quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Quinta de série: La casa de papel

Pode conter spoilers!






O Quinta de série de hoje apresenta um verdadeiro sucesso de audiência e crítica, La casa de papel. A produção mistura ação, suspense e assalto em um triller de tirar o fôlego. Criada por Álex Pina para a rede espanhola Antena 3, ela estreou em maio de 2017 e já conta com 2 temporadas e 21 episódios. Recentemente, a Netflix adquiriu os direitos de exibição. No elenco estão Úrsula Corberó, Alba Flores, Álvaro Morte, Itziar Ituño, Pedro Alonso, Paco Tous, Jaime Lorente, Miguel Herrán, Darko Peric e Roberto García. 

A trama é narrada por Tóquio e conta a história de um grupo de oito ladrões que se trancafiam junto de reféns durante uma semana na Casa da Moeda da Espanha com o objetivo de fabricar dinheiro e fugir por um túnel secreto (o objetivo é imprimir 2,4 bilhões de euros). O plano é arquitetado pelo inteligentíssimo e manipulador conhecido por El Profesor, que fora da Casa da Moeda direciona a equipe, media a relação dos prisioneiros e da polícia e manipula esta última.

A equipe é formada por pessoas que não se conhecem e possuem nome de cidades: Tóquio, Denver, Rio, Oslo, Nairobí, Moscou, Berlim e Helsink, além do Profesor. Cada um deles possui uma personalidade e objetivos diferentes para quando ficarem bilionários. Mesmo sendo desconhecidos uns para os outros, o convívio permite que sejam íntimos e tenham relações interpessoais, até mesmo entre um ladrão e uma refém. 



À cada episódio que passa, a tensão aumenta. Será este o maior roubo da história? Será que os ladrões terão êxito em sua missão? E se algo der errado? Do início ao fim das temporadas, ficamos apreensivos e até mesmo torcemos pelos ladrões. A adrenalina fica à mil: a polícia tem dificuldades de acabar com o assalto, novos fatores são adicionados à ele e cenas de suspense e ação te deixam perplexo. 

O plano foi todo arquitetado meses antes da ação e vemos ele por meio de flashbacks. El Profesor pensou em tudo: o que fazer caso o plano desse certo e, até mesmo, o que fazer caso desse errado. Ele estudou a Casa da Moeda da Espanha por meio de uma maquete, as atitudes da polícia e instruiu os oito ladrões de como deveriam agir. Um dos planos era que eles se tornassem reféns e que todos vestissem um macacão vermelho e máscaras do pintor Dalí. Isso despistaria a ação da polícia e a confundiria, preservando suas identidades pelo maior tempo possível. Acompanhar a execução do plano e sua origem foi magnífico. Realmente El Profesor pensou em tudo. 

Cerca de sessenta e seis pessoas foram feitas de reféns, sendo que uma delas era filha do ministro da Espanha. Para executar o plano sem falhas, será preciso não só lidar com a impressão de dinheiro, como com cada um dos aprisionados. Mas até isso El Profesor deu-se ao trabalho de pensar.

La casa de papel é uma série surpreendente, que te deixará perplexo e vidrado, além de torcer por cada ladrão com nome de cidade. A série possui bons plots, personagens ricos, ação, aventura e suspense.




Personagens



El Profesor: é o líder e cérebro do grupo que controla as ações dos ladrões na Casa da Moeda de fora. Possui aparelhagem de última geração e se comunica com a polícia. Faz de tudo para que o plano seja executado. Extremamente inteligente, planejou o assalto monumental há meses. 




Tóquio: é a narradora da história. De personalidade forte, possui sonhos e se apaixona por um dos ladrões. É impulsiva, inconsequente e não tem medo dos resultados de suas atitudes.




Nairóbi: é sensível e possui uma infância difícil. É especializada em falsificações e perdeu a guarda de seu filho. Agora, tudo o que ela mais quer é tê-lo de volta e reconstruir a sua vida.





Moscou: possui habilidades com metais e é capaz de quebrar qualquer cadeado. É um homem simples que foi preso por roubo de jóias. Entra no mundo do crime ao descobrir que possui asma. 




Denver: é filho de Moscou e possui uma personalidade impulsiva. Apresenta um caráter explosivo e tem em seu pai a única esperança. Durante o assalto se apaixona por uma das reféns. 




