quinta-feira, 30 de abril de 2015

Quinta de série: Switched at Birth




Sabe aquele ditado: "quem procura acha?" Então, Bay Kennish (Vanessa Marano) em um exercício da escola faz um teste de tipo sanguíneo e descobre que seu sangue não é o mesmo que de nenhum de seus pais, John e Kathryn Kennish (Donald W. Moffett e Lea Thompson). Com isso, eles decidem fazer um teste de DNA por insistência de sua filha, e descobrem que ela não é sua filha biológica. Ela foi trocada no nascimento.



Então eles encontram sua filha biológica. Daphne Vasquez (Katie Leclerc) é a filha sanguínea de John e Kathryn, e Bay é a filha biológica de Regina Vasquez (Constance Marie). Com a intenção de preservar a segurança de suas filhas, John e Kathryn as convidam para morarem em sua casa de hóspedes. 



Se você acha que seria tudo um mar de rosas e que todos se dariam bem, estão completamente enganados. Daphne sofreu de uma doença em sua infância que a deixou surda e seus pais biológicos não conseguem lidar com a surdez dela, o que a deixa muito triste. Além disso, Bay não aguenta ter que dividir a atenção de seus pais com a “irmã adotiva” e se rebela, inclusive, começando a namorar o Emmett (Sean Bean), melhor amigo de Daphne que também é surdo. Ela começa a aprender ASL (American Sign Language, Língua de Sinais Americana), o que faz com que ela e sua “irmã” se comuniquem mais.



Mas muitos problemas surgem, incluindo o pai adotivo de Daphne e biológico de Bay, Angelo (Gilles Marine) que aparece na cidade depois de ter fugido por muitos anos. Isso mexe com as garotas de uma maneira difícil.

Outro afetado por todo esse drama familiar é Toby (Lucas Grabeel), o irmão mais velho de Bay (tecnicamente de Daphne, sim é uma confusão que dá nó no cérebro). Ele tem tantos problemas quanto as meninas para digerir todas as informações novas.



Segredos envolvem essa família, inclusive o de um dos pais que pode colocar tudo a perder. Quer saber qual é? Então assista Switched at Birth. O mais legal dessa série é que a surdez não é tratada como algo abominável, e sim, como algo que te ajuda a superar os demais problemas. Sinceramente, depois de assistir essa série, fiquei com uma vontade de aprender Libras... Se alguém souber e se dispor a me ensinar, eu aceito. J-J





Por: Thiago Nascimento

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A morte faz parte da vida





Muitas pessoas tem uma certa dificuldade para aceitar a morte. Mas por quê? Vamos levar isso para o lado científico. Quando estamos aprendendo no ensino fundamental os estágios da vida do seres vivos, quais são? Todos nascem, crescem, se reproduzem e morrem.

Mas por que morremos? Podemos pensar nisso de uma forma lógica. Já parou para pensar como seria o mundo se todos fossem imortais? O nosso planeta tem cerca de 7 bilhões de habitantes. Agora se todos fossem imortais e só se reproduzissem e ninguém morresse? A Terra seria a China, só que em todos os lugares.

Como Deus é engenhoso e pensou em cada detalhe. Ele já sabia que ia dar problema se todos vivessem para sempre. Ele criou o sistema de uma maneira que ninguém pudesse viver eternamente mas que aquela espécie não morresse. Olha que legal?!

Devemos, portanto, encarar a morte como parte da vida. É um ciclo. Além do mais, a morte não é o fim, aliás, o próprio significado dela significa 'separação'. É só um outro nível da vida. Muitos pensam que a vida é importante, que construir sonhos na Terra é tudo, que ter família é o principal. Tudo isso tem o seu valor aqui, mas não depois da morte. Por incrível que pareça, existe esperança após a morte, e é isso que deve confortar cada pessoa que perdeu alguém querido. Pense a vida como uma árvore. Quando se morre, essa árvore é cortada, mas a raiz ainda permanece no interior, e é essa raiz que nos dá novas chances, novos recomeços, e uma nova vida, a vida eterna. "Na morte, você não vai abandonar a sua casa, você vai para casa". (Uma vida com propósitos)

