segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Aquela cena: Quanto mais idiota melhor





Em minha segunda participação deste quadro, destaco a cena de Quanto mais idiota melhor (original: Wayne's World) onde Wayne (Myke Myers) e Garth (Dana Carvey) discutem sobre cumprir contratos de publicidade, mas os dois apresentadores do programa de TV são irredutíveis. Não querem de forma alguma vincular sua imagem ao mundo do merchandising. J-J






Por: Layon Yonaller, especialmente para o Jovem Jornalista

sábado, 20 de agosto de 2016

Crítica: Esquadrão Suicida

Pode conter spoilers!


Herói vai, herói vem, mas dessa vez é a hora dos vilões. Esquadrão Suicida lançou no dia 4 de agosto e traz vários vilões do universo da DC - como Coringa, Arlequina, Capitão Boomerangue, Pistoleiro, Crocodilo e El Diablo - para as telinhas. A Katana também está nesse filme, mas ela não “faz parte” do esquadrão. Ela foi apenas contratada pela Amanda Waller (personagem da Viola Davis).

Bom, antes de tudo, quero dizer uma coisa para quem criticou a Arlequina da Margot Robbie. A personagem ficou sensacional. O Jared atuou bem também, mas esperava mais plots deles, mais cenas com o Coringa. Eles concentraram todo um marketing no Coringa, mas ele ficou como uma história secundária. A maior parte das aparições do palhaço do crime são em flashbacks da Arlequina.



Dito isso, se você estiver com a mente aberta e esperando se divertir, você gostará bastante do filme. Mas, se você criou muitas expectativas, sinto muito te dizer, que ficará muito decepcionado. A produção ficou muito alegre e divertida mesmo, não “criminosa” como deveria ser. Gente, sociopata tendo empatia? Sério?!

Outra coisa que vi muitas pessoas fazendo é shippar a Arlequina e o Coringa por causa do filme. Antes de mais nada, vocês devem saber – quem já não sabe – que o relacionamento da Arlequina e do Coringa é abusivo. Não é nada daquilo amorzinho que se vê no filme. 



O que também me incomodou bastante foi o fato dos protagonistas serem o Pistoleiro e a Arlequina. Embora ame a Arlequina, achei que faltou a inclusão dos outros personagens na história. Eles tentaram dar um momento para cada um e tals, mas sinceramente, não entendi a necessidade do Capitão Boomerangue. Eu pensei que fossem introduzir uma história dele e não teve. Ele anda com um pelúcia de unicórnio e eu pensei que fossem explicar isso e aproveitar para dar um drama no enredo, mas não rolou.



O Pistoleiro e o El Diablo tem seus momentos dramáticos, inclusive me emocionei com a história do El Diablo. Assim, eles são vilões né? Eles viraram vilões por um motivo, ou não, mas independente disso, acho que deveriam ter menos empatia pelo que demonstram no filme. Creio que o Pistoleiro até vai, porque ele tem aquele amor pela sua filha e pronto. Mas esse negócio de “amigos”, pegou pesado. Parece até Superman VS. Batman: “Sua mãe se chama Martha?”.

Falando de Superman vs Batman, não poderia faltar aquela comparação de leve. Gostei de ambos os filmes sim, mas sempre tem aqueles detalhes que decidem as prioridades. Na minha humilde opinião, gostei muito mais de Esquadrão Suicida do que de Superman VS. Batman. Me diverti DEMAIS assistindo ES. Tem mais ação, tem mais tudo. E não foi salvo por 15 minutos de cena.




De volta ao Esquadrão, vamos falar sobre os antagonistas. Magia, interpretada por Cara Delevingne, é a antagonista principal do filme. Seu nome mesmo já indica o seu tipo de habilidade. Ela é uma bruxa que possuiu o corpo de uma arqueóloga, mas quando a bruxa toma conta do corpo, a arqueóloga não pode fazer muita coisa. Quem tem o coração da bruxa a controla, mas depois que ela foge e salva seu irmão, as coisas ficam um pouco mais complicadas.

