Nick e Jess é um dos meus casais de série preferido. A química entre eles é muito boa. Eles são divertidos, românticos e um dos casais mais improváveis da TV. Sempre torci para que essa dupla desse certo, e quando algo fazia com que ela se distanciasse ficava triste.
O Aquela cena de hoje é uma das cenas mais esperadas de New Girl por mim. A cena em que Nick pede Jess em casamento em um momento inóspito na sétima temporada. Assista:
Por se tratar de Jess e Nick, não tinha outra forma de pedido a não ser esta. Em sete temporadas, a dupla passou por momentos improváveis, mas inesquecíveis e este não poderia ser diferente. De pensar que um cachorro os uniu... Esta foi a forma mais estranha e romântica de um pedido de casamento ser realizado.
As minhas frases preferidas desta cena são: "Somos nós. É o mais perfeito possível" e "Nick, quero passar o resto da minha vida com você. Quero criar esse cachorro com você, E quero ter filhos, comer comida boa, rir e cuidar um do outro. E quero que comece hoje". É ou não é a coisa mais bonita de ser ouvida?
Falando em beleza, a música que fecha a cena é um clássico romântico de Dirty Dancing com o saudoso Patrick Swaze. Nostalgia pura!
O que acharam da cena? A acharam incomum? Romântica? Digam tudo nos comentários! J-J
As pessoas atualmente veem o Covid-19 como uma praga, assim como foi com a peste negra há tempos, mas a pergunta é: será que realmente é?
Depois que o corona se tornou uma pandemia e todos começaram a se isolar, mudanças foram notadas no ambiente ao redor do mundo: um céu azul que dificilmente se via em São Paulo, hoje pode ser visto; ou na Índia, que se pode ver as montanhas do Himalaia tão nitidamente como a pintura de um quadro artístico; incêndios ao redor do mundo pararam de acontecer; morte de animais por atropelamento; a própria higiene humana está melhor do que era antes; pessoas estão tomando consciência, e a natureza agradece por isso. Então por que ver essa doença como uma praga, quando se pode vê-la como uma nova oportunidade, um novo começo mais consciente?
Céu paulista está menos poluído com a quarentena. I Internet
Seria então o Covid-19 uma praga, ou uma retomada de consciência do próprio ser humano?
Por: Saul Medeiros, convidado especial do JOVEM JORNALISTA
Hoje é dia de Quinta de série aqui no JOVEM JORNALISTA. Trago uma minissérie brasileira, da Globo, veiculada em 1999. A produção contou com 4 capítulos, sendo exibida de 5 a 8 de janeiro de 1999. Criada por Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão, a minissérie foi baseada em três obras de Ariano Suassuna - Auto da Compadecida, O Santo e Porca e Torturas de um Coração. Foi uma minissérie que misturou drama e comédia, tendo a religião como plano de fundo. No elenco estavam presentes Matheus Nachtergaele, Selto Mello, Fernanda Montenegro, Maurício Gonçalves, Lima Duarte, Marco Nanini e Denise Fraga.
A estória se passa no sertão de Taperoá, na Paraíba, durante a década de 1930. Na cidade conhecemos o esperto João Grilo e seu amigo Chicó, covarde e mentiroso, que ganham a vida anunciando o filme A Paixão de Cristo. Eles são pauperrímos e qualquer trocado era lucro. Eles, então, arrumam um emprego na padaria de Eurico, que possui uma esposa arretada chamada Dora. Chicó, então, se envolve com ela. Em uma cadeia de mentiras, ele e João Grilo tiram proveito de tudo, até mesmo de uma porca de barro, da cadela Bolinha e do padre e bispo da cidade.
É quando o cangaceiro Severino chega na cidade, liquidando os cidadãos da cidade. Assim, vários moradores de Taperoá são mortos e são julgados no Juízo Final (Não vou falar quem é morto pois seria spoiler). O que posso dizer é que os que são mortos e julgados, nenhum deles mereciam ir para o paraíso.
