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sexta-feira, 30 de junho de 2017

A comunidade LGBTQ+ e a Religião




Esse, talvez, seja o post mais polêmico dessa semana. A convergência e o diálogo entre esses dois pólos é algo complicado, mas nós - Emerson Garcia e Thiago Nascimento - nos encorajamos a falar desse assunto tão espinhoso. Esse texto não tem o objetivo de discutir a bíblia, de formar paladinos e heróis, ou mocinhos e bandidos. Mais do que promover um embate, queremos, sim, o debate de várias questões e pontos relevantes. 

Desse modo, falaremos dos seguintes temas em forma de tópicos: Ser gay é pecado?; É possível ser LGBTQ+ e religioso?; Como acolher fiéis gays?; e Teologia inclusiva


1- Ser gay é pecado?






Segundo alguns sacerdotes católicos e evangélicos, a resposta para essa pergunta é não. “Orientação sexual não é o que vai definir a nossa salvação”, é o que afirma o bispo dom Maurício Andrade. No outro lado da história, o pastor Silas Malafaia insiste em pregar repetidamente o mesmo texto conservadorista: “Homossexualidade na Bíblia é pecado. Pode tentar forçar, mas é pecado”.

Ainda rebatendo esse pensamento do pastor, o bispo diz que não há nenhuma menção à homossexualidade no Novo Testamento e que há várias passagens que pregam a inclusão. “É muito provável que as pessoas homoafetivas fossem acolhidas por Jesus”, conclui.

Em março de 2011, o arcebispo Desmond Tutu lançou um livro denominado Deus não é cristão e outras provocações que conta com um texto sobre a inclusão dos homossexuais na igreja (com grifos):


Todo ser humano é precioso. Somos todos parte de uma família de Deus. Mas no mundo inteiro, lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros são perseguidos. Nós os tratamos como párias e os fazemos duvidar que também sejam filhos de Deus. Uma blasfêmia: nós os culpamos pelo que são”.






Uma escola católica tratou o casamento gay como algo pecaminoso. Um aluno resolveu contestar com uma tese de 127 páginas escrita de janeiro a maio desse ano (com grifos e acréscimos):

“Eu frequento uma escola católica e eles queriam que eu escrevesse um trabalho sobre como casamentos gays são ‘errados e perigosos’. Em vez disso, escrevi essa tese ("Casamento gay é fabuloso") de 127 páginas."


Durante 127 páginas (que podem ser lidas aqui), o aluno refutou o trabalho proposto com diversas citações bíblicas e de estudiosos. Para ele, a Bíblia não condena a homossexualidade e incentiva o amor por várias vezes (com grifos): 


“Fica evidente a partir desse estudo que Cristo jamais condenou a homossexualidade. Deus também não, e nem a Bíblia. [...] Não há evidências de que a Bíblia condena relacionamentos amorosos, e sim a luxúria, a violência e a ganância. [...]

Deus criou a você e não cometeu erros. Deus me fez gay e não cometeu erros. ‘Pois tudo o que Deus criou é bom, e nada deve ser rejeitado, se for recebido com ação de graças’ (Timóteo Cap. 4 Vers. 4). O casamento não é entre homem e mulher, mas entre amor e amor. O amor não é errado e nem um engano. Nem é uma abominação. Amor é apenas amor."



Na opinião do bispo dom Maurício, a interpretação bíblica que condena a homoafetividade é errônea:

Quem interpreta que a Bíblia condena a homoafetividade está sendo literalista. Cada texto bíblico está inserido num contexto político, histórico e cultural, não pode ser transportado automaticamente para os dias de hoje. Além disso, a Igreja tem de dar resposta aos anseios da sociedade, senão estaremos falando com nós mesmos.”



2- É possível ser LGBTQ+ e religioso?







Antes de tudo, religião é diferente de ser religioso. É possível fazer parte de uma religião e não ser religioso e vice-e-versa. Ser religioso depende do indivíduo, não da religião. Fé e crença em algo sobrenatural são coisas adquiridas com um relacionamento íntimo com Deus, que podem, ou não, ocorrer em um templo. 

