quarta-feira, 20 de maio de 2026

Neymar é convocado para a Copa do Mundo 2026


O técnico da seleção brasileira Carlo Ancelotti anunciou nesta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, os 26 jogadores convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Em clima de jogo ou final de Copa, todos estavam ansiosos para a convocação. Muitos se perguntaram se o menino Neymar seria (ou não) convocado, já que havia essa dúvida. Quase no final da lista de convocações, uma surpresa: Neymar foi convocado como atacante da seleção brasileira! 

Pouco importa se Neymar vai jogar ou não, se estará no banco de reservas, o autêntico torcedor brasileiro gostaria muito que o jogador do Santos compusesse a lista de convocados. Essa será a quarta do craque... ele participou da Copa de 2014, 2018 e 2022. E o povo quer saber mesmo da repercussão que ele fará na Copa. Sim, Neymar irá causar, mesmo que não faça nenhum gol; Neymar vai jogar, e até mesmo cair, com a fama de cai cai; e, quem sabe, trará a tão sonhada sexta estrela para o Brasil, mesmo que esse não seja o objetivo principal.

Parte da nação brasileira não queria Neymar na lista de convocados. A outra metade é fã do menino Neymar independente do futebol que ele pratica. Na segunda-feira que se passou, o Brasil inteiro parou para ver se ele seria ou não convocado (Meus sobrinhos chegaram afoitos da escola para assistir a convocação). Tal benfeitoria mostra a força da identidade e do futebol de Neymar e tudo que ele construiu ao longo desses 15 anos de futebol. Ele criou uma identidade tão forte que provoca reação intensa em qualquer direção. Raramente o nome "Neymar" causa indiferença.

E que identidade é essa? Vai desde o cabelo que mudava toda temporada, o estilo que extrapolava qualquer padrão, a rebeldia e polêmicas fora do campo, a habilidade absurda dentro dele, o sucesso por onde passou... e mesmo com anos lesionado e um futebol questionável nos Santos, voltou pra Copa sendo o nome mais comentado da convocação inteira. Eu presenciei isso na pele: quando o nome de Neymar foi mencionado, o pessoal lá em casa vibrou e gritou bastante, assim como o pessoal na rua e até mesmo as conversas dentro do ônibus quando eu vim para o trabalho giraram em torno disso. Nas redes sociais, vi amigos fazendo montagens de fotos abraçados com Neymar e até uma trend no Instagram de Neymar com um pedaço de papel na mão com várias frases de efeito.

A lista da convocação marca o início da preparação oficial do Brasil para o torneio, com nomes de diferentes gerações e a manutenção de algumas lideranças do elenco. Entre os convocados, estão jogadores que atual no futebol europeu e também no futebol brasileiro, compondo o grupo final que disputará o Mundial. 

Antes da estreia na Copa, o Brasil fará dois amistosos preparatórios. A seleção enfrenta o Panamá no dia 31 de maio, no Maracanã, e depois encara o Egito em 6 de junho, já nos Estados Unidos.

No Mundial, o Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia será em 13 de junho, contra os marroquinos, no MetLife Stadium, em Nova Iorque/Nova Jersey. Depois, a equipe enfreta Haiti e Escócia na sequência da fase de grupos. 

Neymar é amado por muitos, odiado por muitos, ignorado por ninguém. Como toda boa marca gostaria de ser. O que você achou, gostou da convocação do homem?


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 19 de maio de 2026

5 filmes para assistir com a sua mãe no fim de semana


Ainda nessa vibe de Dia das Mães, apresento 5 filmes para assistir com a sua mãe no fim de semana ou quando tiver disponibilidade. As produções são variadas e de diversos gêneros, misturando clássicos e produções recentes.

Há filmes que criam memórias afetivas ao lado de quem amamos. No Dia das mães é válido separar um tempinho para dividir histórias, risadas e emoções no sofá. Pensando nisso, separei os filmes para se ver com as mães. A lista fala sobre diversos assuntos, como família, amor, amadurecimento e conexão. Prepare a pipoca e vem com a gente!


1- Mamma Mia!