Assim, suas obras são julgadas por Jesus e pelo próprio diabo no Tribunal das Almas, até que chega a Nossa Senhora, a Compadecida, que muda o destino deles. Na minissérie conhecemos outros personagens bem humanos, como Eurico, Dora, o padre João, o cangaceiro e o bispo. Sendo assim, O auto da Compadecida apresenta personagens icônicos e marcantes. Não é somente Chicó e João Grilo que brilham, mas todos os demais, com suas estórias, regionalismos e sotaques.
O auto da Compadecida é uma obra de ficção, cheia de regionalismos e coisas difíceis de acontecer.Ela beira ao regionalismo e à crítica a religião, pois mostra que todos pecaram, mas merecem uma nova chance.
Personagens
A minissérie contou com vários personagens marcantes, baseados na incrível obra de Ariano Suassuna. São eles:
Chicó:homem covarde que gosta de contar mentiras e "causos" que não aconteceram nem aqui nem na China. Trabalha em uma padaria e é o melhor amigo de João Grilo.
João Grilo: homem pobre e aproveitador que se amarra em criar confusões. Trabalha para o padeiro e é o melhor amigo de Chicó.
Padre João: chefia a paróquia da cidade. É extremamente racista e avarento. Ele visa somente o lucro material.
Bispo: é muito avarento e vive difamando seu colega, o Frade.
Eurico: dono da padaria da cidade, extremamente avarento e trata seus subalternos de uma forma ruim. É casado com Dora.
Dora: mulher adúltera que se diz santa. Vive agradando Eurico e passando a perna nele com suas desculpas.
Rosinha:filha do Major Antônio Moraes. Vai para a cidade atrás de um marido.
Major Antônio Moraes: homem ignorante e autoritário que usa seu poder para amedrontar os mais pobres.
Cangaceiro Severino: cangaceiro que encontrou no crime a forma de sobreviver. Guarda um segredo.
Diabo: é o justo promotor do Julgamento, que vive tentando imitar o Emanuel, filho de Deus. Ele exige reverências pelos lugares onde passa. Ele tem um livro com as obras das almas e o assina com seu próprio sangue. Não possui misericórdia.
Jesus Cristo:também chamado de Emanuel (Deus Conosco), é o juiz do povo que julga com sabedoria e imparcialidade, mas com o dom da misericórdia. Na minissérie possui a pele negra, quebrando com muitos estereótipos.
Compadecida: também chamada de Nossa Senhora, é a mãe de Jesus Cristo. É bondosa e cândida, intercedendo por todos, colocando o julgamento de Seu filho e do diabo por terra.
Frases
Se existe algo de inesquecível nessa minissérie são as frases ditas pelos personagens que, até hoje, são relembradas pelo público com carinho. Resolvi ressaltar algumas:
- "Num sei, só sei que foi assim": frase dita por Chicó sempre que contava uma estória mirabolante.
- "Valha-me Nossa Senhora, Mãe de Deus de Nazaré! A vaca mansa dá leite, a braba dá quando quer. A mansa dá sossegada, a braba levanta o pé. Já fui barco, fui navio, mas hoje sou escaler. Já fui menino, fui homem, só me falta ser mulher": versinhos engraçados ditos por João Grilo. Vale a pena vê-lo declamando e movimentando o corpo!
- "Já fui dizendo 'i love you' e ela se derretou todinha! - I love you? - É morena em francês": diálogo entre Chicó e João Grilo. Agora i love you tem um novo significado.
- Estou cansado dessa agonia. De ficar rico, ficar pobre. Ficar rico, fica pobre": frase dita por João Grilo em um momento cômico da série. Essa é a realidade de muitos brasileiros, não é verdade?
- "A cor pode não ser das melhores, mas o senhor fala bem que faz gosto": frase dita por João Grilo quando ele viu Jesus Cristo pessoalmente.
