quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Quinta de série: Medo do escuro - o caso João Paulo (podcast)

Pode conter spoilers!


Hoje é dia de falar também de Medo do escuro aqui no Quinta de série do JOVEM JORNALISTA. Medo do escuro é um podcast de crime real (true crime) produzido pelo G1 Piracicabana. A produção conta com 6 episódios, de em média 40 minutos cada. O podcast está entre os 3 mais ouvidos do Brasil no streaming Spotify.

Ele narra o caso João Paulo, um dos mais emblemáticos da cidade, nos anos 80. João Paulo Brancalion foi um menino de 9 anos de idade encontrado morto dentro de um freezer em um colégio católico, o Dom Bosco, em Piracicaba, em 1988, após participar de atividades recreativas.

De autoria e com apresentação do jornalista Rodrigo Pereira, o podcast revisita o inquérito e traz novos depoimentos exclusivos e chocantes, que mostram os impactos emocionais causados pela tragédia e relatos inéditos. Após 35 anos do caso horrendo, Rodrigo teve acesso a quase duas mil páginas do inquérito policial e dos processos e obteve depoimentos exclusivos do caso. A produção revela detalhes do que levou o julgamento a se arrastar por 13 anos, destacando informações desencontradas, depoimentos contraditórios e suspeitas que não levaram a conclusão alguma. 


Rodrigo estudou os arquivos de imprensa da época e percebeu que a cobertura se baseava em entrevistas de fontes oficiais, sem detalhes quanto aos autos do processo, aos quais ele teve acesso. Foi quando ele tomou uma atitude:

"Fui, então, atrás de respostas. Como é um processo antigo, os autos só estão disponíveis fisicamente, então eu precisei fotografar página por página. A quantidade de conteúdo e reviravoltas no caso, que teve cerca de 300 depoimentos, não me deixou dúvidas de que a série seria uma documentação importante, dessa vez contando com o distanciamento do tempo e a atualização das histórias de vida impactadas pela morte de João Paulo".


Além do jornalista Rodrigo Pereira, a produção do podcast teve a supervisão de Lana Torres e Cláudia Croitor, editora-chefe do G1 nacional. Lana comenta que o crime, sem respostas e conclusão definida, permaneceu na memória coletiva da população local com uma espécie de "lenda urbana". 

Medo do escuro nasceu para investigar e documentar de forma detalhada tudo o que realmente ocorreu na época e não deixar que o caso se misture a boatos, como estava acontecendo. 



O podcast revisita os nove volumes do processo judicial (cerca de 1800 páginas) e apresenta divergências técnicas, como o fato de existirem dois laudos necroscópicos que apresentaram conclusões diferentes sobre a causa da morte e o tipo de asfixia, alimentando diversas especulações.

O caso gerou diversas controvérsias, como o fato da família ter sido impedida de entrar na escola por policiais, queima de arquivo ou um serial killer de crianças, que o podcast busca investigar e desmitificar. Apesar do júri ter acontecido em 2013, muitas dúvidas persistem, transformando a tragédia em uma "lenda urbana" trágica na cidade.

O fato do menino ter sido encontrado em um freezer desativado é de arrepiar! Sabemos que crimes horrendos existem e esse é um deles. Apesar de ser um podcast, não é difícil não sentir medo e ficar perplexo com as cenas e os cenários relatados. O título da produção - medo do escuro - refere-se ao medo que qualquer pessoa na idade de João Paulo possui. Nem um colégio católico está livre de ter um crime horrendo como esse.



Recomendo a produção. O podcast está disponível no G1, Globoplay e nas principais plataformas de áudio como o Spotify, Apple podcasts, Deezer e Amazon Music. J-J


Por: Emerson Garcia

Quinta de série: Rock in Rio - a história

Pode conter spoilers!


"Ohhh ohhouuohhh ohhhh ohhouuhhh Rock in Rio! Ohhh ohhouuohhh ohhhh ohhouuhhh Rock in Rio!". Hoje é dia de Quinta de série aqui no JOVEM JORNALISTA. Dia de falar da série documental Rock in Rio - a história. Lançada no dia 2 de agosto de 2022, a produção tem direção de Patricia Guimarães e roteiro de Rodrigo Pinto. O elenco conta com Andreas Kisser, Ivete Sangalo e Carlinhos Brown. 