Desse modo, é possível ser LGBTQ+ e religioso, pois a fé e a intimidade são próprias de cada pessoa. Eu não posso interferir na sua forma de crença e como você é religioso, nem você na minha e como eu sou. Você não pode julgar minha interpretação de religião, muito menos eu a sua. Quem é capaz de julgar alguém assim: Deus não o ouve, por causa da sua forma de se portar, de se vestir, de ser e por conta de sua escolha sexual? Ninguém, já que trata-se de um relacionamento íntimo que não lhe diz respeito. 

A religião cria dogmas, estereótipos e rituais. Quando falamos de ser religioso estamos falando de uma esfera bem distinta. Falamos de dogmas, estereótipos e rituais que mudam de pessoa pra pessoa. 


3- Como acolher fiéis gays?


Continuando as sequências de polêmicas, precisamos falar urgentemente sobre como os fiéis de várias religiões aceitam a comunidade LGBTQ+. Convivemos no dia a dia com pessoas como o pastor Feliciano, que insiste em dizer que pessoas homossexuais não podem e não devem fazer parte da comunidade cristã, a menos que “se cure”. Toda essa questão de cura é assunto para outra hora.

Ao contrário de pessoas como o pastor, existem aqueles que aceitam e ajudam a comunidade LGBTQ+. Como foi o caso de um pastor homossexual e seu marido, que criaram uma igreja para acolhê-la, visto que esta ainda sofre muita exclusão da comunidade cristã. Em sua igreja 90% dos frequentadores são homossexuais. 

Em nossa opinião, isso não é muito certo, porque embora faça com que essas pessoas possam frequentar uma igreja de sua religião, promove uma separação ainda maior entre a comunidade LGBTQ+ e a Igreja.

Mesmo depois da aceitação por parte da Igreja, eles ainda tem que passar pela aceitação dos pais, que muitas das vezes também são cristãos e de outras igrejas que ainda abominam a homossexualidade. Como já disse o bispo dom Maurício Andrade: 


“Todo ser humano é precioso. Somos todos uma parte da família de Deus."



4- Teologia inclusiva






Atualmente, a teologia inclusiva tem se disseminado no Brasil e no mundo, com o objetivo de aceitar e acolher a comunidade LGBTQ+. Esta é praticada, em sua maioria, não por comunidades religiosas tradicionais, mas por atores do próprio gueto LGBTQ+, que se dispuseram a incluir pessoas de sua mesma condição em um ambiente religioso. E o que seria teologia inclusiva?

Veja como conceitua o livro Bíblia e homossexualidade: verdade e mitos (com grifos):

"A Teologia Inclusiva, como a própria denominação sugere, é um ramo da teologia tradicional voltado para a inclusão, prioritariamente, das categorias socialmente estigmatizadas como os negros, as mulheres e os homossexuais. Seu pilar central encontra-se no amor de Deus pelo homem, amor que, embora eterno e incondicional, foi negado pelo discurso religioso ao longo de vários séculos."


De acordo com o excelente texto O arco-íris invade o céu do UOL disponível aqui a teologia inclusiva é o refúgio de muitos da comunidade LGBTQ+, mesmo com questionamentos:

"A teologia inclusiva se apresenta como a única forma de os gays terem uma vida religiosa plena, mas até internamente essas igrejas sofrem dilemas: são santuários de gueto ou de transição? Esses templos recebem também heterossexuais, mas ali eles são minoria." 



A teologia inclusiva prega a inclusão a partir da contestação de partes da Bíblia, o que pode soar como uma atitude militante gay. Por que não incluir essa comunidade, a partir do discurso bíblico do amor? Por que é preciso contestar a Bíblia? Isso pode ocasionar mais embates entre esses pólos.

