quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Parem o islã! Salvem o mundo ocidental e cristão! - parte 1: Introdução ao desconhecido

ANTES DE TUDO, AS OBSERVAÇÕES:
1. Agradeço os elogios sobre o aniversário de Macapá. Muito obrigado mesmo. Não troco Macapá por nada.
2. Excepcionalmente meu texto está sendo publicado na quinta-feira. Semana que vem tudo volta ao normal.

Agora vamos ao texto.

Brasil: O dedo indicador afirmando que “Alá é Deus”. Gesto de provocação perante uma igreja católica ao fundo | infielatento.blogspot.com.br


Está é uma série de textos acerca do tema islã e o mundo ocidental em xeque. Esta é a primeira parte.

Enfim falo sobre os atentados da França... E algo maior que isso. Não do que você já ouviu falar na TV, no rádio, impressos e internet. Mas uma coisa precisa ser feita: parem o islã! E algo mais importante - independente se você crê em Deus ou não: Salvem o mundo cristão e ocidental! Não vou medir palavras sob a ótica real: qualquer um que não professa a fé islâmica deve morrer!

Nesta série – pois se quiser mais informações aguce sua curiosidade e vá em frente – estão reunidos fatos de que enquanto uma civilização comete um suicídio gradual e coletivo, outra se expande de todas as formas.

Nada é coincidência perante tudo isso e mais um pouco. Por exemplo, enquanto um povo preserva seus valores, o outro (o nosso) deixa tudo isso de lado e os mais fracos sofrem a granel. Como se trata de um tema abrangente eu achei melhor dividir em três partes para que seja possível o entendimento e embasamento do tema proposto.


Uma religião intolerante, expansionista e “legislativa”

Enquanto no Brasil há mesquitas, igrejas e sinagogas à vontade, no mundo islâmico isso é raro quando não é proibido. Em Brunei, por exemplo, qualquer manifestação pública a respeito do Natal foi extinta em todos os sentidos, inclusive na forma de se cumprimentar. Aliás, este procedimento é repetido em países desta natureza como o Irã. Você pode ter a fé que quiser desde que seja num local fechado, restrito e discreto. Ai daquele atrevido...

Outro fato é um texto de Alexandre Borges quebrando o paradigma de “tolerância” no islã. Borges relata um conflito bélico entre o povo de Maomé versus a recém-formada nação independente dos Estados Unidos no Mediterrâneo. O comentário serviu para desbancar a fala do presidente Barack Obama de que os muçulmanos ajudaram a construir a nação. Thomas Jefferson quis saber o porquê de os americanos serem sequestrados e mortos pelo povoado que estava na região de Trípoli (atual Líbia). Já naquele tempo é sabido que o islã não é flor que se cheire:

“A resposta que ouviu marcou Jefferson para sempre: "o islã foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras, que é direito e dever declarar guerra contra seus cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos e que todo muçulmano que for morto na batalha irá com certeza para o Paraíso." Jefferson ficou chocado, ele não queria acreditar que uma religião literalmente mandava matar todos os infiéis e que quem morresse na batalha iria para o paraíso.”


Assim como nas cruzadas, tardiamente os Estados Unidos responderam a estes ataques (belicamente falando) e assim a jovem nação independente pôde seguir em paz. A guerra foi a solução por conta da agressão injusta, assim ratifica Alexandre Borges:

“Durante 15 anos, um diplomata de Jefferson chegou a dizer, os americanos eram atacados porque não atacavam de volta e eram vistos como fracos. A fraqueza americana foi um convite para os muçulmanos daquela época como é para o ISIS hoje. Só houve paz na região quando Jefferson atacou e venceu a guerra, depois ocupando o território. Não tem mágica, é assim que se faz.”