Rock in Rio - a história é uma série documental musical que conta a história de um dos maiores eventos de rock de toda a América Latina. Com, atualmente, 41 anos de existência o Rock in Rio tornou-se o maior festival do mundo e de uma tradição nacional. Mas, nem sempre foi assim. O evento já foi fadado ao fracasso. O documentário apresenta alguns artistas que tiveram suas carreiras marcadas pelo Rock in Rio ao longo dos anos.

Em cinco episódios acompanhamos a história do evento pela visão de diversos artistas que participaram. A produção relembra bastidores, hits e momentos marcantes que reforçam a importância do Rock in Rio para a história e cultura do país, além de apresentar materiais inéditos que nunca foram divulgados. Além disso, o documentário reflete sobre o contexto da cena musical nos anos 1980 e como o festival foi fundamental para consolidar grandes nomes nacionais e grandes sucessos internacionais no Brasil.

Criado por Roberto Medina em 1985 no Rio de Janeiro, o evento revolucionou o cenário musical brasileiro ao trazer grandes nomes internacionais como Queen e AC/DC, consolidando o Brasil como palco para megaeventos e impulsionando artistas nacionais. No decorrer dos anos, expandiu-se para outros lugares e evoluiu de um evento focado no rock para outros gêneros. O evento, sobretudo, incorporou uma forte mensagem social de "Por um mundo melhor".

 

A primeira edição foi um marco histórico, atraindo cerca de 1,4 milhão de pessoas para a Cidade do Rock, em Jacaarepaguá, e apresentando Queen, AC/DC, Iron Maiden, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, entre outros.

A segunda edição manteve o sucesso, consolidando o festival, mas terminou com prejuízo financeiro.

Em 2001 em diante, a era Por um mundo melhor entrou em voga. Em 2001 o festival retornou com uma nova proposta, focando em causas sociais e ambientais, com o lema e apresentou bandas como Foo Fighters, Pearl Jam e Backstreet Boys (que não tocou). A partir de então, o Rock in Rio deixou de ser exclusivo do Brasil, com edições em Portugal (Lisboa) e Espanha (Madrid).



Como falado anteriormente, a produção se divide em 5 episódios de em média 30 minutos cada um. Os títulos são os seguintes: Que a vida começasse agora, Que a gente não parasse de sonhar, Por um mundo melhor, Todos num só coração e Que o mundo fosse nosso outra vez

Que a vida começasse agora é o episódio inaugural que mostra como esse festival nasceu. O festival foi aclamado pelo público e pela crítica, mas terminou em prejuízo e na destruição da Cidade do Rock.

O segundo episódio é focado em mostrar como o festival se reergueu e como ele quase foi cancelado devido a violência urbana.

O terceiro, Por um mundo melhor, é focado na consolidação do festival, com um mix de sonoridades e culturas em reações diversas do público.

Todos num só coração é sobre a pressão que o festival sofre para incluir novas vozes. 

O último, Que o mundo fosse nosso outra vez, é sobre como o festival encontrou seu tom e abrangência de ritmos e estilos musicais. 


A série documental tem imagens de arrepiar, depoimentos emocionados e muita música. Imagine a ousadia do criador do Rock in Rio de perseguir seus sonhos, diante de um cenário fadado ao fracasso?! Mas ele foi lá e fez e mostrou que esse é um evento avassalador, ano a ano. O RiR não saiu apenas de guitarras distorcidas, mas de teimosia, improviso, ousadia e um Brasil saindo da ditadura, louco por liberdade. Cada edição mostra uma evolução - da lama da Cidade do Rock em 1985 aos palcos tecnológicos de hoje. No fim, você descobre que o evento não é só sobre shows. É sobre como o Brasil aprendeu a sonhar grande, com amplificadores no máximo. Os trechos que abriram esse post são da música tema do evento, de autoria de Nelson Wellington e Eduardo Souto Neto, gravada pelo Roupa Nova. J-J 



Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Rádio Bagaralho: Novas Amizades


Olá ouvintes da Rádio Bagaralho. No dia 19 de janeiro de 2026, o radialista Márcio Braz da Rádio Litoral FM 90,9 de Tubarão-SC entrou em contato comigo (Arthur Claro) via direct do Instagram (@radiobagaralho) para que eu divulgasse a banda Kamiza Emprestada que é da mesma cidade que ele. 

