quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Quinta de série: Superstar

*Publicado originalmente em 31 de outubro de 2019

Pode conter spoilers!






Já a algum tempo queria ampliar o conceito do Quinta de série. Não quero trazer apenas séries, mas superséries, minisséries, desenhos e até mesmo realities shows. No Quinta de série de hoje apresento um reality show, o Superstar. Veiculado pela Rede Globo, o programa durou três temporadas (de 2014 a 2016), totalizando 40 episódios. Superstar teve apresentação de Fernanda Lima, Rafa Brittes, André Marques e Fernanda Paes Leme; direção de Boninho e Frederico A. Oliveira; e roteiro de Edu Sciortono. Ele possuiu o mesmo formato do israelense Rising Star




Superstar tinha o intuito de lançar ao público bandas ou grupos musicais pela votação popular por meio do aplicativo do programa. Elas se apresentavam atrás de um painel televisivo de LED em alta definição e se atingissem determinada porcentagem (Que variava a cada programa), a tela subia e elas ficavam de frente para os jurados e o público. O vencedor de cada temporada ganhava 500 mil reais, um contrato de gravação da Som Livre e um Ford Ka.  

O programa também contava com a Sala de Interatividade, onde eram acompanhadas as reações do público e as performances nas redes sociais. Nela também tinham as torcidas de parentes, amigos e famosos. 




A edição brasileira era diferente das versões estrangeiras, pois só aceitava participação de bandas ou grupos musicais, para diferenciar do The Voice Brasil, em que apenas cantores solos e duplas musicais podem participar.

O programa contou com diferentes jurados, são eles:  Dinho Ouro Preto, Fábio Júnior, Ivete Sangalo, Paulo Ricardo, Sandy, Thiaguinho e Daniela Mercury. Esses jurados são conhecidos por todo o Brasil, além de terem feito parte de duplas e grupos musicais. Eles avaliavam as apresentações e contribuíam com porcentagens, que faziam o painel televisivo subir. Além disso, eles apadrinhavam as bandas ou grupos musicais. 


Inscrições

Para participar do programa, o grupo ou banda precisava ter no mínimo três participantes, com idades mínimas de 11 anos (até a segunda temporada, as idades mínimas deveriam ser de 16 anos).


Como funcionava a porcentagem? 




O telão de LED em alta definição exibia fotos dos telespectadores e dos jurados que votavam a favor das apresentações, tornando o programa interativo. Os telespectadores votavam por meio do aplicativo oficial do programa pressionando a tecla sim (caso a apresentação da banda tenha agradado) e não (caso o contrário). Votar sim ou não representava um percentual de 79% dos votos. Já os votos dos jurados correspondiam a 7%, que totalizavam 21% - já que cada temporada contou com três jurados.  

E quando a tela subia, Emerson?! Bem, nas fases iniciais (Falarei em detalhes delas logo à frente) se a banda tivesse 70% dos votos ou acima disso o telão subia, ascendendo a visão do público e da plateia. Posteriormente, a porcentagem que definia qual banda estava na próxima fase, qual não (As de menores porcentagens eram eliminadas do programa). 



Fases

O programa contou com cerca de 8 fases distintas. Explico cada uma delas logo abaixo:


Audições

Nesta fase apresentavam 35 bandas, sendo selecionadas para a próxima fase 24 delas, sendo que cada jurado apadrinhava 8


- primeira fase

Para a tela subir e a banda entrar no programa, o termômetro deveria atingir 70% ou mais de votação (Como explicado no tópico anterior). Cada voto sim dos jurados somava mais 7% nessa pontuação.

Formava-se um ranking de pontuação das bandas nos quatro primeiros programas, sendo que apenas as quatro melhores iam para a próxima fase. 


Repescagem


As bandas que saíram do programa nas fases anteriores, voltavam nesse programa a fim de conseguir uma nova chance. Nessa fase, as quatro bandas com maior pontuação no ranking voltavam ao reality

Ao final da primeira fase, 20 grupos eram classificados. 


