quinta-feira, 27 de abril de 2017

Quinta de série: Jessica Jones




Jessica Jones é um seriado baseado nas histórias em quadrinhos da Marvel de uma heroína e quem não adora uma super heroína, né?! Foi exatamente isso que pensei ao assistir Jessica Jones. A vi logo após Demolidor e pensei: “ah, verei uma versão feminina dos heróis da Marvel de NY”. Doce engano meu.

Jessica Campbell Jones não é nem de perto um exemplo de heroína, apesar da super força. Ela é apenas uma detetive particular que não leva muito desaforo para casa, praticamente alcoólatra e deixa de salvar o mundo por ter sido vítima de um vilão chamado Killgrave com o poder de controlar mentes.




No seriado, a história começa após ela ter sido escravizada por ele e  ter matado a esposa do Luke Cage, a quem passa stalkear. Existe uma empresa de investigação particular (Alias) e em seu primeiro caso acaba descobrindo que seu maior pesadelo não está morto e obcecado por ela.

Uma trama viciante e que não mede esforços para te mostrar o verdadeiro eu dos personagens, os quais você ama em um episódio para, logo mais, até no mesmo episódio, passar a odiá-lo. Segue o mesmo tom de Demolidor, mas com um ar mais obscuro, o que combina mais com a personagem principal. É recheado de mistérios e tentativas que não dão certo.




Não posso falar muita coisa da história sem dar nenhum spoiler, mas acima - para os amantes de HQs que conhecem bem a história - já dei algum (risos). O que posso dizer é: não desperdice nenhuma informação! Seja você o investigador principal da Alias, descubra os mistérios, easter eggs  e referências. Tudo será útil ao final do seriado e, posteriormente, em Luke Cage, Punho de Ferro e Defensores. A Netflix acertou mais uma vez em sua parceria com a Marvel! J-J







Por: Stephanie Ferreira

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Eu vi: fim da TV analógica em São Paulo, ‘Massarico’ com S, TV Cultura adere à tela panorâmica e franquia “Shrek” na Band e Globo




Mudanças e coincidências.


O Eu vi de hoje é marcado pelo fim da TV analógica em São Paulo, a adesão de rede pública de televisão ao formato de tela HD, mais um erro de português e a mesma franquia de filmes exibidos em emissoras diferentes.


São Paulo agora é apenas digital


Cartela informativa sobre o desligamento analógico. | ilustração: LAYON YONALLER



No dia 29 de março de 2017, a principal cidade brasileira e o mais importante mercado publicitário do gênero – São Paulo – encerraram suas transmissões de televisão analógica. Como disse Pedro Bial em 1991, “na penumbra, sem hinos, sem cerimônias, sem homenagens”, as principais redes (Globo, SBT, RecordTV e RedeTV!) deram fim a suas emissões:







A cidade onde nasceu a televisão no Brasil há quase 57 anos encerrou suas transmissões de repente. Assim, a RecordTV (inaugurada em 1953) foi a emissora que ficou mais tempo no ar pelo canal 7 VHF analógico. Para se ter ideia da importância ignorada este ano, em 20 de setembro de 1950 ia ao ar – com festa e pompa – a TV Tupi pelo canal 3 (depois canal 4) trazida pelo então magnata da comunicação Assis Chateaubriand (Observação: vídeo sem áudio):






Calendário – O que chama atenção é que, ao contrário de Rio Verde (Goiás) e Brasília (Distrito Federal), São Paulo e região fez seu switch-off dentro do cronograma estabelecido. ATENÇÃO: as regiões de Goiânia e Anápolis serão as próximas a fazerem o desligamento de seus sinais televisivos em 31 de maio de 2017 às 23h59.


Emissora pública adere à tela de alta definição

No mesmo embalo, a emissoras pública TV Cultura redefiniou a posição de sua marca d’água saindo da safe area e adotando o mesmo padrão inaugurado pela Globo ano passado. Compare como está a posição do selo da Cultura:


Marca d’água da TV Cultura “jogada” no canto direito: antes e depois. | TV Cultura



“Massarico” com S


O “maSSarico” em vez de “maÇarico”. | SBT



Percebi às 23h29 do dia 26 de março de 2017 no Programa Silvio Santos (SBT) que digitaram no gerador de caracteres (GCs) a palavra “massarico” com S em vez de “Ç” (maçarico). Foi durante a exibição de pegadinhas e câmeras escondidas.


Shrek na Band e Shrek 2 na Globo

Numa diferença de cinco dias a Bandeirantes (Band) e a Globo passaram dois filmes da franquia Shrek. Na Band, em 16 de abril de 2017 (domingo), a Sessão Livre exibiu o primeiro filme que deu origem a uma série de outros sobre o ogro verde:







Depois, em 21 de abril de 2017 (sexta-feira), foi a vez da Sessão da Tarde exibir a continuação do filme anterior. Detalhe: já estava até programado para passar no dia citado:







Será coincidência?


E foi isso o que eu vi. J-J














Por: Layon Yonaller, colaborador especial do Jovem Jornalista

terça-feira, 25 de abril de 2017

5Q: Fragmentado










Moral
É um filme bem complexo. A mensagem são as coisas que acontecem e não percebemos por falta de atenção, como o abuso infantil.

Cena boa
Fragmentado é cheio de cenas boas. Mas acho a que o personagem principal persegue sua última vítima bem interessante e bem dirigida. A tensão passada por ela foi muito grande. 

