sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Hiatus de verão - de 17 de janeiro à 02 de março

Não são três meses de férias que passam depressa, mas o JOVEM JORNALISTA está novamente entrando no período de descanso, para recarregarmos as energias.

No período de 17 de janeiro à 02 de março o blog estará fechado temporariamente. Descansaremos e bolamos novos quadros para trazermos publicações super interessantes para todos.

Vocês ainda poderão entrar em contato conosco através do email (emersongaffonso@gmail.com), Instagram, Twitter e Linkedin.

Nos vemos mais tarde com análises de clipes (Entre Frames), séries/programas (Quinta de Série), além de outros quadros de sucesso, notícias, reflexões e polêmicas. J-J





Por: Thiago Nascimento

'Nescafé' cria bebidas de café gaseificadas para o verão 2020

*Publicado originalmente em 30 de dezembro de 2019


Dia 22 de dezembro o verão chegou com tudo no hemisfério sul. E o verão é sinônimo de que? Praia, sol, picolé, sorvete e bebidas geladas. Foi com esse intuito que a Nescafé lançou duas novidades refrescantes para a estação: o Nescafé Fresh nos sabores Coffee Lemonade e Coffee Citric Tonic. A bebida é uma junção de um dos líquidos mais amados pelos brasileiros (café) com sabores levemente gaseificados. 

A Nescafé apresenta um produto irreverente e refrescante para o verão. Não sou amante de café gelado (Até bebo chá gelado), mas fiquei curioso por experimentar essa bebida refrescante, que acredito lembrar um pouco a Coca Cola. A ideia da marca é surpreender e agradar os amantes de cafeína.


Vendas


Os novos produtos da Nescafé estão disponíveis nas versões frutas cítricas com tônica e limão siciliano, custando a bagatela de R$ 8,50. Achei o preço bem salgado, levando em conta que a bebida possui 260 ml e que um refrigerante de 2L é na faixa desse preço. Mas acho que vale a pena pagar para ao menos experimentar. 




Por enquanto o produto está disponível APENAS na flagship KitKat Chocolatory - localizada no shopping Morumbi, em São Paulo, o que é uma pena pois queria comprá-lo aqui no Distrito Federal. 




Sobre a Nescafé


Nescafé é uma marca de café solúvel da Nestlé. Seu nome é resultado da junção das palavras Nestlé e café. A marca foi desenvolvida em 1938 na Suíça e em 1953 no Brasil. 


Amante de café

Como jornalista e funcionário público sou adepto de um bom café. A mistura mais irreverente que fiz com ele é juntá-lo ao leite. Então, tomar uma espécie de refrigerante de café com sabores exóticos seria uma experiência no mínimo interessante. 


Observação: Mais uma vez não recebi nenhum produto da Nestlé ou da Nescafé para falar sobre, mas bem que poderia.


E vocês, gostam de café? O que acharam da novidade? Digam nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Piadas de guerra II: e se uma 3º Guerra Mundial acontecesse?!



Os memes e imagens de uma possível 3ª Guerra Mundial não param! Brasileiro que é brasileiro perde os amigos, mas não perde as piadas. O sucesso dessas montagens foi tão grande que viraram notícia em um site iraniano, o Iran International.

Na semana passada apresentei alguns memes e montagens que achei interessante. Agora, volto com a parte 2. Os meus comentários sobre os memes estão logo abaixo. Confira:



Tirem tudo, Trump, só não o carnaval. Faz favor. 




A notícia que surpreendeu todos e veio logo no início de 2020. 




O que seriam dos memes se não tivessem a Gretchen? 




Acho esse meme impagável, pois ele mostra que estamos felizes por fora, mas preocupados por dentro.



A reação é bem essa mesmo.




Se tiver algum torcedor do Palmeiras, leitor do blog, me perdoe, mas tinha que compartilhar esse meme. 




Esse meme do Bart Simpson é bem conhecido. Trump, cadê seus aliados mesmo?





Só sei rir!





Você tirou palavras da minha boca.




Memes tão criativos assim só poderiam vir de brasileiros.





Que uniforme é esse?






As irmãs Fica Tranquilo são hilárias!