Helsink: é sérvio e tem poucas habilidades com a fala. Ao lado de Oslo, é capaz das mais sagazes atitudes. 




Rio: um jovem imaturo, mas bastante inteligente, com especialização em crimes cibernéticos. É um dos ladrões mais sensíveis e que coloca o sentimento na frente de qualquer coisa. 





Berlim: é o líder do grupo de ladrões. Extremamente desumano, insensível e firme em seus posicionamentos. Possui uma doença que pode colocar o plano do Profesor a perder. 





Oslo: também sérvio, é calado e um ótimo soldado para a execução do plano do Profesor ao lado de Helsink. 





Raquel: é a inspetora policial responsável pelas investigações e negociações do sequestro. Possui uma vida sentimental conturbada e lida com a doença degenerativa de sua mãe. No decorrer dos episódios apaixona-se por uma pessoa improvável e proibida. 




Ángel: trabalha ao lado de Raquel como inspetor do caso. Nunca se sentiu tão desafiado na profissão como dessa vez, quando terá que lidar com pessoas ardilosas, fortes e incompassivas. 




Bella Ciao

Esta foi uma emblemática música que foi tocada durante os episódios. A versão original data da Segunda Guerra Mundial e era cantada pelos partisans italianos (resistência) contra o governo nazista e tornou-se conhecida com a série. Várias paródias foram criadas a partir dela. Ouça a versão original: 






Fotografia e trilha sonora




A fotografia da série é intensa e forte. Paletas de cores vermelha, contrastam-se com branca e neutras. As músicas e trilhas sonoras instrumentais casam muito bem com as cenas, ao reproduzir sentimentos e narrar a história. 



Prêmios 


La casa de papel já ganhou diversos prêmios entre 2017 e 2018 como de Melhor Roteiro pelo IRIS, Melhor Série Dramática pelo Emmy e Melhor Série pelo Prêmio Fenix. Além desses, ganhou de melhor ficção, atriz e direção. 


Audiência

A série é uma das de mais elevadas audiências em se tratando de série não-americana. A pontuação no TVST (TV Show Time) também é boa: possuindo 99% de aceitação e notas que variam de 9,7 e 9,9


Crítica




La casa de papel possui bons plots, enredo e roteiro. Tudo acontece sem enrolação e repetição. A série mescla cenas de ação e drama, sempre apresentando flashbacks e explicando alguma situação do momento atual. 

Os personagens possuem uma riqueza de personalidades e perspectivas. Nenhum ladrão é igual ao outro, com sua própria história. 

A corrida policial também é boa, exceto que em algumas horas acontecem deslizes e cenas pouco improváveis de ocorrer na vida real.

LCP prende do início ao fim, mesmo que demore alguns episódios para engrenar de vez.


Sobre a terceira temporada



A Netflix divulgou um teaser da terceira temporada que tem como trilha sonora a música Bella Ciao. O novo volume promete dar um desfecho à história de Berlim, supostamente morto no final da segunda parte. Assista:






Além dos rostos já conhecidos das duas primeiras partes, a terceira temporada contará com Bogotá, Alicia, Tamayo e El ingeñiero. 


Com La casa de papel encerramos essa temporada do Quinta de série. Até qualquer dia. J-J





Por: Emerson Garcia

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Vem aí: JJPLAY! Os vídeos (úteis) da internet

O JJPLAY será o um espaço aberto ao vídeo útil. | ilustração: LAYON YONALLER

O mais novo quadro do JOVEM JORNALISTA será um misto de prestação de serviço, informação e diversão a todos. Após o nosso Hiatus de verão entrará no ar o JJPLAY!

Num monte de vídeos de gente pintando a cor do cabelo, arrancando dentes, passando trotes contra familiares e amigos, notícias falsas e conspirações mirabolantes é obrigação nossa divulgar conteúdos edificantes, úteis e de bom gosto ao maior número de pessoas.

Inicialmente, uma vez por mês na quarta-feira será divulgado um canal de vídeos úteis com suas características, curiosidades e as justificativas do por que ele vale a pena ser visto e apreciado. Você leitor do blog e/ou dono de um canal de vídeos poderá indicar canais que poderão ser úteis a todos. Isso é importante porque o mundo atravessa uma fase de inutilidade onde tudo é tão fácil que a preguiça e o ócio reina sobre os que se esforçam em contribuir com o que é útil a todos.