Talvez essa teologia inclusiva - que relê, reinterpreta e resiginifica trechos da Bíblia - não seja mais adequada. O termo poderia ser bem aproveitado se trabalhasse de forma massiva a inclusão. 

Quando lemos os outros verbetes que significa a mesma coisa, a situação torna-se mais preocupante: teologia queer e teologia gay. Acreditamos que não é preciso criar uma Bíblia gay (Tem até alguns projetos para tirar trechos ditos 'homofóbicos' do livro sagrado e criar outro livro!) e conceitos religiosos gays para fazer com que a comunidade LGBTQ+ seja inclusa na religião.


Para aqueles que acham que sua interpretação da Bíblia é única, saibam que você não é a última Fanta do engradado e, além disso, Deus não separa ninguém. Somos todos filhos Dele. Deus curte minorias. Então, vamos parar com essa palhaçada porque somos todos humanos. Se ser gay é pecado, você que julga uma pessoa pela sua sexualidade (que não é algo que a pessoa escolhe), também está pecando de uma certa forma. Sejamos felizes. Os gays só querem viver em paz. Viva o amor! J-J





Por: Emerson Garcia e Thiago Nascimento

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Parem o islã! Salvem o mundo ocidental e cristão! - parte 3: considerações finais?

Está é uma série de textos acerca do tema islã e o mundo ocidental em xeque. Esta é a terceira e última parte. A primeira e segunda parte está aqui e aqui.


Brasil: O dedo indicador afirmando que “Alá é Deus”. Gesto de provocação perante uma igreja católica ao fundo | infielatento.blogspot.com.br


Que bom encerrar esta série de textos acerca do tema. O objetivo era claro: desmascarar qualquer tipo de palhaçada sobre o terrorismo na Europa. Você que acompanhou isso tudo, já sabe que há uma civilização querendo matar outra e esta outra contribui em seu suicídio cultural. Tudo isso em nome da “tolerância” e não para parecer “xenófobo, racista, fascista, intolerante” e outros apelidos usados para provocar uma camisa-de-força mental.

Coloquei considerações finais? deste modo porque sei que isso nunca termina e cabe somente a você, leitor do Jovem Jornalista, procurar mais informações. Não sou um sabe-tudo e sei que você não é uma massa humana desprovida de inteligência, portanto cabe a vossa mercê ficar alerta com o que ocorre no mundo ou fingir que tem informação por meio dos meios de comunicação tradicionais.

A última parte do texto poderá ofender muita gente, mas prefiro “ferir sentimentos” a fazer o papel de beautiful people do mainstream só para ficar de bem com todo mundo para evitar receber as pechas descritas no primeiro parágrafo. 


Suecas preferem estupradores a “racistas” e como o feminismo contribui para a destruição civilizacional


“Trocamos racistas por estupradores” | YouTube/ Black Pigeon Speaks


A hashtag #inteerkvinna (ou “não sou sua mulher”) foi a resposta das mulheres da Suécia aos estupros que elas sofriam dos imigrantes islâmicos. Isso mesmo que você leu: elas – estupradas por islâmicos – não querem ser defendidas pelos homens suecos. Aliás, apesar deste país ter a maior igualdade de “gênero” em vez de sexo - troca sutil que faz muita diferença - a Suécia é campeã mundial de estupros. Mesmo assim elas não querem proteção dos homens de lá. Por conta da lavagem cerebral que a nação sofrera por décadas, vê-se o absurdo de, por exemplo, aceitar que homenzarrões islâmicos possam ser chamados de “crianças”. Veja o porquê neste vídeo:




Na outra esfera, o feminismo contribuiu na efeminação do homem e na discriminação de qualquer tipo de atitude masculina, chamando de “machismo”. Em resumo, o homem ocidental foi reduzido a um mero nada. Ser homem e agir como tal é “perigoso e violento” e é até melhor ser “sensível, aberto, compreensível”. Mudando rapidamente de assunto, machismo não é nada do que se ouve por aí. Esta imagem dá o real, original e legítimo significado de machismo:

