quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Quinta de série: Stranger Things





Para tudo que eu tô tremendo!! Alguém page cardio porque acho que estou morrendo. Simplesmente uma das melhores séries que já assisti esse ano. Me ajuda! Socorro! Estou sem chão. Netflix, sua linda, quero mais!

Para quem não sabe, Stranger Things é a mais recente série da Netflix. Ela foi disponibilizada no serviço de streaming no dia 15 de julho. Eu realmente não estava esperando por esse tiro. Sério mesmo. BEST-SERIE-EVEEEEEER!



A história começa com um monstro atacando um cientista. Mas o que realmente a move é quando um menino, Will, desaparece a caminho de casa. Sua mãe surta e a polícia começa a procurar o tal garoto. Seus amigos, Mike, Lucas e Dustin, decidem sair à procura de Will e acabam encontrando uma garota cheio de mistérios chamada Eleven. Logo, eles se veem no meio de mistérios que envolvem a garota, seu amigo e muitas outras coisas bizarras.

Impossível falar dessa série sem dar muitos spoilers. Eu realmente estou me contendo aqui. ST tem uma pegava meio Supernatural meio X-men (e talvez até um pouco de Arquivo X). 



Todos os personagens estão ali por um motivo (ou talvez a maioria). Até quem pensei que estava ali só de enfeite, acabou me surpreendendo. Eleven, simplesmente a criança mais fofolinda (digo a atriz e a personagem), foi salva pelos meninos e depois fez de tudo para manter todos seguros (na medida do possível, porque né...).


Referências

Muitas referências nerds podem ser vistas na série. Logo no episódio inicial, temos uma referência ao X-men #134. Nessa edição, acontece a primeira aparição da Fênix Negra, referenciando a Eleven (essa deusa) que vai descobrindo suas habilidades aos poucos. 

Outra alusão, que não é muito difícil de notar, é a de Alien. A criatura de Stranger Things tem muitos aspectos do Alien. Inclusive – ALERTA DE SPOILER – descobrimos no final da temporada que eles usam humanos como incubadoras, muito parecido com os face-huggers de Alien.

Vemos, também, referências a E.T. – O extraterrestre. Mike encontra Onze na floresta, assim como o menino encontra o E.T. no filme. Além disso, Onze se “disfarça” com peruca e um vestido, exatamente como fazem com o E.T. no filme. Mas há muitas outras referências do longa na série.



Depois de Will desaparecer – ALERTA DE SPOILER – sua mãe, Joyce, consegue ouvir seu filho através das paredes de sua casa, assim como no filme Poltergeist.  



Para quem é fã de O Senhor dos Anéis, a série conta com uma penca de referências do Tolkien. “Mirkwood” é o nome de uma interseção em uma das ruas e Will Byers utiliza “Radagast” como a senha para seu esconderijo.

Em uma outra cena, podemos ver algo “saindo” da parede. Logo, não pude deixar de notar uma semelhança ao filme Hora do Pesadelo no qual o Freddy Krueger sai do teto. 


Bom, não vou contar todas as referências, porque não quero contar todos os elementos da série. Além disso, posso não ter reparado em todas as referências. Muitos clássicos são citados e, por mais televisivo que seja, não assisti a todos eles. 
Já quero a segunda temporada ASAP! Netflix, não dá para lançar 50 temporadas de uma vez não? Por favor, nunca te pedi nada. A série já foi renovada para a segunda temporada, mas ainda sem data de lançamento. Provavelmente só daqui a um ano. E lá vamos nós sofrer com outras produções. Até a próxima, gente! Deixa eu tomar um calmante depois dessa. J-J





Por: Thiago Nascimento

Quinta de série- nostalgia: Revolution






A Quinta de série dessa semana traz Revolution, que foi exibida entre setembro de 2012 e maio de 2014, sendo cancelada em sua segunda temporada. É uma série de ficção científica, mas com doses de ação, suspense e aventura, escrita por Eric Kripke (Supernatural) e produzida por J.J. Abrams (Lost) e Bryan Burke (Fringe). Foi ao ar pela NBC nos EUA e pelo Cinemax no Brasil.

