quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Eu vi: marca de emissora em canto diferente, relógio do Corujão, a Globo na RedeTV!, imagem estranha no NETV e mais três erros de escrita



Os gráficos e caracteres em situações anormais.

Na volta do quadro Eu vi colecionei mais peculiaridades da televisão brasileira que ninguém ou poucos notaram como eu percebi. Graças à informática fica fácil cada registro televisivo. Se eu tivesse em casa uma TV que gravasse e fizesse prints ficaria melhor ainda. Os registros feitos datam desde junho porque tive que me dedicar aos Jogos Olímpicos Rio 2016 na função de voluntário.

No dia 19 de junho de 2016 o selo AO VIVO da Band ficou em cantos diferentes: na tela da TV, no canto direito inferior; e no aplicativo da emissora, no canto superior direito. A troca de lado do símbolo da Bandeirantes deve-se a transmissão da Eurocopa 2016. Notei isso ao assistir o programa Terceiro Tempo.

Lado esquerdo: imagem da tela da Band, Lado direito: imagem do aplicativo móvel da emissora | Band


Três dias depois notei em uma madrugada de 22 de junho de 2016 que durante a última parte do filme Cidade dos homens na sessão Corujão (Globo) apareceu um relógio no canto superior da tela informando o horário atual, além do aviso de que depois da atração ia ao ar o Hora Um da Notícia. Rapidamente registrei esse fato que ocorre até hoje.

Globo exibe relógio e aviso de próximo programa | TV Globo 


RedeTV! apresenta:  Eta Mundo Bom!

Isso mesmo! Em 21 de junho de 2016, a imagem da última cena do capítulo da novela Eta Mundo Bom da Rede Globo – encerrada neste último dia 26 de agosto de 2016 – apareceu na tela da RedeTV!. Em movimento de câmera que dá início ao telejornal aparece ao lado a trama global. Assista:




Créditos a Mateus Henrique do canal H Mais ou Menos de Cuiabá, que captou a imagem pela TV Pantanal (RedeTV!).


NETV: opções de computador

Apertaram a tecla esquerda do mouse... I TV Globo 

Ao ver a imagem da TV Globo Nordeste (Recife), não me pergunte como, durante a primeira edição do telejornal NETV em 12 de julho de 2016, notei no canto esquerdo da tela uma janela de opções do computador enquanto passava as imagens do trânsito da capital pernambucana. Não posso afirmar se esta imagem estranha foi causada pela emissora ou por um órgão de trânsito estadual.


Mais erros de escrita no ar

União "EUROPÉIA", "JHONNY Weissmuller e "Star TRECK". I TV Globo e SBT

Para encerrar, mais uma vez: os erros de português e inglês de brinde. Em 25 de junho de 2016 foi ao ar no Jornal Nacional uma matéria sobre os efeitos do chamado Brexit na economia brasileira. Ao mostrar um gráfico, fica em destaque a União EUROPÉIA (com acento no E), ao contrário do que diz o atual Acordo Ortográfico de uso obrigatório desde 1º de janeiro deste ano.

No domingo de 31 de julho de 2016, no programa Fantástico, ao exibirem a “mesa tática” apareceu um certo JHONNY Weissmuller (em vez de Johnny) com a letra H do lado errado. E olha que ninguém notou isso... Assista:




E neste último sábado, 27 de agosto de 2016, quando foi ao ar a última matéria do Jornal do SBT falou-se da estreia do filme Star TRECK (com esse C que não existe em Star Trek) escrito no rodapé da tela do telejornal. Confira:






Foi isso que notei. J-J













Por: Layon Yonaller

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Aquela cena: A descoberta do mundo em "Quarto de Jack"





Hoje no Aquela cena trago uma cena do filme O quarto de Jack. Nela, a personagem Joy apresenta a seu filho Jack o mundo do lado de fora do quarto onde eles vivem. Joy tenta explicar que existe uma realidade fora daquele lugar, mas seu filho não acredita, já que as referências de vida e de mundo que tem são somente de dentro do quarto.





