sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Rádio Bagaralho: Programa "Nos Embalos da Vitrola"



Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pharmácia Philadelphia (onde o freguês começa com F) começa agora o programa "Nos Embalos da Vitrola".



Sugar, Sugar- The Archies




Raindrops Kepp Fallin' On My Head





Dionne Warwick - I'll never fall in love again





Jackson 5 - ABC





The Beatles - Oh Darling




Carmen Silva - Adeus solidão





Dalva de Oliveira - Bandeira branca




Elis Regina - Madalena




Ivon Curi - Procurando tu




Tim Maia - Primavera (Vai Chuva)





Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Uma boa sexta-feira e um fim de semana repleto de felicidades. Beijos e abraços. J-J

Por: Arthur Claro

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Dois casos de "opinião velada" sobre a política anti-imigração de Trump: Alan Severiano e Ellen DeGeneres



Uma entrevista veiculada no último domingo (12) no Fantástico - em que o jornalista Alan Severiano entrevistava Hugh Jackman sobre o último filme do ator como Wolverine, o Logan - chamou a atenção de um dos leitores assíduos do blog, Paulo Morais. 

O bate-papo teve o intuito de divulgar a produção, falar dos bastidores e da atuação de Hugh. Perto do final da entrevista, Alan Severiano fez uma pergunta sobre política e o governo de Donald Trump. Assista:





Paulo Morais ficou sem entender o andamento da entrevista, por se tratar de uma reportagem sobre o filme. A partir disso, levanto a pergunta: foi válida a atitude de Alan Severiano de perguntar sobre política?Em parte, e vou explicar o por quê. 

O jornalista Alan Severiano quis contextualizar os aspectos políticos do filme, e, além disso, fazer um link com o momento político americano atual. Ele faz isso de certa forma bem. Veja:

"Parte do filme, aliás, foi gravada na fronteira entre os EUA e o México, uma região que ganhou destaque por causa da política anti-imigração de Donald Trump."


A realidade não deve ser ignorada. Alan Severiano quis fazer um recorte dessa realidade, selecionando aspectos relevantes para a pauta da entrevista. O assunto "política" não provocou uma dissonância, ao meu ver, apenas contribuiu para tornar o bate papo rico de sentido. Afinal, a indústria cultural não é fantástica e ilusória, ela se baseia em aspectos da realidade. 

Em um momento da entrevista, Hugh diz que quando você está na fronteira existe uma tensão real, um clima de divisão. Foi o ator quem constatou isso. Não foi o cinegrafista, o diretor, nem mesmo o jornalista. 

Desse modo, acredito que o filme baseou-se em alguns aspectos da fronteira entre os EUA e o México que foram vivenciados pelo intérprete do Wolverine.

Por outro lado, Alan Severiano ultrapassou alguns limites da profissão por imprimir opinião com apenas uma palavra (esta está grifada) em uma pergunta:

"[...] Perguntei a Hugh qual deve ser o papel dos artistas em um momento como esse, de preconceito."


Uma única palavra colocou parte da entrevista a perder (A entrevista seria brilhante, mesmo falando de política). Uma única palavra demonstrou a posição da Globo acerca da política anti-imigração de Trump. Um único verbete equiparou-se ao "Puta que pariu" (Não prezo pela moral e pelos bons costumes como o Pedro, sorry!) da Carolina Cimenti que - pasmem! - faz parte da GloboNews (Não é mera coincidência!).

Alan Severiano só confirma a posição das Organizações Globo sobre a política de Trump. O pessoal da "Vênus Platinada" queria mesmo que a Hillary fosse a presidentA (Lá tem isso também? rsrsrs). 

Tal fato só ratifica que a Globo demoniza a política anti-imigração de Trump e opta por não mostrar aos seus telespectadores os pós e contras para que eles decidam se esta é algo bom ou ruim. A emissora não cogita nem a possibilidade da medida ser em prol da segurança nacional e pública e que os Estados Unidos pode virar "uma bagunça" como a Europa, como foi bem explicitado por Pedro Blanche em uma série de posts intitulada "Parem o islã! Salvem o mundo ocidental e cristão!" (aqui, aqui e aqui). 


O segundo caso

Por outro lado, recentemente - EM SOLO AMERICANO - a atriz, comediante e apresentadora Ellen DeGeneres expressou o seu preconceito à política anti-imigração de Trump em seu programa Ellen (Por que eu não falei dela no primeiro parágrafo do texto? Pra não confundir a cabecinha de vocês. Tento ser didático). 