Cheio de música, leve e divertido, esse é o tipo de filme que transforma qualquer sessão em um momento único. Embalado pelos sucessos do grupo ABBA, o longa fala sobre mãe e filha, afeto, descobertas e independência. Além disso, é impossível não se contagiar pela energia de Meryl Streep no papel de Donna.


2- Extraordinário


Emocionante sem exageros, o filme apresenta a trajetória de Auggie, um garoto que enfrenta desafios ao entrar na escola pela primeira vez. Um dos grandes destaques do longa é o olhar materno da personagem vivida por Julia Roberts. É uma história sobre empatia, acolhimento e amor incondicional.


3- Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo


Misturando ação, humor, ficção científica e emoção, o filme conquistou o público por falar sobre relações familiares de forma sensível e caótica ao mesmo tempo. No centro da trama, encontra-se a relação complicada entre mãe e filha. Essa relação também é demonstrada sobre como o amor passa por silêncios, desencontros e tentativas de reconexão. Um filme intenso, criativo e surpreendetemente emocionante. 


4- Valente


As animações da Pixar quase sempre acertam quando o assunto é emoção, e Valente é um ótimo exemplo isso. A história da princesa Merida e sua mãe fala sobre diferenças geracionais, expectativas e compreensão. É uma ótima escolha para mães e filhos de todas as idades.


5- Minha mãe é uma peça


Impossível fechar essa lista sem um representante tupiniquim. Intepretada por Paulo Gustavo, Dona Hermínia virou praticamente patrimônio afetivo nacional. Entre exageros, broncas e momentos hilários, o filme retrata uma mãe intensa, amorosa e absolutamente inesquecível - muito parecida com tantas mães brasileiras.


No final das contas, talvez o mais importante nem seja o que está passando na tela, mas quem está ao nosso lado enquanto a história acontece. Assistir a um filme com a mãe pode virar conversa, lembrança, risada compartilhada e até tradição. Porque algumas memórias afetivas começam justamente assim: em um fim de semana qualquer, no sofá de casa, entre pipoca e emoção.


E pra você, qual filme é ideal para ver com sua mãe? Digam nos comentários. J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Projeto Chá Musical: novos talentos 2 (28 de abril de 2026)

No dia 28 de abril de 2026 aconteceu mais um recital do Chá Musical. Dessa vez, com os Novos Talentos 2 (continuação direta dos Novos Talentos), somado com a apresentação de veteranos do projeto. A edição contou com 6 apresentações, sendo 4 de novos talentos e 2 de veteranos. Na oportuna data se apresentaram: Maria de Jesus, Daniel Barbosa, Leandro Medeiros, Rhuan Lima, Danne Strauss e Luíza Marta. A noite foi conduzida por Marilza Luciano.


Iniciando os números musicais de forma romântica e apaixonante, tivemos Daniel Barbosa na voz, e Luiza Marta ao piano. Eles apresentaram a canção Back at one de Brian Micknight. Esta é uma declaração de um rapaz para uma mulher, dizendo ser ela um sonho que se tornou realidade. Daniel é PCD, deficiente visual e, mesmo com essa limitação, não foi impedido de demonstrar o seu talento.



O segundo a se apresentar foi Leandro Medeiros. Ele tocou na gaita uma música dificílima de Villa Lobos chamada de Trenzinho caipira. Leandro imprimiu todo o seu talento nesse instrumento de sopro, cativando os presentes e arrancando verdadeiros aplausos.


Codinome beija-flor de Cazuza foi a próxima música a ser apresentada. O novo talento Rhuan Lima Santos, conhecido como Zanzin, executou a canção no piano e voz. A apresentação foi tocante. Rhuan trouxe emoção e sensibilidade na sua voz. Merece aplausos!


Concluindo as apresentações dos novos talentos, tivemos Maria de Jesus Evangelista interpretando, ao piano, Fascinação. De origem francesa, Facination é uma valsa popular (1904) de Fermo Dante Marchetti e letra (1905) de Maurice de Férand. Foi gravada e interpretada pela Elis Regina. A versão portuguesa é uma composição de Armando Louzada. Jesus interpretou o número lindamente ao piano, arrancando aplausos e elogios não só dos que estavam presentes, como também de quem viu os vídeos. 