Então você, que tem problemas com a morte, ou você, que é hipocondríaco porque acha que toda gripe que você pegar vai te matar... Pare e pense. Você está aqui por um motivo e vai ficar aqui até que Ele queira. Já vi notícias de pessoas paraplégicas andarem, já vi notícias de pessoas que escaparam de tiros por causa de uma carteira, ou um celular que carregavam no bolso. Não adianta ficarmos com medo de uma coisa previsível, que já sabemos que vai acontecer eventualmente. A única coisa que nos resta é entender e respeitá-la. E quando a hora chegar, parta com a morte de igual pra igual, como uma velha amiga, sabendo que existe uma nova vida do outro lado. J-J










Por: H.X.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Paris vs New York

O que caracteriza uma cidade? Seu povo, sua arquitetura, seus esteriótipos? É fácil falar do Rio, pelo que ele tem de principal, assim como de Brasília ou da Europa. Existem coisas que fazem parte somente de um local, e é isso que dá uma autenticidade maior a uma cidade.

O que Paris e Nova York teriam de diferentes? O blog Paris vc Nyc retrata por imagens a cultura desses dois lugares, com design caprichado e vintage. A nível de curiosidade o blog é excelente. Vejam algumas imagens:



O romance parisiense através do filme O fabuloso destino de Amélie Poulain, com sua protagonista de cabelos curtos, franja e batom vermelho. Carrie, personagem mais informal, estilo americanizado.




O jornalismo parisiense e americano tem muita coisa em comum.




A arquitetura de Paris e dos Estados Unidos.




O ídolo de cada cidade.




A festa em Paris mais elegante, e a americana mais despojada.




Que diferença no trânsito!




Os ícones arquitetônicos de cada cidade.




Para o que vale a pena correr.




Bonequinhas de luxo vs. Mad Men.




O hobby de cada lugar.


O que acharam do blog? Para quem quiser ver mais é só entrar lá! J-J

Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Decoração pet: conforto e adaptação


Os pets fazem parte da vida humana e sobretudo da família. É comum pais presentearem seus filhos com um bicho de estimação. Eles alegram o ambiente e fazem companhia aos membros da família. Cuidar dos gatos, cachorros, passarinhos, hamster, entre outros, compreende oferecer a eles o máximo de conforto e um ambiente agradável. Elaborar o cantinho do seu pet, adaptá-lo de acordo com sua casa ou apartamento, oferecer comodidade a ele, são atitudes que não só melhoraram a vida do animal, como melhorarão todo um ambiente.

Moradores de apartamentos, principalmente os pequenos, tem o desafio de adaptar cães, felinos e aves. Como adaptar o ambiente? Como escolher móveis e objetos que comporão esse tipo de decoração? Quais são os tecidos recomendados, para não colocar seus móveis em risco?

A designer Patrícia Ishikawa oferece dicas sobre tecidos, assim como móveis e dicas de decoração pet:


* Materiais compostos por aquablock, brim, sarja e couro sintético possuem a trama mais fechada, o que não permite que o tecido se rompa facilmente. Esses tecidos também impedem líquidos penetrarem. Aplicar impermeabilizante também ajudam na preservação.




* A adaptação de ambientes é o grande trunfo, porque economiza espaço e deixa o ambiente mais bonito, quebrando o clichê de que os ambientes dos pets devem ser feios, somente com jornais e lençóis. Beleza e praticidade tornam-se aliadas.














* Misturar o ambiente da casa com o do animal também é uma ideia muito boa. O aquário colorido do seu peixinho, por exemplo, pode ser uma mesinha de vidro estilosa; um quadro ou uma tela de lcd iluminada, imitando um belo show televisual; ou um azulejo vivo do banheiro.











Dicas valiosas! J-J


Contato:

Patricia Ishikawa – Designer de interiores

www.patriciaishikawa.com.br

contato@patriciaishikawa.com.br


11 984897015


Por: Emerson Garcia

sábado, 25 de abril de 2015

Erotização infantil: certo ou errado?




O Ministério Público de São Paulo abriu na última quinta-feira (23) um inquérito para investigar o "forte conteúdo erótico e de apelo sexual" em músicas e coreografias de adolescentes músicos. Já havia falado das investigações à respeito do MC Pedrinho, agora, a vez é de MC Melody, menina de 8 anos que rebola e erotiza em shows de funk. Conheça-a.







