Não consegui encontrar uma moral propriamente dita nessa história.
Cena boa
A que os protagonistas se beijam no baile a fantasia.
Cena ruim
A que um personagem figurante tenta forçar um menáge a trois com os dois personagens principais.
Perfil
Sebastian é um adolescente que teve muitos problemas em sua vida. O maior deles foi envolvendo seu pai e, por esse motivo, ele não pode sair de casa (por questões de vergonha e pessoas chatas). Charlie é o melhor amigo de Sebastian que sempre foi apaixonado por ele. Eles passam por muitas coisas para descobrir se são apenas amigos ou mais do que isso...
Opinião
Um filme muito bom para quem está procurando produções emocionantes. Embora seja um filme de drama, não acho que fará você chorar muito, só se comover com algumas situações. O ator Jason Ralph, que interpreta o Sebastian, já o tinha conhecido nas séries The Magicians e em Gossip Girl. Olha, não sabia que você atuava tão bem assim. Meus parabéns!J-J
Você já conhece os 10 mandamentos do cinéfilo? No post de parceria de hoje eu e o Arthur Claro preparamos uma lista de coisas que precisam ser seguidas por todo amante de cinema. Espero que gostem!
1- Não darás spoilers sobre o filme depois que sair do cinema
Ao sair do cinema não comente o filme perto da fila da próxima sessão para não estragar o lazer dos outros.
2- Assistirás filmes nacionais sem nenhum preconceito
3- Indicarás os filmes que combinam com o gosto de cada amigo
Um bom amigo é aquele que sabe indicar produções para outro amigo.
4- Não menosprezarás o gênero preferido do próximo
Esse acontece direto. Você odeia musicais, mas o próximo ama; você não gosta de filmes de comédia "estilo besteirol", mas o outro indivíduo curte; você gosta de filmes de ação, mas o próximo de drama. Você não pode ser preconceituoso porque fulano gosta de gênero A ou B.
5- Não deixarás o cinema se souber que tem cenas pós-créditos
O bom cinéfilo aguarda sentado e/ou até em pé, sem atrapalhar as outras pessoas, para ver uma cena que pode ser a chave para uma possível continuação ou só para fazer rir no final.
6- Assistirás aos filmes até o final
Se colocou pra ver, tem que assistir até o último segundo, senão... Pede pra sair! Tem muitos filmes que não evoluem, já outros, nos surpreendem, mesmo que seja no último minuto.
7- Não julgarás o filme pelo trailer
O trailer nem sempre mostra tudo. Porém, não é recomendado julgar o filme pelo trailer (trocadilho de "julgar o livro pela capa").
8- Serás um excelente observador de todo a produção
Cinéfilo que é cinéfilo repara tudo em um filme: fotografia, roteiro, diálogos, montagem, direção, direção de arte, figurino, narrativa etc etc etc. A opinião tem que fugir do lugar comum, ou seja, do "é bom" e do "eu gostei".
9- Assistirás filmes mesmo que não sejam blockbusters
O bom cinéfilo assisti filmes cults, amadores, de nacionalidades que não possuem uma indústria forte na arte cinematográfica, curtas metragens, de diretores que nunca participaram de nenhum premiação grande (Cannes, Oscar, Globo de Ouro, Gramado e outros), sem elenco de atores conhecidos mundialmente, em preto e branco, mudos e antigos.
10- Compartilharás listas com seus filmes preferidos
Esse é um mandamento que temos seguido fielmente. Nossas listas tem mais de 100 filmes e sempre que alguém precisa de filmes bons repassamos. O legal da lista é que a medida que vemos os filmes, a riscamos. E aí, gostaram dos mandamentos? Seguem todos? J-J Ilustrações: Emerson Garcia
Hoje no QdS, falarei sobre uma série britânica com temática de “super-heróis” com comédia e, talvez até um pouquinho de drama. Alguns atores bastante conhecidos como o Iwan Rheon (o esfolador de Game of Thrones), Robert Sheehan (o Simon do filme Instrumentos Mortais), Karla Crome (a professora de Ciências em Under the Dome) e muitos outros participaram dessa produção.
Misfits conta a história de um bando de desajustados que estão prestando serviços comunitários quando, de repente, acontece uma tempestade elétrica. Depois disso, eles descobrem que possuem poderes. As três primeiras temporadas são bastante interessantes e é composta por um elenco (primeira geração), mas ao final da terceira temporada para o início da quarta, entram novos personagens e os antigos saem, começando assim a segunda geração.
