Eu e o Arthur Claro (Igual porém diferente) ficamos muito alegres pois os nossos blogs foram divulgados na rádio Litoral FM 90.9 de Tubarão em Santa Catarina no programa musical Tarja Preta na semana passada (20).
O Tarja Preta é "sua dose diária musical" com músicas de rock nacional e internacional. O programa ocorre de segunda a sexta das 16h às 17h. O Arthur Claro disse que o Tarja Preta é a nossa Rádio Bagaralho da vida real.
Quando Arthur me disse da proposta de divulgação fiquei surpreso e alegre e disse que topava na hora. Ele me falou para eu ficar de ouvido ligado que a divulgação iria acontecer entre 16h e 17h, mais precisamente no início do programa. E assim aconteceu. Gostei bastante das menções que o radialista fez. Ele falou dos nossos blogs e da Rádio Bagaralho. Disse também de onde éramos. Assista entre 5:42 e 7:07:
Foi uma menção rápida, mas sem perder a essência e a magia, que aumentaram os nossos humores - meu e do Arthur Claro - e que nos deram proporção nacional e em outros lugares, e nos deixaram famosos, mais do que já somos (Ok... Um pouco de humildade, por favor KKK!). Após a menção continuamos ligados no Tarja Preta (@programa.tarjapreta), nos deliciando e ouvindo as excelentes músicas selecionadas para o programa. Arthur disse que é "tudo o que ele ouve e coloca para ouvir".
Fica aqui essa menção! A blogosfera ainda pode nos surpreender! J-J
Quinta de série com dobradinha aqui no JOVEM JORNALISTA. Agora, falo da produção Extremistas.BR, da Globoplay que estreou no dia 11 de janeiro de 2023. Dirigida por Caio Cavechini; e roteirizada por Caio Cavechini, Carol Pires e Carlos Juliano Barros, a série documental é composta de 8 episódios de 50 minutos cada um. A faixa etária é de 16 anos.
A produção tem como pano de fundo o 8 de janeiro de 2023 e acompanha políticos, influenciadores e militantes arrependidos para mostrar como a radicalização sequestrou o debate público no Brasil culminando nos atos antidemocráticos. Com narração de Malu Mader, a série investiga os discursos antidemocráticos e a popularização dos movimentos no Brasil, acompanhando nomes conhecidos da política nacional e relatos de personagens afetados pelos movimentos. Ao longo dos episódios, vemos os efeitos da disseminação de fake news, como são orquestradas e as pessoas que lutam para combatê-las, além de ataques no mundo físico e digital, temas como armamentismo e fanatismo religioso, ataques à Suprema Corte e a mobilização alimentada por influenciadores extremistas. O documentário também mostra uma personagem infiltrada nos grupos radicais que fabricaram distrações durante a CPI da Covid.
Extremistas.BR vai direto na ferida e trata, veementemente, de questões políticas e como a extrema direita pode ter efeitos nocivos para a sociedade. Se você é de direita, pode não gostar da produção por ela tratar os vândalos do 8 de janeiro como extremistas. A questão armamentária também é tratada como perigo e extremamente danosa para a sociedade. Há quem diga que é um documentário parcial e que leva em consideração só um lado da história. A narração de Malu Mader é visceral e intensa, ao passo que as artes e ilustrações durante os episódios são bem criativas e necessárias.
No decorrer dos episódios você se depara com conceitos como extremistas, antidemocracia, discursos golpistas e por aí vai. A série documental estreou no início do terceiro mandato do presidente Lula e na efervescência do que ocorreu no dia 8 de janeiro. Lembro, como se fosse hoje, o que estava fazendo nesse fatídico dia: dormia o sono da beleza na tarde de um domingo, quando fui acordado com os fatos de depredações e vandalismo na sede do poder. Ali estava um cenário de horror, de quebra do nosso patrimônio e de uma democracia ultrajada e manchada. Não teve como ficarmos inertes diante dos fatos, que ainda tem gerado consequências nos dias atuais.
