sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Rádio Bagaralho: Programa "Você pede, a gente não toca" #4


Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento das Lojas Olhoko Ponto Cão começa agora mais um programa Você pede, a gente não toca!



Arthur: Alô, quem será o primeiro a pedir música hoje?

Carlos: Aqui é o Carlos, eu quero pedir a música 'Shape of you' do Ed Sheeran.

Arthur: Ok, vamos tocar 'Heart Shape Box' do Nirvana para o nosso querido Carlos.







Arthur: Mais uma ligação na área, alô.

Lorena: Alô. Será que você pode tocar para mim a música 'Flor e Beija-flor' da dupla Henrique e Juliano?

Arthur: Mas é claro. Vou tocar a música 'Presente de um beija-flor' do Natiruts.






Arthur: Alô, caro ouvinte, pede a sua música sem medo de ser feliz.

Willian: Alô. Aqui é o Willian e quero pedir a música 'Fresh Outpouring' da Kim Walker. 

Arthur: Ok, caro Will, vou tocar a música 'Fresh Prince of Bel Air' do Will Smith. 







Arthur: O telefone é feito para tocar. Vamos para a próxima ligação.

Duda: Quero pedir uma música, será que posso?

Arthur: Com certeza. Você pede, a gente não toca.

Duda: Então vou pedir a música "Photograph' do Ed Sheeran.

Arthur: Boa pedida. Caros ouvintes, fiquem com a música 'Photograph' do Nickelback.






Arthur: Para finalizar uma última ligação. Quem fala?

Pamela: Oi, aqui é a Pamela. Quero pedir a música 'K.O' da Pabllo Vittar.

Arthur: Tranquilo, Pamela. Vamos tocar para você a música 'Arrasa bi' do Supla.





Queridos ouvintes, quero agradecer a todos que pediram as músicas e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Aguardo mais pedidos para o próximo programa. Um bom fim de semana repleto de felicidades a todos. Beijos e abraços. J-J

























Por: Arthur Claro

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Quinta de série- nostalgia: Cult

(Pode conter spoilers!)







Hoje trago uma série de 2013, já considerada nostálgica: Cult. Ela foi cancelada com apenas uma temporada de 13 episódios. É da CW (rainha dos cancelamentos!) e foi criada por Rockne S. O'Bannon. 

Esta é definitivamente uma produção que não sinto a menor falta. Cult até trouxe uma premissa boa ao usar a metalinguagem e ser uma série dentro de outra série (falarei mais à frente), mas isso não deu muito certo. A série no geral foi um fiasco, com episódios ruins, atuações péssimas e roteiro fraco.

Cult é sobre a investigação do sumiço de Nate, irmão do jornalista investigativo Jeff Sefton. Nate dizia que o programa de TV Cult - uma série criminal estrelada por Billy Grimm - foi feito para o prejudicar. Jeff não acreditava nisso, até que ele desapareceu misteriosamente. O jornalista investigativo, então, começa sua caçada, com a ajuda da assistente de produção de Cult, Skye Yarrow. Juntos, eles investigam os fãs da série, seus atores e todo o frenesi que ela causa nos telespectadores. 

À medida que as investigações avançam, Skye e Jeff descobrem os efeitos que a série pode causar em quem a assiste, bem como suas mensagens sublimares. As consequências dela são tão visíveis que o ator do programa é visto como galã e seu personagem é bastante querido. 






Skye e Jeff compartilham a mesma dor, assim como vários personagens: o de ter perdido alguém da família. Vários desaparecimentos estão ligados à Cult e as respostas para isso só podem ser encontradas através de seus seguidores, conhecidos como True Believers

À cada pista, novos questionamentos são levantados. Muitas perguntas não foram respondidas, o que afetou na qualidade final do seriado. Diversas situações extraordinárias aconteceram, que não tiveram a mínima explicação. Creio que essa falha no roteiro foi visível.


Metalinguagem






A metalinguagem foi o principal conceito levantado pela série, mas que não deu muito certo. Cult pretendia misturar realidade e fantasia, mas acabou se perdendo no meio do caminho. Quando fala-se de uma série dentro de outra, logo vem à nossa mente duas tramas distintas com personagens diferentes. Saber interligar tudo isso não é tarefa fácil. Além disso, a conexão entre elas pode se dar de forma óbvia e pouco interessante, sem muitas surpresas.  