Até aí, tudo bem. Nada muito incoerente. Porém, no momento que eles decidem que para parar a bruxa era preciso explodir uma coisa, eu já fiquei um pouco irritado, de leve. El Diablo luta contra o irmão da Magia para dar tempo do resto da equipe preparar a tal bomba. Ele faz um excelente trabalho. Mas, o negócio da bomba dá certo. Agora me explica: como você luta magia (El Diablo) VS. magia (irmão da Magia) e o cara não vence, mas aí utiliza uma bomba (não tem nada de magia nisso) e vence o cara? Não gostei.




Eu queria mesmo que o foco do filme fosse sobre a Arlequina e o Coringa, independente dos demais vilões. Ainda espero um filme solo sobre eles ou então que eles sejam vilões num futuro filme do Batman. Quem sabe né?





A Viola Davis - sempre rainha da p***a toda - arrasou no papel de Amanda Waller. Quem estivesse esperando algo menos do que o melhor vindo dela, estava completamente enganado. Acho que faltou um pouco de crueldade por parte dela no roteiro (só teve um momento que falei: “Isso sim é Amanda Waller"), mas fora isso, a personagem se encaixou bastante no contexto.

Gostei bastante da trilha sonora, principalmente no início quando são apresentados os vilões e como cada um foi capturado – a maioria foi capturada pelo Batman. Ah, e há também uma pequena aparição do Flash no filme – e quando digo pequena, é pequena mesmo.

Se eu fosse dar uma nota para o longa, eu daria 7.5. É aquilo que disse, se você não tiver com expectativa nenhuma e disposto a se divertir, o filme vale super a pena. Parece, segundo algumas entrevistas que assisti online, que eles decidiram mudar muita coisa depois do Superman VS. Batman, tanto é que até a arte inicial e a arte final são diferentes. O próprio Jared Leto ficou um pouco decepcionado com o filme porque, segundo ele, ficou várias coisas do Coringa que não entraram na edição final do longa.

E para a infelicidade de muitos, não haverá uma versão estendida e muito menos uma edição do diretor. Parece que terá 10 minutos de cenas deletadas no Blu-ray mas não será possível assisti-las direto no filme. Então, DC, acho que vamos ter que diminuir nesse marketing e focar um pouco mais em manter o filme em um nível agradável aos fãs.


Então é isso, gente. Minha opinião é essa aí, creio que não tenha esquecido de nada. Se divirtam assistindo o filme e não criem expectativas. Essa é minha dica para vocês. Bom filme! J-J


Por: Thiago Nascimento

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

SBT 35 anos: a pré-história da rede de Silvio Santos

Silvio Santos e o então presidente do Brasil João Figueiredo no dia da assinatura da concessão das emissoras que formaram o SBT em 1981 | SBT (divulgação)


Há exatos 35 anos fora criado o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). A emissora de Silvio Santos foi o resultado da luta do apresentador de TV em ter sua própria rede de televisão. Antes disso, Silvio apresentava seus programas em outras emissoras - TV Paulista e as redes REI (Rede de Emissoras Independentes, lideradas pelas TVs Record e Rio) Tupi e Globo - por meio de aluguel de horários. Foi preciso convencer autoridades da época, astúcia, trabalho e um pouco de sorte para formar o SBT.

Em 1963 ia ao ar o Programa Silvio Santos pela TV Paulista (atual TV Globo São Paulo), até hoje um dos programas mais antigos do Brasil. Com a venda da emissora a Roberto Marinho em 1966, a atração fizera parte da programação da recém-criada rede carioca de televisão. Aos poucos, Silvio aumentou o horário de seu programa. Carismático, dominador dos palcos e nato vendedor SS tornava-se líder de audiência.


