terça-feira, 14 de julho de 2020

'Havaianas Pride': coleção LGBTQ+ causa polêmica




Para celebrar o mês LGBTQ+ a Havaianas lançou a coleção Havaianas Pride em junho desse ano. A coleção é composta por duas chinelas, uma bolsa, dois conjuntos de pins (brochês) e um body/maiô nas cores da bandeira, mas uma polêmica se instaurou: as cores da bandeira arco-íris não estavam de acordo com a tradicional seis cores, mas sim oito, com o rosa e anil. A Havaianas Pride deu muito pano para manga.


E por que a coleção deu pano para manga? Porque as cores utilizadas supostamente estariam desatualizadas e não refletiriam a luta atual da classe LGBTQ+. A bandeira com as colorações a mais foi a primeira representante do movimento, como vimos no post Bandeiras LGBTQ+. Criada por Gilbert Baker na década de 1970, por ser muito trabalhoso pintar as oito cores na bandeira, o autor decidiu retirar o rosa e anil, as mais difíceis e caras de serem encontradas, dando origem a tradicional bandeira, com seis cores. 

Acredito que as Havaianas não errou no conceito da coleção. Criar produtos com as oito cores do arco-íris fazem referência à primeira bandeira LGBTQ+ e resgata a história da classe LGBTQ+ lá no final dos anos 1970. Em resposta ao post das Havaianas no Twitter, Raphael Freire chamou a necessidade de conhecimento da história LGBTQ+. Leia:

Essa foi a forma que a empresa de calçados encontrou de homenagear a classe LGBTQ+. Confira:

Em outro tweet, Rapahel Freire disse que é importante que os LGBTQ+ conheçam a sua própria história. Leia:























Já outros internautas não curtiram a escolha, explicando que resgatar a bandeira desatualizada não acrescenta para a luta atual do movimento, pois já existe uma versão da bandeira LGBTQ+ moderna com oito cores, mas sendo elas o preto e o marrom, para dar visibilidade às questões raciais. 




Um usuário do Twitter disse o seguinte:

“Usar o ANIL E O ROSA na bandeira hoje não demonstra não que vocês estão resgatando a bandeira histórica, onde tudo começou. Mas sim que vocês estão MEGA DESATUALIZADOS, não entendem o porquê historicamente já mudamos das cores e quais são as alterações que estamos fazendo HOJE.”


Acredito que a Havaianas não está desatualizada. Falo isso, porque criar e apoiar essa causa demonstra que ela está atenta ao que a comunidade tem passado na atualidade. Mais do que cores, é o intuito e o propósito que importam. 






Para Quasar, a nova versão é mais inclusiva porque além das cores do arco-íris, traz referência à diversidade racial e aos transgêneros. Sobre a sua criação ele disse o seguinte (com grifos):

Ainda temos muita luta e evolução para fazer desde que se criou a primeira bandeira. E a nova bandeira lembra as pessoas disso. A bandeira da Trans e as faixas da comunidade marginalizada foram deslocadas para o guincho da bandeira e receberam uma nova forma de seta. A seta aponta para a direita para mostrar o movimento para a frente, enquanto que ao longo da borda esquerda é mostrado que o progresso ainda precisa ser feito.”


De oito cores, a bandeira LGBTQ+ passaria para 11 cores. Um colorido imenso e sem igual. Fico imaginando se as Havaianas estampasse em seus itens as 11 cores. Ficaria muito mais chamativo e com mais informação do que precisaria ter. Não é para tanto né?! Sabemos que as cores do arco-íris tem a capacidade de originar mais e mais cores. 

A coleção Havaianas Pride é realizada em parceria com a ONG All Out - que combate a homofobia - em que 7% dos valores arrecadados com as compras serão doados à instituição. A doação será constante, já que os materiais serão vendidos de forma permanente. Além dos modelos pride, a empresa também afirma que está ampliando a numeração dos calçados, do 46 ao 49, promovendo maior inclusão. 

A CMO da Alpargatas, Fernanda Romano, disse que a Havaianas avançou mais passos no quesito inclusão e diversidade:

“Nos últimos anos, avançamos muito no quesito diversidade em nossas comunicações, mas sabemos que essa é uma jornada longa. Entendemos que essa mudança funciona como uma cascata e é mais forte se for um compromisso de longo prazo.”