Cena ruim
Eu já estou virando fanboy desse filme, mas acho que algumas coisas poderiam ser diferentes. Por exemplo, a cena que a psiquiatra do Kevin vai onde ele mora e percebe tudo o que ele faz. Ao invés de sair e voltar com a polícia, ela simplesmente decide ficar e ajudar as pessoas... Teria ajudado mais se tivesse voltado com a polícia. 

Perfil
Kevin possui 23 personalidades diferentes e cada uma tem um jeito de pensar, de agir e doenças físicas diferentes (uma tem diabetes e a outra não). Uma das personalidades de Kevin sequestra 3 adolescentes. Presos em cativeiro, eles têm que lidar com todas as personalidades e ainda pensar em alguma maneira de fugir.

Opinião
Filme EXCELENTE! Alguém dá um prêmio para o James McAvoy. O cara atua demais! Nós não vemos todas as 23 personalidades no longa, até entendo que é porque poderia estender demais, mas todas que vemos são muito profundas. Você consegue saber o problema de cada uma, a diferença entre elas e o melhor, ver a diferença na atuação do James. Você identifica quem é quem. Até as manias e os tiques são diferentes entre os personagens e ele consegue passar isso para nós. A história fala muito sobre a questão de abuso infantil. O diretor, Shyamalan, conseguiu fazer um ótimo trabalho, assim como nos  anteriores: Corpo Fechado (que é um suposto antecessor de Fragmentado), O sexto sentido e outros. Já virei fã do cara. Espero que Fragmentado seja indicado ao próximo Oscar porque o James mereceu, assim como Shyamalan.    J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 24 de abril de 2017

#amejoaquim : A campanha que deu certo



Joaquim é um bebê de 9 meses que já tem uma história maior e mais complexa que a de muitos idosos. Portador de AME (Atrofia Muscular Espinhal), ele tem uma vida de idas e vindas de hospitais, dependente de aparelhos para sobreviver.

A AME tem origem genética e caracteriza-se pela atrofia muscular secundária à degeneração de neurônios motores localizados no corno anterior da medula espinhal. A AME é a segunda maior desordem autossômica recessiva fatal - depois da Fibrose Cística (1:6000) - e afeta aproximadamente 1 em 10.000 nascimentos, com uma frequência de doentes de 1 em 50 portadores.

A AME atingiu o Joaquim um pouco mais cedo que o comum. Aos dois meses ele já não conseguia mamar e aos cinco parou de sorrir, quando normalmente os primeiros sintomas começaram a aparecer. Só que o Joaquim tem uma esperança: o medicamento Spinraza, liberado em dezembro de 2016 pela FDA (Agência Americana Reguladora, como a ANVISA aqui no Brasil) e agora em abril pela EMA (agência reguladora da Europa), que promete melhorar a qualidade de vida de portadores da AME e até atenuar a atrofia. Só que a família do Joaquim se deparou com o valor alto de 3 milhões de reais para conseguir o tratamento e foi ai que surgiu a campanha.










Com o apoio das redes sociais ela chegou ao alcance de alguns artistas e algumas mídias. Mesmo o objetivo sendo apenas o arrecadamento, a família do Joaquim conseguiu mais que 3 milhões em dinheiro: a divulgação de uma doença pouco conhecida, pesquisada ou tratada no mundo inteiro. A campanha provou que o cidadão brasileiro ainda tem compaixão em seu coração e alavancou outras campanhas de crianças na mesma situação.

Hoje, nosso forte e lutador Joaquim esta medicado e já exibe alguns pequenos progressos. Vamos dizer pequenos porque são coisas como fechar uma mão ou mudar a expressão facial, mas imagina o quão grandioso isso não é para seus pais, que não viam seu filho fechar a  mão ou expressar alguma reação em toda a face e não apenas com o movimento dos olhos? Tenho fé que o maior sonho de seus pais será alcançado: o de vê-lo respirar sem ajuda de aparelhos.


Bom dia com esse vídeo que enche nossos corações de ESPERANÇA. O medicamento Spinraza vem nos surpreendendo todos os dias, Joaquim não mexia a boquinha a muito tempo. Quando iniciamos a campanha para o medicamento Spinraza foi uma forma de desespero. Imagine vocês recebendo uma notícia de um diagnóstico severo como a AME. Todos os dias antes de dormir oramos e pedimos a Deus que cuide do nosso filho. Te amamos muito Joaquim. Spinraza é o único medicamento que teve comprovações para tratar a AME. A doença degenerativa que mais mata crianças. Obrigada Deus, obrigada Spinraza, Obrigada a todos que doaram para iniciarmos o tratamento. A doença chegou no Joaquim muito cedo, ele perdeu os movimentos com 2 meses, 2 meses ele se alimentava por sonda, perdeu o sorriso com 5 meses. O mais importante para nós é a doença parar de degenerar. Filho amado, cada conquista sua é uma grande felicidade para todos nós. Bom domingo a todos 🙏🏻
Uma publicação compartilhada por Joaquim Ambrosio Okano Marques (@amejoaquim) em



Estou acompanhando pelo Instagram todo o progresso do Joaquim. Espero que tudo melhore na vida dele e da família, mas o que mais espero é que no ano que vem eles não precisem mais de doação para conseguir o medicamento; que a ANVISA aprove para que mais crianças com AME possam ter acesso; que o SUS possa fornecê-lo; ou que o governo arque com o custo do tratamento, já que isso está incluso nos nossos impostos. Mas, caso isso não aconteça e mesmo que aconteça, o Joaquim precisa de muita coisa ainda para ter qualidade de vida. Você pode fazer sua doação, basta que acompanhe nas redes sociais e descubra em que e como ajudar. J-J















Por: Stephanie Ferreira
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