Crítica e audiência


Debates como esses são tratados em Cult: pessoas podem ser influenciadas por programas de TV? Qual é nossa relação com os personagens? Séries podem mexer com nosso psicológico e emocional? Você seria capaz de matar alguém por conta de uma série? Qual é a relação de um fã com um roteirista? 

Cult trata de obsessão, sugestões, efeitos de um programa de tv na sociedade e  vícios. Se fosse uma abordagem mais clara e profunda, a série poderia ser até interessante, mas parece que não teve um cuidado dos roteiristas. O que percebi é que foi uma série realizada de qualquer forma, com um roteiro excelente mal aproveitado.






A série também fala de um culto de seguidores de serial killer, assim como The Following (em breve falarei dela no blog) que estreou na mesma época, mas com sua própria identidade e diferencial. Cult fala das consequências de uma série de TV sobre serial killer, enquanto The Following sobre a busca implacável de um policial do FBI a um serial killer e seus seguidores. Confesso que The Following é muito mais excitante que Cult

A história tinha grande potencial e boas discussões para a sociedade, mas isso não aconteceu em seus episódios. A trama só vem a ficar um pouco interessante a partir do sexto episódio e os anteriores são muito ruins. Creio que isso fez com que muitos telespectadores abandonassem a série no meio do caminho. 

Cult foi tão ruim que foi cancelada com apenas 7 episódios. Depois dele, o canal exibia dois episódios por semana.

A series finale não foi uma conclusão propriamente dita, mas abriu para outras histórias e gerou mais dúvidas que respostas. Parece que a CW é mestre em deixar séries em aberto e sem conclusões né? Uma pena...

Cult teve uma recepção abaixo da média pelo Metacritic (46%) e uma nota dos usuários de 5,6. 


Esta é uma série que não recomendo por todos esses motivos citados no post. Só assista se você quer ficar com raiva e entediado mesmo. J-J






Por: Emerson Garcia

terça-feira, 15 de agosto de 2017

A mensagem certa

Estaremos sempre aqui para você ter a mensagem certa. | ©Freepik


O texto de hoje é mais voltado a quem escreve e tem a mais difícil missão: passar a mensagem, a notícia, o relato de forma certa a você que nos lê todos os dias. Isso não se resume e este blog, mas é no campo da Comunicação em geral.

Ideias e pautas são mais fáceis de arranjar. Difícil é montá-las para que o povo entenda o recado em menor tempo e que fique consciente da mensagem que acabou de entrar em contato, seja na televisão, no rádio, meios impressos e a dinâmica internet. Até o nosso querido Jovem Jornalista tem um grupo especial no Whatsapp para discutir os próximos temas porque somos apaixonados pela informação e pelo slogan que norteia este site: comunicação, jornalismo e indústria cultural em um só lugar.

Isso sem falar na trabalheira que o editor-chefe do JJ, Emerson Garcia, tem para fazer a edição e condensar as publicações de seus seis colaboradores.


A recompensa pelo trabalho


Nos últimos tempos o trabalho, a paixão e a dedicação em passar a mensagem certa a você leitor surtiu muitos frutos como a busca do sorvete, recorde de visitas no post sobre o Reinaldo Azevedo, a homenagem que o JJ recebeu na Câmara Legislativa do Distrito Federal, além da vinda de novos colaboradores de diversas áreas para dar um gás a este site.

Nós iremos completar nove anos em novembro e vamos nos dedicar a manter os nossos laços com vocês leitores que é o combustível e a razão da continuidade dessa missão em passar a mensagem certa.

Até mais, pessoal. J-J














Por: Pedro Blanche

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Vibe humor: músicas ambiente






Olha quem voltou! Um dos quadros de maior sucesso do blog, o Vibe humor! Tem tempo que não temos ele aqui no blog. A última vez foi em dezembro de 2016. Já foram publicadas 32 playlists com temas diferentes (Veja no menu, na aba Vibe humor na lateral!). Hoje falarei de músicas ambiente, que por sinal já estava programado pra falar nos rascunhos.