- segunda fase

As duas primeiras bandas faziam suas apresentações com a tela aberta. Logo após, os líderes de cada grupo seguiam para a Zona de Risco, local para as bandas com menor pontuação na disputa. A menor porcentagem alcançada entre esses dois primeiros grupos era o parâmetro para a tela subir nas próximas apresentações. Assim, todos enfrentavam a temida tela fechada. Ao final, as duas bandas que estivessem na Zona de Risco eram eliminadas. 


SuperPasse

Fase que durou três programas, onde as 3 bandas menos votadas corriam o risco de eliminação, caso não fossem salvas pelo superpasse do padrinho. No fim desta fase, 18 bandas restaram e passaram para a próxima. 


SuperFiltro

Essa fase durou duas semanas. 18 bandas se apresentaram e as 6 menos votadas foram eliminadas. 



Top 12

Apenas 12 bandas restavam. Para fazer o telão subir era preciso atingir uma porcentagem maior que a banda anterior. As 3 menos votadas deixaram a competição. 



Top 9

As 9 bandas restantes se apresentaram, sendo que apenas as 7 mais votadas continuavam na disputa. Os jurados só tinham o direito de votar em uma banda.


Top 7

Conhecido também como a semifinal do programa. Nesta fase as 3 bandas menos votadas deixavam a competição e as 4 restantes passavam para a grande final. 


Final

As 4 bandas finalistas se apresentavam e as 2 mais votadas se apresentavam novamente em duelo definindo, assim, a grande campeã. 


Vencedores


O vencedor da primeira temporada foi a banda Malta, apadrinhada por Dinho Ouro Preto. O grupo conseguiu vencer com 74% de aprovação. O segundo lugar ficou com Jamz (47%), também apadrinhada por Dinho. Os finalistas foram Luan & Forró Estilizado (56%),  apadrinhada por Ivete; e Suricato (50%), apadrinhada por Dinho Ouro Preto.




O da segunda temporada foi a dupla Lucas & Orelha (64%), apadrinhada por Thiaguinho. O segundo lugar foi da Scalene (55%), apadrinhada por Paulo Ricardo. Os finalistas foram Versalle (53%), apadrinhada por Sandy; e Dois Africanos (54%), apadrinhados por Thiaguinho. 





O da terceira foi a banda Fuló de Mandacaru (70%). O segundo lugar foi da Plutão já foi planeta (48%). Os finalistas foram OutroEu (52%); e Bellamore (52%). 






Audiência

Na sua estreia, o programa ficou em primeiro lugar na audiência, com 12 pontos na Grande São Paulo. Na segunda temporada o Superstar estreou com boa audiência, com 12 pontos de média e picos de 14, mantendo-se na liderança isolada. A audiência era razoável e até maior do que se imaginava, já que o programa era exibido nas tardes dominicais. 

Contudo, ao final da terceira temporada o programa foi cancelado devido à baixa audiência. No TVST ele teve uma votação entre 4,1 e 4,9 durante a temporada final, de uma pontuação de 10, demonstrando que a atração já estava fadada ao cancelamento.


Ao vivo?!

Uma polêmica se instaurou no programa, logo que a produção se equivocou e tocou a música errada em uma apresentação da banda Versalle em 2015. Será que as apresentações eram de fato ao vivo ou playback? Como defesa, a produção disse que as bandas gravavam partes instrumentais no dia anterior para não rolar erros de execuções por parte dos músicos e para que haja tempo para troca de equipamentos em minutos. Somente o vocalista cantava ao vivo, de acordo com informações encontradas no Wikipedia



Superstar web

O talent show também contou com uma versão exclusiva para a internet, transmitida ao vivo pelo GShow, em que a apresentadora Rafa Brites conversava com bandas participantes e recebia convidados especiais, numa espécie de bate-papo.



