segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Vem aí! 'Castelo Rá-tim-bum: reencontro'



Como seria o reencontro de velhos amigos em um castelo de uma época que marcou gerações, nos anos 1990? Que tal seria reviver aventuras de um castelo encantador e mágico no centro de São Paulo?! Quando soube que no próximo dia 25 de fevereiro haverá um especial de Castelo Rá-tim-bum na TV Cultura em comemoração aos 30 anos da atração, meu coração nostálgico simplesmente palpitou mais forte! Sem dúvidas alguma, esse foi o programa que mais marcou a minha infância e que sempre vou lembrar com muito carinho! Vocês já viram um pouco do meu amor por Castelo Rá-tim-bum nesse post.



No dia 04 de fevereiro foi lançado um teaser com uma nova abertura do programa. A abertura teve um novo upgrade, com computação gráfica mais avançada e modelos em 3D, mas mantendo a trilha sonora clássica. Ao final, há uma aparição nostálgica de Nino (Cássio Scapin) que abre um livro mágico com a logo da TV Cultura e diz, sorridente e convidando os fãs: "Aqui na TV Cultura". Assista:



O elenco da série também tem atiçado a curiosidade e a nostalgia dos fãs. Em uma das fotos postadas na rede está Zequinha (Fredy Allan), Dr. Abobrinha (Pascoal da Conceição), Caipora (Patrícia Gasppar), Penélope (Angela Dippe), fada Lana (Fabiana Prado), Gato Pintado (interpretado por Álvaro Petersen Jr.), entre outros integrantes e membros da produção. 



Além dos nomes já citados, é possível que o reencontro conte também com Bruxa Morgana (Rosi Campos), Bongô (Eduardo Silva) e o cientista Perônio (Henrique Stroeter). Será legal também que esse reencontro homenageie aqueles personagens que já não estão mais vivos como Etevaldo (Vagner Bello) e Dr. Victor (Sérgio Manberti).

Contudo, o intérprete de Pedro (Luciano Amaral) não participará por questões contratuais, já que atualmente é contratado pelo grupo Disney, atuando no ESPN e no Star+. Mesmo assim, deixou um recado aos participantes: "Por questões contratuais não pude fazer. Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem!".


Espera-se que o programa seja exibido no próximo dia 25, numa faixa de horário que ainda não foi divulgada pela emissora. Realmente estou muito curioso para saber o que vem por aí! Eu ainda não sei, mas sei que será emocionante, nostálgico e divertido! Geralmente, reencontros de produção são assim e esse não será diferente!

Castelo Rá-tim-bum foi um programa com ludicidade, diversão e inovação, reunindo aspectos culturais e educativos e os oferecendo para crianças do Brasil inteiro. O feito do programa de levar uma audiência extraordinária foi surpreendente! Agora é aguardar esse especial. Depois volto aqui no blog para dizer como foi! J-J




Por: Emerson Garcia  

sábado, 4 de fevereiro de 2023

Rádio Bagaralho: Programa 'Discografia Zé Ramalho'


Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento do salão de festas Tua Fiesta és Loca começa agora o programa Discografia.  

Hoje vou apresentar as obras do músico brejo-cruzense (Brejo do Cruz - PB) Zé Ramalho. Não irei apresentar as obras ao vivo, nem acústico e nem os covers que ele fez.


Zé Ramalho - Chão de Giz (1978)

Nesta música o cantor fala sobre um relacionamento que ele teve quando era mais jovem com uma mulher de alta sociedade e também mais velha que ele.




A Peleja do Diabo com o Dono do Céu - Garoto de Aluguel (1979)

Nesta música o Zé Ramalho fala sobre um momento da sua vida que viveu com algumas mulheres, porém ele diz que não chegou a ser michê.




A Terceira Lâmina - Kamikaze (1981)

A música fala sobre uma entrega de corpo e alma para um propósito, como os kamikazes (pilotos japoneses) que se atiravam para a morte, para causar danos aos adversários na Segunda Guerra Mundial.




A Força Verde - Força Verde (1982)

A música foi alvo de um caso de processo por plágio. A letra é uma tradução de um poema do escritor irlandês Willian Butler Yeats, mas o cantor Zé Ramalho aparentemente a copiou de um gibi do Incrível Hulk sem conhecer, nem citar a origem do herói da Marvel. O caso lhe rendeu um processo judicial, e o escritor foi posteriormente citado como autor da letra em álbuns subsequentes.