A noite também foi marcada pelas apresentações de veteranos que já se apresentaram diversas vezes nos recitais do projeto Chá Musical. Tratam-se de Danne Strauss e Luíza Marta. Com as luzes apagadas e uma luz verde em destaque, Danne apresentou Força verde de Zé Ramalho. A letra foi tirada do poema Sovrow of love, que significa sofrimento e dor. É tema de O incrível Hulk de William Butler Yeats. Danne interpretou a canção com voz e violão.


Encerrando a noite de forma magistral, tivemos a multinstrumentista Luiza Marta tocando violão e cantando a música Listen to the music de Doobie Brothers. A cantora fechou a noite com chave de diamante, interagindo com os presentes, que cantaram o refrão junto com ela e bateram palmas compassadamente. 



Além das apresentações de novos talentos e veteranos, a noite foi marcada por menções honrosas, homenagens aos aniversariantes e sorteios. Ao final, teve a clássica foto com todos os presentes na galeria do centro de artes e o já tradicional lanche de confraternização.












O próximo chá ocorreu no último dia 14 em homenagem à todas as mães. Em breve, mais atualizações e informações sobre! Aguardem! J-J


Por: Emerson Garcia 

sábado, 16 de maio de 2026

Rádio Bagaralho: Programa 'Igual porém diferente' #46



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pastelaria do Chian começa agora o programa Igual porém Diferente

Nesta edição trago uma música original e a versão dela. Vocês irão se deleitar com canções iguais porém diferentes. Hoje vou mostrar uma que tenho certeza que todos conhecem mais a original do que a versão.

Original




Versão






Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Peço que comentem nesse post as músicas que gostariam de ouvir, pode ser qualquer estilo musical. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Sigam a Rádio Bagaralho no Instagram (@radiobagaralho). J-J


Por: Arthur Claro

sexta-feira, 15 de maio de 2026

As 7 mães inesquecíveis das séries que marcaram gerações

Aproveitando o mês das mães ainda, no post de hoje apresento as 7 mães inesquecíveis das séries que marcaram gerações. Tem mães de Gilmore Girls a This is us, para todos os gostos e com temperamentos bem diferentes entre si. 

Essas mães de séries conseguiram ultrapassar a barreira da ficção, chegando até na realidade. Elas se tornaram acolhimento, conselhos inesperados, referência e até memes inesquecíveis. Entre produções familiares, dramas e comédias, muitas dessas personagens maternas marcaram gerações justamente por parecerem reais - com falhas, proteção, muito amor e acertos.

Seja em que época de televisão for, essas mães ajudaram a construir histórias que continuam vivas na memória do público. Nesse clima, o JOVEM JORNALISTA relembra algumas das mães mais inesquecíveis das séries.


1- Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)


Lorelai Gilmore, interpretada por Lauren Graham, redefiniu a imagem da mãe na TV dos anos 2000. Acelerada, divertida, dona de diálogos memoráveis e apaixonada por café, ela construiu com Rory, sua filha, uma relação baseada em cumplicidade, amizade e parceria. Apesar de mostrar esse lado positivo, a produção também mostra seus medos, inseguranças e dificuldades como mãe solo. Talvez seja essa humanidade que tornou a personagem tão querida.


2- Rebecca Pearson (This is us)


A personagem emocionou o público ao mostrar diferentes fases da maternidade ao longo da vida. Interpretada por Mandy Moore, a personagem acompanhava os filhos entre traumas, alegrias, despedidas e amadurecimento. Ela não era perfeita - e a série nunca tentou transformá-la nisso. Ela errava, aprendia, insistia e amava profundamente. Uma representação sensível sobre crescer junto com os filhos.


3- Joyce Byers (Stranger Things)


Enquanto o mundo duvidava dela, Joyce fazia de tudo para salvar o filho. Vivida por Winona Ryder, a personagem tornou-se símbolo de persistência e instinto materno. Entre universos paralelos, criaturas assustadoras e universos paralelos, Joyce provou que uma mãe determinada pode enfrentar qualquer situação. 


4- Kitty Forman (That '70s Show)


Interpretada por Debra Jo Rupp, ela era divertida, exagerada, carinhosa e sempre pronta para cuidar dos adolescentes da série. Kitty representava aquela figura materna que transforma a casa em ponto de encontro.