A banda Kamiza Emprestada é formada pelos seguintes integrantes: Cristiano Bencke (@benckecristiano) e Juh Montiel (@juhmontiel) (Vocais), Darlei Moraes (@darlei__moraes) (Guitarra), Dudy Nazário (@dudy_nasario) (Baixo) e Ricardo Kbeça (@ricardo.kb) (Bateria). A banda toca somente músicas brasileiras, o puro Rock Brasil. Para quem gosta é uma boa escolha para se colocar na playlist e ficar ouvindo sem parar e cansar de ouvir. 

Após essa breve explicação do motivo deste post, vou deixar vocês ouvirem a música Já nem me lembro mais da banda Kamiza Emprestada.



Já estava quase esquecendo. O Márcio Braz (@discografabrazil) que tem um programa chamado Tarja Preta na Rádio Litoral FM, para retribuir a minha divulgação da banda, no início do programa do dia 20 de janeiro de 2026 citou este blog que vocês estão vendo o post, o blog Arthur Claro = porém ≠ e também o perfil do Instagram da Rádio Bagaralho. J-J

OBS: Se alguém tiver bandas ou conhecer bandas que queiram a sua divulgação entrem em contato pelo direct do Instagram que eu (Arthur Claro) irei coletar os dados e assim criar um post para divulgar.


Por: Arthur Claro

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Quem é feliz, facilita


Já dizia uma frase da novela Dona de mim, produção das 7h que acabou recentemente na TV Globo: "A felicidade sempre encontra um caminho". E é uma grande verdade, pois a felicidade e a alegria são agentes facilitadores e funcionam como um rio que flui, sem embaraços ou empecilhos. Desse modo, encontrei uma frase nas redes sociais que resume bem isso que falei aqui: "Quem é feliz, facilita. Facilita o dia, a conversa, o caminho, o perdão, o convívio, a vida..."

Para que complicar a vida tanto, se a gente pode ser feliz em pequenas atitudes, que reverberam pelo mundo inteiro?! Já dizia uma canção de Bossa Nova que "é melhor ser alegre que ser triste". E é bem assim mesmo. A Bíblia diz que a felicidade e o sorriso aformoseiam o rosto. Outro frase diz "vamos sorrir e ser felizes, porque chorar entope o nariz e propaga o vírus da gripe". Já pensou em quantos benefícios sorrir e ser alegre possuem?! São inúmeros. Por isso, vamos ser alegres, sorridentes e felizes cada vez mais, sem se importar com o que os outros pensam ou imaginam de nós.

Quem é feliz facilita o dia. Já pensou quantos combos ou bençãos são desbloqueados só pelo fato de você desejar um feliz dia ou um bom dia para alguém?! Ao sair de casa, cumprimente as pessoas na rua, o motorista do ônibus, o moço da padaria, etc... Mesmo que você não conheça nenhum deles, deseje um feliz dia e um bom dia. Aqui no meu trabalho, sou um dos primeiros a chegar e cumprimento os guardas. Logo depois que chego, as pessoas vão chegando e desejando um bom dia. Isso traz um bem danado para a vida e para lidar com as questões impostas durante todo o dia.

Quem é feliz facilita a conversa. E que conversas legais e produtivas podem surgir de pessoas felizes e alegres, não é mesmo?! Quem é feliz não tem tempo de ficar com picuinhas, sabe dialogar e lidar com os próximos. As conversas são mais felizes, agradáveis e alegres. E um diálogo bom e sadio assim traz saúde mental e faz com que o dia caminhe mais rápido e o dia flua melhor.