Machismo é isto e ponto final. | Facebook/Metendo a Real


Voltando ao assunto, com um homem deixando o machismo ele se tornou mais sensível e fraco o suficiente para pôr medo em ninguém. Muito menos mete medo nos terroristas. Assim viu uma jornalista dinamarquesa em constatar o óbvio: com homens sem agir como homens, as mulheres estão a mercê da violência e os violentos têm total respaldo da mídia e da política politicamente correta:




Essa é a realidade: você acha que estes ‘homens’ protestando de vestidos, saias, maquiagens e lencinhos vão intimidar os criminosos e que isso protegerá as mulheres? A jornalista da Dinamarca está certa: a ausência da autoridade e força masculina deixa não só as mulheres, mas uma sociedade inteira a beira da extinção do modo de vida ocidental. Os islâmicos atacam porque nos veem como fracos. Ou se revida ou se morre. Nada mais!

Este outro vídeo faz uma relação entre a emancipação feminina em todos os aspectos, a decadência ocidental e a dominância dos islâmicos. É polêmico, mas é verdade: a relativização da moral, a liberdade das mulheres e a frouxidão dos homens do ocidente causa a instabilidade e o caos geral que vemos.




Panorama: impacto geral

No Facebook, foi-me chamado atenção a este texto onde a incompreensão da realidade somente perpetua a violência sem fim, e não é colocando vestidinho de mulher e cantando Imagine no memorial dos mortos de Paris que se assustará os terroristas:

O suicídio civilizacional europeu prossegue em cores vivas:No último sábado, um grupo de supostos homens organizaram...



Destaco o mais importante:

“Muçulmanos na Europa estupram e agridem mulheres europeias porque eles entendem que uma mulher não muçulmana é uma infiel ao islã, e, portanto deve ser tratada como despojo e objeto de pilhagem de guerra, podendo e devendo ser usada e abusada sexualmente por um muçulmano, pois é exatamente isso que ensina o alcorão. O mesmo alcorão que diz que todo muçulmano está em guerra permanente, a jihad islâmica, contra o resto da humanidade que não é muçulmana.”


Nem xenofobia, nem frouxidão

Aposto e ganho como tem gente salivando para me chamar de “xenófobo”. Não ligo porque sei que não sou um. A questão principal é: quem pode ou não entrar em determinado país sem que haja preocupações de ordem social? Quem me lê a um bom tempo sabe que tenho sangue francês, mas nasci no Brasil. Meu filho até hoje serve a Legião Estrangeira da França em nome da tradição militar da família Blanche.

Há estrangeiros e estrangeiros. Uns podem acrescentar riquezas culturais ao país que os acolheu, e outros apenas vivem dos benefícios sociais do governo. Sem falar em causar distúrbios. Para se ter uma ideia, as quatro principais emissoras de TV do Brasil foram fundadas por descendentes de italianos, portugueses, judeus, turcos e libaneses.

A fundação do Brasil se deu pela união de três povos, nos quais, com cada contribuição cimentaram a identidade nacional – levando em conta o conceito arraigado de unidade nacional com força da religião católica e do império português: o cimento da unificação do Brasil.

No nosso país comemos arroz e feijão com carne e farinha de mandioca; deitamos na rede enquanto ouvimos uma cantiga de roda após jogarmos capoeira. De noite, quem sabe um sushi ou se quiser andamos por aí, mas nem pense em apontar o dedo às estrelas senão dá verruga.

Viu como neste último parágrafo foi possível assimilar tanta herança de cada povo? Quero ver quem advinha de onde veio essa coisa de “não apontar o dedo no céu.”


