terça-feira, 7 de março de 2017

5Q: Dr. Estranho







Moral
Desapegar um pouco das coisas materiais pode fazer tão bem quanto tê-las. Sou péssimo em achar moral nos filmes.

Cena boa
Houveram algumas cenas das quais eu gostei bastante. As primeiras foram as batalhas entre a Anciã e Kaecilius. Nas duas vezes que eles batalharam, eu vibrei. A outra foi logo no final do filme, quando a Anciã morre e encontra com o espírito do Dr Estranho e diz algo para ele.

Cena ruim
A cena em que o Dr Estranho ‘revela’ para uma companheira de serviço e ‘ex-lance’ dele o que ele se tornou e ela leva tudo numa boa, com um leve choque. (Eu estaria surtando, com certeza. Ela foi tão calma.)

Perfil
Stephen Strange é um neurocirurgião que sofre um acidente e acaba com suas mãos debilitadas. Sem conseguir os resultados com a medicina, ele parte para um lugar onde ouviu ser milagroso, possível de fazer um homem voltar a andar, chamado Kamar-Taj. Lá ele descobre que não é um lugar de medicina alternativa como pensava, mas também um lugar místico. Ele passa a treinar e ganha poderes mágicos. Com isso, ele precisa decidir se volta para sua realidade ou se permanece em Kamar-Taj e ajuda a salvar o mundo.

Opinião
Um ótimo filme para os fãs de histórias da Marvel. Eu diria que até agora, foi um filme de heróis muito bem construído. É claro que como tudo tem falhas, esse filme também tem, mas são coisas que podem passar despercebidas (não é como em X-men que a gente assiste porque gosta, mas é só pra poder reclamar depois). Eu, particularmente, amei os efeitos especiais. Eu assistiria ele em 3D sem problema algum só por causa dos efeitos especiais. Espero que os próximos filmes de heróis que sejam lançadas sejam tão bons quanto esse. (Muito ansioso por Liga da Justiça!) J-J


Por: Thiago Nascimento

segunda-feira, 6 de março de 2017

Depressão também tem causas sociais



Parei um dia e me perguntei o que estava acontecendo comigo? Por que me sentia tão triste? Até hoje não encontrei as respostas. Meus pais dizem que é frescura; meus amigos dizem que se eu curtir a vida passa; os mais experientes dizem para eu viajar; e os médicos dizem que é depressão. 

Este podia ser meu relato ou de qualquer jovem ou adolescente que passa por depressão e/ou ansiedade. Não é preciso um motivo específico para desencadear essa doença (nem mesmo um trauma), mas quando ela aparece toma proporções gigantescas. E sim, haverá risco de vida e de prejudicar a saúde física (já que com esta, todos se preocupam). É complicado perceber quando algo não apresenta uma tosse, febre, não sangra. Nada que seja visual. Mais complicado ainda de acreditar, já que pela divulgação e popularização da doença tudo parece banal. 

Cientificamente, depressão é um distúrbio cerebral caracterizado por tristeza persistente ou perda de interesse em atividades, causando prejuízos significativos na vida diária. As causas possíveis incluem uma combinação de fontes biológicas, psicológicas e sociais de angústia. Socialmente é um distúrbio que impede a pessoa de ser feliz, de se socializar ou dormir bem. A depressão não é simplesmente tristeza, é uma doença desafiadora, com taxas de mortalidade maiores que 30% (entende-se por mortalidade o suicídio como o principal meio). 

Não é um fator isolado que a causa, mas uma série de eventos acumulados e a maneira como eles são encarados e a relevância deles no cotidiano. Isso normalmente gera a pergunta: “Se é um acumulo de situações, por que é possível ter essa doença com tão pouco tempo de vida?”. Essa é um questionamento realmente intrigante, mas já parou para pensar que eventos não precisam de anos para serem importantes? Que para cada indivíduo as coisas tem relevâncias diferentes? E que às vezes um susto pode ser só um evento engraçado para alguns e para outros pode ter proporções tão grandes que geram uma fobia?






O chefe da psiquiatria infantil da Santa Casa (SP), Fábio Barbirato, destaca que 12% dos jovens entre 12 e 18 anos sofrem de depressão, enquanto esse índice não chega a 10% nos adultos. Além disso, 77% dos adultos com a doença tinham histórico de sintomas na infância ou adolescência. Isso é alarmante! Os sintomas de depressão são muito semelhantes às características da idade: irritabilidade, isolamento, rebeldia e melancolia.
  
Agora, partindo para opinião pessoal. Acredito que esse número alto ainda não é fiel a real situação. Quantos jovens não são diagnosticados apenas por desconhecerem o que é a doença? E quantos não tem alguém que lhe dê atenção o bastante para saber que há algo errado? Acho que a maior culpa vem das mudanças familiares do século XXI. Os valores morais estão distorcidos, as famílias perdem referências sólidas, principalmente com os novos modelos (pais separados, apenas um dos pais, irmãos de vários pais, avós fazendo papel de pais, etc.). Nesses sistemas referenciais importantes na formação da pessoa como indivíduo social são, muitas vezes, distorcidos, superestimados ou ambíguos. 