Com materiais de arquivos, entrevistas de especialistas que monitoram o extremismo e outras entrevistas com personagens inseridos nesses grupos, a produção detalha a engrenagem responsável por radicalizar uma minoria, que rejeita as regras democráticas. Além disso, o documentário explora o comportamento de grupos bolsonaristas, contextualizando o radicalismo com eventos como a depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília.
Extremistas.BR é quase como assistir a um thriller político, só que sem ficção: tudo ocorreu e tem reverberado na atualidade nos comentários, nos nossos olhos, nos grupos que a gente finge que não vê e nos fóruns. A série traz fatos políticos como o de Carla Zambelli e de Roberto Jefferson, extremistas de direita que se arvoraram no direito de utilizar armas de fogo socialmente, e como isso impactou em outras questões. A produção é bem atual e em ano eleitoral, vale a assistida para tirar suas próprias conclusões. J-J
Em 26 de janeiro de 2023 a Globoplay e o jornalismo da Globo lançavam a série documental Boate Kiss - a tragédia de Santa Maria. Esse é o tema da Quinta de série de hoje. Dirigida por Marcelo Canellas e roteirizada por Fernando Rinco e Gabriel Mitani, a produção contou com 5 episódios de em média 1 hora cada. A série teve uma classificação etária de 14 anos.
O jornalista investigativo Marcelo Canellas conta a história de luta por justiça protagonizada por familiares das vítimas de uma das maiores tragédias do Brasil: o incêndio da Boate Kiss. Canellas foi criado em Santa Maria, então ele tem muita familiaridade com aquela localidade. A produção, desse modo, é guiada pelos pontos de vista dos sobreviventes e das famílias das vítimas do incêndio que matou 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos. O foco dos episódios também está na batalha judicial ao redor do caso da Boate Kiss.
A produção foi lançada exatamente 10 anos depois dos fatos, ou seja, eles ocorreram na madrugada de 27 de janeiro de 2013. O incêndio da boate Kiss foi ocasionado pelo uso de artefatos pirotécnicos em ambiente fechado, desencadeando uma série de falhas de segurança e negligências.
A série tem o intuito de explicar muitas coisas, de colocar o pingo nos 'is', de aprofundar nos fatos e mostrar que o caso foi altamente criminoso. 10 anos depois, ainda há muitas feridas abertas e pontos que não foram bem esclarecidos. A produção, desse modo, é muito didática ao explicar como o incêndio ocorreu, o papel dos bombeiros e da polícia.
Desse modo, a série elucida o que aconteceu na noite da tragédia. Durante uma festa universitária, a banda Gurizada Fandangueira utilizou um sinalizador pirotécnico (sputnik) no palco, que atingiu o isolamento acústico de espuma no teto, propagando chamas rapidamente. A espuma tóxica, por sua vez, liberou gases como cianeto e monóxido de carbono, causadores da maioria das mortes por asfixia. Diversas falhas de segurança foram evidenciadas, tais como: superlotação, extintores de incêndio ineficazes ou inexistentes, apenas uma saída de emergência (que foi obstruída), revestimento irregular e falhas na sinalização. Imagino o desespero que foi das pessoas saírem desse cenário de horror, mas sem lograrem êxito.
A série é pesada, densa e traz tristeza por vermos vidas jovens sendo ceifadas, de um incêndio que poderia ser evitado. Há diversos depoimentos, documentos, imagens de arquivo e o silêncio pesado que acompanha cada relato. Uma noite que era pra ser de diversão, transformou em noite de luto e tragédia.
Sobre as condenações agora: quatro réus foram condenados em júri popular em 2021, mas o Tribunal de Justiça do RS anulou o júri em 2022, libertando-os. Em 2025, um dos condenados foi para o regime aberto, gerando mais debates sobre a morosidade da justiça.
O prédio da boate foi demolido e um memorial está sendo construído no local para preservar a memória das vítimas e evitar que a história se repita. O caso gerou mudanças significativas nas normas de prevenção a incêndios em todo o Brasil, conhecida como Lei Kiss. J-J
Bem vindos ao Rewind TVST 2025 aqui no JOVEM JORNALISTA - essa recapitulação de episódios de séries, filmes e produções que ocorre anualmente no aplicativo TVST. Em 2025 assisti 1024 episódios, que equivaleram a 728 horas assistindo séries e filmes. 19 foram os filmes assistidos e ganhei 4 emblemas.
