quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

É carnaval!



Ahh! O carnaval. Eita época boa! Enfim vai começar o ano!


Essas são expressões sempre escutadas nessa época. Também há aqueles que não gostam, mas mesmo esses aproveitam o feriado e  mesmo não indo para as festas populares aqui do Brasil, aproveitam o verdadeiro sentido do carnaval.

Como posso afirmar isso? Posso afirmar apenas depois de saber que ele não surgiu no Brasil, não veio do samba, axé ou frevo e sua origem é bem mais antiga e não significava propriamente tamanha festa.

Para começar a explicar, vamos a origem morfológica da palavra. Carnaval vem de carnis levale do latim que significa "retirar a carne". Origina-se essa nominação numa tentativa da Igreja Católica de trazer uma festa pagã para as tradições da religião. Existia essa festa antes de iniciar a quaresma, onde haveria 40 dias de jejum até a Páscoa. A tradição perdura até hoje e, como sabemos, é muito levada a sério pelos brasileiros.

Na antiga Babilônia duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval: as saceias. O que elas tinham em comum com o atual carnaval era a inversão de papéis: nobres se vestiam de servos e condenados eram tratados como reis. Hoje na modernização temos as fantasias e as representações através delas. Por isso, pode liberar a criatividade à vontade. Represente, brinque porque, ao contrário da Babilônia que no final o condenado era morto, aqui no máximo (para os mais animadinhos) terá uma baita ressaca.



O Entrudo é considerado a origem do carnaval brasileiro. Há relatos históricos que mostram a realização do Entrudo em Pernambuco em meados do século XVI, mas o primeiro baile de carnaval no Brasil aconteceu na cidade do Rio de Janeiro em 1840. Ele foi organizado por uma mulher italiana que pretendia reproduzir no Brasil um dos aspectos do carnaval veneziano. Hoje o carnaval carioca é considerado pelo Guinness a maior festa popular do mundo.







Mas o melhor do carnaval não são todos esses dados acima descritos, e sim a liberdade que temos de nos soltar e nos divertir como a cabeça de cada um diz que deve. Não há julgamento de roupa, trejeito, religião ou sexo, afinal não se sabe se pode ser apenas uma fantasia. 

Temos frevo de Olinda, temos axé da Bahia, temos samba do Rio, temos a opção de nos retirar das festas e descansar na bonança ou fazer uma aventura ecológica. Temos, acima de tudo isso, tempo - bem mais precioso do trabalhador brasileiro. Como é precioso esses dias de folga e diversão a cada início de ano!



Para você, folião que ficará no DF, pesquise. Aqui tem um pouco de cada opção que citei. Por exemplo, os blocos de rua, escolas de samba e a opção de ir um pouquinho pra fora e curtir a natureza - nem precisa sair tanto dos limites. E se ficar em casa também não tem problema. A nova moda é passar o carnaval com um balde de pipoca e a companhia da Netflix. Seja qual for o seu modo de folia, divirta-se! J-J




Por: Stephanie Ferreira

Um comentário :

  1. Olha, eu sou daquelas que não é chegada as festas, apesar de achar bonito mas curto o feriado prolongado rsrs! Eu não sabia nada da história dessas festas, achei interessante, bom carnaval pra vc!!

    bomhumornaosaidemoda.blogspot.com

    bomhu

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