Quem não fica emocionado com essa cena? Jack grita com sua mãe e diz que quer ouvir outra história e que a história que sua mãe está contando é muito chata. A verdade pode ser chata e doída, bem mais do que o mundo de fantasia que sua mãe fez com que ele acreditasse. Uma cena que merece reflexão, assim como o filme. J-J




Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Primeiras Impressões: Justiça


Quatro histórias diferentes, uma data, um lugar, uma série. É assim que Justiça - que estreou semana passada na Globo e no Globo Play - se define. 

Ambientada em Recife, nos dias atuais, Justiça conta histórias comuns e humanas que poderiam acontecer comigo ou com você. Como não se identificar com a mãe que vê sua filha assassinada em um box de banheiro e promete vingança ao assassino? Ou com a dona de casa pobre que é presa injustamente por tráfico de drogas? Ou com a negra que é condenada por sua cor de pele? Ou com o marido que é preso por eutanásia e promete vingança ao assassino de sua esposa? São dramas que farão você se emocionar e refletir até que ponto se pode fazer justiça com as próprias mãos.



Todas essas quatro histórias não são independentes, mas se interligam entre si. Os estopins de cada trama acontecem na noite de 28 de junho de 2009. Quatro pessoas são colocadas uma ao lado da outra na cadeia e presas. 7 anos se passam. O ano é 2016. A série consegue fazer essa transição de 7 anos antes e 7 depois, para explicar cada história. E ela faz isso muito bem.

As quatro tramas se completam e se cruzam de maneira interessante, prendendo o público com cada novo ângulo de uma história ou com um ponto de vista diferente. Elisa, Fátima, Rose e Maurício possuem dramas riquíssimos e detalhados. Como se não bastasse só isso, suas histórias se chocam de forma sutil, sem escrachar. Na trama de Maurício, por exemplo, podemos ver todos os outros personagens, que fecham pontas soltas dos episódios anteriores. Justiça bebeu muito da fonte do filme Crash- No limite, mas criou a sua própria narrativa. 



Longe de clichês e de se assemelhar a uma novela, Justiça é a nova aposta da Globo. É aquela série que ousou se reinventar, trazendo atores globais em roupagens nunca antes vistas. Você se surpreenderá com Marina Ruy Barbosa, Débora Bloch, Cauã Reymond e Adriana Esteves. Fiquem tranquilos, não é mais uma novela global.

Essa reinvenção serialística para uma tela pequena também se deve a autoria e a direção da série. Manoela Dias (Ligações Perigosas) nos presenteou com tramas cheias de emoção e ação e José Luiz Villamarim (O canto da sereia e Amores roubados) com uma câmera cinematográfica intimista e tímida. 

A fotografia, filmagem, diálogos e sequências também merecem aplausos nessa primeira semana de série. Um episódio não deve nada ao outro. As quatro histórias são interessantíssimas, mas as minhas preferidas são a de Elisa e Maurício.

A escolha de filmar em Pernambuco, Recife, também foi certeira. A capital tem muitas desigualdades sociais, e representa bem o Brasil como um todo. Ricos, pobres, negros e brancos se cruzam por ruas e esquinas, assim como os personagens de Justiça. Só o sotaque que deixou a desejar, mas isso é relevado.



A série teve 3,5 milhões de views no Globo Play e média de 9,8/10 no TV Show Time, durante a exibição dos 4 primeiros episódios. Agora, o desafio é manter a qualidade e amarrar cada vez mais as histórias. Os 4 primeiros episódios tiveram finais espetaculares e abriram margem para novos aprofundamentos. Vou continuar a assistir. Hoje, o episódio é sobre a mãe que quer vingar a morte da filha. J-J






Por: Emerson Garcia

sábado, 27 de agosto de 2016

JJ entrevista: Arthur Claro




É com imenso prazer que anuncio o retorno desse quadro. Depois de um regime de mais de 3 anos, resolvi reativá-lo. Não sei ao certo as pessoas que serão entrevistadas no futuro, mas para essa reestreia, entrevistei o blogueiro Arthur Claro, do blog Arthur Claro = porém ≠ . Para quem não sabe, o Arthur é o primeiro parceiro do JJ. A entrevista foi realizada em clima de descontração e você pode conferi-la a partir de agora!