- "E lembrem-se, o casamento é uma invenção de Deus. - Só que o diabo acrescentou o chifre": a primeira frase foi dita pelo padre João e a segunda por João Grilo.
- "É tanta qualidade que exigem para dar um emprego, que não conheço um patrão com condições de ser empregado!": triste realidade dita por João Grilo.
Abertura
Confesso que gostei mais da abertura de 2020, do que a de 1999, mas como esse post é sobre a série de 1999, então tenho que comentar ela. A abertura contém cenas do filme La vie et la passion de Jesus Christ, de 1903, com a música Cavaleiro do Sol, do músico Antúlio Madureira. Escute a música e, logo após, a abertura da minissérie:
A música apresenta muito regionalismo do sertão nordestino.
Trilha sonora
A minissérie possui uma trilha sonora única e inigualável que, com certeza, ficou marcada na memória de seus fãs. Fique com uma apresentação musical de Sagrama, que interpretou Presepada.
Episódios
Como falado na introdução, a série contou com 4 episódios, são eles: - O testamento da cachorra: Chicó e João Grilo arrumam emprego na padaria de Eurico. Chicó se envolve com a mulher do patrão e João tem a missão de convencer o padre a realizar o velório de sua cachorra.
- O gato que descome dinheiro:João entra em uma fria ao vender para os patrões um gato que fabrica dinheiro. Rosinha chega a cidade e encanta Chicó.
- A peleja de Chicó contra os dois Ferrabás: Chicó duela com os dois homens mais valentes da cidade por Rosinha e faz uma promessa. Mas não imagina que ao sair vitorioso do embate, seus problemas estariam apenas começando.
- O dia em que João Grilo se encontrou com o diabo:vários personagens se encontram no céu. Nossa Senhora intercederá por eles perante Jesus e o diabo no julgamento final.
Sucesso e prêmios
A minissérie foi um grande sucesso de público e crítica, registrando uma média de 39 pontos - audiência média que a novelas das oito recebia na época com Suave Veneno. A série ganhou o trófeu Walter Clark de melhor série de TV no Grande Prêmio Cinema Brasil.
Baseado em um livro
A obra é baseada em um auto de peça de teatro de Ariano Suassuna escrito em três autos, em 1955. É um drama nordestino, baseado em literatura de cordel, comédia e traços do barroco católico. A obra consegue misturar a cultura popular com a tradição religiosa. Tive a oportunidade de ler essa obra no meu Ensino Médio, por volta de 2005, e percebi que ela é como se fosse um roteiro teatral, com falas, atos e cenas. Desse modo, é possível vermos a forma como cada personagem fala, com seus regionalismos. Diferentemente da minissérie e filme, o livro tem um narrador chamado de O Palhaço, que apresenta os personagens e narra toda a obra.
Suassuna baseou o personagem João Grilo em uma figura folclórica tanto brasileira como portuguesa. Assim como se inspirou em dois folhetos de Leandro Gomes de Barros, chamado de O dinheiro ou O testamento do cachorro ou O cavalo que defecava dinheiro.
Em 1962 O auto da Compadecida foi considerado como "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro" por Sábato Magaldi. Além dessa adaptação para a TV com a minissérie, a obra de Ariano Suassuna foi adaptada para o cinema pela primeira vez em 1969 com o filme A compadecida (com Regina Duarte no papel título) e pela segunda vez em 1987 com o filme Os Trapalhões no Auto da Compadecida. Já em 2000 a versão para a TV foi adaptada para os cinemas, com a inclusão de personagens de Torturas de um coração e elementos de O Santo e a porca, também de autoria de Ariano Suassuna.