O canal Shop Zappos no Youtube apresentou dois tipos de Havaianas dessa coleção. A primeira, a Top Pride All Over; a segunda, a Top Pride Strap. Assista aos vídeos: 









Adicionar ou diminuir cores não influi na mensagem que a empresa quis passar. Em minha opinião fizeram muito burburinho para nada. A intenção das Havaianas é o que importa.


E você, o que achou dessa polêmica toda? Já conhecia a coleção da Havaianas? Diga nos comentários! J-J  






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Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Fake Democracy



“Se controlo o meio, verdade é o que digo, e mentiroso todo aquele que discordar”

Democracia”, junção das palavras demos (povo) e kratos (poder) para significar “governo do povo”, é um regime político que surgiu na Grécia, no século V a.C., e alargou a participação decisória para além da minoria (aristokratia) que, até então, costumava governar. Essa cidadania democrática, de início, era restrita a uma elite (homens, filhos de pai e mãe atenienses, livres e maiores de 21 anos), mas, pouco a pouco, expandiu-se para, nas democracias modernas, após diversos movimentos pelo sufrágio universal, passar a incluir todos os cidadãos adultos.

Segundo Robert Alan Dahl, cientista político que teorizou sobre um sistema democrático perfeito, por ele denominado “poliarquia”, diversas são as condições necessárias para que os processos de escolha representem ao máximo a vontade das pessoas, entre elas, inexoravelmente, a liberdade de expressão e a garantia de acesso a fontes alternativas de informação. Sem esses pilares, não há democracia possível.

Com o advento da Internet e o avanço das redes sociais, a hegemonia da mídia tradicional se viu seriamente ameaçada. Na última eleição presidencial, por exemplo, sagrou-se eleito candidato praticamente sem tempo de TV (dos 12 minutos do horário eleitoral, a coligação do PSDB tinha 5 minutos e meio, a do PT quase 2 minutos e meio e Bolsonaro meros 8 segundos) e com quase nenhum recurso. Sua campanha, que custou pequena fração daquela despendida pelo adversário do segundo turno [1], foi capitaneada pelas carinhosamente denominadas “tias do zap”, senhoras (e senhores) de meia idade que usam, diariamente, conhecido aplicativo de troca de mensagens.

Mas a reação veio a galope. Tramita na Câmara dos Deputados o PL 2.630/2020 (“Lei das Fake News”), de autoria de senador de um dos partidos da fracassada coligação do PSDB e aprovado a toque de caixa no Senado Federal [2]. Entre as medidas, exigiam-se números de documento e de celular para cadastro em redes sociais e aplicativos de mensageria, além de se impor limitações à quantidade de usuários em grupos e severas restrições ao encaminhamento de mensagens, especialmente “em período de propaganda eleitoral”. Verdadeira mordaça na “tia do zap”.



Adicionalmente, o PL 2.630/2020 define “desinformação” como sendo o conteúdo assim declarado pelos “verificadores de fatos independentes”, empresas que passarão, então, a ditar o que é verdade e o que é fake (e, portanto, passível de criminalização e de censura). Agora, imagina quem está por trás de algumas das principais agências de verificação de fatos (fact-checking) do Brasil? Os veículos da mídia tradicional, claro! Apenas a título de exemplo, citam-se as agências Fato ou fake (do grupo Globo) e UOL Confere (do Universo Online). Bingo!

Além da questão acerca da isenção das entidades verificadoras, na qual, conforme apontado, somente alguém muito inocente acreditaria, ainda permanecem diversos problemas. Por exemplo, como selecionar o que será checado, uma vez que, por óbvio, não é possível checar 100% do conteúdo circulante? Como essa classificação vai impactar na redução do alcance das postagens ou nos resultados das buscas? Por fim, mas não menos importante: mesmo a checagem mais bem intencionada e bem feita não é infalível e, como toda atividade humana, está sujeita a erros. Ou seja, fora o nítido risco de viés, a própria atividade de checagem pode gerar desinformação.

Enfim, as pessoas precisam acordar, o quanto antes, para os verdadeiros interesses por trás do PL 2.630/2020. Pois, no fundo, no fundo, não se trata de combater “fake news”, mas, sim, de amordaçar as “tias do zap”, de modo que as eleições não saiam, nunca mais, do script historicamente ditado pela mídia tradicional. Como bem ensinou o finado Robert Dahl, democracia sem voz não é democracia. É fake democracy. J-J

**as opiniões do autor não constituem posicionamento institucional do TCU.


Por: Regis Machado, auditor do Tribunal de Contas da União

domingo, 12 de julho de 2020

Inverno de novidades 'Kibon'



Trago novidades para os meus leitores! A Kibon - marca querida do JOVEM JORNALISTA - lançou três novos produtos para esse inverno. Comercializados a partir do dia 1º de julho, os picolés e sorvetes são inovadores e vieram agregar valor à coleção já tão conhecida. Foram lançadas duas novidades de Magnum e uma de Cornetto, que já estão à venda em todo o país. 