Orquídea Negra - Kryptônia (1983)

A música é sobre a crença de Zé Ramalho em seres extras e intraterrestres. Certa vez, numa entrevista, ele disse que foi procurado por um homem que se identificou como membro dos Illuminati e disse que eles conseguiram fazer contatos com algumas espécies, utilizando a música. Ela também traz referências a origem do herói da DC Comics, Superman, e também à Satanás.




Por Aquelas Que Foram Bem Amadas (Pra Não Dizer que Não Falei de Rock) - Made in PB (1984)

É uma música que tem uma levada de rock da década de 50. Também parece muito algumas músicas de Raul Seixas (isso ao olhar de Arthur Claro) que o cantor se diz ser muito fã do roqueiro baiano e diz muito da origem do seu rock que veio da Paraíba, seu estado natal. 




De gosto de água e de amigos - Mistérios da meia-noite (1985)

Esta música fez parte da trilha sonora da novela Roque Santeiro, do mesmo ano que foi lançado o disco. A música é sobre o mistério de que é o lobisomem que aparece na novela que atacava as mulheres da cidade.




Opus visionário - Zyliana (1986)

A música possui a introdução com a ópera O Guarani de Carlos Gomes. Ela fala sobre um mundo "novo" que estava surgindo.




Décimas de um cantor - Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor (1987)

Nesta música fala sobre a luta de Pares e Menelau para o amor de Helena de Tróia. Fala também do amor de Lampião por Maria Bonita. Mas ela fala mesmo sobre o poder que uma mulher possui sobre o homem.




Frevoador - Da mãe (1992)

O cantor fez essa canção para todas as mães, a fim de homenageá-las.




Nesta Cidades e lendas - Rap – xote esotérico (1996)

A música possui um ritmo rap mesclado com xote e com muita reflexão da vida. Só ouvindo ela que dá para entender, ou não, o que o Zé Ramalho quis dizer.




Nesta Eu sou todos nós - Sem terra (1998)

É uma canção de protesto. O Zé Ramalho numa entrevista afirmou: "Hoje é fora de moda, mas, se eu fizesse no tempo dos militares seria preso e torturado até a alma. Usei a estrutura da canção de protesto, dos festivais. É um diálogo com a música 'Pra não dizer que não falei das flores', de Geraldo Vandré."




Nesta Nação Nordestina (2000)

Escolhi deixar o disco completo, pois é uma ópera-rock sobre a história de um viajante que percorre todo o nordeste brasileiro.




O gosto da criação - Aprendendo a vencer (2002)

É uma música que nos ensina a ter fé na vida e aprender a vencer descobrindo com o tempo como fazer isso.




Parceria dos viajantes - As aparências enganam (2007)

Uma música que mostra que nem tudo é o que realmente parece ser. Zé Ramalho mostra isso com uma genialidade que nem parece ser tão confuso.




Sinais do tempo - Indo com o Tempo (2012)

Esta música o Zé Ramalho deixou referências ao seu vício em cocaína, nas palavras "fase negra".





Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Vocês também podem dar ideias de bandas e cantores para que eu realize uma discografia deles. peço também que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

A turma do Doug crescida! Artista Isaiah Stephens reimaginou os personagens que marcaram minha infância!

Lembro que Doug foi um desenho que marcou a minha primeira infância, por volta dos 6 ou 7 anos de idade. Já era praxe eu assistir no final da tarde no SBT na casa do meu primo. Até hoje em dia assisto e tenho todos os episódios salvos no meu computador pessoal. Tenho um carinho muito grande por esse desenho e um ar nostálgico... Fiquei mais assim quando descobri que o ilustrador norte-americano Isaiah Stephens fez uma releitura do desenho, transformando-os em adultos, ou seja, a Turma do Doug crescida!

Isaiah trouxe a essência do desenho para as ilustrações, utilizando feições dos personagens, cores das roupas e até mesmo o estilo de cada um. Nas ilustrações eles parecem ter mais de dez anos de diferença, da época do desenho animado. O interessante é que o artista não os sexualizou nem nada. É moda, atualmente, recriar desenhos infantis, mas os sexualizando, e o artista não fez isso.