Crítica
Essa minissérie é uma das melhores brasileiras que já cheguei a ver. É um trabalho mágico e incrível, que no final deu tudo certo. Possui bom roteiro, diálogos, elenco e produção. O resultado não poderia ser outro a não ser o de produto de qualidade artística elevado. O roteiro de Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão conseguiu captar a alma e os elementos das obras de Suassuna. Os personagens são carismáticos e inesquecíveis. Como se esquecer das aventuras e peripécias de João Grilo e Chicó? Ou da fidelíssima Dora? As estórias deles são muito bem entrosadas, gerando uma relação interessante. Em tela, Matheus Nachetergaele e Selton Melo possuem uma química muito interessante. Eles não são nada iguais, mas igualmente interessantes, cômicos e criativos. Difícil é encontrar obras em que Matheus e Selton se destacaram, como em O auto da Compadecida. Já a atuação de Marcos Nanini como cangaceiro é de meter medo. Em nada ela lembra a atuação do doce Lineu em A grande família. Nanini realmente vestiu a pele do violento cangaceiro Severino de Aracaju em uma bela e grande composição. A impecabilidade também podem ser vistas na atuação de Fernanda Montenegro, Luis Melo e Mauricio Gonçalves. Personagens do imaginário popular, mas que realmente existem (sim, acredito que Jesus, a mãe de Jesus e o diabo são reais!). O figurino e os efeitos visuais e especiais em suas composições é algo bonito de se ver. O auto da Compadecida apresenta uma trama difícil de imaginar que aconteceria na vida real, embora a parte do juízo final é algo que creio que acontecerá na vida terrena. É tudo mágico, fantasioso, cinematográfico... Mesmo assim, a minissérie ainda aborda temas sérios e reais como pobreza, miséria, fome, corrupção e religiosidade. A recomendo! J-J
Desde o final de 2019, em meados de setembro (04), a Globo Brasília apresentou e exibiu durante seus intervalos comerciais a série de institucionais chamada A caminho dos 60. Foram 11 vídeos veiculados que mostraram a história da Capital Federal, bem como os desafios para o futuro, por meio de personagens que contribuíram, de certa forma, para a construção e história de Brasília.
Foram focos dos vídeos: Marisa Silva (operadora cinematográfica de Cine Drive-In), Cássia Eller (cantora e compositora), Marcos Maia (professor da UnB), Mauricio Rizzo (comediante), Aline e Sávio (músicos) e Oscar Niemeyer (arquiteto).
Os pequenos vídeos, de no máximo 1:43, mostram Brasília a partir da ótica de pessoas que nasceram ou que vivem aqui. Além disso, também salientam e traduzem as características da Capital Federal, ou seja, a cidade: do cine drive-in; de grandes músicos, como Cássia Eller, Capital Inicial, Plebe Rude e Legião Urbana; da educação de excelência; dos artistas das artes visuais; dos barulhos característicos da capital; e dos belos traços arquitetônicos.
A série possui uma logo que destaca as estradas, tesourinhas e balões da Capital Federal em cores alegres e intensas, como amarelo, vermelho, azul, branco, verde e preto. Cada vídeo é finalizado com a palavra "Brasília" com lajotinhas coloridas e a frase "Brasília - a gente vê por aqui".
Os vídeos da série foram disponibilizados no canalYonaller Media, do colaborador do blog Layon Yonaller, e desde já agradeço pela captação e disponibilidade dos mesmos. Foram 9 vídeos publicados, sendo que dois não foram ao ar.
A partir de agora, vou comentar as produções e colocarei os vídeos.
A caminho dos 60 - Cine Drive-In
O vídeo apresenta a história de vida da operadora de cine drive-in Marisa Silva. Ela conta sobre sua paixão pela cidade e profissão. Assista:
Marisa finaliza seu discurso com a seguinte frase: "Brasília é emoção. Brasília é vida. É mística. Pra mim, é apaixonante Brasília".
A caminho dos 60 - Cássia Eller
O vídeo salienta a identidade da capital de ser palco de shows de diversos estilos e gêneros, além de resgatar a noite de autógrafos do cd acústico de Cássia Eller em 2001 e outros arquivos nostálgicos. Assista:
O vídeo é finalizado com o sorriso contagiante de Cássia Eller. Que nostalgia!