Abertura 

Trazia certo dinamismo, com o foco na interatividade do programa e um som instrumental. Assista:





Rising Star

A versão original do programa chama-se Rising Star e estreou em 2013 na TV israelense. Ela foi criada por Asaf Spector, Shenkar Yoav e TzafirAvi Nir e roteiro original de HaKokhav HaBa.



Diversas vertentes musicais



A disputa musical entre bandas foi eclética e trouxe diversas vertentes musicais: rock, reggae, tecnobrega, samba, pagode, funk, pop, forró, entre outras. Superstar foi um programa diversificado nesse sentido


Crítica

Superstar foi um programa inovador que tinha como premissa maior a interatividade. As bandas que passaram por lá tinham seus estilos próprios e idiossincrasias. Eu gostava de assistir, principalmente de ver a tela subir, pois era um momento emocionante.


Esse foi o Quinta de série de hoje. Curtiram? Digam nos comentários! J-J


Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Aquela cena: Casamento de última hora em 'Brooklyn nine nine'

Pode conter spoilers!





O casamento é um dos eventos que mais sonho na vida. Mais que ter uma cerimônia extraordinária, o que anseio é passar o resto da minha vida com a pessoa que escolhi e decidi amar. Não por acaso, aqui no JOVEM JORNALISTA já apresentei duas cenas de casamentos de série. O primeiro, foi o casamento de Jess e Nick em New Girl; o segundo, o pedido de casamento de Mattew para April em Greys Anatomy. Duas cenas dignas de estar aqui no Aquela cena. A cena escolhida da vez é um casamento de última hora na série Brooklyn nine nine (5X22).

Por que escolhi essa cena? Primeiro, porque shippo muito o casal Jake Peralta e Amy Santiago. Segundo, porque é o casal mais maluco e divertido de sitcons, se comparando muito a Jess e Nick de New Girl. Terceiro, porque foi um dos casamentos mais lindos que já pude ver. Venho com mais considerações após assistirem a cena. Confira:




Várias coisas chamaram a minha atenção na cena. O casamento tinha tudo para dar errado: um aviso de bomba no lugar da cerimônia colocou quase tudo a perder, comeram o bolo de casamento do Jakamy, a noiva não tinha véu nem buquê de flores e a Gina - secretária da 99ª - tinha resolvido ir de branco ao evento. O casamento não seria possível se os amigos e colegas de profissão não se unissem e dessem o melhor de suas amizades. 

E é bonito ver a união dos amigos de Jake e Amy: o sargento Jeffords improvisou um véu de uma cortina de banheiro, Rosa encontrou um buquê de flores (mas não qualquer buquê, MAS O BUQUÊ) e os demais prepararam todo ambiente e detalhes.

O casamento de última hora foi no quintal da 99ª e a decoração não poderia ser mais linda: tapete de papéis picados, piscas piscas por todo o ambiente e cadeiras enfileiradas. 

A entrada da noiva foi ao som do violinista Malignus, que jurou de pés juntos não conhecer os presentes, muito menos os ingressos ao matrimônio. O toque do violino foi de emocionar e arrepiar! 

O mestre de cerimônias não poderia ser outro que não o capitão Holt. Desde o início, o chefe da 99ª sempre confiou no potencial dos agentes (Agora a Amy é sargento), dando-lhes missões por acreditar em seus brilhantismos e pulsos. Está certo que no começo ele tinha um pé atrás com o Jake Peralta, mas a relação dos dois ficou melhor à cada episódio. E o discurso dele foi simples, mas tocante, amável e dócil, coroando os cinco anos de série.  

Sobre os noivos agora: dava para sentir a verdade e o amor nos olhos de Jake e Amy. Em cinco temporadas, os personagens amadureceram muito como pessoas (Claro que nem tanto, né?! Se tratando de Jake e Amy tudo é possível KKK) e creio que convenceram os telespectadores de seu romance. O olhar do noivo para a noiva e vice-e-versa é apaixonante, como viram na cena. 