Jovem Jornalista: Então, percebi que seu sobrenome é bem curioso. Nunca ouvi alguém que tivesse o sobrenome de "Claro". Qual é a origem desse sobrenome?
Arthur: Espanhola, mas o meu é erro de cartório. Começou no meu avô paterno e então são alguns da minha família.

JJ: Por que erro de cartório?
Arthur: Por que não era pra ser esse sobrenome. Meu avô paterno recebeu o sobrenome Claro e aí começou. Tem alguns Claros aqui na cidade e poucos são parentes.

JJ: Qual sobrenome era pra você ter?
Arthur: Leme.

JJ: Caramba, que curioso! Estava vendo o nome do seu blog. "Arthur Claro = porém ". Em que você é diferente das outras pessoas?
Arthur: Eu sou diferente no jeito de ser. O blog sou eu... Sou igual a algumas pessoas e com algumas diferenças. Me faço diferente tentando não repetir o que os outros fazem. Adoro ouvir rock, mas adoro MPB e Sertanejo de Raiz.

JJ: Você é bem diferente mesmo. Ouve rock e sertanejo? Como dá pra conciliar gêneros tão diferentes?
Arthur: É momento. Mas tem vez que escuto os dois no mesmo dia. Um seguido do outro. Música boa nunca é demais. Não importa o gênero. 

JJ: Percebi que um dos temas que você costuma postar no blog é música. Como surgem esses posts?
Arthur: É vontade de mostrar um pouco do que escuto que foge do óbvio. E também, na falta de criatividade de elaborar posts complexos, vou no Youtube e procuro uma música.

JJ: Qual é a história de origem do seu blog? Quantos anos ele tem?
Arthur: Nossa! Nesse formato ele tem 2 anos... O blog é eu em forma de posts porém diferente. É um blog igual a maioria porém o conteúdo é menos clichê possível. Tem dois posts que contam isso (aqui e aqui).

JJ: Depois irei lê-los. Você disse que não gosta de assuntos e blogs clichês. Pra você, existem blogs que não tem criatividade?
Arthur: Sim.

JJ: E o que te irrita nesses blogs?
Arthur: As postagens repetidas tanto no assunto como no conteúdo escrito.
















JJ: Entendi. Vamos colocar lenha na fogueira agora. Risos! O blog JJ é assim?
Arthur: Eu não vi o seu blog por inteiro, mas acho que não. Não vi post sobre maquiagem e sobre o livro A culpa é da estrelas.

JJ: Risos! Ainda bem... Mas confesso que já postei sobre o livro e o filme "A culpa é das estrelas".
Arthur: Mas você não copiou conteúdo e deu seu verdadeiro ponto de vista.

JJ: Haha achei que fosse te pegar nessa... Você já teve alguma crítica ao seu trabalho no blog?
Arthur: Eu já tive na época do blog de humor que tentava mostrar meu lado engraçado. Neste não lembro de ter tido.

JJ: E como foi essa crítica?
Arthur: Que o tipo de humor que gosto e retratava é muito forte.

JJ: E como você lidou com essas críticas? Que lições retirou delas?
Arthur: Essa você me pegou.

JJ: Eba! Consegui. Risos!
Arthur: Não acostuma. 
(Resposta Censurada Pelo Entrevistado)

JJ: São águas passadas, não é mesmo?
Arthur: Com certeza.

JJ: Vamos falar de coisas boas agora. Vamos falar da Tekpix... Brincadeirinha. Risos!
Arthur: Tekpix é a câmera que vira um Transformer que vira carro.