Nem pense em perder essa ou vai ficar de fora! 

Até a próxima!

UM BOM PLAY PARA TODOS! J-J



















Por: Layon Yonaller, colaborador especial do JOVEM JORNALISTA

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Rosa e Azul: cor tem ou não gênero e as convenções sociais



A discussão do momento tem a ver com duas cores: o rosa e azul. A frase "O Brasil está em uma 'nova era', em que meninos vestem azul e meninas vestem rosa" dita pela ministra de Mulheres, Família e de Direitos Humanos, Damares Alves, ecoa nas principais rodas de conversas. Há aqueles que entenderam a frase no sentido literal e outros que a entenderam como uma metáfora.

Claro que a declaração tomou foco na mídia e atingiu famosos, celebridades e internautas, que se posicionaram a favor e contra a fala da ministra. 

Em tempos de transição drástica de governo e pensamentos, a fala da ministra pôde ter soado como partidária, segregadora e preconceituosa. Essas podem ter sido as primeiras impressões, mas quero desconstruir isso nesse post.


Uma metáfora







Segundo a ministra, pastora e advogada o que ela realizou foi uma metáfora. E o que é uma metáfora? É quando alguém diz algo com outra intenção e/ou objetivo. Desse modo, ao se falar que meninos usam azul e meninas rosa, ela quis dizer que é contra a ideologia de gênero e apenas isso. Não tem nada a ver com cores. Leia o que ela disse (com grifos):

"Fiz uma metáfora contra a ideologia de gênero, mas meninos e meninas podem vestir azul, rosa, colorido, enfim, da forma que se sentirem melhores. Se quiserem, mamães e papais podem vestir as crianças com roupas coloridas".


Em outras palavras, o que ela quis dizer foi o seguinte: Olha, as cores podem ser usadas por meninos e meninas. Não há restrições quanto à isso e que usar roupas coloridas não é o mesmo que uma menina usar roupa de menino e vice-e-versa. 

Tanto foi uma metáfora a frase de Damares, que ela apareceu em público com uma roupa azul. Se fosse no sentido literal o que havia dito, ela não poderia usar a cor. A secretária da Família, Angela Gandra Martins, defendeu a fala da ministra (com grifos):


"O que ela quer dizer é que a gente vai procurar acentuar o que é próprio de cada um. A gente não vai construir uma outra identidade esquizofrênica dentro dela, vai respeitar o que é natural naquele ser humano."



Ou seja, os Direitos Humanos acima de qualquer ideologia. 



O vídeo


Damares aparece no vídeo de forma animada e convicta até que diz a frase célebre. Assista:





Há um entusiasmo das pessoas que estão ao redor da ministra quando ela fala a frase e eles chegam até mesmo a repeti-la. No fundo, a bandeira de Israel aparece - uma flâmula de uma das regiões mais religiosa do mundo. Posso inferir que essa nova era que Damares verbaliza tem a ver com os Direitos Humanos, inclusive das crianças, preservados e intactos. Acredito que mesmo que a bandeira israelense tenha aparecido, a filosofia não tem a ver com religião, mas com movimentos políticos subliminares. 



Príncipes e princesas



Em um momento que de acordo com propagandas da Avon meninas não podem ser chamadas de princesas e elogios devem ser repensados e reconfigurados, Damares prega a ideia que garotas devem ser tratadas como PRINCESAS e garotos, como PRÍNCIPES, e não vice-e-versa. Esta também é uma significação para a frase da ministra

As campanhas da Avon, publicadas em meados de 2018, foram criticadas pelos conservadores, que as consideraram ideológicas e tendenciosas em demasia. Para a Avon, meninas deveriam ser chamadas do que elas quiserem:






A fala da ministra vem para quebrar com todos esses paradigmas e padrões que foram empregados de forma forçada. O interessante é, que se por um lado prega-se a ideologia de gênero, por outro brinquedos de menina são rosa e os de menino azul. Meninos, de acordo com a Omo, são aventureiros e brincam de bicicleta e garotas, são doces e frágeis. 

Acredito que mesmo com toda essa imposição será difícil reverter alguns conceitos já tão impregnados na sociedade.