Em 2025 a maior maratona que realizei foi de Garota do momento. Esta foi uma novela das seis que eu e minha mãe assistíamos. Gostamos bastante da trama e da atuação de Duda Santos, que será a protagonista de A nobreza do amor, a partir de março. O primeiro filme que assisti foi Silvio Santos - O sequestro e confesso que esperava mais do longa e da atuação de Rodrigo Faro. O filme poderia ter mais suspense, reviravoltas e mostrado mais de quem Silvio Santos foi e era, mas ficou mais no pastelão mesmo. Já a primeira série assistida de 2025 foi Produção de Sonhos. Lembro que foi indicação de minha prima Samara Andressa e eu gostei muito de ter assistido. Expandiu mais do universo de Divertida mente.
A ferramenta também permite adivinhar os principais gêneros consumidos pelos usuários. Entre os gêneros que estavam disponíveis no meu perfil estão: família, comédia, novela, drama e romance. Qual será a ordem em que cada um apareceu para mim?
Foi a seguinte: drama, romance, comédia, novela e família. Confesso que achava que o primeiro gênero seria novela, mas drama é bem verídico e condizente com o meu consumo também.
Já entre as mais assistidas 7 são novelas, 2 são séries e 1 é programa. A ordem ficou assim: Dona de mim, Garota do momento, Êta mundo melhor!, Vale tudo, Êta mundo bom!, Terra & Paixão, The Chosen, S.W.A.T., Segundo Sol e Show do milhão. Perceba que novela ganhou majoritariamente, ao passo que as séries ficaram em segundo lugar. Teve muito romance, drama, aventura, suspense e ação.
Diferentemente do ano passado, que teve o mês de setembro como o mais assistido, em 2025 o mês que mais assisti séries, novelas e filmes foi fevereiro. Foi uma surpresa e tanto, pois, pelo que me lembro, não estava de férias essa época, então, como assim arranjei tempo para assistir produções e esse foi o mês em que mais assisti conteúdos?! Fica aí o mistério e o suspense no ar!
O aplicativo também dá um resumo do consumo de usuários e o quanto de tempo foi empregado assistindo filmes e séries. Confira:
Esse foi o meu Rewind TVST 2025. Gostaram do resultado final? Digam nos comentários! J-J
Dia 11 de junho de 2025 a rede Globo exibiu o especial Novela em Sinfonia em homenagem aos 60 anos da emissora e aos 85 da Orquestra Sinfônica do Brasil (OSB). Imagine as trilhas sonoras de novelas emblemáticas interpretadas por artistas e instrumentistas renomados?! Esse foi o objetivo desse especial, apresentado pelo ator Tony Ramos.
Com classificação etária de 10 anos, o especial misturou o popular e o clássico promovendo grandes encontros da música brasileira com a OSB por meio de trilhas sonoras das aberturas de novela. O projeto inclui arranjos inéditos, jamais tocados, de músicas icônicas de novelas. Cantores como Fafá de Belém, Alexandre Pires, João Gomes, Alcione, Seu Jorge, Chitãozinho & Xororó, Liniker, Ana Castela, e tantos outros, participaram.
60 anos da emissora foram celebrados em trilhas sonoras inesquecíveis. Houve a interpretação de trilhas de novela de 1970 em diante. À medida que as músicas foram interpretadas, passavam cenas icônicas das produções nos telões espalhados pelo palco. O resultado final criou uma grande homenagem à teledramaturgia brasileira.
Algumas trilhas sonoras reconheci logo de cara. Outras, demorei mais um pouquinho para compreender, já que novas roupagens foram incorporadas e o som com instrumentos sinfônicos é diferente de com sons tradicionais. Foram incluídos temas de novelas clássicas como Gabriela, Renascer, O Rei do Gado, Mulheres Apaixonadas, Terra & Paixão, e muitas outras.