Jake e Amy prepararam votos para lerem, mas acredito que no final disseram o que saiu diretamente de seus corações. O primeiro voto foi de Jake, que transcrevo logo abaixo (com grifos):


"Tivemos um dia muito maluco [...] Teve o nosso primeiro encontro, nosso primeiro beijo, a primeira vez que você disse que me amava e o dia que você disse que se casaria comigo. E também teve ontem e o dia antes desse e o dia anterior a esse. Por que todos os dias que eu passo com alguém tão incrível como você são malucos pra mim. Eu te amo e eu tô preocupado em dançar na frente desse pessoal todo."


O interessante é que cada telespectador pode consultar em sua memória e rever as cenas do primeiro encontro, primeiro beijo, primeira vez que Amy disse que amava Peralta e o dia que Amy disse que se casaria com Peralta. Não houve flashbacks, mas os verdadeiros fãs da série se lembraram de todas as cenas, porque elas não foram inventadas. 

Já o discurso de Amy Santiago também foi um amorzinho e com um toque cômico ao final. Ela disse o seguinte (com grifos):

"Eu tô planejando esse casamento há seis meses e se você tivesse me dito ontem que tudo daria errado eu teria tido um ataque de pânico que me mandaria para o hospital, mas eu tô aqui e nunca estive tão feliz. A vida é imprevisível. Nem tudo está sob o nosso controle, mas se estivermos com as pessoas certas podemos lidar com qualquer coisa. E você, Jake Peralta, é a pessoa certa pra mim. Mas eu tenho uma má notícia: também tem uma bomba nesse casamento. [...] A sua bomba. O seu peido é uma bomba. Não vai ter nenhum sobrevivente".

Amy traduziu em palavras o que a cerimônia de casamento significou ao dizer que "nem tudo estava sob o seu controle, mas que se estivessem com as pessoas certas poderiam lidar com qualquer coisa". E Amy e Jack Peralta estavam, REALMENTE, com as pessoas certas: Hitchcock, Scully, Rosa, Sargento Jeffords, Capitão Holt, Gina Linetti, Detetive Charles Boyle, entre outros. O que seria da 99ª sem essas pessoas?! Aliás, o que seria dessa série sem esses personagens e atores?! Considero o elenco de B99 como os de mais boa química entre os atores existente, assim como o de New Girl e The Big Bang Theory. Enfim, não tem como pensar em Brooklyn nine nine sem esses atores! 

O final do discurso de Amy foi hiper cômico. Todos achavam que tinha outra bomba no casamento (já não bastasse a primeira), mas Amy se referiu à flatulência de Jake. Motivo para tirar risadas dos presentes do casório, inclusive minhas. 

Após os discursos dos ingressos, houve muita comoção e choro dos presentes. Eu inclusive fiquei bastante emotivo e garanto que quem assistiu a cena selecionada também. A cena é finalizada com a entrada de um robô automotivo que levou as alianças e com aplausos e euforia. 

Essa foi a descrição de um dos casamentos de última hora da telinha que tinha tudo para dar errado, mas que acabou dando certo por uma série de elementos que falei no post.

E você, o que achou do casamento?! Também sonha com um momento assim? Diga nos comentários! J-J




Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Ilustrador John Holcroft aborda temas da sociedade moderna em seus trabalhos



Recentemente minha prima me apresentou as ilustrações do artista John Holcroft e sugeriu que eu falasse delas. Logo as vi e percebi que elas tem muito a ver com esse blog, pois muitas falam de situações que envolvem tecnologia, redes sociais e a sociedade contemporânea. 

John Holcroft é um ilustrador e designer nascido na Inglaterra. Graduou-se nos anos 1990 em artes visuais e começou a trabalhar como freelancer em artes acrílicas. A partir daí, se reinventou muitas vezes e mudou sua expressão artística. Desde 1996 Holcroft publica suas ilustrações nas mais diversas mídias. Com o decorrer do tempo, moldou sua identidade visual, apresentando sátiras e críticas à sociedade atual por meio de seus desenhos.