Quando o indivíduo - que teve seus referenciais alterados - é inserido numa sociedade de referencial também alterado e sem valores, este se torna vulnerável a toda e qualquer influência. Com isto, temos jovens que procuram alívio no álcool, nas drogas, nos grupos sociais ou adquirem uma doença, se não todas as coisas de uma única vez. 



Com esse texto quero apenas fazer um apelo: olhe bem para as pessoas da sua casa; converse; procure saber como foi o dia; como ela está; se houver motivos para discussões espere saber sobre isso primeiro antes de começar; e faça da sua presença algo agradável antes de encarar os problemas (se não perguntamos não temos como saber o que está acontecendo). Com isso você pode evitar que o depressivo fique pior, reconhecê-lo e ajudá-lo. Não espere algo ruim acontecer e não seja o motivo de tudo tornar-se horrível para o outro. J-J


Causa mortis: suicídio por enforcamento



Por: Stephanie Ferreira

sexta-feira, 3 de março de 2017

Saiu a matéria no programa #Confirma da TV Justiça e "nóis tá como?!"


É com muito prazer que agora posso dizer a vocês: o Jovem Jornalista alcançou a TV e também o Youtube! Na tarde de hoje foi ao ar uma matéria para o programa #Confirma da TV Justiça sobre o poder das redes sociais em que eu, Emerson Garcia (ou Jovem Jornalista, se preferir), fui uma das fontes entrevistadas.

Preciso agradecer à jornalista Roberta Nunes por me avisar via Facebook da publicação na matéria no YT e à repórter e jornalista Juliana Ribeiro, que deixou fluir a entrevista de forma bem agradável. Para quem não se lembra, há um mês (03 de fevereiro) fui entrevistado para essa matéria.

Não posso acreditar que o JJ chegaria em lugares tão altos. A repercussão de uma crônica foi mais do que poderia imaginar: resposta da empresa, entrevista para a TV Justiça e também a participação como fonte em uma matéria sobre Influenciadores Digitais para o portal Bizmeet. Nesta última, até pude falar que a repercussão tinha rendido bons frutos - e isso porque a matéria não tinha ido ao ar na época ainda.

Agora está no ar no Youtube e na TV Justiça! Uma das maiores plataformas de vídeo que já vi e uma importante TV, respectivamente. O vídeo no YT já tem 112 visualizações e 9 curtidas

Eu selecionei o trecho do programa em que apareço e posso dizer que ficou muito legal. Tive direito à arte, encenação e à um bloco inteiro da edição. Conversando com o Layon Yonaller, ele me disse que eu me tornei o "epicentro" da matéria. Não sei se foi bem isso, mas meus parabéns a toda equipe de edição, sonoplastia, vídeo e reportagem da TV Justiça! Confira:







O programa em si ficou interessantíssimo e abordou um tema que eu gosto bastante: o poder e importância das redes sociais. Abaixo, também deixo a íntegra dessa edição, que ao todo deu 26 minutos. Vale muito a pena assistir!






Enfim, não deixe de prestigiar a TV Justiça e o JJ. Curta, compartilhe ambos os vídeos (o meu está no meu Facebook em modo público) e se intere mais desse assunto. Ah! E também não deixe de ler e compartilhar a matéria no portal BizmeetJ-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 2 de março de 2017

Quinta de série- nostalgia: The Messengers




E aí, seriadores?! Para o retorno do Quinta de série, trouxemos para vocês uma resenha de The Messengers. A série foi produzida pelo canal norte-americano CW e conta com apenas uma temporada de 13 episódios que foram ao ar entre abril e julho de 2015.

O programa conta a história de um grupo de pessoas que, misteriosamente, ganham habilidades especiais. O que eles não contavam é que tinham ganhado esses poderes por um motivo. Todos eles morreram no exato momento que um meteoro caiu na Terra e, em seguida, ganharam as habilidades. Eles são atraídos à um hospital em Houston e encontram uma mulher que lhes explica tudo o que aconteceu e porque eles ganharam os poderes. O que eles não contaram é que a missão que enfrentariam seria difícil.



Os Mensageiros, como são chamados, são na verdade anjos que foram recrutados para impedir que os Quatro Cavaleiros do Apocalipse destruam a Terra. Mas é claro, que além disso, eles devem lidar com o Diabo em pessoa, que faz de tudo para atrapalhar a vida deles.

Eu gostei bastante da série que infelizmente foi cancelada – odeio quando fazem isso. Ela tinha tudo para dar certo, mas acho que o pessoal americano não simpatizou tanto com seu enredo. Antes que comecem as comparações, não tem nada a ver com Supernatural. São séries diferentes com enredos diferentes.



Eu gostei bastante dos efeitos especiais. Me surpreendi na cena que o Diabo mostra as asas de anjo, porém elas são vermelhas porque foram “corrompidas”. Esse não foi o único efeito da série, até porque todos os anjos e os cavaleiros tem poderes.

Bom, acho que não posso falar muita coisa para não dar spoilers, mas posso dizer que a CW me surpreendeu bastante com essa série. Gostaria muito que tivesse um filme ou uma segunda temporada para concluir a história, porque no último episódio, eles chegam numa questão que não foi respondida e eu gostaria de saber o que rolaria depois dali.

Isso é tudo, pessoal. Espero que tenham gostado e até a próxima semana com o Quinta de Série! J-J






Por: Thiago Nascimento
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