5- Claire Dunphy (Modern Family)


A personagem misturava humor, vida real e caos. Interpretada por Julie Boern, ela tentava equilibrar trabalho, casamento, rotina e filhos - quase sempre no limite da sanidade. Talvez seja exatamente por isso que tantas pessoas se identificaram com ela.


6- Morticia Addams (A família Addams)


Em um universo excêntrico, ela se tornou uma mãe icônica e cheia de personalidade. Elegante, segura de si e completamente fiel à própria identidade, ela mostrava carinho pelos filhos sem abrir mão da autenticidade. É uma personagem que atravessa gerações justamente por ser única.


7- Dona Florinda (Chaves)


É uma super mãe, capaz de tudo por seu filho Quico. Representa o amor condicional, com leveza e bom humor. A relação com Quico é extremamente amorosa e ela tem um cuidado com ele bem especial. Sabe aquela mãe que move céus e terra por um filho? É Dona Florinda.


As séries sempre tiveram o poder de acompanhar fases da nossa vida. E muitas dessas mães fizeram parte disso. Elas ensinam sobre escuta, proteção, imperfeição e até sobre afeto. No fim das contas, as mães mais inesquecíveis da televisão não são aquelas que acertam sempre - são aquelas que fazem o público sentir que existe amor em cada tentativa.


E você, tem alguma mãe de série para comentar sobre e que ficou de fora dessa lista? Vamos conversar nos comentários. J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Quinta de série: Raul Seixas - eu sou

 Pode conter spoilers!





Hoje é dia de série aqui no JOVEM JORNALISTA! Falo da produção da Globoplay em parceria com a O2 Filmes, Raul Seixas - eu sou. De autoria de Paulo Morelli; direção de Paulo e Pedro Morelli; e roteiro de Denis Nielsen, Paulo Morelli, Lívia Gaudêncio e Marcelo Montenegro, a produção tem o intuito de contar um pouco da história do maluco beleza, com fatos verídicos, em sua maior parte, e fatos ficcionais. O elenco conta com Júlio Andrade, Ravel Andrade, João Pedro Zappa, João Vitor Silva, Amanda Grimaldi, Julia Stockler, Chandelly Braz e Cyria Coentro. Lançada em 26 de junho de 2025, possui classificação etária de 16 anos, por apresentar drogas, linguagem imprópria e violência.

A série conta a trajetória de vida do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro Raul Seixas. Ele abandona a carreira de produtor musical para ser cantor, misturando rock com baião. Adotando um estilo radical e sendo adepto de uma seita juntamente com o escritor Paulo Coelho, vira um ícone do rock brasileiro. Baiano, nascido em Salvador, ele se dirige até o Rio de Janeiro onde faz carreira e história.



Ao longo dos seus 8 episódios, a série é magistral e possui uma caracterização fora do comum de Raul Seixas e Paulo Coelho. A fotografia e a trilha sonora também merecem destaque. Você mergulha no drama e nas histórias fortes que são apresentadas aos telespectadores. A atuação dos irmãos Ravel e Júlio Andrade são convincentes e merecedoras de prêmios. A parte musical, por sua vez, é um show a parte. Você conhece mais das histórias por trás de Metamorfose ambulante, Maluco beleza, Eu sou, O carimbador maluco, Tente outra vez e tantas outras.

A série explora as muitas facetas do cantor e compositor que completaria 80 anos no dia 28 de junho de 2025. Ela perpassa por todas as fases do astro baiano, desde a sua infância até a  transformação de Raulzito em um fenômeno.



Afim de representar o espírito do Maluco Beleza, a série apostou em efeitos especiais e números musicais impressionantes. A série tem essa capacidade de transportar o público para dentro da cabeça do cantor. As cenas que ilustram os pensamentos mais inusitados de Raulzito estão presentes na produção. E é bem isso que vemos mesmo: cenas excêntricas, inacreditáveis, mas de acordo com a realidade e o que o cantor vivenciou. Assim, tem cenas em que ele mergulha dentro de uma poltrona, outra em que quando cai nessa poltrona entra na água. Cenas bem psicodélicas.

