com essa situação?

E no caso dos dois governadores vê-se a situação pecuniária confortabilíssima de Arruda e Agnelo, pelo fato de serem servidores públicos. Arruda é aposentado pela CEB e Agnelo continua afastado de suas funções sem prejuízo algum. Que vidão hein, minha gente?! Não critico as vantagens de seus vencimentos. Está na lei, não tem cura.

Tudo que já falei sobre o tema está no texto da semana passada, mas gostaria de compartilhar esses três acontecimentos. Agradeço aos comentários do meu último post. Retomo apenas para declarar que é vital abrir o mercado e permitir que o empresário ganhe seu dinheiro sem a burocracia cruel. Uma reflexão foi feita por vocês na semana passada: e se todos forem empregados do governo? De quem vai vir o pagamento para essa gente? Tem que deixar cada um ganhar sua vida, realizar seus sonhos.

Quem quiser seguir carreira na administração pública, boa sorte. Seja “O Exemplo” para os brasileiros e lute com as armas disponíveis para funcionar essa máquina toda. Não é fácil trabalhar com equipamentos retrógrados, cadeiras quebradas, remendadas e a falta de material para prosseguir com os trabalhos. J-J


P.S.: é uma sacanagem o Cespe não dizer claramente em seus editais que uma errada anula uma certa. Eles já alertavam explicitamente sobre isso, mas quem faz as provas desta banca sabe bem, né?!


Por: Pedro Blanche

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Documentário: "Olhos Azuis"

O documentário Olhos Azuis, produzido no ano de 1996 nos EUA e Alemanha, mesmo tendo quase 20 anos, retrata um tema bastante polêmico até para os tempos de hoje. O vídeo tem como pauta o preconceito racial, mas não entre brancos e negros, e sim o contrário.

A produtora Jane Elliot foi ousada invertendo uma situação que era constrangedora aos negros. Agora as situações de saia justa seriam aos brancos, e não somente de pele clara, mas de olhos azuis. O intuito dela era que as pessoas brancas se sentissem excluídas.









Por meio de jogos de poder e de dominação, Elliot deixava essas pessoas perplexas e angustiadas. Em trechos do vídeo, observa-se claramente que as pessoas brancas queriam chorar.

O objetivo do documentário é desmitificar o preconceito às pessoas negras e fazer com que as brancas, de pele e olhos claros, sintam-se da mesma forma.

O documentário é excelente. Um dos melhores que eu já vi. Do ponto sociológico é um prato cheio, visto que trata de um tema de interesse a todos e quebra paradigmas, como o preconceito rotineiro, comum, e que já está enraizado na sociedade.





O vídeo é uma releitura de O olho da Tempestade (The Eye of the Storm) de 1968. J-J


Por: Emerson Garcia
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