Será que não tem nada de errado com essa menina? Ela não deveria estar na escola ou brincando de boneca? Pra mim, está tudo errado! Menina tem que se comportar como menina, e não usar salto alto, maquiagem, batom e vestir roupas curtas. "Mas Emerson, ela não tem noção de nada do que está fazendo. Ela não rebola pra sensualizar. Ela só está se divertindo". Sim, pode até ser que ela não tenha essa intenção, e nem saiba o que é sexo e o que é ser erótico, mas acontece que tem o público. E pergunto a você, como ela é recebida logo que entra?! Com assovios, elogios e gritos, como se estivessem vendo uma apresentação de uma mulher. 

Mas peraí, Jovem Jornalista, isso foi uma construção cultural. Afirmação corretíssima, leitor. A erotização infantil não existe de hoje, mas ela já tem décadas. Crianças dançavam na boquinha da garrafa Baré; cantavam as letras dos Mamonas Assassinas, que tinham teor erótico; cantavam e rebolavam todas as músicas do É o Tchan; faziam propagandas seminuas; e até acariciavam um adulto peludo na capa de um CD. E por que isso não foi censurado na época, e hoje em dia, o que mais existe é censura e investigação?! Por que nenhum desses episódios eram explícitos e sem vergonha como é hoje em dia. Aliás, a erotização infantil no passado, arrisco dizer, era inocente e sem más intenções. Uma criança acariciando um peito de um homem, não era visto como pedofilia, e sim, como uma demonstração de afeto. Bem como, as manifestações de beijo na boca entre pais e filhos. Hoje em dia, se um pai beijar na boca de um filho dá até processo, e em público então... 

Onde está o problema então?! Na cabeça das pessoas, só isso. Atualmente, a erotização infantil chega a ser absurda. Tudo é explícito agora. As letras e danças são totalmente sensuais e sexuais. A culpa não é do Funk, longe de mim de colocar nele essa culpa, mas das pessoas que não souberam dosar o tom de entretenimento e inocência do passado. MC Pedrinho canta "ajoelha, se prepara e faz um boquete bom"; MC Brinquedo diz "roça, roça, roça o piru nela que ela gosta"; MC Pikachu declara "Sabe o que ela quer? Pau, pau. Meu Deus, ela quer pau"; e MC Melody fala "eu vou, eu vou, sentar agora eu vou". Se isso não é imoral, obsceno, sensual e sexual, não sei o que é então.

Tem gente que ainda defende que essas crianças continuem cantando letras pornográficas, como a mãe do MC Brinquedo que disse "que é melhor ele tá cantando, do que na rua, como um bandido". Eu não acredito, com sinceridade, que o menino de cabelo azul e rosa, e tantos outros, precisem cantar isso, para livrar-se da criminalidade. Acredito, sim, que é necessário ter uma boa base familiar e escolar para ser uma pessoa de bem. Mas aí, parece que sou minoria, pois muitos não veem problema de adolescentes cantar pornografia; de se vestir com roupas curtas; de deixar a cueca à mostra e "fumar um"; de simular sexo anal com uma mulher; ou então de manjar a bunda de uma adulta. Talvez, os pais desses meninos não vejam problema, mas eles se esqueceram que somos seres sociais, e seus meninos estão expostos ao mundo também. E o mundo tem sido obsceno e maldoso.

Qual a diferença de uma propaganda com mãe e filha seminuas, adolescentes seminus em uma moto (E garanto pra você que eles não estavam excitados nem o rapaz ereto), da Xuxa apresentando um programa infantil com um decote monster, de bebês com seus bumbuns a mostra na capa de um cd, para a MC Melody com suas roupas curtíssimas, o MC Pedrinho seminu e o MC Brinquedo insinuando sexo?! Não estamos falando de nudez do mesmo jeito? Sim, é nudez, mas antigamente, não era banalizada como hoje em dia. 

A erotização infantil é certo ou errado?! Diria que hoje é erradíssimo. Com o tempo, ela só piorou. Crianças não podem dançar o Lepo Lepo, em minha opinião, e não porque ela vai "pegar alguém", mas porque algumas pessoas ao redor delas são terríveis. Se fosse outra época, uma garotinha poderia usar roupa, digamos, mais confortável, mas hoje não. E não porque a criança é sexual, mas porque a sociedade é. Por outro lado, mesmo ela não tendo dimensão das suas atitudes, em um primeiro momento, ela vai tornar-se sexual um dia, porque aprendeu a ser. Não acredito que um adolescente precise admirar a bunda de uma mulher, insinuar fazer sexo, "pedir para uma garota fazer sexo oral nele", nem que um pai precise levá-lo à uma casa noturna e dizer pra ele "que tal menina é pra comer" e "tal é pra ser esposa", para ser homem. A identidade masculina se constrói com exemplos, e não com iniciação sexual ou erótica. Chegou a hora de criança, ser criança, e apenas isso. J-J         


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 24 de abril de 2015

5Q: Amor e outras drogas







Moral
Um verdadeiro amor conseguiria mudar o caráter de um homem? O filme mostra claramente a diferença entre ficar e amar alguém de coração. Uma doença afastaria alguém de você? Conheça o poder do verdadeiro amor nessa divertida comédia romântica.