Quem é feliz facilita o caminho. Como bem disse no parágrafo inaugural desse post: "A felicidade sempre encontra um caminho". A alegria retira os embaraços da vida e facilita um caminho bem sucedido e de vitória. Não tem nada que atrapalhe sua caminhada, ao contrário, você terá um caminho facilitado e com alta fluidez.

Quem é feliz facilita o perdão. A pessoa alegre não fica presa às amarras do passado e à falta do perdão represado e não liberado. E que benefícios e saúde mental, psíquica e física liberar perdão proporciona! A pessoa fica mais leve, não é ranzinza e vê a vida com muito mais alegria e colorido.

Quem é feliz facilita o convívio. Já viu alguém feliz e alegre ter problemas de relacionamento? Eles podem acontecer, mas são bem raros. Quem é feliz não tem tempo para falar mal da vida dos outros e tem um convívio eficaz e satisfatório com os semelhantes.

Por fim, quem é feliz facilita a vida. A vida fica mais leve e fácil de lidar para àquelas pessoas alegres, de bem com a vida. Essa é uma grande felicidade.

O que esse post nos ensina?! Que a felicidade no dia a dia traz mais benefícios para a vida, do que ser triste ou ranzinza. Que sejamos mais felizes e alegres! A vida agradece. J-J  

  
Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Conselhos para 2026



Já dizia o ditado que se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia. Mas, no fundo, no fundo, conselhos são bons e nos ajudam em nossa caminhada diária. Todo início de ano, realizamos promessas e olhamos para o ano que está diante de nós com otimismo, metas e o sentimento de fazer um período melhor. Essa imagem acima traz vários conselhos para um bom e excelente ano novo.

Na raiva, não responda ninguém. A raiva é uma fagulha que se transforma em incêndio. Mantenha a calma ao responder alguém, pare para pensar e refletir. Não aja por impulso.

Na felicidade, não faça promessas. Temos o costume de nos empolgarmos demais em momentos alegres, fazendo promessas que não teremos condições de cumprir. A própria Bíblia diz que "Deus não se agrada de votos de tolos". Isso quer dizer que Ele não se agrada de você fazer promessas que não irá cumprir.

No cansaço, não se deixe desistir. Passamos por cansaços e lutas, mas não devemos desistir. Que possamos pedir forças à Deus para avançarmos em nossa caminhada. O cansaço vem, e é nessa hora que devemos pedir para que Deus nos dê forças e ânimo.

Na tristeza, não tome decisões importantes. Se, por um lado, em momentos alegres você não deve realizar promessas; em momentos tristes, nada de tomar decisões importantes. É preciso você se conhecer e perceber o momento certo para agir, para não se arrepender depois.

Nos problemas, não procure culpados. Temos o costume de culpar tudo e todos quando passamos por aflições e momentos difíceis. Que não sejamos essa pessoa. Que nos problemas não nos vitimizemos e encontremos os verdadeiros motivos dos nossos problemas. É o tempo de pararmos para refletir, analisarmos e percebemos como prosseguir diante dos problemas.

No caos, permaneça em silêncio. Quem age assim é sábio e sabe parar na hora certa e analisar inúmeras questões. No caos, Deus também fala. Por isso, permaneça em silêncio para ouvir a voz Dele.

Seguindo esses conselhos em 2026, é bem capaz de sermos mais felizes e bem sucedidos. J-J


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Igual porém diferente' #42



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pastelaria do Chian começa agora o programa Igual porém Diferente

Nesta edição trago uma música original e a versão dela. Vocês irão se deleitar com canções iguais porém diferentes. Hoje vou mostrar uma que tenho certeza que todos conhecem mais a versão do que a original.

Original



Versão 





Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Quinta de série: O repórter do poder

Pode conter spoilers!


No Quinta de série de hoje apresento a série documental O repórter do poder, disponível na Globoplay. Lançada em março de 2023, a produção é de autoria de Letícia Muhana; direção de Patricia Lovell-Parker Guimarães; e roteiro de Cristina Aragão, Jacqueline Cantore, Mariliz Pereira Jorge e Renée Castelo Branco. A produção foi contada em 4 episódios de em média 35 minutos cada um. 