O objetivo principal do Novela em sinfonia foi o de homenagear a teledramaturgia global. Além disso, foi o de promover encontros musicais, celebrar a pluralidade da cultura brasileira e resgatar a memória afetiva do público com as trilhas sonoras que embalaram suas vidas.
Novela e música tem o poder de emocionar, conectar e ajudar a contar a história do Brasil. Enquanto a novela reflete a alma do povo brasileiro por meio de tramas envolventes e personagens inesquecíveis, a música tem o poder de despertar memórias. Essa dobradinha sempre deu certo, o que demonstra o sucesso desse especial.
O especial foi de uma qualidade ímpar. A regência do maestro Lanfranco Marceletti está irretocável, ao passo que a apresentação de Tony Ramos emociona e envolve os telespectadores nesse verdadeiro show audiovisual. Joana Thimoteo, diretora de Gênero de Música da TV Globo, disse o seguinte:
"Neste especial, promovemos grande encontros mostrando toda a pluralidade da nossa cultura, reunindo vozes, ritmos e gêneros brasileiros numa grande celebração à história das telenovelas da TV Globo”.
A CEO e vice-presidente da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, Ana Flávia Cabral, disse que o especial criou uma experiência audiovisual única para toda a família:
"Em parceria com a Globo, buscamos criar experiências significativas a partir de uma referência comum e poderosa: a memória. E, no Brasil, poucas manifestações culturais ocupam esse lugar com tanta força quanto as novelas. Muitas das nossas melhores lembranças estão ali — cenas que atravessaram gerações, conectaram famílias e marcaram nosso imaginário coletivo".
Um dos momentos mais marcantes foi quando Fábio Jr. cantou a trilha sonora de Alma Gêmea juntamente com a orquestra. Outro, foi quando Chitãozinho & Xororó cantaram a música Sinônimos, que embalou a trilha sonora e a abertura da novela Terra e paixão.
Se você cresceu chorando, torcendo e sofrendo ao som das trilhas das novelas, o especial foi um abraço musical na sua memória afetiva. Aberturas, trilhas e personagens inesquecíveis... tudo isso estava contido no especial de pouco mais de 50 minutos. Os dramas e as emoções foram traduzidos em arranjos de arrepiar...
Novela em sinfonia prova que novela brasileira pode ter uma alma de cinema - só falta a orquestra pra deixar isso ainda mais claro. As novelas passam, os capítulos acabam, mas as músicas ficam. E quando elas voltam em forma de concerto, a emoção vem em dobro. O especial tem direção artística de Luiz Henrique Rios, direção geral de Fellipe Ayala e produção de Fabrício Peralva e Valesca Campos. A direção de gênero é de Joana Thimoteo. J-J
Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM(Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pastelaria do Chian começa agora o programaIgual porém Diferente.
Nesta edição trago uma música original e a versão dela. Vocês irão se deleitar com canções iguais porém diferentes. Hoje vou mostrar uma que tenho certeza que todos conhecem mais a original do que a versão.
Original
Versão
Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram(@radiobagaralho).J-J
Hoje é dia de falar também de Medo do escuro aqui no Quinta de série do JOVEM JORNALISTA. Medo do escuro é um podcast de crime real (true crime) produzido pelo G1 Piracicabana. A produção conta com 6 episódios, de em média 40 minutos cada. O podcast está entre os 3 mais ouvidos do Brasil no streaming Spotify.
Ele narra o caso João Paulo, um dos mais emblemáticos da cidade, nos anos 80. João Paulo Brancalion foi um menino de 9 anos de idade encontrado morto dentro de um freezer em um colégio católico, o Dom Bosco, em Piracicaba, em 1988, após participar de atividades recreativas.
De autoria e com apresentação do jornalista Rodrigo Pereira, o podcast revisita o inquérito e traz novos depoimentos exclusivos e chocantes, que mostram os impactos emocionais causados pela tragédia e relatos inéditos. Após 35 anos do caso horrendo, Rodrigo teve acesso a quase duas mil páginas do inquérito policial e dos processos e obteve depoimentos exclusivos do caso. A produção revela detalhes do que levou o julgamento a se arrastar por 13 anos, destacando informações desencontradas, depoimentos contraditórios e suspeitas que não levaram a conclusão alguma.