A parceria com Paulo Coelho também é retratada na série. Eles eram amigos para o que der e vier. Adeptos de uma seita, compositores de canções e de outras intimidades. A atuação do intérprete de Paulo Coelho está irretocável. O cara conseguiu imprimir o jeito de falar do verdadeiro de uma forma ímpar e convincente.



Os conflitos familiares e de relacionamento de Raulzito também estão contidos na série. Nós conhecemos Raul em sua essência: pai, esposo, cantor, filho... e por aí vai. São as suas múltiplas facetas mesmo. Seu vício de drogas e bebidas também está retratado. E se tem algo que me chocou e me deixou reflexivo foi a respeito das questões familiares e de como Raul passou por lutas e provações nessa área.

A cena final é emocionante e o Arthur Claro (colaborador do blog) disse que a música que passa o deixou emocionado, a ponto de chorar. Sim! A cena realmente é muito forte e a música imprimiu mais emoções ainda à cena.



A vinheta de apresentação da série traz Raul Seixas circunscritos em círculos escrito "eu sou", enquanto a música em questão é cantada. Os episódios tem em média 40 minutos e são 8 episódios, então rapidinho você maratona. Fica aqui a dica de série de hoje! J-J 







Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Haverá dias...

 

A vida é feita de estações, períodos, de momentos bons e ruins. Pense na vida como se fosse uma árvore, que passa pelos mais diferentes climas e estações, assim como as estações do ano. Há períodos floridos, de seca, de frutos e até mesmo de folhas caídas ao chão e sequidão. Devemos encarar nossa vida como essa árvore, que passa por diversos períodos.

Na nossa vida haverá dias de silêncio e espera. É aquele momento em que não devemos tomar nenhuma atitude brusca e não falar nada. Devemos apenas silenciar e esperar, porque a vida está passando por transformações, que acontecem de dentro para fora.

Haverá também períodos com dias de renovo, cura e vida. É aquele momento em que a vida ganha flores e cores e onde você pode perceber a esperança. Tudo está renovando e curando... a vida está ganhando forma. Nada continua igual e a sua árvore não está mais seca também.

Há dias de crescimento e amadurecimento e eles só virão depois dos dias de silêncio e espera e de renovo, cura e vida. Tenha isso em mente, pois só assim você pode crescer e amadurecer. Para chegarmos nesses tempos, temos que passar por momentos dolorosos, mas de muitos ensinamentos.

Também há dias de desprendimento, encerramentos e despedidas. É aquele momento, que depois que você cresce e amadurece, tem que passar. É o período das folhas secas, que caem, mas visando uma estação em que as flores e frutos ficarão mais evidentes. 

Com todos esses dias e estações, tenha em mente também que haverá dias de colheita, abundância e promessas cumpridas. É o momento em que o bem sempre vence o mal, onde você colhe o que planta e onde você passa pelas mais diversas estações e vence todas elas.

Saiba que em todas as estações e períodos de sua maravilhosa vida, Deus estará no controle. Ele irá nos sustentar na tempestade, nos renovará na esperança e nos protegerá com seu amor eterno. J-J


Por: Emerson Garcia  

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Abertura do Chaves: de onde saíram as cenas da vinheta?



Já parou pra pensar de onde foram retirados os frames de feições e reações dos personagens na abertura do seriado Chaves? Um vídeo que circula nas redes sociais chamou a atenção dos fãs ao revelar, com precisão impressionante, a origem de cada fragmento utilizado na icônica abertura do seriado mexicano El Chavo del Ocho, conhecido no Brasil como Chaves. 

É impressionante o trabalho para encontrar as cenas dos frames da vinheta. A montagem, portanto, analisa quadro a quadro de onde saíram as cenas que compõem a vinheta, despertando curiosidade até mesmo de quem já assistiu à série inúmeras vezes. Assista:


O vídeo apresenta, lado a lado, os momentos originais e os trechos recortados que foram utilizados na abertura, permitindo uma comparação direta e detalhada. Esse cuidado transforma a análise em uma espécie de investigação minuciosa, evidenciando como diferentes episódios contribuíram para a construção de uma das aberturas mais reconhecidas e famosas da televisão. 

O resultado funciona como uma verdadeira arqueologia televisiva do universo criado por Roberto Gómez Bolaños. Em poucos segundos de abertura, revela-se um mosaico de cenas clássicas que atravessam diversas fases da série, ajudando a explicar por que a produção segue despertando nostalgia e fascínio mesmo décadas após sua estreia. 