Falarei de cada um dos lançamentos, embora não tenha provado nenhum deles ainda pois estão em falta na minha cidade


Magnum Pote

O delicioso sorvete de baunilha coberto com a casquinha de chocolate agora ganha novo formato: é o Magnum Pote, criado para esse momento em que as pessoas estão de quarentena. A qualidade do Magnum, com ingredientes selecionados, continua a mesma, mas agora em pote de 297g/440mL. O produto apresenta o sabor que conhecemos: "sorvete cremoso de baunilha, rico em pedaços de chocolate, coberto com outra camada de chocolate Magnum que envolve todo o pote". O Magnum Pote pode ser encontrado em dois sabores: chocolate preto e chocolate branco. 

Magnum Pote Clássico


Sorvete de baunilha perfeitamente cremoso e aveludado com deliciosas e crocantes lascas de chocolate belga Magnum, coberto por uma espessa casca de chocolate. 


Magnum Pote Branco


Equilíbrio perfeito do cremoso e aveludado sorvete de baunilha com deliciosas e crocantes lascas de chocolate branco Magnum, coberto por uma espessa casca de chocolate. 


Feito para quebrar!

Os novos Magnum Pote são feitos para quebrar. Ao abrí-lo, a empresa sugere que a pessoa quebre o chocolate da parte superior com uma colher e aperte o pote quebrando o restante de chocolate que vem dentro da embalagem. Original no mercado, o lema do Magnum Pote é ser "Fiel ao prazer", perfeito para os dias de inverno, quando queremos ficar debaixo das cobertas assistindo algo na Netflix

A gerente de marketing da Kibon, Camila Conti, conta mais desse sorvete e de sua importância para os dias de isolamento e frio. Ela disse o seguinte (com grifos):

"No inverno naturalmente as pessoas já passam mais tempo dentro de casa, e neste ano em especial, essa é a recomendação para enfrentarmos de forma segura o momento que estamos vivendo. Nesse contexto, o Magnum Pote chega para mostrar que todos merecem ter um momento de prazer que só a marca pode proporcionar. Só que agora é no sofá de casa, assistindo sua programação favorita."


A youtuber Tamires Fernandes experenciou como é o Magnum Pote Branco assista:






Magnum Vegano





Nesse inverno, a Kibon lançou até mesmo novidade para os veganos, é o Magnum Vegano. O sorvete não tem nenhum ingrediente de origem animal, sendo um deleite para veganos, vegetarianos e o público que anseia por uma alimentação balanceada. Ele combina, perfeitamente, o sorvete de baunilha com uma cobertura crocante de chocolate vegano e pedaços de amêndoas. Com 90 mL, o produto possui o selo de Produto Vegano da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), que certifica toda uma cadeia de suprimentos com critérios rígidos de um produto vegano. 






O youtuber Flavio Giusti fez um react experimentando o Magnum Vegano. Assista:







UniCornetto





Finalizo essa explosão de novidades da Kibon, com o UniCornetto. Trabalhado todo na questão unicorlesca, a edição é LIMITADA. Ela brinca com a magia das cores, possuindo sabor morango com chantily em uma calda rosa, mas a cor do sorvete é azul em uma casquinha rosa. O sorvete possui confetes coloridos no sabor chocolate branco. A ideia é deixar as redes sociais mais coloridas, principalmente as fotos do Instagram, por ser um produto único. Ele possui 90 mL. 

A gerente de marketing da Kibon para picolés, Cristine Lu, disse que o UniCornetto traz para dentro de casa toda a magia desse mundo. Leia (com grifos):

"O UniCornetto chega para trazer um pouco da mágica do universo dos unicórnios, algo que cai bem nesse momento que estamos vivendo. Disponível em pré-lançamento, ele tem feito muito sucesso nas lojas de Kibon dos principais aplicativos de entrega do país, mostrando que as pessoas estão trazendo para dentro de casa o consumo dos sorvetes que normalmente elas tomavam fora do lar."


