quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Qual revolução queremos?



Twitter tornou-se uma ferramenta onde a comunicação é acentuada e chega a ser global, permitindo que uma informação seja conhecida por todos. Contudo, tanta informação será que deixa as pessoas por dentro dos assuntos? Somos bombardeados por todos os lados. Chegamos a conclusão que toda essa profusão de mensagens deixa a gente superficialmente informados, assim como ao se ler um lead. Por um lado, isso é bom, mas por outro nos deixa a par de outras leituras. E elimina a possibilidade de verificar se aquela informação é correta.

Chegamos a um novo patamar de comunicação? Sem dúvidas. Mas como se fala, tem que saber utilizar das tecnologias. Twitter permitiu a revolução da comunicação e por sua facilidade de propagação, que notícias fossem propagadas em primeira mão por lá. Com isso, os meios de comunicação tiveram que levar em conta o twitter, pois ele se torna uma fonte, onde pessoas da mais alta importância soltam informações bombásticas.

Nessa onda revolucionária, correntes que interessam a tanta gente são geradas. Nessa semana, a tag #forasarney (genérica do #calabocagalvão) demonstrou um sentimento da população brasileira. Se antes, tinhamos os "Cara pintadas", em uma revolução pelo empeatcheman, e tantas outras revoluções, hoje nós temos uma revolução em uma escala digital. 


É interessante destacar que o Twitter pode ser uma porta para revoluções ditas reais, mas também pode ser nada mais que uma revolução digital. Se algo dito na twitterfera pode tomar proporções reais, como o caso da Petruso ("Mate um nordestino afogado"), e também na blogosfera com o Wikileaks, ou então na Facebooksfera com Mark Zuckerman, porque não uma revolução de tags?

Revoluções começam onde a gente menos espera. Seria interessante que o #forasarney saisse do Twitter e passasse ser a voz de todo e qualquer brasileiro. Contudo, muitos preferem viver no mundo dos 140 crts, com suas polêmicas, suas revoluções, pontos de vistas, somente em esfera internética. Se adianta? É, só um pouco. (JJ)

Por: Emerson Garcia

6 comentários :

  1. Esse é o grande problema das mídias virtuais. Elas são muito impactantes, e ao mesmo tempo pouco impactantes. Muito numerosas e muito confusas. Você não sabe no que confiar. Eu ainda prefiro ficar com as minhas revistas. Não é qualquer um que as escreve;

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  2. nossa, ou cola ou n cola, eh verdade... n gosto muito do twitter, mas eu entendo a sua funcionalidade...

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  3. eu vivo no mundo real. os 140 crts não dá pra mim.

    beijinhos

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  4. É complicado revolucionar alguma coisa no twitter, né? Pode até começar por lá, mas tem ir para o "mundo real" em algum momento!

    Beijo,
    Camila F.

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  5. O twitter é um espaço para a gente falar do que acontece fora dele, se ficamos fazendo "revoluções" dentro.. elas não chegam ao mundo... acho que temos que pensar nisso.

    Mas as mídias sociais têm grande importância par arevoluções que acontecem no mundo real.

    Por Sami

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  6. Tem importância sim. Tanto que a internet é uma das primeiras coisas atacadas pelos governos déspotas diante de uma ameaça de revolução. Não desconsiderem esse tipo de veículo. Você escreve algo em uma revista, aparece na tv e não tem tanta certeza de que será lido ou visto mais do que nesses sites de relacionamento.

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