Convenções sociais


Realmente as cores não possuem gênero e a ministra quis dizer exatamente isso. Houve uma época que meninos usavam rosa e meninas azul e tantos meninos quanto meninas usavam vestido até o primeiro corte de cabelo. 

O fato é que a questão do rosa e azul é mais cultural e propagandista, do que biológica. Convencionou-se assim. No texto Azul é a cor mais rosa, publicado em 2016, falei sobre isso:

"A ideia das cores para cada gênero só surgiu no início do século 20 e era o inverso da atual (rosa para meninos e azul para meninas). Somente entre 1920 e 1950, que as lojas inverteram isso, para aumentar as vendas."


Tais convenções sociais podem ter levado ao preconceito de um menino não usar um acessório ou uma vestimenta na cor rosa, embora esta signifique força e coragem. Além disso, não poderia usá-la por uma questão de marketing. Não foi a Damares que delimitou o uso das cores, mas a sociedade




Inspirações de decorações para o Chá de Revelação (da esquerda para a direita): 1 - bolo com recheio; 2- balões; 3- bigodes e lacinhos; e 4 - placar. 



Falei das cores de brinquedo para cada gênero, mas até mesmo o Chá de Revelação possui convenções sociais: balões, sprays, ovos ocos, bolo e elementos azuis caso o bebê seja menino; balões, sprays, ovos ocos, bolo e elementos rosas, na ocasião se for menina. Por que esses ideológicos de plantão não fazem o chá de revelação com inversão de cores? Por que, se cor não tem gênero, no chá de revelação, sim?! Por que ninguém ousa, mesmo com ideais de gênero, presentear a grávida que espera um menino com um enxoval rosa? Respondo: por que já temos conceitos e ideais impregnados em nossa sociedade.

O Youtuber Jonathan Nemer satirizou o Chá de Revelação em um vídeo em seu canal, o Desconfinados. Veja:





Não adianta um famoso lacrar nas redes sociais de rosa, sendo que costuma vestir sua filha negra de rosa. Não adianta uma moça vestir-se de azul e presentear sua afilhada com um enxoval todo rosa bebê. Há, nesse sentido, uma hipocrisia descarada.


Hipocrisia







O ator Bruno Gagliasso protestou contra a frase da ministra com uma blusa MANIPULADA rosa, de acordo com o maquiador Agustin Fernandez:


"A hipocrisia e a vontade de lacrar são tão grandes que não tinha nenhuma camiseta rosa no armário, daí editou uma foto velha"


Este foi um protesto por conveniência, com o objetivo único de aparecer e gerar cliques.

Em outra ocasião, Bruno Gagliasso aparece vestido de unicórnio AZUL e sua esposa, Giovanna Ewbank, de um ROSA. Tem alguma coisa errada, não?! Será que o Bruno segue convenções sociais? Em minha opinião, é claro que segue e só quer 'lacrar', como dizem por aí. 





Assim como Bruno, outros famosos resolveram protestar contra a fala da ministra.


#Cornãotemgênero





A hashtag #Cornãotemgênero tomou de conta das redes sociais. A jornalista da Globo News, Andréia Sadi, protestou de azul em uma entrevista com a ministra Damares; famosos como Luciano Huck, Mônica Iozzi, Fernanda Paes Leme, Maria Gadu e Leilane Neubarth em seus protestos enfatizaram que cor não possui gênero.

Em minha opinião, este foi um protesto desnecessário. Vimos que a fala da ministra foi metafórica e não literal. 




Ouvi uma vez de alguém que, na verdade, realmente as cores não tem gênero ou sexo, mas sim as pessoas. O mesmo com as roupas: elas não possuem gênero, mas sim os seres humanos. 

Acredito que ninguém pode dizer que rosa é de menina e azul de menino, mas a própria convenção social, como falado anteriormente, não nos permite que demos um tênis rosa para um menino e quando vemos um menino com uma camisa rosa na rua ainda há aquelas falas maldosas que dizem que "rosa é cor de menina" e que "o menino que usa rosa é veado".

Enfim, cor não tem gênero, mas as pessoas sim e uma menina diz "obrigada" e um menino "obrigado", como em uma imagem do Gran Cursos divulgada.