O TikTok da Experimenta Isso mostrou como o UniCornetto é por fora e por dentro. Assista:




A youtuber Ana Morales também mostrou como é o sorvete. Veja:






Todas essas incríveis novidades - que é difícil até escolher uma pois todas são incríveis! - estão disponíveis nos principais pontos de venda do país, bem como nos aplicativos de delivery.

Eu poderia postar meus vídeos experimentando essas novidades? Poderia. Poderia ter recebido essas delícias da Kibon na minha casa? Poderia. Enquanto as novidades não chegam na minha cidade, eu fico babando por elas. Lembrando que não recebi nenhum mimo ou brinde da Kibon, mas bem que poderia.

E você, já conhecia essas novidades da Kibon? Qual foi a sua preferida? Diga nos comentários! J-J


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Por: Emerson Garcia

sábado, 11 de julho de 2020

Marcas mudam logos para conscientizar sobre distanciamento social



Desde março no Brasil diversas marcas e empresas de vários segmentos reformularam suas logos com o intuito da promoção do isolamento social, uma das medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Com mudanças criativas e, muitas vezes, sutis, as logos chamaram a minha atenção por conta dos seus significados. 

Empresas de compras e vendas, de fast-food e até mesmo montadoras de automóveis mantiveram a ideia de suas logos originais, mas agora sob um novo contexto. Várias logos enfatizam o afastamento social, outras recomendam o ficar em casa e manter a distância, enquanto algumas ressaltam a importância de estar dentro de casa e tem até mesmo uma que aderiu a nova espécie de comprimentos, já que apertos de mãos estão extremamente vetados. 

Nesse post falarei de marcas que mudaram suas logos durante a pandemia do coronavírus e de até mesmo um designer gráfico que transformou diversas logos. Confira! 


Mercado Livre




Foi uma das primeiras empresas a mudar sua logomarca. A logo, que trazia um aperto de mão característico dos negócios, foi substituída pela famosa cotovelada, brincadeira que surgiu como alternativa para o cumprimento em tempos de covid-19. A plataforma de marketplace adotou até mesmo um novo slogan: "Juntos. De mãos dadas, ou não"


Volkswagen, HyndaiAudi e BMW




Praticamente todas as montadoras de automóveis aderiram a campanha de distanciamento social em suas logomarcas. Aconteceu com a Volkswagem, Hyundai, Audi e BMW

O interessante é que essas modificações tem grande carga simbólica e semiótica. A Audi, que é a reunião de quatro grandes montadoras, Audi, Horch, DKW e Wanderer - tanto que sua logo são quatro círculos unidos - separou os arcos simbolicamente, embora as empresas estejam unidas no mesmo propósito. 


VW



A montadora alemã distanciou ainda mais as letras V e W do logotipo. Desse modo, o Volks (povo) e o Vagen (carro) foram separados, ressaltando que agora é hora do POVO FICAR LONGE do CARRO e dentro de casa. 


Hyundai 


A logo que apresentava duas pessoas dando as mãos, agora foi modificada por pessoas se cumprimentando com cotoveladas. 


Audi


Como falado anteriormente, a logo da Audi separou as argolas com o intuito de incentivar as pessoas a ficarem em casa e evitarem o contágio. 


BMW



A BMW apresentou uma proposta mais sutil. Agora a logo é vazada, com uma imagem de fundo que denota a importância de evitar a circulação de pessoas (aglomeração) com o intuito de reduzir a curva de transmissão da covid-19. 


O insta Carro Esporte Clube postou um post interessante com todas as transformações visuais dessas montadoras:



Marcas mudam logo para sensibilizar contra o coronavírus! Por @thiagoventuracarros Praticamaente todas as montadoras estão aderindo aos esforços globais de combate à pandemia do coronavírus. Além de doações financeiras, empréstimo de veículos e outras colaborações, as grandes marcas estão fazendo campanha para que seus clientes #fiquememcasa. As alemãs Audi e Volkswagen e a corena Hyundai modificaram até mesmo suas logos! Já BMW fez outra inserção em seu símbolo. O mais legal é que essa intervação tem grande carga simbólica e semiótica! No caso da Audi, as argolas simbolizam da úniao de quatro marcas alemãs (Audi, Horch , DKW e Wanderer) que deram origem à Auto Union. Nessa época de distanciamento social, elas foram separadas fisicamente, o que não significa distantes nas união. Já a Volks (povo) Wagen (carro) separou simbolicamente seus dois elementos básicos ressaltando que agora é hora do cliente ficar longe do carro e dentro de casa, pensando não individualmente, mas no coletivo. A marca da Hyundai (para quem naõ sabe, são duas pessoas dando as mãos), informa que atora é hora de evitar o contato físico e a transmissão da doença. Já a BMW tem uma proposta mais sutil. A alemã acabou de trocar sua logo, que agora é vazada. A bávara não modificou seus elementos, mas a imagem de fundo denota a importância de evitar a circulação de pessoas para reduzir a curva de transmissão da #covid19 Que tal? Gostou das campanhas? ARRASTE PARA O lado para assistir #CarroEsporteClube #coronvírus #CarroEC_bmw #CarroEC_audi #CarroEC_vw #carroEC_hyundai #flattenTheCurve #diminuirACurva #staySafe #imprensacontraocoronavirus
Uma publicação compartilhada por Carro Esporte Clube (@carroesporteclube) em


McDonald's





O McDonald's Brasil separou seus icônicos arcos amarelos, que formavam um "M", para incentivar o distanciamento social. O intuito foi de mostrar que apesar da separação temporária entre clientes e a entidade, eles "sempre podem estar juntos", mesmo que de forma virtual. 

A marca recuou a respeito da criação proposta pela agência DP&Z para essa logo mais minimalista, mas que passa a mensagem sem ruídos. Deu tão certo que a notícia foi reproduzida em sites de publicidade nos Estados Unidos. 

Além dessa iniciativa, a entidade de fast-food anunciou restrições em todos os estabelecimentos para o público, mas mantendo o drive-tru, os pedidos para viagem e as entregas em funcionamento. 


Domino's





A Domino's Pizza adicionou telhados ao tradicional dominó vermelho e azul em sua logo desde o dia 21 de março, com o intuito de estimular os clientes a permanecerem em suas residências. 

De acordo com o presidente do empreendimento, Carlos Eduardo Martins, esse é um período das pessoas se unirem e serem empáticas e solidárias umas com as outras. Ele disse o seguinte:

"Nós estamos trabalhando com todo o cuidado e adotando todas as medidas preventivas para a saúde dos nossos colaboradores para que os nossos clientes possam ficar em casa."



Giraffas





Até mesmo as girafinhas achatadas da logo do Giraffas sofreram modificações. Agora, as mascotes da rede de restaurantes estão obedecendo a distância segura (Que gracinha, né?!). 


Porta dos Fundos




Pela primeira vez o grupo de humor Porta de Fundos mudou a sua logomarca. No lugar do boneco descendo as escadas para sair de casa, agora tem o próprio sentado em casa, olhando o celular. Foram preservados o minimalismo dos elementos e a utilização de apenas duas cores, preto e branco. 


Travel Ace




A empresa adicionou um teto de casa à sua marca, algo parecido com a logo da Domino's


Jure Tovrljan recria logos de marcas famosas



Jure Tovrljan, diretor criativo esloveno, reformou as logos de algumas das marcas mais famosas do mundo. Ele adicionou novos elementos, frases e até mesmo mudou o nome de algumas empresas. A United virou Divided; a MasterCard teve suas bolinhas vermelha e amarela separadas; a sereia do Starbucks ganhou uma máscara; o jogador da NBA deitou-se para ler seu notebook; o LinkedIn tornou-se LinkedOut; a cerveja Corona foi trocada pela frase "Precisa de um novo nome"; sob o logo da Nike surgiu a frase "Agora não faça isso"; e a rede americana de supermercados Target ganhou um "fácil" antes da marca nominal que significa "alvo", em português. 

Todas as logos estão no Behance do autor e não são logos oficiais (Que fique bem claro). Tovrljan trabalha na AV Studio. No site de compartilhamento Dribbble, ele escreveu:

“Apenas uma ideia de como os logotipos deveriam ser nesses tempos difíceis. Aguentem aí, pessoal. Fiquem em casa."


Abaixo destaquei algumas POSSÍVEIS logos. 















Uma iniciativa e tanto

Achei a mudança das logos das marcas incrível. É preciso adaptar-se aos mais diferentes cenários. Com poucas palavras ou nenhuma, as empresas passaram sua mensagem. Finalizo dizendo: Fique em casa. E, se precisar sair, saia com seu álcool em gel e de máscara. J-J


Por: Emerson Garcia
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