O roteiro da primeira geração foi muito bem pensado. A história me atraiu bastante nessa fase do programa. Na quarta temporada, achei que decaiu muito o enredo e fez com que eu perdesse um pouco o interesse na história. Algum tempo depois (bastante tempo), determinado a assistir o final da série, consegui terminá-la.
As duas últimas temporadas tem um enredo muito solto. Histórias que abriram e não concluíram. Mas, no geral, gostei bastante no final. Pode-se dizer que a história terminou do mesmo jeito que começou, e ainda deixou coisas em aberto caso eles queiram retomar a série no futuro. Há rumores que em abril deste ano, o canal americano Freeform, encomendou um reboot da série.
Personagens
Nathan: De longe, um dos personagens favoritos de muita gente. Seu poder não é divulgado de início. A descoberta de qual seria seu poder é uma das melhores partes da temporada. Ele tem muitos problemas, e acaba causando muito mais devido ao seu difícil relacionamento com a mãe e o padastro. É um dos mais engraçados da primeira geração.
Simon: É oficialmente o meu personagem favorito. Não me pergunte por que, simplesmente é. Ele tem o poder de ficar invisível e tem muita dificuldade em se comunicar com as pessoas no início. (Acho que foi por isso me identifiquei com ele.) É uma peça importante para a série.
Curtis: Ele tem o poder de viajar no tempo. É um ex-atleta, mas foi pego com drogas e o obrigaram a fazer o serviço comunitário para servir de exemplo.
Kelly: Ela tem o poder de ler o pensamento das pessoas (talvez não só das pessoas, mas vamos generalizar). É a minha segunda personagem favorita da série. Alguns personagens, como a Kelly, podiam ter sido mais aproveitados.
Alisha: Tem o poder de causar libido em quem toca. Um pouco polêmico, não é mesmo? Eu não gosto muito dessa personagem, mas ela também é uma personagem importante para a conclusão da primeira geração da série.
Rudy: RUDYY! O melhor personagem da segunda geração (ele é introduzido antes da primeira geração sair por completo). Ele não tem um poder muito efetivo. Sua habilidade é dar vida a múltiplas personalidades. É o núcleo de comédia da segunda geração.
Jess: Tem o poder de visão de raio-X. Achei que o poder dela foi muito mal aproveitado na série. Até outros personagens, com poderes “mais inúteis”, foram mais aproveitados para o enredo do que ela. Ela é o interesse amoroso de Finn.
Finn: Tem a habilidade de telecinesia, mas seus poderes não são muito evoluídos. No começo, tem uma certa dificuldade em usá-los. Mesmo com o passar do tempo, ainda tem dificuldades. Ele faz uma cara de quem está... Como vou dizer? ... “Fazendo força”, se é que vocês me entendem, quando usa seu poder.
Abby: Ela não tem uma habilidade. O poder de outa pessoa resultou na Abby. Ela é fruto da imaginação de uma garota que, quando foi atingida pelo raio, trouxe seus amigos a vida.
Alex: E por último, mas não menos importante, temos Alex. Sua habilidade é um tanto quanto peculiar. Ele pode remover os poderes dos outros durante a relação sexual. Tem uma parte da quarta temporada que é sobre ele, mas sinceramente, acho que foi a coisa mais sem criatividade e sem noção que poderiam ter colocado na série.
A série tem um histórico longo de assassinatos e desaparecimentos. Logo no episódio inicial, vemos os "heróis" matando o agente da condicional deles. Tá certo que foi legítima defesa, mas... E se isso se repetisse?
Misfits tem 5 temporadas de 6 a 8 episódios. Todas as temporadas estão disponíveis na Netflix. A série é muito polêmica, com cenas bem tensas. Ela também tem forte conteúdo sexual e muitos xingamentos e palavrões (Você aprende várias palavras sujas britânicas rs). Para quem não tiver problemas com produções apelativas e sexuais, a recomendo. Quando vocês estiverem passando o catálogo da Netflix, sem nada para ver, por que não assistir uma série trash só para passar o tempo? J-J
Os cemitério hoje estarão cheios, mas não como um estádio lotado na final da Copa do Mundo, ou um show da Beyoncé. O comércio, de forma geral, fechará esse dia, exceto as floriculturas. O trânsito terá retenções, mas serão poucas e suportáveis.