Cena boa
Logo após a cena em que Jamie Randall conhece Maggie Murdock, e ela bate nele com sua bolsa. Muito engraçado.

Cena ruim
A cena de apresentação da fábrica de remédios em que Jamie Randall trabalha. Achei um pouco chata.

Perfil
Jamie Randall é um fornecedor de remédios de uma empresa chamada PFizer. Extremamente garanhão e sem compromisso com relacionamentos sérios, acaba conhecendo Maggie Murdock, portadora do Mal de Parkisson. A relação dos dois, no começo, é carnal, mas quando vão se conhecendo mais, um sentimento doce nasce entre eles.

Opinião
Não gostei muito do começo, por se tratar de um filme com muitas cenas de sexo, mas ao desenrolar comecei a me apaixonar pela história e pelos personagens. O enredo é muito bonito. Em um mundo, em que mais vale o ficar e ter "um lance", o filme diz que é possível cultivar relações de amor duradouras. J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Quinta de série: Demolidor



O Quinta de série dessa semana é especial. Serão duas séries pelo preço de uma. Mais cedo, o Emerson falou de A teia e agora falarei da sensação do momento, a última Coca do verão: Daredevil, a nova série da Marvel/Netflix.



Sinopse: Demolidor segue a história de Matt Murdock, vítima de um acidente que o deixou cego quando adolescente, mas também incutiu nele superpoderes sensoriais. Matt se forma advogado e abre sua firma na perigosa Hell’s Kitchen, onde luta por justiça: de dia como advogado, de noite como o Demolidor, o guardião das ruas de Nova York.

Todo mundo conhece a história do Demolidor, né?! Não! Pode parar por aí mesmo, se você acha que conhece a história. Se você se baseia no filme, recomendo que antes de começar a assistir o seriado, resete seu cérebro como se nunca o tivesse conhecido, porque você não sabe de nada, inocente.



Matt Murdock (vulgo Daredevil) tem apenas um único objetivo: fazer de sua cidade, Hell’s Kitchen, um local habitável e para isso ele deve enfrentar o “rei da cidade”, Wilson Fisk. Matt fará tudo ao seu alcance para proteger sua cidade e aqueles a quem ama. 





Esse cara se f*** tanto que as vezes fico me perguntando se ele é mesmo o mocinho da história. Quando você pensa em mocinho, você imagina aquele personagem que bate em todo mundo e sai ileso, em Daredevil isso não acontece. Se não me engano, no nono episódio ele simplesmente apanha tanto que pensei que não fosse viver para dar continuidade a trama.




Eu ainda não terminei de assistir todos os episódios. Uma coisa  que eu espero que introduzam na próxima temporada (ou ao menos introduza em algum ponto da história), é a personagem Elektra. Estou muito ansioso para vê-la em cena. Espero que encontrem uma atriz que faça jus a personagem. Vale muito a pena assistir essa série, Netflix conseguiu, mais uma vez, fazer uma série f***. J-J





Por: Thiago Nascimento

Quinta de série- nostalgia: A teia





(Experimente ler esse post ouvindo a playlist abaixo.)




Mais uma série brasileira e global (A Globo não está me pagando nada por isso rs). A Teia foi exibida em 2014, às terças-feiras. Possuiu 10 episódios, e foi reapresentada no Festival Luz, Câmera, 50 anos, no início desse ano. Autoria de Carolina Kotscho e Bráulio Mantovani e atuação de João Miguel, Andreia Horta, Paulinho Vilhena e Ângelo Antônio.

A produção foi baseada em fatos reais, na história de um sujeito chamado Marcelo Borelli. Revoltado por não ter as mordomias que era acostumado, entra no mundo do crime e torna-se líder de uma importante quadrilha, roubando carros e assaltando bancos e carros fortes (A série inclusive começa com um roubo astronômico no Aeroporto Internacional de Brasília). O bandido, osso duro de roer, sádico, impiedoso, "criador de confusões", dentro e fora da cadeia, foi interpretado perfeitamente por Paulinho Vilhena, como Marco Aurélio. 