O repórter do poder conta a história de Jorge Bastos Moreno, o jornalista galanteador do poder e dos artistas. Apaixonado e vidrado pela notícia, foi o autor de furos históricos e viveu grandes paixões. Moreno era conhecido por suas reportagens sobre os bastidores do poder em Brasília. Ele faleceu em 2017 e a produção é uma homenagem póstuma à ele.

Jorge foi uma das principais figuras do jornalismo político, conhecido por seus grandes furos de reportagem, conquista de fontes e habilidades de apuração. Além dos grandes feitos jornalísticos, Moreno era conhecido pelas reuniões com famosos, celebridades e políticos que realizava em sua casa, formando relações com artistas influentes e políticos. Na produção, sua trajetória é contada por meio de relatos e depoimentos de amigos e familiares, como Andréa Sadi, Fernando Henrique Cardoso, Gilmar Mendes, Heraldo Pereira, mariana Ximenes, Renata Lo Prete, Fafá de Belém e Ali Kamel.


Jorge tinha enorme influência no meio político e da alta sociedade e foi interessante eu, como jornalista, ver como ele conseguia furos de reportagens e informações bombásticas, por meio de relacionamentos com políticos e famosos. Ele foi, realmente, o repórter do poder.

A série é dividida em quatro episódios, são eles: O primeiro furo de reportagem; Política, intriga e sedução; Nos bastidores do poder; e O último banquete. O episódio introdutório mostra quem era Jorge Moreno, autor de diversos furos e que viveu grandes paixões.


O segundo episódio mostra como o jornalista ajudou a derrubar um presidente da república e se tornou o repórter queridinho de um poderoso deputado. Sua casa, em Brasília, era um centro paralelo de articulações.

No capítulo a seguir, Jorge Moreno ocupa a página mais importante do jornal O Globo. No capítulo, ele troca Brasília pelo Rio e se cerca de artistas, músicos em uma fase de vida mais leve e glamourosa.

O último episódio é dedicado a mostrar como o Cafofo do Moreno, no Rio, virou palco de celebridades. Com sua morte, morre também uma parte da história, do jornalismo político e uma era de prosperidade no Brasil. 



A série foi construída com depoimentos de pessoas que trabalharam perto ou em volta de Moreno. Recomendo a produção! J-J




Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Tempo, tempo, tempo

O que você faz no seu tempo diário e nas horas que você é agraciado por Deus? Sim, o tempo é uma dádiva divina. Diariamente, recebemos 24 horas para aplicarmos como bem entendermos. Todos recebem essas horas, ninguém é lesado e ninguém recebe menos horas que os outros. A grande questão é: como empregamos esse tempo?

Atualmente, as redes sociais, computador e o celular minam o nosso tempo e faz com que passemos longas horas do dia em atividades não tão produtivas e que não nos levará a lugar algum. Admiro as pessoas que amanhecem o dia e não ligam para o celular nem as notificações. Não fazer isso é quase impossível. Mas essas pessoas existem e elas aproveitam seu tempo da melhor forma.

Tem dias que tenho tentado me desvencilhar das redes sociais e do celular e vejo como meu dia rende e como ele é produtivo. A bateria do meu celular até dura mais um pouco quando faço isso. E você pode substituir o tempo em tela, por atividades produtivas como a leitura; caminhada; corrida; atividades físicas; estudos; elaboração de receitas; tempo de qualidade com a família, cônjuge e filhos.

Perfis no Instagram abordaram a utilização do tempo em atividades produtivas e em outras que não te levam para lugar algum. Confira:





















Tudo na vida é uma questão de escolha. Você pode escolher passar 1 hora do seu dia na tela de seu celular, ou 1 hora estudando, fazendo atividade física ou uma atividade mais produtiva. Você pode escolher passar 1 hora a mais do seu dia dormindo ou fazendo exercícios. A escolha é sua! Já passei minutos ou horas do meu dia totalmente ocioso e com o sentimento que "poderia estar fazendo algo de útil". Já me dei ao luxo de dormir uma hora ou duas a mais do que necessitava ou queria, sendo que poderia estar gastando esse tempo na leitura, atividade física ou outra atividade produtiva. E a sensação que tive depois foi muito ruim, de arrependimento mesmo e com a sensação que tinha jogado minutos ou horas do meu dia no lixo.