E você, já sabia de onde vinham os frames da abertura de Chaves? Achou o post de hoje interessante? J-J


Por: Emerson Garcia

domingo, 10 de maio de 2026

As 7 mães mais icônicas das novelas brasileiras


Hoje (10) é Dia das mães! Nesse domingo especial, trago pra vocês as 7 mães mais icônicas das novelas brasileiras. Essas são personagens que emocionaram, protegeram, erraram e evoluíram. Afinal, são mães mas são humanas.  

Mãe que é mãe protege, sofre, aconselha, erra, luta, enfrenta, emociona e recomeça. Quando falamos de novela brasileira, algumas delas ultrapassam a ficção para se tornarem verdadeiros símbolos afetivos na memória do público. 

Ao decorrer das décadas, as novelas mostraram diferentes formas de maternidade - das mais acolhedoras às mais rígidas, das divertidas às inesquecivelmente dramáticas. E talvez seja justamente por isso que tantas mães das telinhas permanecem vivas no imaginário popular. 

Nesse clima festivo e de homenagem, o JOVEM JORNALISTA relembra algumas das mães mais icônicas das novelas brasileiras.


1- Dona Nenê


Apesar que A grande família não seja exatamente uma novela, fica quase impossível falar dessas mães sem mencioná-la. Interpretada por Marieta Severo, a personagem representava aquela mãe afetiva, conciliadora e sempre tentando manter a família unida em meio ao caos cotidiano. Ela era o coração da casa, tendo um olhar acolhido e palavras firmes. É quase impossível não se identificar.


2- Helenas


As mães Helenas de Manoel Carlos (Maneco) se tornaram praticamente uma tradição nas novelas brasileiras. Em Laços de família, Páginas da vida e Viver a vida existem mulheres fortes, amorosas e humanas tentando equilibrar relacionamentos, maternidade e conflitos pessoais.

Talvez uma das cenas mais marcantes seja justamente o amor incondicional de Helena em Laços de família, capaz de ultrapassar qualquer limite pela felicidade da filha.


4- Lucinda


É a mãe de todos em Avenida Brasil. Interpretada por Vera Holtz, Lucinda mostrou que maternidade também pode ser escolha e acolhimento. Vivendo no lixão, a personagem cuidava de crianças abandonadas e se tornou uma figura materna para muitos personagens da trama. Ela era afeto em meio ao abandono. Uma mãe construída pelo amor. 


5- Lourdes


Já falei dessa mãe em uma postagem do blog. Em Amor de mãe, Dona Lourdes, vivida por Regina Casé, conquistou o público justamente por parecer real. Batalhadora, cheia de humor e trabalhadora, ela carregava aquela energia familiar que lembra tantas mães brasileiras.

Sua busca pelo filho perdido Domênico emocionou o país e transformou a personagem em um dos maiores destaques da novela.


6- Maria do Carmo


A protagonista de Senhora do destino, interpretada por Susana Vieira era uma mãezona. Ela representava força e resistência. Ela enfrentou perdas, injustiças e desafios sem perder sua essência batalhadora. 

A trajetória da nordestina que lutava para reencontrar a filha sequestrada virou um marco da dramaturgia brasileira.


7- Mamuska


Interpretada por Rosi Campos, era uma mãe que transbordava amor, cuidado e dedicação pelos filhos Sardinha, em Da cor do pecado. Era uma mãe de fibra, capaz de tudo pelos filhos e bastante participativa na vida deles. 


As novelas sempre tiveram a capacidade de transformar histórias cotidianas em grandes emoções. E as mães dessas produções ajudaram o público a rir, chorar, refletir e até enxergar suas próprias famílias nas telas. Elas mostraram que não existe maternidade perfeita. Existe amor, tentativa, coragem e presença - mesmo em meio aos erros e imperfeições. No fim, talvez seja exatamente isso que faz uma mãe se tornar inesquecível, dentro e fora da ficção.

Concorda que essas mães são icônicas? Que outras mães da ficção vocês se recordam? Para todas as mamães, um FELIZ DIA DAS MÃESJ-J


Por: Emerson Garcia

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