Silvio Santos na Globodivulgação


Aliás, no final dos anos 1960 e início de 1970, a Rede Globo passava por uma mudança de paradigmas na programação e filosofia na empresa. Após a entrada de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni) e Walter Clark, profissionais de outras emissoras foram contratados. As novelas - que em sua maioria era do gênero capa-e-espada - deram lugar às mais realistas; e as emissoras do Rio e São Paulo se juntavam as de Brasília, Belo Horizonte e Recife, além da aliança entre afiliadas Brasil afora como a TV Anhanguera (Goiás) e RBS TV (Rio Grande do Sul). Telenovelas e jornalismo tornaram-se o carro-chefe da emissora. Enfim, criaram-se as bases do que hoje conhecemos como Rede Globo de Televisão.


Conflitos e adaptação

Silvio Santos durante o Show de Calouros na TV GloboMemória Globo


O novo jeito de se fazer TV na Globo evidentemente conflituou-se com os interesses da emissora e de Silvio Santos. O apresentador resistiu a filosofia do conhecido Padrão Globo de Qualidade até sua saída em 1976. Antes disso, para continuar no ar, o Programa Silvio Santos vai para a Rede Tupi em cores e compra parte das ações da TV Record de São Paulo. Segundo o jornalista Thell de Castro, os militares impediram o animador de televisão adquirir os canais 2 (RJ) e 9 (SP) da extinta Rede Excelsior (com grifos):

"Apesar de ter elogiado Silvio Santos, Médici não atendeu ao pedido. O fato de o apresentador seguir uma linha popular incomodava os militares. Além disso, ele não queria comprar a Excelsior, mas apenas herdar as concessões, que ficaram "adormecidas" durante alguns anos. A do Rio de Janeiro, em 1975, foi entregue à TV Educativa (hoje TV Brasil). A de São Paulo foi, em 1981, transferida para Adolpho Bloch, que dois anos depois abriu a TV Manchete."


A TVS Rio de Janeiro entrava no ar em 14 de maio de 1976 | SBT


A grave situação financeira da Tupi só potencializou seu sonho em construir uma rede de TV e manter-se no ar com seus programas. Em 1976, com a ajuda de seu amigo Manuel de Nóbrega (pai de Carlos Alberto, atual apresentador de A Praça é Nossa), o apresentador consegue a concessão do canal 11 do Rio de Janeiro, colocando no ar a TVS - TV Studios - ou carinhosamente dito pelos cariocas, a "TV Silvio Santos". O Decreto nº 76.488 de 22 de outubro de 1975 foi outorgado pelo presidente Ernesto Geisel. Neste vídeo, Silvio Santos dá detalhes da construção de sua emissora:





Os Editais 34 e 35/80: Silvio Santos vence e concretiza o sonho de ter o SBT


A TVS São Paulo entrava no ar em 19 de agosto de 1981 | SBT


Depois da cassação das sete emissoras da Rede Tupi em 1980, além das restantes emissoras avulsas extintas (TV Excelsior de São Paulo e TV Continental do Rio de Janeiro), o governo militar de João Figueiredo abriu os editais 34 e 35/80 no qual duas empresas seriam as novas concessionárias formando as duas novas redes de TV do Brasil.


A divisão das emissoras de televisão que formariam as duas redes | Ilustração: Layon Yonaller


Muitas empresas entraram no páreo para concorrer a essas concessões, entre elas o Grupo Abril. Porém, o lobby dos integrantes do governo não queria que a família Civita assumisse um canal de TV com a perspectiva de que uma provável Rede Abril e Televisão incomodaria o regime, assim como a Revista Veja fazia na área impressa. No final, os empresários Adolfo Bloch (Bloch Editores e dono da Revista Manchete) e Silvio Santos - ambos judeus - angariaram os canais previstos em edital.