Revolution chamou a minha atenção por conta do roteiro, por ser produzida por J.J. Abrams e por prometer ser a nova Lost. Ao assistí-la, fui frustrado em todas as minhas expectativas. Embora a história conseguisse me prender e fosse cercada de mistérios (como a série que se passou no Havaí), ela não atingiu seu objetivo por trazer diálogos fracos e grandes brechas no roteiro.

Ela gira basicamente em uma sociedade atual sobrevivendo a um misterioso apagão que deixa todo o país norte-americano no escuro. Revolution, desse modo, se refere ao período anterior à Revolução Industrial, das máquinas à vapor, eletricidade e objetos eletrônicos. 

A série questiona como é viver em um mundo sem luz. Você já parou para pensar nisso? Aviões cairiam do céu, hospitais fechariam suas portas, não existiria mais banho quente, nem chapinha para as mulheres arrumarem os cabelos. A tecnologia se tornaria algo do passado. Além disso, as pessoas viveriam em vilarejos bem arcaicos - independente da época que fosse - com tochas, velas e lanternas manuais, sem carros, motos e aviões. É nesse cenário que os personagens de Revolution vivem e sobrevivem. O meio de transporte são cavalos. Casas são iluminadas com velas e tochas, entre outras coisas.

Mas o que será que ocasionou o blackout? Essa é uma das perguntas que me fizeram acompanhar Revolution. Viver sem energia torna-se algo difícil e até mesmo perigoso, já que muitas lutas, revelações e mistérios apareceram apenas por conta da queda da energia elétrica. Viver em um mundo sem luz, pode ser um desafio e requererá meios de defesas dos personagens, que se sentirão ameaçados por uma perigosa milícia. Desse modo, terão que se munir de facas, armas de fogo e arco-e-flecha, e se aliar a outras pessoas que podem ser confiáveis ou não. 




Para responder a principal pergunta da série, vemos vários flashbacks - até mesmo quando se tinha energia - que nos fazem entender o que levou ao momento atual. A personagem principal, Charlotte Matheson - uma exímia jovem guerreira, juntamente com seu tio Miles Matheson - um misterioso guerreiro, e Aaron Pittman - um gênio da tecnologia, se aventuram para descobrir respostas da queda de energia, para tentar religá-la e trazer esperança a todas as comunidades e ao Estados Unidos. 



Revolution tem descobertas fantásticas, mistérios solucionados, sequências de tirar o fôlego e batalhas épicas. A cena em que os "heróis" veem um misterioso helicóptero, por exemplo, foi incrível! 




Preciso destacar também um objeto da série: um colar misterioso que promete religar a energia. Já dá pra imaginar que ele será cobiçado pelos personagens né? Ele traz uma entrada USB, mas não dá instruções de onde conectá-lo. O que acontecerá quando ele for conectado? A única coisa que posso adiantar é que o colar fica iluminado e com riscos brancos luminosos. Nada mais. 




Mesmo com esses pontos positivos, a produção deixou muito a desejar, por trazer alguns episódios desnecessários, como o de Charlotte Matheson com uma droga que alterava suas percepções. Sério, mesmo! Pra que um episódio inteiro sobre isso? Quem assistiu, saberá o que estou falando, e não sentiu outra coisa a não ser sono.

Revolution, por outro lado, tem forte apologia a política, governo e costumes norte-americanos. Não me importei muito com isso, mas pode ser que alguém ache toda essa história de patriotismo americano e exaltação uma chatice e extremamente parcial, por mostrar só o lado bonito, perfeito e fantástico dos EUA.  