A Teia, portanto, conta a história de rotina de ações e investigações criminais do delegado Jorge Macedo, interpretado por João Miguel (Que em minha opinião atua muito bem. Seu último trabalho foi em Felizes para sempre?) e de sua equipe de policiais. Durante toda a série, o delegado "pinga sangue", como é conhecido, sofre muito, até prender Marco Aurélio e toda sua corja. Foram momentos dramáticos, cheios de ação, de aventura, e até mesmo, de sacrifícios, em que ele teve que desfazer nós, fincar fios de conexões, fazer ligações, para poder capturar Marco. 




Pra mim, a série começa a ficar boa a partir do 4º episódio. De uma maneira geral, ela é interessante, mas tem algumas falhas. O roteiro, por exemplo, é frouxo em vários momentos, deixando a história um pouco difícil de entender. As passagens de tempo entre passado e presente, deixam fios soltos e não ficam bem montadas com a história principal. Alguns mistérios não foram desvendados, após o último episódio. Contudo, gostei do desfecho, e creio que vocês irão gostar também.

Por outro lado, a trilha sonora foi muito bem escolhida, trazendo o melhor do rock hardcore, com The Rolling Stones, NirvanaGuns N' Roses (que são bandas fantásticas, e olha que eu não sou fã de rock), além de Lenny Kravitz. 

A série ainda conta com o romance à la bandido entre Marco Aurélio e Celeste (Andréia Horta). O amor deles é intenso, vívido, cheio de brigas e desconfianças. Protagonizaram cenas intensas na série, mas acho que a química dos dois não foi 100%.




Audiência: A teia registrou audiência de 18 pontos em toda a sua exibição. Tem algumas cenas cinematográficas, perseguições incríveis, de tirar o fôlego. Algumas locações foram incríveis, principalmente as gravadas na minha linda capital, Brasília. Como se esquecer da linda Ponte JK, da Esplanada dos Ministérios e do Aeroporto Internacional de Brasília?! J-J




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Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 22 de abril de 2015

As if by magic



Deveríamos começar esse post de um modo mais profissional, mas vou começar dizendo a única coisa que precisam saber: LA ROUX É F*** DEMAIS!

La Roux é uma banda britânica de eletropop formada por Elly Jackson e Ben Langmaid. Suas músicas são brilhantes. Toda vez que falamos sobre uma banda eletropop as pessoas pensam que são sons eletrônicos repetitivos (vulgo “músicas bate-estaca sem letras”). La Roux não é apenas isso. Elly consegue colocar sentimento em todas as suas músicas, você consegue entendê-las. 




La Roux, que foi ganhadora do Grammy de Best Eletronic/Dance Album, conta com dois álbuns, sendo eles La Roux Trouble in Paradise

Preparei uma playlist com minhas músicas favoritas. Não consigo tirá-las do meu celular, nem que esteja com memória cheia e eu precise colocar alguma outra coisa. Apago todos os aplicativos, mas não tiro La Roux de lá.




Elly com seu cabelinho peculiar conquistou seu lugar para sempre no meu coração. Agora se você pensa que acabou, vou deixar um presentinho a mais para vocês. Caso tenham se interessado e deseja escutar (e ter as músicas), vou deixar um link para download (via torrent) para baixá-las. Divirtam-se! J-J

La Roux (2009)

Trouble in Paradise (2014)


Por: Thiago Nascimento

terça-feira, 21 de abril de 2015

Por relacionamentos saudáveis

Confira a continuação de E esse apego aí?!





Falei no texto passado que sou muito apegado as pessoas, e que não pretendia mudar a minha forma de ser. Contudo, de algumas semanas para cá, percebi que estava em relações tóxicas. Não falo do apego emocional, porque creio que já resolvi isso na outra crônica, mas de relações desiguais que me faziam mal. Relações onde supervalorizava as pessoas, e fazia delas uma rocha.






Somos seres humanos, certo?! Certo. Mas às vezes, queremos ser mais frágeis do que as relações que temos, seja com familiares, amigos, namorados(as), esposos(as). E às vezes, também, queremos fazer dessas pessoas super heróis em nossas vidas. Aqueles onde sem eles somos nada, um zero à esquerda ou a tampinha de uma garrafa. Mas em outras vezes, temos o coração do tamanho do mundo ou o emblema do super homem no peito, e subjugamos as pessoas. Todos essas relações estão erradas.