No dia 19 de agosto de 1981, o SBT fez a transmissão da assinatura que dava origem ao Sistema Brasileiro de Televisão. SS ficou com as TVs Piratini (RS), Tupi (SP), Continental (RJ) e Marajoara (PA). Já Adolfo Bloch, com as TVs Tupi (RJ), Excelsior (SP), Itacolomi (MG), Rádio Clube (PE) e Ceará (CE) para a formação da Rede Manchete - entrando no ar num domingo de 05 de junho de 1983. Veja como fora o discurso de Silvio Santos sobre como seria o SBT:




Essa foi a primeira vez que uma emissora de TV registrou seu nascimento. A transmissão teve auxílio da TV Anhanguera afiliada da Rede Globo em Goiás.

Desde este dia o SBT está no ar. A Rede Manchete encerrou suas atividades em 05 de maio de 1999, dando lugar a emissora transitória TV! até 15 de novembro do mesmo ano em que foi ao ar a RedeTV!


TVS, SBT e outros detalhes

A nomenclatura TVS era o nome das emissoras (TVS São Paulo, TVS Rio, TVS Porto Alegre, etc.). O conjunto delas formava o SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). Como as leis de Comunicação impedem que uma pessoa fique com duas emissoras no mesmo município, Silvio Santos teve de vender sua parte que tinha da TV Record de São Paulo e a TV Continental do Rio de Janeiro (atual CNT). 

Enfim, o apresentador conseguiu concretizar seu projeto principal: o SBT é o principal membro do Grupo Silvio Santos. Recentemente, foi anunciado pelo colunista do UOL Flávio Ricco que Silvio Santos vai repassar brevemente suas ações da emissora para suas filhas. J-J



Logo comemorativa para os 35 anos do SBT. I Divulgação/SBT













Por: Layon Yonaller, especialmente para o Jovem Jornalista

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Quinta de série: Unbreakable Kimmy Schmidt





Hoje o Quinta de série é sobre uma produção de comédia norte-americana da Netflix, criada e escrita por Tina Fey e Robert Carlock, que estreou na primavera de 2015 e que conta com duas temporadas de 13 episódios cada (Está prevista a terceira temporada em breve).

Unbreakable Kimmy Schmidt conta a história de Kimmy Schmidt (Ellie Kemper) que é aprisionada por um pastor maluco em um buker juntamente com outras três mulheres durante 15 anos. Nesse tempo que ficou isolada, ela acreditou no apocalipse do planeta Terra e em sua destruição. 

15 anos se passam, o grupo de garotas é resgatado e dá-se um fim na seita maluca do pastor. Kimmy percebe que o mundo não acabou, é entrevistada por canais de televisão e torna-se uma celebridade. Ela, e as outras que foram mantidas em cativeiro, são conhecidas como "mulheres-topeiras".

Kimmy precisa aprender a viver sua nova vida, e não será nada fácil, já que foi mantida durante anos entre quatro paredes. Os desafios começam a surgir, até que decide morar em uma cidade grande. Nova York é a cidade escolhida por ela. 

Com apenas uma jaqueta amarela, uma mochila lilás e o dinheiro da indenização que recebe, ela viaja para Nova York. Para ela, tudo é novo e interessante. Me diverti muito com suas caras e bocas de surpresa. Apesar de ter seus 30 e poucos anos, tudo era novo para ela. As experiências na vida de Kimmy acontecem rapidamente. Tudo que ela começa a vivenciar - desde arrumar um emprego, organizar uma festa, fazer as vontades da patroa, aprender matemática, ir a um primeiro encontro, até ir ao psicólogo e dar seu primeiro beijo depois de muito tempo -  faz parte do dia-a-dia de qualquer pessoa. Por esse motivo, me identifiquei com a série. 

Ao chegar em NY, Kimmy terá que aprender a se relacionar e criar vínculos com as pessoas. É aí que ela conhece seu companheiro de casa Titus, a dona do aluguel Lillian e sua patroa Jacqueline. O interessante é que mesmo passando anos isolada, Kimmy tem muito a ensinar e experiências a compartilhar com esses e outros personagens que aparecem na trama. 