Rodrigo estudou os arquivos de imprensa da época e percebeu que a cobertura se baseava em entrevistas de fontes oficiais, sem detalhes quanto aos autos do processo, aos quais ele teve acesso. Foi quando ele tomou uma atitude:
"Fui, então, atrás de respostas. Como é um processo antigo, os autos só estão disponíveis fisicamente, então eu precisei fotografar página por página. A quantidade de conteúdo e reviravoltas no caso, que teve cerca de 300 depoimentos, não me deixou dúvidas de que a série seria uma documentação importante, dessa vez contando com o distanciamento do tempo e a atualização das histórias de vida impactadas pela morte de João Paulo".
Além do jornalista Rodrigo Pereira, a produção do podcast teve a supervisão de Lana Torres e Cláudia Croitor, editora-chefe do G1 nacional. Lana comenta que o crime, sem respostas e conclusão definida, permaneceu na memória coletiva da população local com uma espécie de "lenda urbana".
Medo do escuro nasceu para investigar e documentar de forma detalhada tudo o que realmente ocorreu na época e não deixar que o caso se misture a boatos, como estava acontecendo.
O podcast revisita os nove volumes do processo judicial (cerca de 1800 páginas) e apresenta divergências técnicas, como o fato de existirem dois laudos necroscópicos que apresentaram conclusões diferentes sobre a causa da morte e o tipo de asfixia, alimentando diversas especulações.
O caso gerou diversas controvérsias, como o fato da família ter sido impedida de entrar na escola por policiais, queima de arquivo ou um serial killer de crianças, que o podcast busca investigar e desmitificar. Apesar do júri ter acontecido em 2013, muitas dúvidas persistem, transformando a tragédia em uma "lenda urbana" trágica na cidade.
O fato do menino ter sido encontrado em um freezer desativado é de arrepiar! Sabemos que crimes horrendos existem e esse é um deles. Apesar de ser um podcast, não é difícil não sentir medo e ficar perplexo com as cenas e os cenários relatados. O título da produção - medo do escuro - refere-se ao medo que qualquer pessoa na idade de João Paulo possui. Nem um colégio católico está livre de ter um crime horrendo como esse.
Recomendo a produção. O podcast está disponível no G1, Globoplay e nas principais plataformas de áudio como o Spotify, Apple podcasts, Deezer e Amazon Music. J-J
"Ohhh ohhouuohhh ohhhh ohhouuhhh Rock in Rio! Ohhh ohhouuohhh ohhhh ohhouuhhh Rock in Rio!". Hoje é dia de Quinta de série aqui no JOVEM JORNALISTA. Dia de falar da série documental Rock in Rio - a história. Lançada no dia 2 de agosto de 2022, a produção tem direção de Patricia Guimarães e roteiro de Rodrigo Pinto. O elenco conta com Andreas Kisser, Ivete Sangalo e Carlinhos Brown.
Rock in Rio - a história é uma série documental musical que conta a história de um dos maiores eventos de rock de toda a América Latina. Com, atualmente, 41 anos de existência o Rock in Rio tornou-se o maior festival do mundo e de uma tradição nacional. Mas, nem sempre foi assim. O evento já foi fadado ao fracasso. O documentário apresenta alguns artistas que tiveram suas carreiras marcadas pelo Rock in Rio ao longo dos anos.
Em cinco episódios acompanhamos a história do evento pela visão de diversos artistas que participaram. A produção relembra bastidores, hits e momentos marcantes que reforçam a importância do Rock in Rio para a história e cultura do país, além de apresentar materiais inéditos que nunca foram divulgados. Além disso, o documentário reflete sobre o contexto da cena musical nos anos 1980 e como o festival foi fundamental para consolidar grandes nomes nacionais e grandes sucessos internacionais no Brasil.