A conclusão que chegamos é que somos donos do nosso tempo. Deus nos dá a dádiva de nos presentear com 24 horas do dia e 365 dias por ano para utilizarmos como bem entendermos. Finalizo esse post com essa reflexão a seguir: Vai lá, e vence! A vida começa quando você decide agir! J-J



Por: Emerson Garcia

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

A lei dos 7 nãos


Em nossa vida temos que seguir uma série de regras e leis para sermos bem sucedidos. Esses dias, encontrei a imagem acima e tive que concordar com tudo que ela diz. Foi assim que surgiu esse post. Chama-se A lei dos 7 nãos e é muito eficaz para colocarmos em nosso dia a dia. 

A primeira lei diz: Não tolere piadinhas de mau gosto. Na vida, a gente só recebe o que permite e tolera. Não tolerar as piadinhas de mau gosto é a primeira regra para termos uma vida mais saudável e eficaz.

Não aceite convites sem pensar ou somente para agradar. Isso quer dizer que você tem a capacidade de dizer não para convites. Você pode ponderar se aquele convite é bom para você, ou não, se você vai ser feliz, agradável e bem sucedido com ele. Eu, por exemplo, só aceito convites que me fazem bem, pois é sempre bom dar uma saída de casa, de vez em quando.

Não se justifique a menos que tenha feito algo errado. Isso quer dizer que você não precisa gastar suas cotas de perdão, desculpa e justificativa à toa. Utilize, somente se for necessário. Se justificar é libertador, mas só em casos necessários.

Não se distraia, esteja presente. Seja uma pessoa focada e atenciosa. Não permita que haja distrações em seu viver, esteja na hora certa e no momento certo. Ser focado é muito bom pois você presta atenção ao momento presente, sabendo aproveitá-lo como ele merece.

Não aceite menos do que você merece. Você é merecedor de tudo aquilo que Deus e as circunstâncias tem para te oferecer. Não aceite migalhas ou menos daquilo que você merece. Isso é justiça e merecimento. Olho vivo nisso!

Não negocie a sua paz. A verdadeira paz, somente Deus pode te dar e te agraciar. Não negocie momentos de paz e tranquilidade em sua vida, pois isso é fundamental para uma boa saúde mental.

Não ponha a sua felicidade na mão dos outros, quem governa a sua vida é você. Você é responsável por sua felicidade. Não delegue essa responsabilidade para os outros. "A felicidade sempre encontra um caminho", como dizia a frase motriz de Dona de mim, e esse caminho quem traça é você!

Essa Lei dos 7 nãos achei bem interessante e importante. Muito bom a gente aplicar isso em nossas vidas. E você, o que achou disso tudo? J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Quinta de série: Gil na Califórnia

Pode conter spoilers!


Mais uma série nessa Quinta de série. A produção da vez é uma cachorrada! Trata-se de Gil na Califórnia disponível pela Globoplay! Em 5 episódios, ela acompanha a vida de Gil do Vigor (codinome Gilberto Nogueira) durante seu doutorado (PhD) em Economia na Universidade da Califórnia, Davis. A série foi mais uma que contou histórias e perspectivas de ex BBB's - tiveram A vida depois do tombo, com foco na Karol Conká; e Você nunca esteve sozinha, com destaque para Juliette Freire. Cada capítulo possui em média 25 minutos.

Lançada em dezembro de 2021, ela mostrou a rotina do economista e ex-participante do BBB21 nos Estados Unidos, desde seus últimos momentos no Brasil antes da viagem, até sua chegada e descobertas na Califórnia. Através de conversas e passeios com pessoas que moram ali, o documentário acompanha as descobertas do ex BBB pela região. Em sua estadia pela Califórnia, Gil explora pontos turísticos em São Francisco, interagindo com a comunidade LGBTQIAPN+ local e vivenciando a cultura americana. 


