quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ainda bem que o Trump venceu e o ocidente escapou (por enquanto e até quando?) de ser engolido pelos "tolerantes" da aldeia global

Columbia: um dos símbolos personificados dos Estados Unidos. | Imagem de internet

 
Caros leitores, foi muito engraçado ver que muita gente se considera "sabida", "antenada" e ciente do que se passa no mundo são as mesmas que repetem as mentiras e equívocos do que aconteceu sobre a eleição presidencial dos Estados Unidos neste ano de 2016. Os mesmos que falam um "Eu não acredito em Globo, Folha, Veja" são os mesmos que - se baseando no que estes veículos de mídia transmitem - ficaram "surpresos, chocados, atônitos e temerosos" com a vitória de Donald Trump.

Eu achava que bastaria meu texto sobre a vitória do Brexit, em junho, para alertar vocês de que nada que sai da velha mídia é puro e verdadeiro e aí só faltaram cortar os pulsos ao ouvirem que o Trump ganhou... Que ingenuidade, pessoal! Escrevo este texto agora, porque semana passada (19) Donald Trump teve sua vitória oficializada pelo Colégio Eleitoral dos Estados Unidos, já que o voto por lá - que ocorreu em novembro - é indireto.

Pois bem, vou expor os pontos que fizeram os Estados Unidos se livrar da ameaça globalista personificada em Hillary Clinton e que foi menos ruim para a América - E EM ESPECIAL O MUNDO OCIDENTAL - ter o empresário como mandatário da nação mais poderosa do planeta.


1 - O sistema eleitoral dos EUA


Os Estados Unidos e o número de delegados em cada estado. | Wikipédia em Português


Aposto que você ouviu destes "jênius da mídia" que o sistema eleitoral americano é muito antigo, obsoleto e que ele não reflete a vontade popular. É verdade que a eleição presidencial é indireta. É verdade, também, que aprendemos que as noções de "democracia" vem do princípio básico de que a maioria vence e pode comandar determinado posto. Mas a situação na terra do Tio Sam é diferente por razões históricas e tradicionais. Confira como funciona:






Em suma, a campanha eleitoral para presidente acontece e tem impacto EM TODO O PAÍS DE COSTA A COSTA. Se fosse no sistema do voto direto, todos os candidatos iriam apostar suas fichas no estado da Califórnia, pois este é o mais populoso. Como a Califórnia é composto de esquerdistas, os Democratas sempre ganhariam e os estados menores  seriam ignorados. SÃO OS ELEITORES DO ESTADO QUE ELEGEM O PRESIDENTE, NUNCA OS DO PAÍS INTEIRO! O sistema é antigo, mas funciona.






2 - "Hillary é um máximo, só foi este negócio dos e-mails e nada mais"

Foi assim que a mídia te fez pensar. Todos raciocinaram que "ambos os principais candidatos eram ruins" - velha fala do isentão para ficar de bem com todos - mas diziam que o Trump era uma "ameaça mundial" e que a alternativa "menos ruim" era a Hillary. Não é não, e não é mesmo! Hillary Clinton está envolvida em tantos escândalos que jamais seriam citados pela imprensa brasileira que está lá fora - não para dizer o que acontece nos EUA - para repetir o que se passa no jornal quase falido The New York Times e da rede de TV CNN (ou "Clinton News Network" como falam por lá!).

Por exemplo, você sabia que a então advogada Hillary Rodham (seu sobrenome de solteira) difamou uma vítima de estupro? Seu cliente - um notório estuprador - escapou das garras da justiça por causa dela. Você viu na TV Globo, na Folha, na "ultradireitista" Veja? Assista:





Enquanto muitos de vocês ficavam chocados com as falas de Donald Trump a respeito das mulheres - inclusive as que são meras "falas de vestiário", assim como as mulheres tem a suas "falas de salão de beleza" - Hillary ajudou criminosos sexuais, incluindo seu marido o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, e difamou as vítimas. Tudo isso coberto sobre o signo da "defensora das mulheres".

Ainda não acabou. Você já ouviu falar em "Lolita Express"? Não?! Isso é o que dá ouvir a grande velha mídia. Confira:






Pedofilia, minha gente! Aposto que vocês não imaginavam isso!

Além disso, tem um excerto da entrevista de Julian Assange (WikiLeaks) onde fala do envolvimentos dos Clinton com o terrorismo:







3 - Imprensa que mente e distorce os fatos

A mídia inteira falou que ficou "surpresa" com a vitória do Brexit, do NÃO do povo colombiano ao querer acordo de paz com os narcoterroristas da Farc, e da vitória do Trump nos Estados Unidos . E é claro, não esconderam sua real face ao usar de todos os meios para persuadir o povão a votar em suas candidaturas queridas. A velha mídia deixou de narrar o que acontece para colocar apelidos, adjetivos e predicados para "alertar" a população dos "riscos" de alguém da "ultra-extrema-direita-radical-racista" alcançar o poder. É só prestar atenção.