Se eu recomendo a série? Mais pra não, do que pra sim. As brechas no roteiro e os diálogos fracos são visíveis. Não tem como não reparar. Creio que nem os bons plots e mistérios a salvem. Sem falar ainda do final da segunda temporada que deu a impressão de não fechar a história. Aliás, os telespectadores reclamaram, o que fez com que a DC Comics juntamente com a Warner Brothers Television fechassem a saga em 4 hq's digitais, disponibilizados apenas em inglês




Enfim, agradeço por ela ter sido cancelada. O ÚLTIMO QUE LER ESSE POST APAGUE A LUZ! J-J






Por: Emerson Garcia

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Caneta Desesquerdizadora: o terror do jornalismo mau-caráter

 A caneta que corrige as notícias |  Caneta Desesquerdizadora/ Facebook 

Uma das páginas no Facebook que se destaca nesta última semana, e que nem a própria rede social vai te indicar e nem a mídia vai divulgar, é a Caneta Desesquerdizadora. A fanpage mais nova no seguimento de humor, política e jornalismo tem até agora mais de 160 mil seguidores e seu tema principal é tirar a máscara dos lides, textos e chamadas de matérias e reportagens que vão para o lado vermelho da força e mostrar a notícia como ela é (ou deveria ser!).




A caneta - que por sinal é inclinada ao lado direito e bem mais charmosa que sua equivalente da esquerda - não dá descanso aos noticiários da internet, livros nada didáticos (do MEC). Sem rodeios, suas postagens dão nome aos bois sem censura e frescura. Ao contrário do que se vê nos grandes portais, "crianças" são vândalos, "homens" são terroristas, "reatar com as bases" na verdade é fingir que é pobre, "adolescente" é bandido, e "sequestro" torna-se ataque terrorista.





Boicote do Facebook


Facebook proíbe convites desta página | Caneta Desesquerdizadora

Estranhamente, só que não acredito nisso o Facebook não permite que o usuário faça um convite e nunca a fanpage aparece como "páginas sugeridas" em sua linha do tempo. Para quem não sabe, a própria rede social de Mark Zuckemberg boicota deliberadamente páginas que não rezam a cartilha dos globalistas. Assim disse, em detalhes, o youtuber Nando Moura:




Muito humor com verdade: o direito à informação

Agora com a Caneta Desesquerdizadora não é mais preciso ficar em dúvida como o repórter tenta florear aquela notícia que queira publicar. Se quiser vir com eufemismos e que teste a inteligência do internauta agora temos uma nova aliada contra a desinformação.




Até mais, pessoal! J-J


Serviço:

Twitter: https://twitter.com/Desesquerdizada
















Por: Pedro Blanche

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Peculiaridades das redes sociais: lives, vídeos e fotos de 360º, gifs, animações em loop, montagens, memories e fotos temporárias

A tecnologia atual está avançada e com inúmeras possibilidades de uso. Hoje, contamos com Facebook, Instagram, Facetime, Snapchat, Whatsapp, Twitter, entre outras redes sociais. Praticamente, qualquer pessoa tem um perfil nesses aplicativos. Mas será que utilizamos de forma correta?



Para quem não sabe, atualmente faço um pequeno curso de Jornalismo Político. Em uma das últimas aulas, aprendi como aproveitar essas ferramentas. Embora com pontos em comum, cada uma delas tem peculiaridades e funções diferentes. O erro de muitas pessoas encontra-se em querer estar em todas as redes sociais, mas não atualizá-las ou usá-las de forma errada.

Durante o módulo Conteúdo e Planejamento de Redes Sociais, aprendi (quer dizer, apenas reafirmei o que já sabia) que o Twitter existe para comunicações rápidas e textos curtíssimos e que não é obrigatório uso de imagem; que o Instagram é basicamente um aplicativo de imagens, em que se deve ousar e fazer diferente, mas que não impede de usar textos curtos e médios; e que o Facebook é uma rede pessoal com textos objetivos com fotos, imagens ou outros recursos. 