Olavo desmascara mentira de Narloch sobre Bolsonaro

Um caso especial de como a mídia está disposta a repetir mentiras sobre o assunto de imigração, refugiados e etc. foi o caso do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) que falou a respeito do assunto. Vamos por partes:

1) Em entrevista ao Jornal Opção, com o título Bolsonaro vê imigrantes como “ameaça” e chama refugiados de “a escória do mundo”, assim disse o deputado a respeito do enfraquecimento das forças armadas e o fluxo desenfreado de imigrantes em território brasileiro:

“Não sei qual é a adesão dos comandantes, mas, caso venham reduzir o efetivo (das Forças Armadas) é menos gente nas ruas para fazer frente aos marginais do MST, dos haitianos, senegaleses, bolivianos e tudo que é escória do mundo que, agora, está chegando os sírios também. A escória do mundo está chegando ao Brasil como nós não tivéssemos problema demais para resolver.”


COMENTO: O defeito principal que aponto em Bolsonaro é a falta de organizar suas ideias e isso faz ter as pechas de “preconceituoso, racista e etc.” Um pouco de media training e prudência em não cair em armadilhas de linguagem seria bom.


2) Em resposta ao deputado, Leandro Narloch fez um texto chamado Deixe a escória entrar, Bolsonaro. Pois faremos com ela um grande país distorcendo a fala do parlamentar e fazendo uma falsa analogia entre os imigrantes do passado e os ditos “imigrantes” dos novos tempos. Assim se destaca em seu artigo:

“É isso mesmo: Bolsonaro comparou imigrantes, gente que atravessa mares e percorre países a pé para encontrar um trabalho, com “marginais do MST” interessados em privilégios do governo e em tirar riquezas dos outros.
É verdade que haitianos e bolivianos são a escória do Brasil de hoje. Assim como poloneses, japoneses, alemães e italianos (alguns deles de sobrenome “Bolsonaro”) eram a escória da sociedade brasileira há um século. [...] Economistas estão cansados de dizer que imigrantes não são um problema, mas a solução. Em maioria adultos jovens, contribuem mais em impostos do que gastam em serviços públicos. Ao ocupar vagas de baixa qualificação, liberam os brasileiros para trabalhos mais produtivos.”


COMENTO: Narloch ignora todo o contexto da dita “imigração” em nossos tempos. No texto anterior a este, deixei claro que passaportes foram roubados para facilitar a entrada na Europa. Leandro Narloch raciocina que o final das contas todo mundo quer apenas dinheiro e nada mais. Com um destes passaportes, terroristas entraram na França e em 13 de novembro houve o que houve, nem preciso dizer.


3) Em contrarresposta, Bolsonaro fez um vídeo esclarecendo o que foi dito em sua entrevista e reforçou o contexto da frase:




COMENTO: Enfim, sem dúvida nenhuma, Bolsonaro desenvolve os pontos omissos na entrevista e encerra a questão de vez. Era isso o que deveria ter dito, se houvesse mais jogo de palavras por parte do deputado federal nunca precisaria fazer uma contrarresposta.


4) Em vídeo, o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho corrige as distorções e mentiras ditas pelo articulista da Veja. Ficou claro que Narloch raciocina no esquema “imigrante=escória” e nivela todos esses em um grupo de espírito e estirpes únicos:




Daí em diante, meus caros leitores, é um show de lambança por parte de Narloch ao dizer que Olavo errou, inclusive com acusações infundadas de compará-lo ao comunista Luís Carlos Prestes. Mas o que “salva a pátria” é o longuíssimo porém relevante texto de Pérsio Menezes no site do Jornal Opção onde se destrincha cada picaretagem intelectual por parte de Narloch acerca do ocorrido.

Ao voltar ao assunto "Leandro Narloch", o articulista pensa na lógica dinheirista a respeito da imigração ignorando todos os fatores econômicos e sociais da população nativa e outra estrangeira no qual causa conflito cultural que o tal “enriquecimento”. Quem leu os textos de Pérsio vai entender que este último texto de Narloch ainda corre em vícios incuráveis. Fazer o quê? Libertários, minha gente!