A partir de 2001 passou a trabalhar em ambientes digitais, simulando um estilo de impressão de tela, além de criar cartazes de anúncios dos anos 1950. Foi assim que em 2010 criou o seu estilo chamado de print screen

O ilustrador já teve suas obras divulgadas em grandes jornais, como: BBC, Reader's Digest, Financial Times, Walker, The Guardian, The Economist, Haymarket, Conde nast, TES, Radio Times, Cathay Pacific, Experian, Informa Plc, New York Times, Honda Wall Street Journal.




Atualmente, John divulga seu trabalho por meio de seu site e Instagram. Holcroft utiliza este último como repositório de suas obras. Criado em dezembro de 2018, já conta com 114 imagens


A paixão


John despertou sua paixão por ilustração aos nove anos de idade, quando ficava entusiasmado sempre que recebia um novo livro de desenho e canetas. De acordo com o ilustrador, essa alegria não era comparada com os desenhos animados da manhã de sábado, muito menos com casas na árvore. 

Nos anos 1980, Holcroft entrou na faculdade de desenho e ilustração e teve que lidar com as mudanças tecnológicas da época. Se por um lado a faculdade o ensinou a usar instrumentos analógicos (lápis, lápis de cor, caneta e papel), por outro a sociedade caminhava para uma verdadeira revolução digital. John era da época que os primeiros operadores de Mac surgiram. 


Da pintura em acrílico ao meio digital



No início, John não adaptou-se à era digital, o que fez com que ele pinta-se com acrílicos em papel de tela. Ele era apaixonado por esse estilo, mas em 2001 teve de se reinventar, sendo praticamente obrigado à adentrar ao meio digital. O resultado disso foi positivo, já que Holcroft se conectou de vez ao meio digital, utilizando ele para criar suas ilustrações, bem como divulgá-las. 

Ele é um admirador nato de artistas como David Cutter, Mark Ryder e Edward Hopper que são inspirações para que seu trabalho como ilustrador exista. Segundo John seu trabalho não existiria se não fosse por conta desses nomes. Resolvi montar um mosaico com a obra de cada um deles para compararmos ao trabalho de Holcroft. 











Visualmente falando, as ilustrações de John Holcroft assemelham-se muito às ilustrações satíricas de David Cutter (Em breve posso falar desse ilustrador no blog). Já as inspirações à Mark Ryder devem-se ao tom surreal que tanto as ilustrações desse último como a de John possuem. Com relação à Edward Hopper não consigo perceber as semelhanças. 



Competições e visibilidade




O artista já competiu no concurso AOI e no do Museu dos Transportes de Londres. Atualmente inseriu alguns dos seus trabalhos no Concurso de Arte Digital CGTrader. 

Além disso, teve visibilidade em uma revista onde pode ser entrevistado e apresentar suas ilustrações. Esse link do Behance leva à entrevista em formato digital.  


Comentando ilustrações


Resolvi comentar alguns desenhos do autor que achei mais interessante:



Já viu com quem seus filhos tem conversado na internet? 





A prova de que você é o que come.





De um lado, a pancinha de Chopp; do outro, uma mulher apresentada como uma peça de carne.




Como você tem se visto nas redes sociais?!





As imagens mostram como estamos reféns das redes sociais. Dependemos e somos "devorados" por elas.





Retrato de uma família atual em que os pais criam seus filhos em bolhas e construções. Os pais de hoje estão mais preocupados que seus filhos estejam conectados com o mundo, do que permitir que eles mesmos se conectem e comuniquem pessoalmente com os indivíduos. 




Mesclei essas três imagens porque elas falam de basicamente a mesma coisa: como estamos reféns da televisão, do tablet e smartphone, não importando a idade. 





Por trás de toques amigáveis pode existir traição e voracidade.