Criado por Roberto Medina em 1985 no Rio de Janeiro, o evento revolucionou o cenário musical brasileiro ao trazer grandes nomes internacionais como Queen e AC/DC, consolidando o Brasil como palco para megaeventos e impulsionando artistas nacionais. No decorrer dos anos, expandiu-se para outros lugares e evoluiu de um evento focado no rock para outros gêneros. O evento, sobretudo, incorporou uma forte mensagem social de "Por um mundo melhor".
A primeira edição foi um marco histórico, atraindo cerca de 1,4 milhão de pessoas para a Cidade do Rock, em Jacaarepaguá, e apresentando Queen, AC/DC, Iron Maiden, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, entre outros.
A segunda edição manteve o sucesso, consolidando o festival, mas terminou com prejuízo financeiro.
Em 2001 em diante, a era Por um mundo melhor entrou em voga. Em 2001 o festival retornou com uma nova proposta, focando em causas sociais e ambientais, com o lema e apresentou bandas como Foo Fighters, Pearl Jam e Backstreet Boys (que não tocou). A partir de então, o Rock in Rio deixou de ser exclusivo do Brasil, com edições em Portugal (Lisboa) e Espanha (Madrid).
Como falado anteriormente, a produção se divide em 5 episódios de em média 30 minutos cada um. Os títulos são os seguintes: Que a vida começasse agora, Que a gente não parasse de sonhar, Por um mundo melhor, Todos num só coração e Que o mundo fosse nosso outra vez.
Que a vida começasse agora é o episódio inaugural que mostra como esse festival nasceu. O festival foi aclamado pelo público e pela crítica, mas terminou em prejuízo e na destruição da Cidade do Rock.
O segundo episódio é focado em mostrar como o festival se reergueu e como ele quase foi cancelado devido a violência urbana.
O terceiro, Por um mundo melhor, é focado na consolidação do festival, com um mix de sonoridades e culturas em reações diversas do público.
Todos num só coração é sobre a pressão que o festival sofre para incluir novas vozes.
O último, Que o mundo fosse nosso outra vez, é sobre como o festival encontrou seu tom e abrangência de ritmos e estilos musicais.
A série documental tem imagens de arrepiar, depoimentos emocionados e muita música. Imagine a ousadia do criador do Rock in Rio de perseguir seus sonhos, diante de um cenário fadado ao fracasso?! Mas ele foi lá e fez e mostrou que esse é um evento avassalador, ano a ano. O RiR não saiu apenas de guitarras distorcidas, mas de teimosia, improviso, ousadia e um Brasil saindo da ditadura, louco por liberdade. Cada edição mostra uma evolução - da lama da Cidade do Rock em 1985 aos palcos tecnológicos de hoje. No fim, você descobre que o evento não é só sobre shows. É sobre como o Brasil aprendeu a sonhar grande, com amplificadores no máximo. Os trechos que abriram esse post são da música tema do evento, de autoria de Nelson Wellington e Eduardo Souto Neto, gravada pelo Roupa Nova. J-J
Olá ouvintes da Rádio Bagaralho. No dia 19 de janeiro de 2026, o radialista Márcio Braz da Rádio Litoral FM 90,9 de Tubarão-SC entrou em contato comigo (Arthur Claro) via direct do Instagram (@radiobagaralho) para que eu divulgasse a banda Kamiza Emprestada que é da mesma cidade que ele.
A banda Kamiza Emprestada é formada pelos seguintes integrantes: Cristiano Bencke (@benckecristiano) e Juh Montiel (@juhmontiel) (Vocais), Darlei Moraes (@darlei__moraes) (Guitarra), Dudy Nazário (@dudy_nasario) (Baixo) e Ricardo Kbeça (@ricardo.kb) (Bateria). A banda toca somente músicas brasileiras, o puro Rock Brasil. Para quem gosta é uma boa escolha para se colocar na playlist e ficar ouvindo sem parar e cansar de ouvir.
Após essa breve explicação do motivo deste post, vou deixar vocês ouvirem a música Já nem me lembro mais da banda Kamiza Emprestada.