A caminho dos 60 - Universidade de Brasília
O vídeo conta a história de Marcos Maia, que presenciou a construção da principal universidade da Capital Federal, em 1965. Ele leciona na UnB há 50 anos. O professor fala das características da cidade, bem como suas arquiteturas. Veja:
A frase mais interessante que Marcos Maia diz é essa: "Eu gosto muito de ver na TV quando a reportagem mostra a Esplanada dos Ministérios na época que a grama tá verde. O Congresso... eu acho interessante. Aquele formato do cuzcuz com a bacia, né?! Eu acho que aquilo pretende dizer pro pessoal: 'olha quando esse pessoal não se entende a gente junta essas duas tampas aqui. Deixa eles brigarem lá dentro'. As crianças que nasceram aqui aprenderam a viver dessa maneira, da cidade do jeito que é. Criaram seu próprio modus viventi, né?".
A caminho dos 60 - Nascidos em Brasília
O vídeo foi direcionado para as pessoas que nasceram em Brasília e é cheio de curiosidades. A produção ainda conta a história do comediante dos Melhores do Mundo, Mauricio Rizzo. Assista:
A caminho dos 60 - Sons e sentidos
Uma das produções mais interessantes dessa série, pois ressalta os sons da cidade, como o metrô, o trânsito dos ônibus e os viadutos. Nele conhecemos a história de Aline e Sávio "que aprenderam a escutar o que a cidade diz". Acompanhe:
Aline ressalta o formato de Brasília e da Fonte da Torre de TV: "eu tenho na cabeça o formato em Brasília. Por mais que o carro faça várias curvas eu ainda consigo saber aonde eu estou. A Torre de TV, você vai chegando e escuta aquele barulhuzinho da fonte, de água". Já Sávio fala das diferenças sonoras entre o Plano Piloto e as satélites: "no Plano eu escuto mais trânsito. Nas satélites eu escuto mais carros de som".
A caminho dos 60 - Placas
O vídeo fala do sistema de localização da cidade e como isso facilitou a vida das pessoas. Também conta que as placas surgiram em 1968. Veja:
Gosto desse trecho: "lá atrás, no início, existiam poucas placas. No Plano, o piloto era a lógica. A bússola, o bom senso. Só quando Brasília completou 18 anos é que pode vestir essa identidade visual que a gente conhece hoje. O azul, que diz onde a pessoa está. O verde, que fala sobre a melhor direção. E setas guiando todo mundo. E de norte à sul, Brasília continua no centro da modernidade, da inovação".
A caminho dos 60 - Niemeyer e a Flor do Cerrado
O vídeo conta a história da Torre Digital de TV, um dos monumentos mais recentes da Capital Federal. Assista:
Oscar Niemeyer finaliza com essa frase: "que emocione... Dê prazer de ver. Como um quadro de arte".
A caminho dos 60 - O cruzeiro
O vídeo conta a história do cruzeiro que batizou a praça e a cidade satélite de Brasília. Veja:
Dois trechos chamaram a minha atenção: "Então essa é a lembrança: a nossa cidade começou aos pés de uma cruz" e "Uma cruz. Nos traços e no joelho. Brasília é duas linhas e ponto final".
A caminho dos 60 - Clube do Choro
A produção conta a história do Choro, que marca a história musical de Brasília e possui 42 anos de idade na capital do país.
Gosto da frase: "Chorinho de Brasília. Apaixonado... apaixonante. Pode se emocionar!".
Esses foram os vídeos dessa incrível série da emissora. O que mais achei interessante foi como a Globo apresentou a Capital Federal não só para as pessoas que moram aqui, como as outras. Assim, terminamos a Semana Brasília 60 anos. Espero que tenha gostado da forma que abordamos a Capital Federal e seus 60 anos. Não deixe de acompanhar os outros posts dessa série. Amanhã tem mais um post novinho por aqui! J-J