Em breve: a terceira maior religião do Brasil

Neste link está os verbetes que mostram o disfarce pacífico do islã até que o AL‐WALA’ WA’L‐BARA seja ecoado. Enquanto isso não acontece, será feito um teatro com cenas de “tolerância e solidariedade”. Aí me perguntam: seriam capazes de cometerem atentados no Brasil? Vai depender de como o país vai lidar com este fluxo de movimentos.


E para encerrar esta série (?)

Não preciso encerrar esta série com mensagem de poderoso efeito. Todo o conteúdo está aqui como nos textos anteriores. Apenas deixo claro que nada que ocorre neste mundo é por acaso. Aqui explanei, da melhor forma possível, as variantes no teatro de operações neste planeta terra. O ponto de interrogação fica lá porque sei a qualquer momento alguém – ou por ignorância do assunto ou por canalhice trapaceira – vai me dizer que “estou errado sobre isso e etc.”. Depois da leitura deste texto espero que você seja menos ingênuo sobre o assunto.

Apesar de até agora ninguém me pôr qualquer ofensa sobre ter abordado o assunto, sempre fiz questão de deixar claro minhas razões, não para dar satisfações a alguém, mas explicar o porquê de eu não ser um “intolerante ou algo assim”. Demorei a abordar este assunto porque busquei me cercear de todos os conteúdos que desnuda mitos, mentiras e equívocos ilusórios que – pasmem – ainda norteia a grande imprensa, esta que teria a obrigação de informar o público em vez de esconder dados e fatos para obedecer ao pensamento de “estar de bem com todos”.

Eu não sou assim e nunca serei. A verdade acima de todas as coisas deveria ser a divisa dos jornalistas, porém se recusa a revelar o que acontece conosco; ou por medo, canalhice, manter aparências mesmo que isso custe a vida de muita gente. Infelizmente digo que a França, os franceses e o povo do ocidente vão ter que sofrer muito mais de novo para serem obrigados a enxergarem o óbvio. Lamento, mas a realidade bate na cara dos iludidos. J-J


Por: Pedro Blanche

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Parem o islã! Salvem o mundo ocidental e cristão! - parte 2: Ocidente de mãos atadas

Esta é uma série de textos acerca do tema islã e o mundo ocidental em xeque. A primeira parte está aqui.


 
Brasil: O dedo indicador afirmando que “Alá é Deus”. Gesto de provocação perante uma igreja católica ao fundo | infielatento.blogspot.com.br

Para que uma civilização possa sobreviver é necessário preservar seus valores como língua, pátria e religião. Não existe essa de “estado laico”, porque a sociedade forma uma nação e esta sociedade tem como seu fio condutor da moral a sua religião. Exemplo: você não é punido por comer carne bovina no Brasil, mas nem pense nisso na Índia. Entendeu?

Pois bem, esta introdução serve para provar o motivo da Europa que conhecemos está sendo destruída. A tal “imigração dos refugiados”, os atentados na Europa e a destruição dos valores morais do ocidente são coisas que acontecem ao mesmo tempo e que só um imbecil acreditaria em coincidências.

Este primeiro vídeo mostra as origens da Irmandade Muçulmana que desde a década de 1920 está envolvida no holocausto judeu, no surgimento de organizações terroristas como a Al-Qaeda, Hamas e agora o Estado Islâmico. A irmandade Muçulmana teve um escancarado apoio dos Estados Unidos em derrubar ditadores do Oriente Médio – estes mesmos ditadores que ou mantinha laços com o mundo ocidental ou não tinha sua política atada ao islã:





Os “Moderados” que matam e... com apoio político e midiático

Tutorial para mulheres europeias se livrarem do estuprador | Spidey/ YouTube


Como está demonstrado “a diferença entre moderados e radicais” é apenas uma mentira boba que enfiam na cabeça de pessoas ingênuas. Enquanto os islâmicos promovem atentados, distúrbios e estupros a “mulheres que se vestem como vagabundas vadias”, políticos e a mídia de esquerda dão respaldo a tudo isso e condena qualquer pessoa que aponta estes fatores, chamando estas de fascistas, nazistas, homofóbicas e machistas. Lembro-me disso bem: depois dos atentados no Charlie Hebdo em janeiro e em locais como o Le Bataclan, em novembro, os ditos “especialistas” estavam mais preocupados na reação dos grupos ditos de “extrema direita” e a dita “islamofobia” do que com um grupo que está matando uma civilização.