O blog Jovem Jornalista, por exemplo, possui Twitter, Instagram e fanpage. Tomo o máximo de cuidado de não deixar as redes do blog redundantes e repetitivas, como escrever a mesma chamada no Twitter e Facebook. É preciso também que se tenha um diferencial e um feeling de não publicar textos longos demais no Twitter




Quanto ao Instagram do blog, procuro fazer montagens de imagens e de temas parecidos que foram ao ar e postá-las de quinze em quinze dias. Optei por não postar cronologicamente ou simultaneamente quando o post vai ao ar no blog por questões de logística e estratégia.

Foi um módulo bastante proveitoso e eficaz, principalmente pelo trabalho que desenvolvo como blogueiro. Contudo, senti falta da palestrante falar um pouco mais de Conteúdo e Planejamento em Snapchat, já que é um aplicativo bastante famoso atualmente. Para mim, até no Snap você tem que saber usar e aproveitar os recursos da ferramenta. É uma rede social informal, que te deixa mais próximo do seu público e que leva informação em tempo real. Para quem não se lembra, falei meti o pau dele recentemente

Como é um curso voltado para política, a palestrante aplicou as redes sociais a área. Disse, por exemplo, que é importante para um político estar mais perto da população, por meio de lives no Facebook e Twitter

Nesse post, irei falar de alguns recursos/ferramentas atuais que as redes sociais proporcionam.


Lives no Facebook




Uma das formas mais eficazes de transmissão simultânea são as chamadas lives, ou vídeos ao vivo, no momento que são gravados. Esse recurso está disponível no Facebook e celebridades e famosos, como o governador Marconi Perillo e o príncipe Harry; além de colegas como Eldo Gomes, Edmar Araújo e Le Morais (Livele) já utilizaram/utilizam a ferramenta. O Periscope também oferece esse serviço, mas vejo que é mais comum essas lives no Facebook.

Se pararmos pra pensar, também dá pra fazer lives no Snapchat, só que a desvantagem é que a live se autodestruirá em 24 horas e somente dá pra gravar pequenos vídeos de no máximo 10 minutos. A vantagem da live no Face é que você pode fazer vídeos longos, sem interrupções, deixar gravado na sua página e até mesmo "assinar ao vivo" pra quando tiver novos vídeos ser notificado.

A interação com as lives é algo fantástico e simultâneo, mesmo. Você se sente como se estivesse com a pessoa ao seu lado. O recurso dos reactions durante as lives também é uma boa forma de interatividade. 

Quer aprender a fazer um live no Facebook? Clique aqui.


Vídeos e fotos de 360º no Facebook




Desde junho, o criador do Facebook, Mark Zuckerbeg, anunciou uma novidade: as fotos em 360º. Já era possível fazer vídeos em ângulos totais, e as fotos em 360º é uma nova maneira de compartilhar momentos felizes e marcantes.

"A foto em 360º é uma maneira do usuário adicionar o seu ponto de vista às imagens, mesmo se não estiver fazendo um vídeo em 360º" (Techtudo).


Você quer mostrar todos os ângulos de um lugar paradisíaco, todas as pessoas em uma mesa redonda em reunião, a vila olímpica das Olimpíadas de 2016 ou até mesmo todos os detalhes e cômodos de uma casa assombrada? Agora você pode expressar tudo isso em vídeos e fotos de 360º!

Um exemplo disso foi no lançamento de Invocação do mal 2, que o filme ganhou um vídeo de experiência em 360º.





E a foto em 360º na fanpage do Romário Faria em comemoração aos 22 anos do Tetra:




Quer aprender a postar uma foto em 360º? Clique aqui.