Os enlutados que visitarão os túmulos de seus entes queridos, estarão em menor número que no ano passado (e ano que vem serão menos ainda!). Ainda existirão túmulos vazios, sepulturas que não receberão entes queridos, mortos que não receberão flores. Os cemitérios estarão cheios, mas pessoas caminharão sem tropeçarem umas nas outras.
Fora do cemitério, as pessoas continuarão suas vidas, sem a interferência do feriado. Do lado de dentro, haverá o sentimento de saudade, mas também de remorso por não dar flores, enquanto seus finados estavam vivos, por não dizer palavras de carinho, por não curtir a pessoa enquanto ela estava nesse mundo.
Ir ao cemitério hoje é uma forma de lembrar de seus mortos. Ninguém é ingênuo de pensar que a pessoa, tal como ela era em vida, estará enterrada ali. Ali é somente um lugar, como qualquer outro. Mas, muitas pessoas estarão perante os túmulos de entes queridos pelo que a data representa. Na verdade, nossas memórias com as pessoas que já amamos (e ainda amamos) não foram enterradas. Não viraram pó, não se calaram, não se silenciaram, não foram levadas pelo vento. As memórias estão dentro de nós, e ficarão para sempre. Peço que essas memórias não sejam levadas com a data, e somente retornem ano que vem. O sentimento de saudade que tenho do meu pai, que faleceu quando tinha apenas 3 anos de idade, permanecem até hoje. E olha que eu não lembro de nada dele! Seria um pobre mortal se pensasse no meu pai só em Dia de finados!
Ir ao cemitério hoje também é uma forma de tentar silenciar as vozes do remorso que muitos sentem. Dói a pessoa saber que não fez nada pela outra enquanto ela estava viva. A reação de muitas delas no velório é de querer "acordar" o finado. Na hora do sepultamento, muitas querem pular na vala e ser enterrada junto. Em comemorações de final de ano, muitas delas fariam de tudo para que seus mortos estivessem ali, em uma ceia de natal, em um amigo oculto ou trocando presentes. O choro vem. Um choro doído e sentido. Talvez essa pessoa nunca tenha chorado em vida pela outra. Nunca tenha compartilhado suas dores, nunca tenha dividido lágrimas, nunca tenha ficado uma madrugada com ela em um hospital quando ela estava 'nos finalmentes'. Mas, quando elas não estão mais presentes, desaba no choro. Só assim tomam uma atitude.
Talvez a atitude de comprar a melhor sepultura, com ouro, detalhes de vidro e que faltam brilhar no escuro! De enfeitar o endereço do finado com um belo jardim, fontes de águas, estátuas de anjo e flores das mais variadas cores. Se preocupam com rachaduras na lápide, com infiltrações de chuva e com algum galho que possa cair e quebrar o túmulo. Compram coroas de flores com lindas homenagens, sendo que em vida não disse uma palavra de carinho. Em vida, sim, disse palavras duras, que marcaram o finado da pior forma possível.
Essas pessoas não deram flores em vida, mas quando seus entes queridos morrem são capazes de comprar uma floricultura inteira! Flores murcham, mesmo sendo cheias de vida, isso é verdade. Mas quando você dá "flores em vida", você dá a chance da pessoa amada de cuidar da melhor forma possível delas. Ela irá procurar um jarro e água para tentar prolongar suas existências. E quando você dá flores depois que a pessoa morre? A pessoa não está ali para cuidar. Não está ali para sentir o perfume das rosas, nem ver o lindo arranjo que você fez, com flores coloridas, das mais diferentes espécies. Elas murcharão, ficarão feias e chamarão um monte de bicho.
Entendo perfeitamente quem diz: "quando morrer, não precisa encher meu caixão de flores, nem encher a minha capela de arranjo de flores". E por que? Não é por orgulho da pessoa, não, mas porque ela prefere ganhar flores em vida, e hoje em dia, flores é sinônimo de morbidão, de remorso, ainda mais em uma data como essa em que as floriculturas não fecham!
Quem escolheu não homenagear seus mortos hoje, não é porque deixou de amá-los, mas pode dizer que, não é preciso homenageá-los depois que deixaram o mundo material. É claro que essas pessoas não esqueceram dos seus finados, mas, muitas preferiram viver suas vidas, se preocupar com os vivos, cuidar daqueles que ainda podem ser cuidados, que ainda podem receber palavras de carinho, que ainda podem receber flores. J-J