O resultado é este: na Escandinávia se persegue os ditos “extremistas de Direita” e na Alemanha na virada do ano (2015/2016) os “refugiados” cometem distúrbios e abusos sexuais contra as mulheres alemãs:








Como está em um dos vídeos, atente-se a dois detalhes importantes: a maioria dos ditos “refugiados” são homens sozinhos e muito fortes – características que destoam do perfil de um refugiado - acompanhado de famílias e em péssimas condições de vida. Coincidentemente só que não é  passaportes em branco da Síria e a máquina de emissão destes documentos foram roubados (escrito em português europeu):

“A organização vende os passaportes no mercado negro a preços entre mil e 1500 euros, segundo os serviços de informação, citados pelo jornal [Welt am Sonntag]. Os serviços de informação ocidentais admitem que os 'jihadistas' utilizam também esses documentos de identidade para entrar na Europa.
Nos atentados de 13 de novembro na França, dois bombistas suicidas -- que se fizeram explodir nos arredores do Estádio de França - tinham apresentado passaportes sírios na Grécia, quando entraram na Europa em outubro.
O Governo alemão indicou, na semana passada, que a proporção de refugiados que entraram no país com papéis falsos sírios foi inferior aos 30% relatados pelo ministério do Interior em setembro.”


Juntem as peças, caros leitores, e você verá um plano de dominação islâmica que aos poucos irá destruir a mesma civilização que os acolhe. Enquanto isso, no réveillon dos horrores mulheres alemãs sofreram nas mãos de imigrantes que a mídia agora denomina de “refugiados oriundos do norte da África”.

Em relação às mulheres do ocidente: mesmo assim com tudo isso que ocorre, na Finlândia um tutorial mostra como uma mulher deve reagir perante um assédio sexual. É claro que o homem usado como modelo de estuprador é “branco” e não o perfil daqueles que abusam das moças por aí:



E aí mulherada: esse tutorial vai amedrontar os estupradores?


E para encerrar... Mais informações e uma reflexão!

Se quiserem saber mais acerca do que ocorre na Europa, mundo ocidental e etc. visite este e este link.


Lembra que eu falei de se preservar os valores de uma nação e algo assim? Agora reflita:

1) Enquanto a civilização ocidental abre mão de seu legado, a civilização islâmica preserva os seus valores. Imagina quando eles chegarem aos altos postos de poder e influência. Você acredita que tudo que crê será respeitado?
2) Por que os “refugiados” não migram em massa para países mais ricos e prósperos (Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos) que tenham mais a ver com suas características culturais?
3) Por que os imigrantes não se integram a cultura e costumes das nações que as acolheram e estes querem impor seus valores a este povo que os receberam espontaneamente?


Fique com este vídeo lá de Colônia (Alemanha). O processo de “enriquecimento cultural” em cima do ocidente... em especial, às mulheres. P.S.: feministas estão em silêncio absoluto sobre isso:




Até mais, pessoal. J-J


Por: Pedro Blanche

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Parem o islã! Salvem o mundo ocidental e cristão! - parte 1: Introdução ao desconhecido

ANTES DE TUDO, AS OBSERVAÇÕES:
1. Agradeço os elogios sobre o aniversário de Macapá. Muito obrigado mesmo. Não troco Macapá por nada.
2. Excepcionalmente meu texto está sendo publicado na quinta-feira. Semana que vem tudo volta ao normal.

Agora vamos ao texto.

Brasil: O dedo indicador afirmando que “Alá é Deus”. Gesto de provocação perante uma igreja católica ao fundo | infielatento.blogspot.com.br


Está é uma série de textos acerca do tema islã e o mundo ocidental em xeque. Esta é a primeira parte.