A série conta com poucos personagens principais, e na minha opinião está na dose certa. Tituss Burgess interpreta "ele mesmo" como Tituss Andromedon, e simplesmente rouba a cena juntamente com Ellie Kemper. Não é a toa que foi indicado por esse personagem para concorrer ao Emmy 2016. Jacqueline White, por sua vez, é aquela personagem que deveríamos odiar - por tipificar "a patroa chata e patricinha" - mas não tem como não amar e ficar encantado com a relação dela com Kimmy. Lillian é aquela senhora com espírito de jovem, que também tem seu espaço. 

UKS é uma série alegre, divertida, mas também com muitos ensinamentos. Nela, tem musicais, cenas com Titus que rende boas risadas e momentos cômicos e referências a importantes ícones da indústria cultural, como O Rei Leão, Michael Jackson e Whitney Huoston, além de várias séries. Essas menções são sempre inseridas em um contexto lógico, em vez de simplesmente encher linguiça ou estar ali sem um por que.

O texto e os diálogos são bem escritos, criativos, afiados e inteligentes. E isso é um ponto a mais, pois a produção flui melhor. 




Não tenho muito a reclamar da primeira temporada. Terminava um episódio, já passava para o outro, porque queria saber qual seria a próxima aventura/maluquice de Kimmy. Os plots, os flashbacks, as referências, humor e drama fora encaixados perfeitamente, como uma luva. Os episódios finais foram incríveis e me deixou curioso, o que fez que os visse seguidamente. Concluiu-se muito bem a temporada e fechou-se um arco de questões levantadas durante ela.

Já a segunda, começou um pouco arrastada, e diria que até sem graça, mas depois os produtores conseguiram retomar o fôlego e ela voltou a ser boa. 


Personagens



Kimmy Schmidt: É a protagonista de UKS, que decide respirar ar fresco na cidade grande. Kimmy tem 30 e poucos anos, cabelos ruivos, gosta de organizar festas e é inteligentíssima utilizando da resiliência em momentos difíceis. Prepare-se para cenas muito engraçadas estreladas por ela! 



Titus: De personalidade exagerada e esdrúxula logo simpatiza-se por Kimmy e os dois tornam-se bons amigos. Negro, gordo, gosta de encenar e contracenar, cantar e tocar piano. Na cidade grande, passa por momentos difíceis, o que faz com que os divida com Kimmy, que de certa forma precisa recomeçar também. 



Jacqueline Voorhes: Só tem cara de patricinha e chata, mas é um amor de pessoa. É ela que oferece um emprego à Kimmy quando chega a NY. No presente, é uma mulher rica e determinada, mas que guarda muitos segredos do passado. Mesmo tendo dinheiro, passa por problemas familiares e emocionais, o que faz com que Kimmy a ajude em tudo. Em tudo mesmo. 



Lillian: É a inquilina da casa onde Kimmy e Titus moram. Uma senhora de bom coração e espírito ajudador. 


Inovação e abertura


Preciso reconhecer a qualidade e impecabilidade dessa série da Netflix. Imagem e som estão de primeira linha, além da história e os diálogos serem muito bons. A série me surpreendeu, como por exemplo quando criou cenas e trechos em um episódio da segunda temporada todo em desenho animado. Ficou divertido e diferente.

Diferente também ficou a abertura de UKS, que traz uma música boa que gruda na cabeça, no estilo de rap remixado. Uma das melhores que já vi!





Não tem como não se apaixonar por essa abertura: simples, mas impactante.


Então, a dica de série que deixo nessa quinta é UKS. Você irá perceber que o melhor a se fazer diante de situações difíceis, é encará-las com um sorriso no rosto, deixando-as coloridas e divertidas, apesar de serem cinzas. J-J





Por: Emerson Garcia
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