A jornalista Juliana Ribeiro entrevista o editor-chefe do JJ, Emerson Garcia. | Foto: Layon Yonaller
Nesta sexta-feira (03) a equipe de reportagem da TV Justiça entrevistou o dono e editor-chefe do blog Jovem Jornalista, Emerson Garcia. A pauta do programa #Confirma (leia-se 'Hashtag Confirma') é a força das redes sociais na resolução de problemas. No dia 03 de janeiro, Emerson publicou a crônica "A saga implacável em busca do sorvete Kibon", onde ele conta como foi difícil encontrar o produto da marca.
O que seria apenas um texto simples, bem-humorado e apropriado neste verão chamou a atenção da Kibon. O resultado foi outro post para mostrar como a marca respondeu a crônica. Este feedback chamou a atenção da jornalista Juliana Ribeiro que foi entrevistar o editor-chefe do JJ por conta da repercussão da postagem.
Bastidores. | Fotos: Layon Yonaller
O cinegrafista Sávio William e o auxiliar técnico Aldair Alves ajustavam os equipamentos antes da entrevista. O celular também fez parte do vídeo por exibir a entrevista ao vivo via Facebook, onde você pode ver abaixo. Numa única filmagem, a entrevista deu certo. A equipe da TV Justiça estava afinada em concluir seu trabalho em clima de bom humor.
Serviço
Como a TV Justiça é uma emissora que prioriza os temas do Judiciário, sua programação sofre alterações de última hora. Desse modo, em breve a reportagem será exibida e avisaremos em tempo hábil. Enquanto isso, o programa #Confirma é exibido às sextas-feiras, 9h da noite e seus vídeos estão em seu canal no YouTube. No YouTube, também, você pode assistir a programação da TV Justiça ao vivo e em tempo real digitando "TV Justiça ao vivo". J-J
Por: Layon Yonaller, especialmente para o Jovem Jornalista
Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento das Lojas Olhoko Ponto Cão começa agora o programa 'Você pede, a gente não toca':
Arthur: Alô, quem fala? Sheyla: Aqui é a Sheyla, eu gostaria de pedir uma música. Arthur: Que música? Sheyla: Quero pedir a música "Conversas de botas batidas" dos Los Hermanos. Arthur: Ok, vamos tocar "Conversa de Botequim" de Noel Rosa.
Arthur: Vamos para o próximo ouvinte. Alô, quem fala? Emerson: Sou o Emerson. Será que posso pedir uma música? Arthur: Mais é claro, qual você gostaria de ouvir? Emerson: Quero ouvir "Terminei Indo" da Banda mais bonita da cidade. Arthur: É para já. Vamos tocar "Should I Stay or Should I go" da banda The Clash.
Arthur: Temos mais uma ligação. Quem fala? Vanessa: Meu nome é Vanessa. Quero pedir uma música da Marisa Monte. Arthur: Tranquilo. Vamos tocar Maysa para você.
Arthur: Os ouvintes estão gostando e as ligações não param. Quem fala? Ana: A Ana, quero pedir para você tocar Indie Rock. Arthur: E para fechar o programa de hoje, vamos tocar "Índia" do Roberto Carlos.
Queridos ouvintes, quero agradecer a todos que pediram as músicas e espero que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Aguardo mais pedidos para o próximo programa. Uma boa sexta-feira para todos e um fim de semana repleto de felicidades. Beijos e abraços. J-J
O que o feminismo faz pela mulher? Quais as vantagens de ser feminista? Quando o feminismo vai dar certo? Respostas: nada, nenhuma e nunca.
Sempre ouço dizer sobre o poder feminino, da questão de direitos iguais, da defesa da mulher, dentre tantos outros assuntos envolvendo esse universo. Diálogo e ideologias bonitas mas que não acrescentam em nada à vida da mulher real. A mulher real se desdobra em 100 durante o dia cuidando da casa, dos filhos e do emprego; a mulher real não se abate por qualquer coisa ou desiste fácil; mas a mulher real, também, não se vê melhor ou pior que as outras pessoas, incluindo homens.