Outro destaque: este vídeo do relato de Nabeel Qureshi onde destrincha ponto a ponto a falácia da “religião da paz”. Assista:





Podemos ver que no islã há um código de conduta a cerca da vida do islâmico. Nada escapa: vai do comércio a casamentos. (Por isso enfatizei as aspas na palavra “legislativa” do subtítulo acima). Confira:




Assim, deixa-se claro que há diferença entre o islã e as demais religiões monoteístas como o cristianismo e o judaísmo. Portanto cessam-se quaisquer bobagens falaciosas de que as duas religiões no quesito “violência e adjacentes” “é tudo a mesma coisa”. Não se vê um projeto de um estado cristão e judeu com proporções expansionistas. E nem me venha citar Israel, pois se trata do retorno de um povo que fora expulso de seu território original por quase mil anos e as ocupações territoriais no nosso tempo estão respaldados em Lei Internacional.



1400 de “um tapa na cara da sociedade ocidental”

A dominação islâmica ANTES da resposta militar cristã (esquerda) e os domínios islâmicos planejados futuros (direita)


Esta palestra de 45 minutos é o “último prego da tampa do caixão” sobre todas as mentiras e distorções acerca do islã, das cruzadas, e de que mentirosamente “a culpa é da sociedade judaico-cristão-ocidental”... O que o palestrante desmascara o que chamam de “idade do ouro” do islã é na verdade uma época marcada por assassinatos em massa, destruição do acervo histórico do ocidente, escravidão e o mais importante: é derrubado um dos mitos de que as jihads são “equivalentes” as cruzadas. O que não é verdade.

Enfatizo aqui: AS CRUZADAS FORAM A NOSSA SALVAÇÃO ENQUANTO POVO, SOCIEDADE E TRADIÇÃO. SE NÃO FOSSEM PELOS BRAVOS CAVALEIROS DA CRUZ JAMAIS EU, VOCÊ, SEU ANTEPASSADO SERIA QUEM VOCÊ É HOJE EM ESSÊNCIA.

Atualmente, uma mega propaganda de mentiras e distorções acabou no final das contas fazendo que nós – o povo do ocidente – acabássemos criando uma “culpa” pelos males que sofremos. Só para ter uma ideia, é como se a mulher se culpasse por ser estuprada porque ela julga que foi a provocadora de tal brutalidade. Entendeu a comparação?
Veja o vídeo... E acorde!




“Minoria radical”... Só que não é isso não!

Para terminar esta primeira parte, uma série de vídeos mostrando o óbvio e mais um pouco. Na sequência Ben Shapiro desnuda a farsa da “minoria radical”, essa que você cansa de escutar na mídia. Ainda tem nesta mesma filmagem o quanto o “povo verde” demonstra que “não são radicais”.




BÔNUS: mais um testemunho de um ex-muçulmano falando uma verdade que irrita os ouvidos dos politicamente corretos.





Até mais, pessoal. J-J


Por: Pedro Blanche

7 comentários :

  1. Isso tudo é tão triste :/
    www.byanak.com.br

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    Respostas
    1. É horripilante, Ana Karla. Semana que vem (quarta-feira) tem mais informações desta série de textos. PEDRO BLANCHE

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  2. Caramba esse é um assunto bem amplo e complexo. Infelizmente é algo que faz parte da nossa realidade ;/ Muito triste mesmo. Vou parar pra ver os vídeos com mais calma.
    Beijos,
    #fiquerosa

    Fique Rosa | Meu Canal YT

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    Respostas
    1. É apenas questão de chamar as coisas pelo nome. Não perca a segunda parte deste texto na próxima quarta-feira. PEDRO BLANCHE

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  3. A situação tá ficando complicada mesmo e se alguém não fizer algo, só vai piorar...
    Gostei muito do texto!
    Beijos
    www.somosvisiveiseinfinitos.com.br
    Vídeo novo: https://www.youtube.com/watch?v=_LbfE9UtwYs

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    1. E vai acabar sobrando para a mulher ocidental e seus costumes, mas isso será abordado semana que vem. PEDRO BLANCHE

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  4. Islã é horrível. Isso é só a ponta do Iceberg.

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