É legal ver a felicidade, alegria e o deslumbrar de Gil por realizar um sonho que, para muitos, parecia impossível devido à sua origem humilde. A série, além de abordar esses pontos, foca nas dificuldades e desafios de morar fora do Brasil e conciliar a vida acadêmica com a fama repentina.

Foi produzida pelo núcleo de documentários e especiais do Globoplay, sob a responsabilidade de Mariano Boni, diretor de gênero de Variedades da Globo. Dirigida por Patrícia Carvalho e Patrícia Cupello, teve roteiro de Washington Calegari.


Os cinco episódios da série documental são: Brasilllll!, Ai, que regozijo!, Ai, que cachorrada!, Tem que vigorar e A vitória do servo. O primeiro episódio focou em mostrar quem é o protagonista, mergulhando na história do nordestino pernambucano de sua origem pobre ao sucesso no BBB. O episódio mostrou seus últimos momentos no Brasil antes da viagem.

O segundo episódio mostrou o passeio do ex BBB por pontos turísticos de São Francisco. Enquanto ele conhece a cidade, reflete sobre sua sexualidade e as diferenças sociais entre os dois países.

O terceiro é focado em cachorradas e entretenimentos por ruas LGBTQIAPN+ em São Francisco. O personagem principal vigora pela noite de São Francisco e se diverte num show de drag queens. Agora ele se sente livre para ser quem é.

Tem que vigorar! mostra Gil a bordo de um luxuoso conversível. Ele conhece imigrantes e desbrava o mundo dos vinhos. O economista começa a sentir as dificuldades de adaptação e a distância de casa.

O quinto e último episódio mostra a vitória de Gil. Ele finalmente conhece o campus da universidade onde vai estudar e reflete sobre as motivações que o levaram a persistir nos estudos e as dificuldades que passou até chegar à UC Davis.


Um dos personagens mais carismáticos, engraçados e emblemáticos de toda a história do BBB tinha que ter uma série para chamar de sua. Eu, particularmente, adorava o Gil no BBB. O achava autêntico, para cima, com opiniões fortes e um ser que não tinha vergonha de ser o que se é. Expressões como vigora!, regozijo, tchaki tchacki e Brasillll! são sua marca registrada e estão contidas em sua série documental. Recomendo a produção apesar de Gil não ter concluído o PhD e ter desistido no meio do caminho. J-J



Por: Emerson Garcia

Quinta de série: Especiais Falas 2025

Pode conter spoilers!

Hoje é dia do Quinta de série aqui no JOVEM JORNALISTA. Falarei dos especiais Falas 2025 veiculado pela Globo e disponível na Globoplay. Esses especiais abordaram temas sociais com humor e sensibilidade, por meio de esquetes e standy-ups. Cada um deles trouxeram artistas e apresentadores diferentes. Falas Femininas trouxe Marisa Orth, Deborah Secco e Cacau Protássio; Falas da Terra, Dira Paes e Xamã; Falas de Orgulho, Milton Cunha e Bruna Linzmeyer; Falas de acesso, Pequena Lô e Tatá Mendonça; Falas da vida, Susana Vieira e Luiz Fernando Guimarães; e Falas Negras, Luis Miranda e Luellem de Castro. O objetivo desses especiais é refletir sobre questões presentes na vida dos brasileiros, baseando-se no ideal "Falas do Riso".

O Projeto Falas é uma série da TV Globo que, ao longo de cada ano, dedica especiais a diferentes recortes da sociedade e da cultura brasileira, utilizando reflexão e comédia para promover debates importantes.



O Falas Femininas tratou de assédio, exaustão, gaslighting e outros desafios femininos. Contou com a participação de atrizes como Lilia Cabral, Elisa Lucinda, Evelyn Castro, Arlete Salles e tantas outras para refletirem sobre questões sociais na vida da mulher. 