O discurso feminista é vitimista e superficial. Se o objetivo é elevar a mulher e sua força, o movimento está bem fora de contexto. Na sociedade moderna já existem leis que protegem a mulher de agressão pelo companheiro e de violência sexual, que são crimes que, na grande maioria dos casos, são cometidos por homens contra mulheres. Também há a igualdade para a mulher exercer qualquer profissão e decidir o que fazer com sua vida e esta acredito que seja a maior conquista da mulher: o poder de decidir. Essa posição de minoria do movimento não passa de mais um ideal marxista e um posicionamento de extrema esquerda política. Aquele movimento que separa para dominar.
As líderes esquerdistas gostam de alegar as vitórias do grupo, das quais só consigo me recordar da questão do voto, mas não mencionam as perdas que, ao meu ver, são mais significativas e fazem a diferença na vida da mulher. Exemplo bem prático e que poucos observam é o transporte coletivo. Na sociedade antiga, dita machista, o homem deveria ceder seu banco para a mulher que estivesse em pé, não por que ela não teria capacidade de ir daquela forma, e sim porque o homem tinha o hábito e a cultura de proteger a mulher. Outra alegação do movimento é que essa sociedade antiga proibia a mulher de seguir seu próprio caminho e até mesmo chegar ao poder, mas não foi o feminismo que fez a situação mudar, foi a consciência da população de que todo ser humano é igual perante a lei.
Talvez o movimento teria mais fundamento e consistência se tivesse como espelho personalidades femininas significativas na história mundial, como Frida Khalo e Dilma Roussef, por exemplo. Frida é uma pintora conhecida por suas sobrancelhas e seu exemplo de vida, por ter tido vários problemas de saúde e por ser bissexual (Juro que passei um dia inteiro lendo sobre ela, biografia, exemplos citados em blogs feministas e foi a única coisa significativa que achei. As obras de arte dela mesmo eu não encontrei). Dilma é uma ex presidente que conseguiu afundar a economia de um país inteiro, lutou contra uma “ditadura”, assaltando bancos, sequestrando pessoas, liderando grupos de guerrilha. Nunca vi uma feminista citar Margareth Thatcher, uma mulher que não ficou conhecida como "dama de ferro" à toa, liderou a Inglaterra e até hoje é exemplo de mulher e líder política. Imagino que não é adorada pelas feministas pelo fato de nunca ter se visto como minoria e por lutar contra os ideias socialistas.
Dito tudo sobre tal movimento, o que posso concluir é que sair nua na rua, defecar em cartaz de “estuprador” e gritar “girl power" não vai impedir que mulheres sofram violência em seus lares, sejam estupradas, sofram preconceito por ser mulher em seus empregos. A única coisa que pode transformar essa situação são medidas reais tomadas pelo legislativo e judiciário.
Não sou obrigada a ser feminista por ser mulher. J-J
Por: Stephanie Ferreira, nova colaboradora do Jovem Jornalista
Brasil, o país do futuro? | Desciclopédia em Português
Caros leitores, "nóis vortemo otra vêis!" Mas é claro que não ia deixar passar essa para inaugurar a volta do Jovem Jornalista a seus trabalhos. Quando aconteceu a prisão de Eike Fuhrken Batista da Silva (ou Eike Batista) me veio a cabeça um vídeo sobre uma reportagem que o programa 60 Minutes, da rede de TV americana CBS criou sobre um momento otimista de um Brasil que muitos achavam que iríamos ver/ter/apreciar/se gabar perante o estrangeiro. O vídeo aparenta ser de 2010.
Tudo parecia lindo, os entrevistados avistavam um Brasil que, depois de vários "voos de galinha", se tornaria a singular superpotência tropical numa terra onde tudo que se planta se dá; de empresários entusiasmados com o ouro negro (o petróleo); e de um presidente popular (nas pesquisas) que entregaria uma nação pujante a sua sucessora, Dilma Rousseff.
Como diz estes modinhas de internet: SÓ QUE NÃO!
Neste "filme" espetacular temos as participações de Lula, Eduardo Bueno e Eike Batista!