quarta-feira, 10 de junho de 2015

Não tem chororô. Vilipendiar a fé alheia é crime!



Só agora no ano de 2015 os cristãos reagiram à pilhagem de seus símbolos e atos religiosos feitos pelo ativismo LGBT e as esquerdas. Diferente dos anos anteriores, vê-se atitudes concretas contra o vilipêndio ao cristianismo. A resposta dos ativistas não é surpresa para mim: a vitimização barata, a falsa comparação, a torta interpretação sobre o que é liberdade de expressão e a censura imediata. Mas é claro que aqui vamos desmascarar todas as falácias.

Na parada gay deste último domingo (07/6/2015) em São Paulo, um transexual encenou a crucificação de Jesus Cristo. Foi a gota d’água para os cristãos se revoltarem contra a pilhagem de seu símbolo venerado. Os ativistas gays responderam com censura nas páginas do Facebook onde foi exibida a foto. 


  Camila, como é que você sabe desses dados se no Brasil 8% dos crimes são solucionados?!


As reações seguintes foram a vitimização barata e a falsa comparação. Pra começar, alegar os ‘dados’ de que “a cada 28h um homossexual é assassinado no Brasil” mesmo sabendo que:

– Apenas 8% dos crimes no Brasil são solucionados;
– Nem todo assassinato de homossexual automaticamente é porque ele é o que é. Em geral quem ‘detecta esses dados’ são órgãos que estão interessados em pressionar o Estado em aprovar seus projetos de ‘direitos gays’. Se um gay cai de uma ponte e morre é ‘homofobia’, se é assaltado, idem.
– Só porque vocês, de fato sofrem discriminação, é que ofendem símbolos sagrados? Poupem-me de tanta hipocrisia.



Na falsa comparação, todos – exatamente todos os simpatizantes e ativistas gays – justificaram o crime de vilipêndio religioso usando a capa da revista Placar onde o jogador do Barcelona Neymar Jr. é crucificado com o objetivo de legitimar a cena feita na parada gay. Até onde sei a revista nunca teve o histórico de usar a religião para aumentar suas vendas. A publicação fez uma analogia objetiva e pontual, em face às acusações contra o jogador, que é acusado de “cair em qualquer contato físico durante os jogos”. Neste contexto a revista não feriu o cristianismo:

“[...] Vale esclarecer que a analogia da fotomontagem é com a crucificação como método de execução pública praticado antigamente. Como mostra a reportagem, Neymar vem sendo “apedrejado” publicamente com a pecha de “cai-cai”. [...]”





Diferente da revista, o movimento gay e as esquerdas, sistematicamente ofendem e ridicularizam o cristianismo. Outros ‘jênios iluminados’ postaram em seu perfil que o gesto da parada gay não foi nada demais. Eles citavam trechos bíblicos mais convenientes retirados da internet, mesmo ignorando que na mesma Bíblia é condenável a prática do homossexualismo. 


Citar Levítico 18 nem pensar!


Até o “amor ao próximo” é citado. 




De novo falando do Neymar Jr., Jeff? Isso foi o que o ativismo gay mandou dizer, Não é?! “Coincidência”.



O discurso deles é o mesmo nas fotos do Facebook. Há sempre um padrão escrito: Neymar, cristo disse isso e aquilo, passagens bíblicas e é claro, que os cristãos são os verdadeiros hipócritas e errados nisso tudo.

Querendo ou não, a sociedade e valores ocidentais têm bases na moral judaico-cristã na qual o Direito jurídico ocidental foi forjado, como demonstra o vlogueiro Leonardo Oliveira (Aos 3m18s fala-se rapidamente sobre as leis). No mundo islâmico nem parada gay teria, como bem escreve o jornalista Felipe Moura Brasil:

“[...] A esquerda brasileira repudia até charges que ironizam Maomé em jornais privados, mas acha natural ironizar Jesus Cristo nas ruas com dinheiro público. Detalhe: gays são enforcados, por serem gays, em países islâmicos (como no Irã, aliado do PT), não no Brasil, muito menos na Igreja Católica. [...]”


Está é a patente do duplo padrão moral do ativismo gay e das esquerdas. Assim fica: não toquem na figura de Maomé, se não dá treta. Como não há treta no cristianismo, difame-o a vontade, entendeu? Uma interpretação plástica e moldável sobre o princípio da liberdade de expressão ao gosto e preferência destes grupos de pressão. Imagina se a Marcha para Jesus tivesse levado uma alegoria mostrando a “família tradicional”. A reação seria imediata na imprensa – cheia de ativistas e de ‘consciência social’, e quase vazia de Jornalistas (com o “J” maiusculo) – com múltiplos processos judiciais e, até na pior das hipóteses, a proibição da realização do evento porque teve “práticas ‘homofóbicas’ contra a comunidade LGBT”.