Foi escrito por Carolina Warchavsky, Clara Anastácia, Flávia Boggio, Luciana Fregolente e Veronica Debom; e dirigido por Matheus Malafaia e Nathalia Ribas.



Reflexões sobre povos originários e a vida no planeta misturando humor e conscientização foi o tema de Falas da Terra. A edição contou com a participação de Susanna Kruger, Grace Gianoukas, Adanilo, Dig Verardi, Fernanda Fuchs, Jefferson Schroeder, entre outros, que interpretaram diversos personagens em participações especiais. O roteiro foi escrito por Carolina Warchavsky, Clara Anastácia, Tukumã Pataxó, Flávia Boggio, Luciana Fregolente e Veronica Debom, com direção de Nathalia Ribas e Matheus Malafaia. 




    


A proposta do especial foi apresentar com crítica e sensibilidade questões como a demarcação de terras indígenas, a preservação da natureza, as mudanças climáticas e a sabedoria ancestral dos povos originários.



Falas de Orgulho celebrou o mês do Orgulho LGBTQIAPN+ com leveza e diversidade. A edição contou com a participação de Diego Martins, Nando Cunha, Digão Ribeiro, Galba Gogóia, Alan Oliveira, Lorena Comparato, entre outros, que interpretaram diversos personagens no especial. Foi promovida a reflexão sobre temas urgentes ligados à luta por direitos e à valorização da diversidade. 


O roteiro foi escrito por Clara Anastácia, Flávia Boggio, Bruna Braga, Bruna Trindade, Carolina Warchavsky e Luciana Fregolente, com direção de Matheus Malafaia, Naína de Paula e Nathalia Ribas. O episódio deu visibilidade às vivências do grupo e retratou o dia a dia da comunidade em situações cotidianas, revelando suas alegrias, desafios e afetos.


  



Falas de Acesso focou em inclusão e diversidade, com participação de Antonio Pitanga em cenas sobre deficiência. Foi proposta uma reflexão sobre temas urgentes ligados à luta por direitos e à valorização da diversidade. 


O roteiro foi escrito por Veronica Debom, Clara Anastácia, Bruna Trindade, Carolina Warchavsky, com direção de Matheus Malafaia, Naína de Paula e Nathalia Ribas.  



Falas da Vida abordou o envelhecer com humor e sensibilidade. A edição contou com a participação de Suely Franco, Cristina Pereira, Milton Cunha, Stella Miranda, Cosme dos Santos, Anselmo Vasconcelos, Digão Ribeiro e Ju Colombo. O programa tratou de temas urgentes como família, etarismo, mercado de trabalho e relacionamentos, além de abordar questões ligadas a liberdade, hábitos, mudanças corporais e saúde mental. O roteiro foi assinado por Flávia Boggio, Luciana Fregolente, Veronica Debom, Bruna Trindade, Clara Anastácia e Carolina Warchavsky, com direção de Matheus Malafaia, Naína de Paula e Nathalia Ribas.


A proposta do episódio foi apresentar, de forma crítica e afetuosa, as complexidades e riquezas do envelhecer, dando visibilidade às vivências dessa parcela da população e evidenciando seus desafios, afetos e conquistas no cotidiano.





Falas Negras foi lançado no Dia da Consciência Negra e contou com a participação de Luísa Périssé.



O elenco do especial foi majoritariamente negro e contou com nomes como Ícaro Silva e Tatá Mendonça, para reforçar a importância da discussão sobre diversidade no audiovisual. O especial utilizou do humor, ironia e consciência para abordar a história e cotidiano da população negra no Brasil, segundo a ótica de pessoas negras. O roteiro final foi de Veronica Debom e direção de Naína de Paula.


Os Especiais Falas 2025 trouxeram uma modalidade que não havia sido trabalhada em outros, que é o humor. E como o humor ensina, ajuda, auxilia, entre outras questões. Gostei muito de como os programas foram montados com um palco e uma plateia e com várias esquetes que servem para arrancar risadas, mas também para refletir muito. Vamos ver o que esses especiais reservam para o ano de 2026! J-J



Por: Emerson Garcia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 

Template por Kandis Design