Que emocionante foi ver Doug, Patty Maionese, Skeeter, Costelinha e outros  já crescidinhos, não é?! Veja as criações de Isaiah juntamente com o desenho original:



























Certamente esses personagens ficarão para sempre em minha memória, assim como muitos outros que marcaram a minha infância! O legal é que o artistia criou suas versões adultas, mantendo as características mais marcantes de cada um, sem distorcê-las. Merece o meu aplauso esse trabalho! 

O desenho completou 25 anos na TV e nada melhor do que comemorar com essa repaginada do artista, não é mesmo?! Doug começava com a fatídica frase "Querido diário". O desenho contava o dia a dia de Doug, garoto narigudo que sofria bullying e morria de amores pela Patty Maionese. Em todos os episódios, Doug era personificado por um super herói, assim como seu cachorro, o Costelinha, e lidava com situações cotidianas de uma forma fantasiosa e única! Simplesmente memorável! J-J


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Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Segundas chances

 


Sou uma pessoa persistente, que vai em busca dos objetivos e metas e que agarra as oportunidades com as duas mãos. Se tenho chance de ser alguém melhor, de mais sucesso e com mais aperfeiçoamento, me esforço nesse sentido. Não encaro a segunda chance como um fracasso de não ter conseguido da primeira vez, mas como aquela oportunidade de ouro de mostrar o meu valor, para o que eu vim!

No início desse ano, no dia 9 de janeiro, enviei uma reportagem que havia feito sobre a Clínica-Escola de Fisioterapia da Unieuro em Águas Claras no Distrito Federal para um jornalista renomado e reconhecido aqui no DF e no Brasil, Rinaldo de Oliveira (editor-chefe do portal Só notícia boa e antigo âncora de telejornais da Band DF). Sempre foi um desejo ter uma reportagem minha publicada nesse portal, que só traz notícias que levantam o astral e são alegres. Para se ter ideia, entrei em contato com Rinaldo em meados de novembro de 2021 quando fiz uma homenagem para a minha prima Samara e queria que o portal cobrisse, mas não tive êxito na época. Contudo, sou persistente, como você já sabe pelo que escrevi no início do texto! Daí entrei em contato com Rinaldo por Whatsapp e fui na cara e coragem. Disse o seguinte:

"Boa noite, Rinaldo.Tudo bem? Sou Emerson Garcia. Jornalista. Fiz uma matéria sobre a Clínica-Escola de reabilitação de Fisioterapia da Unieuro de Águas Claras e gostaria de saber se o portal 'Só notícia boa' teria interesse em publicar?"


Ele me respondeu minutos depois, dizendo para mandar a reportagem e que precisava ver e analisar. Mandei o texto em PDF e ele disse que me daria a resposta um dia após. No final da manhã do outro dia, me respondeu (grifos meus):

"Pra gente publicar faltou o básico para o SNB: personagens que desfrutam/desfrutaram do atendimento. Sem isso fica meio propaganda, entende? Vi que o serviço é legal. Mas falta esse molho pra genteVivemos de histórias de pessoas aqui no portal."


Talvez ainda não saiba, mas eu curto uma franqueza e sinceridade. As pessoas tem que ser sinceras comigo, mesmo que a verdade possa doer e causar prejuízos. Falsidade comigo não rola! E Rinaldo foi sincero, direto ao ponto, sem rodeios. Ele havia gostado do texto, mas apontou as falhas que possuía. Para mim, é pior quando alguém diz: "Seu texto está perfeito, sem defeitos". Se nem eu sou perfeito, quem dirá o que escrevo? 

Rinaldo disse para eu o desculpar por conta da sua franqueza e eu disse: "Não precisa se desculpar", até porque tenho essa característica da sinceridade muito forte em mim. Levei numa boa a crítica que ele fez ao texto. Tem gente que não leva, que "chuta o pau da barraca", que para de falar com o crítico, que leva tudo para o lado pessoal... Eu, não! Encarei a franqueza de Rinaldo como uma segunda chance. Se não tivesse feito isso, o texto ia ficar ali parado, sem reparos e eu sem a chance de emplacar um texto no portal Só notícia boa. Foi aí que o seguinte diálogo foi construído: 

Emerson: Se eu acrescentar personagens, você pode repensar?

Rinaldo: Posso. Precisa de fotos dos personanges e "revirar o texto"*. O foco para a gente é a melhora da pessoa, depois vem o trabalho do hospital.

Emerson: Compreendo.

