quarta-feira, 10 de maio de 2017

Quando o próprio povo escolhe o suicídio nacional

Fazer o que com um povo que escolheu ser guilhotinado? I Desciclopédia em português


Caros leitores, como vocês sabem sou filho, neto e descendente de franceses por parte de pai, e é lógico que estava de olho na eleição presidencial da França. Tanto papai quanto eu votamos na Guiana Francesa - melhor que deslocar voo em qualquer consulado brasileiro que é longe do Amapá - e quando descobrimos que o segundo turno era entre Marine Le Pen (Front National) e Emmanuel Macron (En Marche!) ficamos aliviados por não estarmos mais naquele país.

De um lado, uma mulher que apoia assassinato de crianças (vulgarmente chamado de "aborto"), o "casamento gay" e jurou aumentar o assistencialismo. Do outro, o bonequinho de uma das dinastias bancárias mais ricas do mundo (os Rothschild) que trabalhou em um dos governos mais impopulares, além de ser alguém que surgiu "do nada".

No meio disso tudo, uma nação amedrontada com seu futuro em relação ao terrorismo e em crise - sua morte enquanto civilização. Infelizmente, a maior parte dos franceses escolheram o suicídio nacional, pois a França com Macron poderá ser o último prego em tudo que se identifica como francês.


Imprensa e os reis da internet: seu maior cabo eleitoral

Quando vi o rosto dos repórteres, apresentadores de televisão, ditos "especialistas" sobre o resultado do pleito presidencial, percebi tamanha empolgação entalada na garganta, a mesma reação caso Hillary Clinton vencesse nos Estados Unidos, o Brexit desse errado e se o povo colombiano perdoasse os terroristas e assassinos da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). 

UMA ALEGRIA INDISFARÇÁVEL! Os reis da internet - como o Google, YouTube e Facebook - usaram suas ferramentas como censores para não divulgar as "notícias falsas". Tudo deu certo.






Apelidos, predicados e adjetivos em vez da descrição jornalistica

A jornalista apresentadora do Bom Dia Brasil (Globo) noticiava em manchete no dia seguinte a eleição da França e que ela escolheu ficar longe do "extremismo". No dia anterior, no Fantástico, Pedro Vedova retratou o relacionamento pedófilo entre Macron , então com seus 15 anos, e sua ex professora (atual esposa e futura primeira-dama) como um caso de amor que "superou o tempo e a distância", além de fazer uma falsa comparação entre homens mais velhos que se casam com moças mais novas.

E se fosse uma jovem menor, Vedovadinho? Só por que ele é homem? Você teve a sorte de não ser acusado de apologia à pedofilia!

Antes disso, parecia coincidência só que não, não é?! que todos os veículos transforavam a cobertura dos pleitos, eleições e consultas populares em enredo de novela das nove. Tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido a coisa não foi diferente. De um lado, os "defensores da liberdade", a "primeira mulher a assumir um cargo" e os "progressistas" (Hillary Clinton, Macron, Farc e os europeus anti-Brexit); do outro, os "extremistas", "ultranacionalistas", "retrógrados", "racistas", "fascistas" e "inimigos da humanidade" (Donald Trump, Marine Le Pen, o povo da Colômbia e os pró-Brexit). Infelizmente, a massa sabe do que rola no exterior por meio da velha mídia e seu trato maniqueísta nas personagens da notícia.

E é a mesma mídia que nos faz acreditar que os Decepcions existem (Um CAMINHÃO/ ÔNIBUS/ CARRO/ BOMBA matador de pessoas em Paris, Bruxelas, Londres...). Mas, a grande preocupação não é no próximo atentado, e sim, na ascensão da "populista extremista fascista ultradireita ultranacionalista."


E o futuro da França?

Com fronteiras abertas, um povo que ignora sua nacionalidade e prefere não dar nome de seus assassinos - mas em seus Decepcions - terá um futuro horripilante em breve. Aliás, a "Filha da Igreja" recusou suas raízes desde seu declínio civilizacional do que ainda chamam apaixonada e bobamente de "Revolução Francesa", onde desde lá a França teve cinco repúblicas e o paraíso favorito dos artistas de esquerda. Ah! Mais cedo ou mais tarde estupros, por exemplo, serão "normais".






Bem, se você conhece um pouquinho da França aproveite porque ela não durará para sempre. E ainda bem que nasci brasileiro (sim, eu amo o Brasil apesar de tudo!) desde o dia em que meu pai se apaixonou por minha mãe e evitou este fatídico destino para minha pessoa.

Até mais, pessoal. J-J













Por: Pedro Blanche

6 comentários :

  1. Pedro
    Maravilhoso post, não entendo nada de política, mas aqui na Espanha, todo mundo apoiava Macron inclusive os ilegais. Não entendo mesmo, mas seus post me fez repensar mais e me inteirar de tudo.
    Bom resto de semana!!
    Beijokas,
    DMulheresInstagramFanpage

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    1. Sheyla, Macron é o candidato dos globalistas que sonham num mundo sem fronteiras e com infinito controle da sociedade. É óbvio que ele é querido por alguém que ignore a existência de seu próprio país. | PEDRO BLANCHE

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  2. Não concordo com o post. Tenho uma visão completamente diferente dessa.

    Beijinhos
    n. // www.fashionjacket.com.br

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    1. Problema seu, Nathália. Não é questão de concordar ou discordar, é ver a terra de seus pais ser destruída por vagabundos como algo 'normal'. Vai discordar dizendo o que: por meio de cacoetes disso e daquilo? | PEDRO BLANCHE

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  3. Não sei o que é pior! Morar no Brasil com diversos políticos corruptos ou na França!

    Um beijo,

    www.purestyle.com.br

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    1. Cada país tem sua cruz para carregar... | PEDRO BLANCHE

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