quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Aquela cena: Acesso de loucura de House em 'Dr. House'





No Aquela cena de hoje apresento uma de Dr. House (série já falada aqui XX). A cena escolhida faz parte do episódio 23 da 7ª temporada, em que House vai até à casa de sua ex namorada Cuddy entregar uma escova de cabelos que ela havia deixado em seu apartamento e avista uma cena nada agradável. É aí que ele tem mais um dos seus inúmeros acessos de loucura. Assista:






Depois de ter invadido a sala de jantar da médica com o seu carro, House sai como se não tivesse acontecido nada e, sem falar uma palavra, entrega a escova para a ex namorada. A cena é cheia de sarcasmo e ironia do House, como não deveria deixar de ser. Achei engraçada também a cara do Dr. Wilson, seu amigo.

E aí, foi válido esse acesso de loucura do House? O que você faria se visse uma cena de sua grande paixão com outra pessoa e feliz? Daria a louca ou ficaria normal? Digam tudo nos comentários! Até a próxima. J-J







Por: Emerson Garcia

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Vibe humor: instrumentais de cinema 2






No Vibe humor de hoje dou continuidade à playlist de instrumentais de cinema (Veja a primeira parte aqui XX). 

No início do cinema, as trilhas sonoras eram tocadas ao vivo enquanto o filme era exibido, mas nem sempre havia um resultado satisfatório. Foi na década de 1920 que as produções cinematográficas tiveram suas trilhas sonoras autorais e os trabalhos de compositores como Nino Rota, John Williams, Bernard Herrmann e Henri Mancini ganharam notoriedade.

A música sempre teve papel importante nos filmes, já que os marcam e traduzem sua atmosfera. Ela é sua alma e, algumas vezes, marca mais que a produção. Uma trilha sonora oferece enriquecimento à história, sentimentos, personalidade à um personagem ou até mesmo sentido. 

Na playlist de hoje trago outras 14 trilhas sonoras marcantes de filmes. Pretendo analisar cada uma delas e perceber o que elas trazem às produções e de que forma foram enriquecedoras. Então, ação!






Começo com a trilha sonora de O senhor dos anéis. O compositor Howard Shore conseguiu criar um som que reflete na atmosfera de fantasia e aventura épica dos livros de Peter Jackson. É uma trilha calma, singela, porém forte e arrebatadora. Não há muitas subidas, mas ela segue uma linearidade. 

A música de 007 traduz um ar misterioso e de ação, como os filmes da franquia sugerem. A trilha traz um requinte e tom clássico ao filme. Os instrumentos de sopro e percussão foram muito bem colocados.

A de Missão Impossível empolga desde o primeiro instante e foi condizente com o filme de ação e aventura.

Como se esquecer do som de Carruagens de Fogo? Uma trilha bastante conhecida do filme e que, ainda hoje, é utilizada em esportes, principalmente atletismo. A música sugere competição, superação e incentivo, além de esperança e alegria.

É John Williams o compositor da trilha sonora de Jurassic Park. Ela envolve, impacta e traz certa paz. Uma bela trilha de um jovem clássico.

A de Star Trek agrega um clima retrô e clássico à produção. Criada por Jerry Goldsmith, ela é inspiradora e envolvente. 

Não há como não se emocionar com a composição musical para A Lista de Schindler de John Williams. Ela é totalmente condizente com a atmosfera e história do longa. Uma trilha triste, tocante, envolvente e cheia de emoção. À cada instante, os instrumentos tornam-se mais melancólicos e intimistas. Destaco o violino e o teclado. 




A trilha sonora de ET traz uma atmosfera mágica e emocionante à produção. É empolgante, envolvente e bonita e ajuda na condução do longa e toca o telespectador. 

A próxima da lista é do clássico E o vento levou. Ela traduz um clima romântico e apaixonante e me lembra bastante a música instrumental que toca quando o Professor Girafales e a Dona Florinda estão apaixonados. 

A trilha de Coração Valente, For the love of a princess, é emocionante e traz um clima de aventura épica. Esta é uma música folclórica escocesa que combina muito bem com a história do filme. 

Alan Silvestri fez um trabalho primoroso ao criar a composição de Forrest Gump. É uma música emocionante e dramática, condizente com a atmosfera do longa. Destaco o piano e o violino.

Apesar de não ter sido criada originalmente para 2001: Uma Odisseia no espaço, a ópera Also Sprach Zarathustra, de Richard Strauss, se encaixou perfeitamente com o longa. Ela é empolgante e cresce a cada instante.

A composição de Harry Potter foi realizada por ninguém menos que John Williams, que se esmerou em criar uma trilha que traduz o tom de fantasia e magia sugerido pela franquia. Os efeitos dos instrumentos dão um tom sobrenatural, além de ter vários momentos crescentes e empolgantes.