Ao contrário de Alan, ao meu ver, Ellen não ultrapassou nenhum limite da profissão. Ellen é comediante e expressou sua opinião descontraída, sem medo de ser deportada ou ter sua cabeça cortada (Ao contrário do que dizem por aí, Donald não é nenhum tirano, senão já teria feito isso não só com ela, mas com todos os artistas que se oporam ao seu governo).

Ellen foi brilhante ao falar de política sem mesmo falar dela, por meio de uma animação inocente, mas cheia de significado. Leia o início do seu discurso:

"Não quero falar de política. Não vou falar sobre a proibição de viajar, vou falar sobre o não-político." 


Daí ela lacrou, falando de Procurando Dory por meio de inteligentes analogias e com tom de humor ao dizer que Trump proibiria o desenho da Disney. Assista:





Ellen falou tudo que pensa a respeito do governo de Trump, sem citá-lo. Só pra deixar escrito parte da opinião velada de DeGeneres (com grifos):

"Procurando Dory é sobre um peixe chamado Dory. E Dory vive na Austrália. E estes são seus pais, que vivem nos Estados Unidos. Não sei de que religião são, mas seu pai parece um pouco judeu, não importa. Dory chega ao Estados Unidos com seus amigos, Marlin e Nemo. Ela termina no Instituto de Vida Marinha, atrás de uma grande parede. Marlin e Nemo tem que atravessar a parede. Vocês não acreditam, mas essa parede não tem nenhum poder de mantê-los fora. [...] Dory fica separada de sua família, mas os outros animais a ajudam. Animais que nem sequer tem algo em comum com ela. A ajudam, mesmo que tenham cores diferentes. Porque é isso que fazem quando alguém necessita de algo: ajudam".


Concluindo: não é proibido falar de política em uma entrevista de filme ou em um programa de humor. Você pode emitir sua opinião de forma escrachada e "preconceituosa" (E olha que foi a "Vênus Platinada" quem chamou a atitude de Trump assim, hein?!) ou de forma bem humorada e crítica, sem ferir as convicções de quem pensa diferente de você. J-J


Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Editorial: A lição de Espírito Santo - povo armado não é violentado e os perigos do fim da PM

Sim, você podia se defender. | Mesbla


Caros leitores, eis o meu primeiro editorial no JJ sobre os distúrbios e a criminalidade galopante no estado do Espírito Santo.


***

O motim (e não greve, como se chama banalmente) dos policiais militares do Espírito Santo acerca de reajuste salarial e outras reivindicações expôs o povo desarmado ao caos e à barbárie nunca vistos na história do Brasil. Neste ínterim, vemos ladrões de todas as classes sociais e matizes saqueando lojas e cometendo horrendos crimes que ainda sequer foram catalogados. Apenas uma loja de armas funcionou normalmente.

Aos poucos, pessoas de bem viram uma boa oportunidade de provar duas coisas: que o Departamento Médico Legal do estado capixaba teve que recusar o recebimento de corpos por motivos óbvios já vistos por todos nós na mídia e em redes sociais; e que a desmilitarização das 27 PMs estaduais e distrital é a sentença de morte a um povo amordaçado e temente à vida. O desarmamento civil, portanto, foi um crime hediondo pois é sabido que se as forças de segurança não fazem seu serviço o povo perece em crime e morte.

O povo desarmamentista e anti-PM, como Cynara Menezes, Tico Santa Cruz, Marcelo Freixo, Lindenberg Farias, Gregorio Duvivier e outros foram merecidamente massacrados na internet. Mas é claro que a esquerda veio com o estapafúrdio "argumento" de que "não é bem assim" e de que se tratava, na verdade, de tirar o "militarismo das PMs que oprimem o povo" e todo o blá blá blá de herança da ditadura militar de 1964-1985.

O ridículo foi o carrinho tocando Imagine, de John Lennon e com a hashtag #SemMedo passando nas ruas como se isso fosse resolver algo. O mais estúpido ainda foi aquela manifestação pela paz organizada pela OAB - justamente depois do fim do motim policial. E ainda no site do partido comunista PSTU um apoio a "greve" e as supostas "esposas de PM". Mas é lógico que não vimos (e nem veremos) esta hipótese levantada pela velha mídia.

PRESTEM ATENÇÃO aos que não entenderam a lógica suicida dessa gente! Eles não contaram que as polícias militares tornariam-se apenas um corpo de funcionários públicos com armas. E sabemos bem que se for desse jeito, as polícias terão direito ao sindicato e, portanto, farão greve. Do mesmo jeito que ocorreu no Espírito Santo, só que "legalmente". 