Um dos símbolos deste episódio vergonhoso da velha imprensa é a apresentadora do Hora Um da Notícia (Globo), Monalisa Perrone. Ao vivo, ela tentou criar uma narrativa de que hordas de simpatizantes de Trump faziam apologia ao racismo e outras palavras. E ainda esta boboca trapaceira e mau-caráter invoca o "bom jornalismo" para não "errar" a notícia. Pena que ela foi desmentida pelo seu colega lá em Nova York:







Antes desse episódio, Monalisa, com o seu 'medinho', classificou aqueles que defendem os valores familiares como "extremistas" e torcia que o povo americano fizesse a escolha mais sensata - leia-se VOTAR EM HILLARY, aquela que agora conhecemos bem e sem filtro:







Allan dos Santos, do Terça Livre não deixou isso em branco:








Em seu perfil pessoal, Olavo de Carvalho também comentou o ocorrido:






4 - Depois da eleição de novembro

Graças aos prints de internet que temos o que se dissera antes. Vemos o exemplo do agora vereador eleito pela cidade de São Paulo e membro do Movimento Brasil Livre (MBL), Fernando Holiday (DEM-SP). Na mesma esteira dos "especialistas" sobre política americana ele emitiu duas opiniões sem coerência sobre o assunto.


Bonita contradição hein, Fernandinho?! | Fernando Holiday/Facebook


Por outro lado, tivemos quem teve a cabeça no lugar ao falar sobre a eleição americana. Deixo claro que não sei se sua provocação foi diretamente dada ao jovem vereador.


Umas boas verdades na moleira. | Silvio Grimaldo/Facebook


Nos Estados Unidos, os que votaram em Trump são agredidos pelos "justiceiros sociais da tolerância". É claro que nossa mídia não deu um pio sobre isso, ao contrário, falou que os simpatizantes do presidente eleito é que partiam para a violência:










Paul Joseph Watson, do InfoWars, deu uma ótima análise sobre as contradições dessa gente "tolerante e diversificada":






Em meio a tudo isso, famosos também deram seus retoques de chilique. Madonna, por exemplo, prometeu sexo oral em troca de votos para Hillary. Outros queridinhos da América prometeram sair do país - alguns dizem querer ir ao... CANADÁ! (e o México, minha gente?) - mas, na prática, ficaram dentro das asas da águia ianque. Trump não deixou por isso e até ofereceu seu avião particular para que estes sensíveis famosos fugissem do "grande tirano da América".

Este usuário de rede social comenta:






Considerações finais

Eu não poderia terminar este texto sem indicar o que a velha mídia está chamando agora de Fake News (Notícias Falsas). São sites e links para que vocês tenham um acesso ao outro lado da notícia e que não fiquem reféns de mentiras e equívocos divulgados pelo establishment.


MÍDIA SEM MÁSCARA: O mais antigo portal de observatório da mídia e que já foi programa de televisão, criado por Olavo de Carvalho.

RÁDIO VOX: O portal de notícias verdadeiras que não são divulgadas com a eficiência devida pela velha mídia. Além de seus programas de rádio.

TERÇA LIVRE: Chefiado por Allan dos Santos, é um símbolo de resistência ao estamento burocrático nacional e internacional. Em seu canal no YouTube apresenta vídeos sobre variados temas.

INFOWARS: a guerra da informação tem o bom combate e vai contra a corrente do que a velha mídia dissemina.
FELIPE MOURA BRASIL: Organizador do livro O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota de Olavo de Carvalho, foi o único jornalista no Brasil que acertou a vitória de Trump e fez análises precisas das notícias.


Além disso, peço para que você, leitor do Jovem Jornalista, não se deixe levar pelo o que a velha mídia fala. Os correspondentes internacionais do Brasil no estrangeiro só copiam o que saem da mídia da esquerda internacional. Eu sou jornalista e já vi muito disso de fazer torcida os acontecimentos da notícia. É lógico que a vinda de Donald Trump a Casa Branca não trará um "mar de rosas" aos Estados Unidos e provavelmente alguns países se darão mal, mas o mundo ocidental ganha muito por não termos uma presidANTA que fala inglês e levaria o mundo a ruína dando oportunidade a terroristas e criminosos mundiais. 

Hoje é meu último texto de 2016. Semana (e ano) que vem a gente se encontra. Um atrasado Feliz Natal e um bom 2017 sob as bênçãos de Deus e da Santíssima Virgem Maria.

Até mais, pessoal. J-J













Por: Pedro Blanche

4 comentários :

  1. Olha, aqui no Brasil a gente realmente tem um problema forte com a mídia (passa coisas que não existe). A própria "crise" mesmo: procurei por ela todos esses dias que antecediam o natal e não a encontrei. Aliás nunca vi as lojas tão cheias como vi esse ano.

    E sobre o Trump: prevejo tretas nos comentários ahhah!

    Bjinhos,
    ❥ AmigaDelicada.com.br

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    Respostas
    1. Vanessa, se eu tivesse medo de treta sequer escreveria. Ao contrário, vamos ver se aparece um aqui pra topetar. Beijinhos 'procê' também. | PEDRO BLANCHE

      Excluir
  2. Hillary atualmente responde à 49 processos de investigações criminais. Ela foi a única primeira dama que se meteu em encrenca até a goela.

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