Um relacionamento onde o outro é maior do que você, não é relacionamento, é um julgo pesadíssimo. E uma relação onde você quer ser maior do que o outro, também não, é tirania e soberba. Uma pessoa que se julga "smilinguida demais" (Depois peço direito ao criador do Smilinguido hahaha) tem problema. Ela nunca acha que pode ser uma pessoa melhor. Uma pessoa que tem a síndrome de Super Homem, também. Ela não acha que pode melhorar. Se acha perfeita.

Eu estava em um relacionamento de amizade assim. Onde o outro tinha uma posição de destaque sobre a minha vida, como se fosse um deus. Finalmente, acordei pra vida. Isso estava me fazendo mal. Era do tipo que acordava e já tinha que ver as mensagens de fulano no Whatsapp, quando ele não falava comigo então... era terrível. Tudo que fazia era pra agradá-lo, sendo que pouca coisa ou nada ele fazia ao meu respeito. Que tipo de amizade é esse, só de uma via?! Em outras relações, o que os outros falavam tinham enorme peso sobre a minha vida. Gente que nem era tão amigo assim. "O que faço pra agradar fulano? Será que o magoei?". Isso chegava a ser torturante. Até que cai na real: isso não é um relacionamento saudável! 

Tive uma lição, como naquela música "Eu sou vou gostar de quem gosta de mim". Agora o meu lema é: "Eu só vou me importar com quem se importa comigo". Porque eu sou frágil, humano, e creio que as pessoas também devam ser. Só se importa quem é humano. Quem é super herói, ou está nessa posição, só se importa consigo mesmo. Eu me vejo falho, feito de pó, com erros, mas disposto a acertar e ser uma pessoa melhor. Ao contrário do que muitos pensam, não acerto sempre, nem sou uma "máquina de acertos". Tenho aversão a pessoas que são boas em tudo, se dizem perfeitas e que não erram. Eu sei que não é assim, mas elas insistem em ser. E o que estava me deixando doente emocionalmente é tentar 'acertar' para esses 'deuses' (Difícil, não?!). Por isso, agora, se um relacionamento está sendo torturante pra mim, ou é melhor voltar a posição de nivelamento, ou fazer como um terrorista islâmico (Entre aspas, viu?! rsrs) e colocar essas pessoas (figuradamente) em minha frente de joelhos com um saco preto na cabeça e "passar a faca" (Brincadeirinha kkkkkkk).

Um relacionamento de amizade onde um amigo quer ser maior do que o outro não vinga. Amizades servem para fazer o outro crescer, e não para estar sempre à frente dele. Por que muitas amizades não vão pra frente?! Porque quando um erra, o outro crucifica-o, não fala palavras de incentivo e apoio. E também porque não são verdadeiros um com o outro.

Um relacionamento de casamento onde o marido quer competir com a mulher e fazê-la de gato e sapato, ou vice-e-versa, também não. Casamento é companheirismo. É certo que o homem deve ser autoridade e a mulher submissa, mas isso não quer dizer que ele tenha que pisoteá-la. Ser submissa, para vocês mulheres casadas ou que querem casar, é estar debaixo da missão do homem, e não debaixo do pé dele (Fala Deus!).

Um relacionamento familiar onde não existe diálogo vai por espaço. Pense em um ambiente onde exista competição, brigas e falta conversa. Com certeza não é um ambiente legal para se estar. Por isso, as famílias estão em crise. Filhos querem ocupar a posição dos pais, mulheres tem mais palavra do que homens, e muitos estão em crise de identidade. A família ideal não é aquela em que se vive em paz, mas aquela que tem seus conflitos mas sabe resolvê-los. 

Chegou a hora de descobrirmos que não temos coração grande demais, nem quebrado, nem de super homem. Temos coração de carne. Precisamos ocupar a posição de humanos, e desocupar o trono que pertence a só uma rocha (A verdadeira rocha, Jesus) e tirar as pessoas de lá também. De rei já basta um. A igualdade tem que reinar nos relacionamentos. Amigos, sendo amigos; pais, sendo pais; filhos, sendo filhos; esposas, sendo esposas. Saiba que muitos relacionamentos se desmoronam porque estão firmados em pessoas. Que tal firmá-los em Deus? J-J


Por: Emerson Garcia
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