JJ: Risos! Foi criativo agora.
Arthur: Arte do improviso, meu caro.












JJ: Imagine agora, Arthur Claro, que o Jovem Jornalista é uma importante revista, famosa por dar furos de reportagem. Qual segredo, que você nunca contou a ninguém nem divulgou no seu blog, que contaria com exclusividade só aqui no JJ?
Arthur: Esta foi uma boa pergunta que merece reflexão com calma para dar a resposta. A maioria das coisas escrita no meu blog alguns sabem, e outros segredos alguns sabem, mas não foram publicados no blog.

JJ: Você quis sair pela tangente, é isso Sr. Claro? Risos!
Arthur: Talvez. Mas é a verdade. Posso te dizer um 'segredo' que pode me ajudar no futuro.

JJ: Diga.
Arthur: Estou criando um blog sobre sexo.

JJ: Nossa! Que novidade! Isso sim é um bom segredo. Quando o blog irá ao ar?
Arthur: Em breve, estou finalizando o layout.

JJ: Ok. Com certeza acompanharei.
Arthur: Também tem um questionário que fiz para saber como as pessoas pensam sobre o assunto e irei usá-lo para criar posts.

JJ: Beleza. Posso divulgar esse questionário.
Arthur: Deve.
















JJ: Vamos para um bate bola. Eu vou te dizer uma palavra e você tem que dizer a primeira coisa que vem a sua mente no menor tempo possível. Deus...
Arthur: Um ser igual a nós com defeitos e qualidades.

JJ: Emerson Garcia...
Arthur: Alguém que me fez acreditar que meu blog é bom apesar dos poucos comentários que recebo.

JJ: Dilma Rousseff...
Arthur: A nossa presidenta, gosto muito dela. Sou petista desde que me entendo por votante e sei que os partidos possuem seus defeitos, mas não abro mão do PT.

JJ: Aborto...
Arthur: Legalize já. Muita burocracia pra fazer algo que pode ser simples se for bem feito.

JJ: Sexo...
Arthur: É algo tão natural que não podemos ter vergonha de fazer e nem de falar.

JJ: Homofobia...
Arthur: Ignorância por falta de vontade de conhecer o semelhante,

JJ: Homoafetividade...
Arthur: Citação latina 'Amor omnia vincit' - O amor vence tudo.

JJ: Só pode escolher uma das opções agora... Jair Bolssonaro ou Jean Wyllis?
Arthur: Jean Wyllis.

JJ: Metade cheio ou metade vazio?
Arthur: Metade.

JJ: Metade o que?
Arthur: Esqueci de te falar. Se pedem pra mim escolher pra direita ou esquerda prefiro ir pelo meio. Coisas de libriano. Ou de Arthur Claro, como uma amiga define.

JJ: Legal. Risos! Beijar um homem ou ficar cego?
Arthur: Beijar um homem.

JJ: Globo ou Netflix?
Arthur: Assisto um pouco da Globo e da Netflix, mas prefiro o Youtube.

JJ: Pra direita ou pra esquerda?
Arthur: Meio Hehehe.

JJ: Risos! Quente ou gelado?
Arthur: Gelado. Se for questão de temperatura e clima prefiro fresco.

JJ: Acabou. Chegamos ao fim. Agradeço pela entrevista, Arthur. Você é DIFERENTE e é CLARO que gostei muito do nosso bate-papo. Risos! Muito obrigado. 
Arthur: De nádegas. Volte sempre. Agradecemos a preferência.


E aí, gostaram da entrevista com o Arthur Claro? Gostei da experiência de reavivar esse quadro. Foi muito divertido e interessante. Quem sabe você não pode ser a próxima pessoa a ser entrevistada para o blog?! J-J


Quer ajudar o Arthur Claro com o questionário sobre sexo? Clique aqui.


Por: Emerson Garcia
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