Use a cor que quiser





Meninos e meninas podem usar rosa, azul, preto, branco, verde, branco, vermelho, lilás, marrom e outra infinidade de cores. As cores são universais e não possuem gênero. Cor alguma pode definir uma pessoa ou sexualidade. Escolhas de cores não definem quem você é. Contudo, não podemos deixar de negar as convenções sociais já bastante consolidadas na sociedade. J-J 



Por: Emerson Garcia

sábado, 12 de janeiro de 2019

Observações das vinhetas 'Quem é daqui sabe o quanto'




As campanhas globais de vinhetas Quem é daqui tem o intuito de enaltecer características visuais, arquitetônicas e naturais do Distrito Federal, em especial de Brasília. 

De acordo com dados do colaborador Layon Yonaller elas surgiram em 21 de abril de 2018, em pleno aniversário de Brasília, antes de ir ao ar o programa Distrito Cultural e após o Jornal Hoje. O primeiro vídeo institucional foi o da faixa de pedestre. Assista-o:






Após esse vídeo, outros foram criados. Veja:










Tenho algumas observações sobre os vídeos e falarei adiante.


O visual 



Os vídeos apresentam um visual clean com toques coloridos e em degradê. As campanhas são minimalistas e com formas geométricas - como círculos, retângulos e esferas. 

Com poucos recursos, a Globo conseguiu passar a mensagem principal de cada vídeo, além de reiterar as arquiteturas e visual de Brasília cheias de linhas e formas.


A mensagem



Os vídeos sempre são iniciados com o seguinte texto: "Quem é daqui sabe o quanto...", seguido do restante da frase. Veja:

"QUEM É DAQUI SABE O QUANTO respeito é fundamental."

"QUEM É DAQUI SABE O QUANTO a arquitetura é moderna."

"QUEM É DAQUI SABE O QUANTO a natureza é bonita."


Essa frase está ligada à ideia de pertencimento e identidade de um local. É certo que quem é de Brasília entende todas as referências dos vídeos e tornar-se pertencente da localidade.


A arquitetura e outros elementos


Os vídeos retratam diversas arquiteturas brasilienses, como: a Caixa D'água de Ceilândia, a Praça do Relógio de Taguatinga, as formas da Casa do Cantador, as tesourinhas, as esferas do Memorial JK e a faixa de pedestre. 

Agora, irei comparar as fotos dos monumentos retratados com os vídeos.


Quem é daqui sabe o quanto respeito é fundamental.














O vídeo apresenta as famosas tesourinhas e faixas de pedestre do Distrito Federal.

Comparando as tesourinhas do vídeo com as reais, percebemos que aquelas são mais grossas que estas. Contudo, ao ver a vinheta da Globo logo nos remetemos às famosas faixas de trânsito. 















Esferas circulares também aparecem caminhando pela tesourinha. Elas fazem referência às esferas do Memorial JK e são fidelíssimas.



Quem é daqui sabe o quanto a arquitetura é moderna.


Neste vemos a Caixa D'água de Ceilândia, a Praça do Relógio de Taguatinga e a arquitetura da Casa do Cantador.












A Caixa D´água do vídeo é menos larga que a original, tanto na copa quanto na coluna. Para aquela ser idêntica à esta deveria ser mais grossa e com detalhes na coluna principal. Entretanto, entendi o viés minimalista que as vinhetas se propõem.
















Talvez a representação da Praça do Relógio de Taguatinga seja uma das mais verossímeis, pois a coluna é da mesma grossura da original, assim como o quadrado do relógio. 




Os famosos arcos da Casa do Cantador foram retratados de forma quase verossímel, exceto que a arquitetura da vinheta tem mais uma curva do que a original.



Quem é daqui sabe o quanto a natureza é bonita.


Árvores de ipês e visão panorâmica do Parque da Cidade são retratados. 














Os famosos ipês exuberantes e coloridos do Distrito Federal (Brasília) foram retratados de forma esférica, ao invés do formato original. Mesmo assim, as flores floridas foram bem representadas na vinheta. 




A Praça dos Cristais de Brasília foi apresentado de forma minimalista e simples, por meio de formas geométricas. Vários degradês de verdes também foram utilizados. 


Essas foram as minhas observações sobre as vinhetas. Agradeço ao Layon Yonaller pela disponibilidade dos vídeos. 


Vocês já tinham visto essas vinhetas? Gostaram? Digam nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia
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