Certamente você já ouviu alguma canção enquanto estava nos corredores de um shopping, dentro de uma loja de departamentos, de um elevador, de um supermercado ou em uma sala de espera, não é mesmo? A esse tipo de som, dá-se o nome de música ambiente. Veja o conceito, de acordo com o Wikipédia (com grifos):

"Música ambiente (Ambient Music) é um gênero musical substancialmente focado nas características timbrais dos sons, geralmente organizados ou executados com o intuito de se denotar ou estimular a criação de uma "atmosfera", uma "paisagem sonora" ou mesmo para apenas soar como um "discreto complemento” a uma ambiência."


Engana-se quem pensa que as músicas ambiente não possuem vozes e que são apenas instrumentais (como já fiz um post sobre aqui). Pelo contrário, elas também são cantadas, mas tanto as vozes, como os instrumentos trazem algum tipo de conforto, criam uma atmosfera agradável, aconchegante e convidativa. 

Músicas ambiente são fundamentais para salas de espera, como enfatizou esse post do IClinic (com grifos): 


"[...] a sala de espera de um consultório médico já pressupõe, na maioria das vezes, um encontro com o desconhecido, certa angústia, algum mal estar e muita ansiedade. [...]

Para “quebrar o gelo” e deixar seus pacientes mais à vontade, você pode criar uma atmosfera mais agradável e aconchegante enquanto eles esperam pela consulta na recepção ou na sala de espera. [...]"



Existe vários tipos de músicas ambiente, com variações, ritmos, estilos. Elas podem ser clássicas, calmas, harmoniosas, entre outras. Podem ter letras cantadas, ou não - como as músicas terápicas que remetem aos sons da natureza ou as instrumentais. 

Eu separei uma lista com 10 músicas ambiente e irei comentá-las uma por uma. Deem o play na playlist e vamos à leitura!






First day of my life, do Bright Eyes, tem uma melodia folk que acalma e traz boas sensações como a de alegria.

A segunda música da lista chama-se The man comes around, da trilha sonora de Logan. Quando comecei a produzir esse post, me lembrei dela na hora. Ela tinha que estar aqui! Ela traz uma pegada country, com violão e guitarra acentuados. 

Angie tem um ar tropical, ideal para corredores de shopping e elevadores. É uma música gostosa de ouvir, que te deixará bem relaxado. Angie, em sua versão original, é um rock bem famoso, mas que nesse ritmo também ficou muito bom.

A versão de Hello da Adele na voz de Collin e Caroline ficou bem interessante e diferente da original. Enquanto Adele a cantou com toda força, nesta eles cantam de um jeito calmo e acústico.

A única instrumental da lista, Minuet de Luigi Boccherini é ideal para salas de espera, corredores de shopping e elevadores. Acho essa canção primorosa e me lembra as festas de debutantes.

Stay with me é outra regravação nesta playlist. Quantos já não a conheciam? A versão acústica ficou primorosa e traz calma e paciência. 





Ainda bem da Vanessa da Mata abre as músicas brasileiras dessa playlist. Com um ritmo envolvente, com a voz aveludada e doce de Vanessa, a música é ideal para os mais variados ambientes.

Ainda gosto dela do Skank traz uma agitação, mas bem contida, sem muitas variações. 

Em paz de Maria Gadú foi regravada pela banda 5 a seco. Gostei muito desse ao vivo, creio que seja a primeira música desse modo que coloquei nessa playlist. Acho uma canção ideal para lojas de departamentos.

Essa música da Céu é muito boa! Aliás, essa artista é incrível! Fecho essa playlist com o samba/pop envolvente Malemolência. É capaz de você se pegar cantando o refrão "Menino bonito, menino bonito, ai", sem nem perceber.


Esta foi a playlist músicas ambiente! Espero que tenham gostado. Saibam que músicas ambiente são bem mais do que as tocadas em elevadores sociais. Se tiverem ideias de playlists, estou aberto para acatar e fazer o post. J-J






Por: Emerson Garcia
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