Esses foram mais alguns memes sobre a 3ª Guerra. Qual o seu preferido? Diga nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Minissérie 'O Auto da Compadecida' retorna após 20 anos com repaginações


De 7 à 10 de janeiro a Globo reexibiu um de seus maiores sucessos em termos de minisséries: O Auto da Compadecida. Baseada na peça de Ariano Suassuna, a produção foi apresentada pela primeira vez há 20 anos - em 5 de janeiro de 1999. Em sua íntegra de capítulos ela só fora apresentada pelo Canal Viva (2012 e 2014). O Auto da Compadecida é um ode à cultura nordestina, religião e regionalismos que nessa exibição ganhou roupagens, edições, acréscimos, remasterizações, efeitos visuais, e até mesmo uma abertura.

Logo no primeiro frame uma novidade: os inícios dos capítulos são ilustrados com imagens que remetem à arte bizantina. Os desenhos parecem que foram pintados sob uma parede, com cores fortes e alegres - como o amarelo, bordô, dourado e azul. Não sei quem foi o criador dessas imagens, mas elas foram muito bem feitas. 

  

O diretor e produtor da minissérie também a remasterizaram, com o intuito de reforçar as cores e as definições das cenas. Também foram tirados arranhões da obra original e a imagem ganhou mais brilho e vida. 

Os efeitos especiais foram refeitos, como o céu do julgamento e o inferno. Atualmente há tecnologias digitais e efeitos visuais mais avançados que os utilizados em 1999. Desse modo, a personificação dos personagens pintados da parede está mais convincente, assim como o diabo mais aterrorizante.  

Os efeitos sonoros também passaram por uma repaginação. As vozes dos personagens estão mais audíveis e limpas. Em algumas cenas, elas envolvem o telespectador de uma forma única.

Guel Arraes, diretor da produção, disse que O Auto da Compadecida é uma obra aberta, que sempre pode passar por reparações para se tornar mais inesquecível do que já é:

"É muito doido. O negócio está pronto há 20 anos, e você entra lá e faz de novo uma parte. Isso foi muito bacana. É uma obra que não termina, de certa maneira."



A Globo presenteou os telespectadores com uma hora de material inédito que não estava no filme. Sobre isso, o intérprete de Chicó, Selton Mello, disse o seguinte:

"Essa uma hora a mais que tem na minissérie eu já não lembro mais o que é que tem. Eu só lembro que tinha um gato que descome dinheiro. O resto não lembro mais nada, porque a gente se acostumou nesses 20 anos a ver o filme."


A minissérie, como das outras vezes, foi dividida em quatro capítulos, são eles: O testamento da cachorra, O gato que descome dinheiro, A peleja de Chicó contra os dois ferrabrás e O dia em que João Grilo se encontrou com o diabo. Os três primeiros episódios tiveram entre 36 a 37 minutos e o último 47 minutos. Essa divisão muda a forma de assistir, pois cada episódio contou com um foco distinto, diferentemente do longa que eram vários focos sequenciados. 

Também foi produzida uma nova abertura para a série, com artes bizantinas e o toque simples e regional de violões e outros instrumentos, que por sinal é muito mais bonita e produzida que a abertura de 1999. Assista e compare:









Com a reexibição da minissérie O Auto da Compadecida há uma inauguração de uma nova geração de fanáticos pela estória de Chico e João Grilo. Depois de 20 anos, a minissérie está mais jovial, por conta de seus aspectos visuais, mas continua a falar sobre religionalismos e religião, para os fãs antigos. Além disso, é uma obra que provoca o riso por meio das peripécias dos protagonistas e se aproxima dos espectadores devido aos diálogos simples e inteligentes. 

Permitir que a obra fosse ao ar em 2020 é uma tentativa de dar voz para tantos Chicós e Joãos Grilos do nordeste do país, colocados de lado pela burguesia e sudelistas. O diretor, Guel Arraes, disse que a obra é um painel popular do Brasil com o intuito de incomodar políticos, artistas e empresários sobre a realidade do nordeste e dos nordestinos - um povo esperto, safo e que consegue se divertir, ter humor, como retratado na minissérie. Enfim, ao ver a produção novamente percebi que ela é uma crítica à religião, uma sátira ao "jeitinho brasileiro" de lidar com as situações e de mentir, mas também um alerta sobre a pobreza e a fome, pois os personagens estão sempre atrás de comida. Ainda em 2020, O Auto da Compadecida é uma série atual, e não falo isso somente por conta das atualizações da produção, mas também pelos assuntos tratados. J-J

Por: Emerson Garcia
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