A trilha de Os oito odiados foi composta por Enio Morricone, que criou mais de 50 minutos de música para a obra de Quentin Tarantino. Ela é totalmente pensada para o universo dos filmes de faroeste. Foi essa composição que rendeu a Morricone o Oscar de Melhor Trilha Sonora. 


Gostaram da playlist de hoje? Quais trilhas sonoras de filmes são inesquecíveis para vocês? Digam nos comentários! Até a próxima! J-J





Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Aquela cena: Palavras poderosas em 'Life Sentence'



No Aquela cena de hoje trago um trecho do dramédia Life Sentence (já falado aqui e aqui). A cena em questão foi extraída do episódio 12. Ela é emocionante, a começar pelas atuações e a trilha de fundo. 

Nela, Peter Abbott está hospitalizado logo após ter um AVC e sua família discute ao redor dele sobre mágoas e problemas familiares, momentos antes do trecho selecionado. 

Contudo, cada um deles percebe que Peter está consciente e pode ouvir e sentir as pessoas e ações ao seu redor. A neta de Peter discursa as falas que iria dizer em uma peça de escola. Stella, por sua vez, relembra que seu pai contava estórias de contos de fada enquanto era ela que estava em um leito. Assista:





Aos poucos, os familiares de Peter saem do quarto, até que somente Stella fique com ele. O monólogo dela é incrível e tocante. Ela diz: "Você nunca sabia quando seria a última vez, não é? Mesmo se estivesse bravo comigo, com os médicos, com as enfermeiras.... com o universo. Nunca disse nada para mim que não poderia retirar, porque não sabia se o adeus seria mesmo um adeus. E eu nunca te agradeci por isso"

Palavras marcam, curam, libertam, transformam. Muitas vezes, elas não precisam invadir os ouvidos para serem entendidas, mas apenas o coração. Essa cena me mostra como ser família é importante e o quanto palavras amorosas precisam ser ditas um aos outros, em todo e qualquer momento. 

Gostaram da cena? Acreditam que as palavras tem poder de transformar e tocar as pessoas? Digam nos comentários! Até a próxima! J-J







Por: Emerson Garcia

sábado, 15 de setembro de 2018

Rádio Bagaralho: Entrevista Musical #5 - Kaio Miranda






Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Hoje o programa é com o colaborador Kaio Miranda do JOVEM JORNALISTA. Espero que gostem dessa entrevista como gostei de fazer.


Arthur: Quando você era criança tinha alguma música que gostava?
Kaio: Gostava muito de Zeca Baleiro quando meu irmão estava aprendendo a tocar as músicas e eu dormia ao som delas.






Arthur: Que estilo musical você se identifica?
Kaio: Eu sou admirador de músicas boas, pode ser qualquer estilo e se a música for legal, estou escutando. Gosto bastante de Rock nacional e do Cazuza.






Arthur: Que música gosta de dançar?
Kaio: Eu não sou de dançar, mas gosto de dançar as músicas do Barão Vermelho, de entrar em rodas punk e de dançar sertanejo.






Arthur: Que tipo de sertanejo você gosta?
Kaio: Gosto de Jorge e Matheus e Bruno e Marrone.







Arthur: Toca algum instrumento?
Kaio: Não, mas finjo tocar guitarra. Sou quase um Chimbinha.








Arthur: Se você pudesse perguntar uma coisa para o Cazuza, o que perguntaria sem ser clichê?
Kaio: Cazuza, você sabe de quem pegou a AIDS?








Arthur: Será que ele responderia? Você tem realmente essa curiosidade? Mudaria algo para você?
Kaio: Provavelmente não, mas tenho essa curiosidade.




Arthur: Você já usou alguma música para conquistar uma garota? E já começou a gostar de alguma canção ou banda por causa de uma menina?
Kaio: Não, porém fui influenciado pela música Contramão do Gustavo Mioto e Eu gosto dela do Emicida.






Arthur: Você me disse que tem um espaço sobre música no blog Jornal Informal, me conte um pouco sobre.
Kaio: Então, o meu espaço no jornal, são de textos que são praticamente uma conversa de bar bem humorada. Também tem um local para os leitores escreverem sobre as suas experiências com música.




Arthur: Para encerrar, o que você achou da entrevista? Se possível, sugira uma música.
Kaio: Foi muito legal, eu curti e dedico a Largado no mundo do Barão Vermelho.







Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Vocês também podem ser entrevistados para esse quadro se manifestarem o desejo! Um bom restante de final de semana repleto de felicidades. Beijos e abraços. J-J























Por: Arthur Claro
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