Já estava quase esquecendo. O Márcio Braz (@discografabrazil) que tem um programa chamado Tarja Preta na Rádio Litoral FM, para retribuir a minha divulgação da banda, no início do programa do dia 20 de janeiro de 2026 citou este blog que vocês estão vendo o post, o blog Arthur Claro = porém ≠ e também o perfil do Instagram da Rádio Bagaralho. J-J
OBS: Se alguém tiver bandas ou conhecer bandas que queiram a sua divulgação entrem em contato pelo direct do Instagram que eu (Arthur Claro) irei coletar os dados e assim criar um post para divulgar.
Já dizia uma frase da novela Dona de mim, produção das 7h que acabou recentemente na TV Globo: "A felicidade sempre encontra um caminho". E é uma grande verdade, pois a felicidade e a alegria são agentes facilitadores e funcionam como um rio que flui, sem embaraços ou empecilhos. Desse modo, encontrei uma frase nas redes sociais que resume bem isso que falei aqui: "Quem é feliz, facilita. Facilita o dia, a conversa, o caminho, o perdão, o convívio, a vida..."
Para que complicar a vida tanto, se a gente pode ser feliz em pequenas atitudes, que reverberam pelo mundo inteiro?! Já dizia uma canção de Bossa Nova que "é melhor ser alegre que ser triste". E é bem assim mesmo. A Bíblia diz que a felicidade e o sorriso aformoseiam o rosto. Outro frase diz "vamos sorrir e ser felizes, porque chorar entope o nariz e propaga o vírus da gripe". Já pensou em quantos benefícios sorrir e ser alegre possuem?! São inúmeros. Por isso, vamos ser alegres, sorridentes e felizes cada vez mais, sem se importar com o que os outros pensam ou imaginam de nós.
Quem é feliz facilita o dia. Já pensou quantos combos ou bençãos são desbloqueados só pelo fato de você desejar um feliz dia ou um bom dia para alguém?! Ao sair de casa, cumprimente as pessoas na rua, o motorista do ônibus, o moço da padaria, etc... Mesmo que você não conheça nenhum deles, deseje um feliz dia e um bom dia. Aqui no meu trabalho, sou um dos primeiros a chegar e cumprimento os guardas. Logo depois que chego, as pessoas vão chegando e desejando um bom dia. Isso traz um bem danado para a vida e para lidar com as questões impostas durante todo o dia.
Quem é feliz facilita a conversa. E que conversas legais e produtivas podem surgir de pessoas felizes e alegres, não é mesmo?! Quem é feliz não tem tempo de ficar com picuinhas, sabe dialogar e lidar com os próximos. As conversas são mais felizes, agradáveis e alegres. E um diálogo bom e sadio assim traz saúde mental e faz com que o dia caminhe mais rápido e o dia flua melhor.
Quem é feliz facilita o caminho. Como bem disse no parágrafo inaugural desse post: "A felicidade sempre encontra um caminho". A alegria retira os embaraços da vida e facilita um caminho bem sucedido e de vitória. Não tem nada que atrapalhe sua caminhada, ao contrário, você terá um caminho facilitado e com alta fluidez.
Quem é feliz facilita o perdão. A pessoa alegre não fica presa às amarras do passado e à falta do perdão represado e não liberado. E que benefícios e saúde mental, psíquica e física liberar perdão proporciona! A pessoa fica mais leve, não é ranzinza e vê a vida com muito mais alegria e colorido.
Quem é feliz facilita o convívio. Já viu alguém feliz e alegre ter problemas de relacionamento? Eles podem acontecer, mas são bem raros. Quem é feliz não tem tempo para falar mal da vida dos outros e tem um convívio eficaz e satisfatório com os semelhantes.
Por fim, quem é feliz facilita a vida. A vida fica mais leve e fácil de lidar para àquelas pessoas alegres, de bem com a vida. Essa é uma grande felicidade.
O que esse post nos ensina?! Que a felicidade no dia a dia traz mais benefícios para a vida, do que ser triste ou ranzinza. Que sejamos mais felizes e alegres! A vida agradece. J-J