Por último, a mais criminosa de todas: a censura. Neste perfil do Facebook, a fatídica foto com a crítica foi denunciada ao site. Na mesma rede há a comemoração de ter violado o site do deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP), que criticou o vilipêndio a cruz cristã. O site já voltou ao normal. É assim que o ativismo gay reage: com falsas denúncias e ataques de crackers (e não hackers!) na internet. Imagina se eles estivessem de fato no poder e exibissem sua “diversidade autoritária de pensamento único”.

O vilipêndio a fé alheia está tipificado como crime no Código Penal brasileiro:

Código Penal - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940.
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
PENA - detenção, de um mês a um ano, ou multa.
PARÁGRAFO ÚNICO - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.


Destruir os valores cristãos faz parte de um plano global para o estabelecimento de regimes autoritários e utópicos, na qual, o ativismo gay e as esquerdas trabalham em conjunto. No mundo inteiro, vê-se notícias e fotos pilhando os símbolos religiosos, e até erotizando as mesmas. Se houve a cena da crucificação de 2015, é porque em 2011 nada de concreto foi feito. Quem não se lembra das fotos desses amantes da ‘tolerância’ enfiando imagens de santos dentro do corpo?




Imagens “mais leves” aqui para ver como foi que a parada gay foi feita. 


Geralmente os cristãos demoram, e muito, para reagir contra ofensas, e até a tentativa de extinguir sua fé. Foi assim nas cruzadas e na reconquista cristã. É assim neste século XXI. Sobre esta passagem, você vê porque o ativismo gay está tão irritado com a reação cristã contra a ridicularização de seus símbolos e atos religiosos. Só agora houve uma atitude concreta para recuperar o respeito. Estavam tão acostumados em bater e se esqueceram de que podem sofrer “revides”.

Se os cristãos impuserem seu respeito agindo nos tribunais, exigindo o cumprimento da lei, essas ofensas vão diminuir e, na mais otimista das hipóteses, cessarem. Não tem chororô. Vilipendiar a fé alheia é crime! O artigo 208 está aí e não se pode legitimar estas balbúrdias sobre o manto da “liberdade de expressão”.

É preciso desmascarar todos os atos de um grupo que forjou sua força por meio de mentiras e equívocos. Se a modinha entre o ativismo gay é citar passagens bíblicas, que tal essa: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6-7). J-J


Por: Pedro Blanche, convidado especial do blog.

12 comentários :

  1. Ofender e diminuir a dor do outro nunca é legal. De nenhum dos lados.

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  2. Nossa, você sempre vindo com assuntos polemicos e de várias opiniões aqui nas postagens do blog. Eu gosto, pois mostra sua postura critica quanto aos acontecimentos :)
    É tão complicado falar sobre esse assunto. Eu acho que todos devemos ser o que queremos e fazer o que sentimos, mas dentro de uma lei e ordem.

    www.vivendosentimentos.com.br

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    1. Pois é. Gosto de trazer vários pontos de vista. Inclusive, esse texto não foi em quem escreveu, até pra não ser tendencioso. Gosto muito da diversidade de opiniões. Exato! Lei e ordem tem que existir na sociedade.

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  3. Concordo com a Cami, ofensas e desprezos não são legais mesmo, seja de quem for e de que crença for.

    www.chezb.com.br

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  4. As pessoas querem respeito, no entanto só para elas próprias, as outras não merecem. A forma que você concluiu o post com o versículo de Gálatas 6-7, é a melhor forma de responder.

    Bjs, rasgadojeans.blogspot.com

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    1. Exato. O respeito tem que ser uma via de mão dupla.

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  5. Seu texto ficou realmente incrível! De onde vem tantos dados, é mesmo, nunca tinha pensado nisso!! As pessoas falam muito que devíamos "entender" essa crucificação, mas infelizmente eles não ficaram só nisso, eles difamaram de diversas os símbolos religiosos. Sou Cristã, portanto, não me apego ao simbolismo, porém achei sim falta de respeito com os católicos o que eles fizeram. Seja qualquer religião.

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    1. Toda religião precisa ser respeitada. Eu também não fui a favor do preconceito religioso dos jornalistas do Charlie. Embora o massacre foi bem triste.

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  6. Insuperável, eu amei o que falou, realmente precisamos analisar o sentido das coisas de hoje, acho que a cruz tem um significado importante para ser utilizada dessa maneira, não sou religiosa, muitos dizem "os católicos usam a cruz e pessoas para fazer filmes de Jesus!" Mas eles esquecem que era sobre o amor de Cristo, achei sem nexo o que fizeram !

    http://cheiadetrama.blogspot.com.br/

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    1. Você tem toda razão. Símbolos tem seus significados. E não se pode mudar isso.

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