* É um termo jornalístico utilizado para mudar a ordem de parágrafos de um texto ou uma ideia, trazendo o aspecto mais específico no início e o mais geral, depois. Em um texto que apresenta um serviço, por exemplo, os personagens que o usam devem vir primeiro e, logo depois, se faz a propaganda. 



Comecei, então, a agarrar essa segunda chance com unhas e dentes, recebendo cada crítica de bom coração para que meu texto fosse melhorado e estivesse de acordo com o perfil editorial do jornal. Fui atrás de fontes e personagens para essa nova reportagem que escreveria, até porque só havia entrevistado a responsável pelo projeto da clínica-escola. Entrei em contato com quatro personagens que possuíam histórias riquíssimas, típicas experiências "de gente", com muita superação. Algo que já havia percebido que era o perfil do Só notícia boa. Até entrevistar todas as fontes, decupar e transcrever as entrevistas, colher as fotos dos personagens e reescrever o novo texto demorei cerca de 5 dias. Afinal, não poderia jogar essa nova chance pelos ares... No dia 14 de janeiro, mandei uma nova mensagem para Rinaldo e recebi sua resposta, posteriormente:

Emerson Garcia: Boa tarde, Rinaldo. Tudo bem? Fiz a reportagem com os ajustes que pediu. Obrigado desde já.

Rinaldo: Manda pra eu ver, por favor. Boa tarde.


Mandei a reportagem de 6 páginas, também em formato PDF, e aguardei o feedback do jornalista. Esse retorno, não veio de forma muito fácil e imediata. Três dias depois, entrei em contato com Rinaldo novamente e ele me disse que seu iPhone havia sido roubado. Falei para ele do meu desejo de que "tudo se resolvesse logo" e mais dias se passaram... Aqui  faço um parênteses. Percebi, claramente, que estava sendo provado, mas como você já sabe, sou persistente! Se o jornalista me deu uma nova chance, tinha um motivo para isso. A chance não ia se esvair como fumaça por aí... Muito menos eu não ia ser, em hipótese alguma, o responsável por essa segunda chance acabar!


Uma semana depois, no dia 24 de janeiro, perguntei se Rinaldo tinha algum retorno da reportagem e ele me disse que havia perdido todas as conversas e se eu não poderia enviar o texto para ele novamente. Enviei e, dois dias depois (26 de janeiro), houve o seguinte diálogo (com grifos):

Emerson Garcia: Boa tarde, jornalista Rinaldo. Algum retorno da reportagem?

Rinaldo: Já cobrei da editora. Vou cobrar de novo. Me diga como assina seu nome nas matérias. Nosso redator vai assinar em colaboração com você. É assim que fazemos.

Emerson Garcia: Beleza 👏





Pronto! Um dos meus sonhos foi realizado no último dia 27 de janeiro! (Leia o post aqui) Um sonho possível porque foi me dada uma nova chance e, também, por conta da minha persistência. Só recebi o elogio e reconhecimento do jornalista e de pessoas que enviei o link da reportagem após a reescrever e mudar o foco

O jornalista Rinaldo falou para mim o seguinte: 

"Gostei da matéria. Parabéns!"


A personagem Adma Lucinda me mandou:

"Parabéns 🎉👏👏👏 ficou ótimo 💥 sucesso para toda sua vida profissional, que Deus te abençoe e ilumine seu caminho 🌹"


Osmarino Borges, outra fonte, me rasgou elogios:

"Obrigado Emerson, bela reportagem. Com certeza absoluta vai levar muitas pessoas necessitadas a procurarem ajuda na clínica, que atende a todos sem distinção e com tratamento VIP. Parabéns pela reportagem, confesso que me surpreendeu, nota mil pelo seu trabalho. Desejo a você muito sucesso pessoal e profissional e muita paz, saúde, amor e felicidade junto daqueles que você ama."



Os efeitos de segundas chances são dessa forma mesmo! Surpreendentes, cheios de superação, marcantes... Segundas chances não me colocam para baixo, mas me dão mais gás para me superar, avançar, aperfeiçoar, experimentar, conhecer lados e aspectos de mim mesmo totalmente desconhecidos até então. Diariamente, Deus nos presenteia com segundas chances, de fazer diferente e melhor! Agarre-as! Não esmoreça! Avance, cada vez mais! J-J


Por: Emerson Garcia

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