O que não te contaram também é que TODA A FORÇA MILITAR estaria nas mãos e submissão do Presidente da República. Imagina um Lula ou um Ciro Gomes da vida mandando a - digamos - Polícia Nacional reprimir qualquer manifestação contra seus interesses.

ASSIM COMO NAS DITADURAS da Venezuela, por exemplo, o Presidente tem poder sobre toda a sua Polícia Nacional e pode fazer dela o que quiser com o povo. É claro que antes de reprimir com violência e assassinatos, essa gente vem com o papo de desarmar a população. Assim fizeram com o maldito Estatuto do Desarmamento que deixou os brasileiros a mercê do crime organizado. Apesar de a maioria dos brasileiros dizerem NÃO à proibição de venda de armas e munições no país, o governo federal em conjunto com ONGs endinheiradas como a Viva Rio, fazem pesados lobbies e insistem em mentir a população dizendo que armas "geram mais crimes".

Os livros Mentiram para mim sobre o desarmamento e O preconceito contra as armas provam que um povo armado está preparado (ou imune) às ações dos criminosos e da tirania dos governantes. Os Estados Unidos garante a posse e porte de arma em sua Constituição, e a nossa primeira Constituição de 1824 (a que ficou em vigor durante 67 anos, outorgada pelo imperador Dom Pedro I do Brasil) dava a chance ao povo de ter uma arma para proteger a si, sua família e a nação contra inimigos internos e externos. Até o início dos anos 2000 era possível ter uma arma para proteção pessoal. Hoje, para adquirir uma, é preciso uma papelada desnecessária de documentos, além de comprovar a tal da "efetiva necessidade" de uso. Isso sem falar da iniciativa do governo e dos órgãos públicos em dificultar e boicotar ao máximo a regulamentação e renovação do porte e posse de armamentos.

SE O POVO do Espírito Santo e do Brasil estivesse armado, menos crimes ocorreriam. Veríamos cada brasileiro criando em si um sentimento de autonomia de suas propriedade e de sua vida. Polícia nenhuma é onipresente, onisciente e onipotente e sabemos o quanto demora uma viatura chegar ao local do crime. Mesmo se houvesse a tragédia do fim da PM, o povo estaria mais dono de seu destino e defensor natural da sociedade.

***


Serviço





No dia 19 de fevereiro haverá nas principais cidades brasileiras uma manifestação pelo fim do Estatuto do Desarmamento. A participação é importante porque de nada adianta levantar outras bandeiras se o seu direito a vida for cerceado. Esta manifestação do dia 19 é uma pauta única e bem direta.






A micareta encabeçada pelo Movimento Brasil Livre no dia 26 diz que vai querer o fim do Estatuto, mas vai pedir MILHÕES de outras reivindicações com o propósito (ou não) de esvaziar e calar o pedido principal: O FIM DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO. Vai parecer mais como uma "marcha contra a corrupção". Então, eu peço que vão as ruas no dia 19 porque a manifestação do dia 26 está "bichada" e será uma MICARETA DE CARNAVAL.


Neste site está o Placar da Revogação do Estatuto do Desarmamento onde você pode ver se o seu deputado e senador é a favor ou contra o povo ter uma arma para se defender.

Até mais, pessoal. J-J














Por: Pedro Blanche

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Aquela cena: É Valentine's Day em "Beauty and The Beast"




Hoje nos Estados Unidos é comemorado o Valentine's Day, que equivale ao nosso Dia dos Namorados aqui no Brasil. Uma cena nessa temática veio a minha mente e é o tema do Aquela cena de hoje. Trata-se de um flashmob que o Vincent planejou para Catherine em Beauty and The Beast.

A cena - do 13º episódio da primeira temporada da série - traz Cath caminhando pelo centro da cidade, quando é surpreendida por uma música e um grupo de dançarinos que fazem o flashmob ao seu redor. Assistam:





O trecho é curtíssimo (cerca de um minuto), mas é um dos meus preferidos de BandTB, além de ser belo, singelo e romântico. A cara de perdida de Cath - aquela que não sabe o que está acontecendo - é divertidíssima e traz um tom emotivo. Os dançarinos, que interagem com ela, em sincronismo trazem alegria e descontração para quem assiste. Além do pequeno cartão em formato de coração que ela recebe ao final escrito "V." ser uma das declarações de amor mais perfeitas que já vi.

A música merece um destaque também. Locked Out Of Heaven, de Bruno Mars, traz um frescor e uma descontração que o flashmob precisava. 




Para demonstrar o amor, esse sentimento tão verdadeiro, não precisa de muita coisa. J-J




Por: Emerson Garcia
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