Gifs no Facebook

Foi-se o tempo que o Facebook só aceitava vídeos e fotos tradicionais. Agora você pode criar pequenos vídeos para a foto de perfil, e até mesmo gifs animados e criativos. Já vi gifs, por exemplo, de "Por que Brasília é uma cidade especial?" e várias fotos que iam passando, como "Porque tem o céu mais bonito", "Porque tem arquitetura incrível", etc. 

Os gifs deixam a linha do tempo mais criativa e interessante e é uma forma de inovar fazendo pouco, ou quase nada. O Governo de Brasília usou esse recurso recentemente e o resultado foi incrível. 




Quer aprender a fazer um gift e postar no Facebook? Clique aqui.


Animações em loop no Boomerang (Instagram)


Boomerang é um aplicativo ligado diretamente ao Instagram que cria animações em loop - sequências de fotos que formam um pequeno vídeo. As imagens ficam parecendo um gift.


 "O aplicativo é capaz de transformar momentos do dia a dia em registros engraçados", Instagram. 


Nunca criei uma foto com o Boomerang, mas já vi várias no Insta criativas, interessantes e engraçadas, como essa abaixo:




Quer aprender a fazer uma animação no Boomerang? Clique aqui.


Montagens no Layout (Instagram)





Você deve estar se perguntando: "como eu faço montagens no Instagram"? É simples: utilizo o Layout. Assim como o Boomerang, esse também é um aplicativo ligado ao Instagram que permite juntar várias imagens em apenas uma, por meio de um leque de modelos e disposições. 

Quer baixar o Layout? Clique aqui.


Memories no Snapchat



Recentemente, o Snapchat desenvolveu um dos recursos que estava faltando na rede e que foi aclamado pelos usuários: o Snapchat Memories. Ele funciona como um "baú de memórias" em que você pode guardar fotos, imagens e vídeos, antes que o aplicativo destrua essas informações. 

Com essa função, você posta snaps antigos, para aqueles amigos que não puderam visualizar seus snaps em 24 horas; e também posta imagens e vídeos aleatórios salvos do seu celular, como convites, informações de shows, entre outros.

Veja o que diz João Kurtz sobre essa função:

"O Snapchat Memories, ou Minhas Memórias [...] é um recurso do Snapchat que funciona como uma galeria de snaps, garantindo que fotos e vídeos não sejam apagados depois. A função também pode ser usada para publicar novamente uma imagem ou vídeo antigos, e editá-los" (TechTudo)


Confira também um vídeo explicativo do novo recurso:





Quer aprender a usar o Snapchat Memories? Clique aqui.


Fotos temporárias no Facebook



Você quer se solidarizar com a causa gay, com as vítimas de Orlando, homenagear sua mãe, mas só por determinado tempo? Ou então, postar a foto seu pai ou de quando você era criança, mas quer limitar o tempo de exibição? O Facebook te permite fazer tudo isso de forma rápida e fácil, a partir do botão "tornar temporário" que volta automaticamente a foto anterior, de acordo com o tempo ou período que você estipula.

Esse recurso é bastante utilizado em datas comemorativas, períodos esporádicos ou datas especiais.

Quer aprender a criar uma foto temporária? Clique aqui



Essas são algumas das várias peculiaridades das redes sociais atualmente. Para nós, blogueiros, é mais importante que saibamos as funções e peculiaridades dos aplicativos, do que criar perfis aleatórios (e sem motivo) em todos eles.

É preciso entender que cada rede social existe por UM MOTIVO e que cada peculiaridade de uma rede social te ajudará em algo específico. Atualmente, preza-se pela criatividade e inovação em qualquer coisa, principalmente no mundo virtual. Ainda não utilizei todas as ferramentas que falei no post, mas vejo que elas são primordiais se quiser chamar a atenção dos leitores e internautas. Por que não, por exemplo, fazer lives na fanpage do blog? Por que não fazer imagens em 360º ou gifs animados no Facebook do Jovem Jornalista? É algo que passarei a pensar nos próximos dias. J-J













Por: Emerson Garcia
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