Quem sustenta a indústria tabagista nos tempos atuais?



Holcroft disponibiliza suas ilustrações no Etsy.com e no Society6.com. Você pode ver essas e outras ilustrações no seu site e Instagram

Finalizo esse post com um pequeno vídeo sobre o ilustrador:




Gostaram desse ilustrador? Qual é a ilustração que mais chamou sua atenção e por que?! Digam nos comentários! J-J


Mais informações 
Site 


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

As 5 coisas que o Arthur Claro não entende e eu tentei explicar



No dia 22 de outubro aconteceu a parceria Jornalista ≠ em que eu e o Arthur Claro expomos coisas que não entendemos, mas gostaríamos de entender. Esse post é uma continuação do anterior, pois tentarei explicar as coisas que o Arthur não entende e ele fará o mesmo em seu blog (clique aqui). 

Lembro a todos que não sou Deus para saber as respostas de todas as coisas, nem alguém dotado de máximo entendimento. O post funcionará mais como uma diversão entre eu e o Arthur Claro, pois nos meteremos à sábios e filósofos de plantão. Claro que vocês não devem levar as nossas respostas na seriedade (Quer dizer, vocês quem sabem).



Bem, o Arthur em seu post escreveu 5 coisas que não entende. Resolvi colocar trechos do seu post, tentando explicar suas dúvidas (Logo eu). Vamos lá?!


1- Desfile de moda



"Eu não consigo entender, aquelas roupas tão fora de moda (ao meu ver) é referência do que está na moda."

Há gosto para tudo e o estilo varia de pessoa para pessoa. Talvez essas roupas estejam na moda do guarda-roupa de alguma celebridade e não de um popular.


2- Concurso de Miss Universo



"Se existe mulheres em vários países, porque será que não faz um CONCURSO DE MISS MUNDO com todas as mulheres de todos os países, mas se utilizam a nomenclatura de UNIVERSO tem que chamar as mulheres de outros planetas e de outras galáxias para participar também [...]"

Concurso de Miss Mundo soa menos comercial e é mais difícil de falar que Concurso de Miss Universo. É uma questão de vender o nome, de deixá-lo mais palatável.


"outra coisa que não entendo deste concurso como é a escolha da ganhadora se o conceito de beleza é subjetivo, mas quem sabe um dia vou entender tudo isto."


Talvez exista um clã de pessoas que selecionem a mulher mais bela do mundo. Acredito que até entre esse grupo deva haver divergências do que é ou não belo. 


3- Maquiagem



"[...] eu não consigo reparar na diferenças de com maquiagem da sem maquiagem, se a maquiagem não for do Coringa acho que dificilmente vou ver que uma pessoa esta maquiada."


Você, Arthur, assim como a maioria dos homens não repara mesmo se uma mulher está ou não maquiada ou se mudou a cor ou estilo de cabelo. Talvez a explicação para isso seja porque nós homens não analisamos os detalhes e não percebemos uma mulher com ou sem filtro. Contudo, as mulheres costumam postar fotos com e sem maquiagem e a diferença é visível. 


4- Dieta/Regime



"Se o motivo não é ter uma vida saudável e feliz, só ter privações alimentares acho que é desnecessário a realização de dietas e regimes, então não consigo entender o motivo desta tortura."

As pessoas se torturam para estar dentro de padrões e regrinhas, até a regra de começar a dieta na segunda e terminar na própria segunda. 


5- De onde eu tiro ideias para os meus posts



"Dentre todas as coisas que eu não entendo, este é um item que é o que eu não consigo entender mesmo, os outros me esforço, mas este não tem como eu entender."

Respondo, sem sombras de dúvidas: da sua mente criativa, fora da caixa e diferente. Simples assim.


Essas foram as minhas respostas para as coisas que o Arthur não entende. Espero que tenha sido claro e uma luz no fim do túnel para o meu amigo (Só que não). Até o próximo post com mais um dos nossos absurdos para a tag. J-J



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