Enfim falo sobre os atentados da França... E algo maior que isso. Não do que você já ouviu falar na TV, no rádio, impressos e internet. Mas uma coisa precisa ser feita: parem o islã! E algo mais importante - independente se você crê em Deus ou não: Salvem o mundo cristão e ocidental! Não vou medir palavras sob a ótica real: qualquer um que não professa a fé islâmica deve morrer!

Nesta série – pois se quiser mais informações aguce sua curiosidade e vá em frente – estão reunidos fatos de que enquanto uma civilização comete um suicídio gradual e coletivo, outra se expande de todas as formas.

Nada é coincidência perante tudo isso e mais um pouco. Por exemplo, enquanto um povo preserva seus valores, o outro (o nosso) deixa tudo isso de lado e os mais fracos sofrem a granel. Como se trata de um tema abrangente eu achei melhor dividir em três partes para que seja possível o entendimento e embasamento do tema proposto.


Uma religião intolerante, expansionista e “legislativa”

Enquanto no Brasil há mesquitas, igrejas e sinagogas à vontade, no mundo islâmico isso é raro quando não é proibido. Em Brunei, por exemplo, qualquer manifestação pública a respeito do Natal foi extinta em todos os sentidos, inclusive na forma de se cumprimentar. Aliás, este procedimento é repetido em países desta natureza como o Irã. Você pode ter a fé que quiser desde que seja num local fechado, restrito e discreto. Ai daquele atrevido...

Outro fato é um texto de Alexandre Borges quebrando o paradigma de “tolerância” no islã. Borges relata um conflito bélico entre o povo de Maomé versus a recém-formada nação independente dos Estados Unidos no Mediterrâneo. O comentário serviu para desbancar a fala do presidente Barack Obama de que os muçulmanos ajudaram a construir a nação. Thomas Jefferson quis saber o porquê de os americanos serem sequestrados e mortos pelo povoado que estava na região de Trípoli (atual Líbia). Já naquele tempo é sabido que o islã não é flor que se cheire:

“A resposta que ouviu marcou Jefferson para sempre: "o islã foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras, que é direito e dever declarar guerra contra seus cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos e que todo muçulmano que for morto na batalha irá com certeza para o Paraíso." Jefferson ficou chocado, ele não queria acreditar que uma religião literalmente mandava matar todos os infiéis e que quem morresse na batalha iria para o paraíso.”


Assim como nas cruzadas, tardiamente os Estados Unidos responderam a estes ataques (belicamente falando) e assim a jovem nação independente pôde seguir em paz. A guerra foi a solução por conta da agressão injusta, assim ratifica Alexandre Borges:

“Durante 15 anos, um diplomata de Jefferson chegou a dizer, os americanos eram atacados porque não atacavam de volta e eram vistos como fracos. A fraqueza americana foi um convite para os muçulmanos daquela época como é para o ISIS hoje. Só houve paz na região quando Jefferson atacou e venceu a guerra, depois ocupando o território. Não tem mágica, é assim que se faz.”


Outro destaque: este vídeo do relato de Nabeel Qureshi onde destrincha ponto a ponto a falácia da “religião da paz”. Assista:





Podemos ver que no islã há um código de conduta a cerca da vida do islâmico. Nada escapa: vai do comércio a casamentos. (Por isso enfatizei as aspas na palavra “legislativa” do subtítulo acima). Confira:




Assim, deixa-se claro que há diferença entre o islã e as demais religiões monoteístas como o cristianismo e o judaísmo. Portanto cessam-se quaisquer bobagens falaciosas de que as duas religiões no quesito “violência e adjacentes” “é tudo a mesma coisa”. Não se vê um projeto de um estado cristão e judeu com proporções expansionistas. E nem me venha citar Israel, pois se trata do retorno de um povo que fora expulso de seu território original por quase mil anos e as ocupações territoriais no nosso tempo estão respaldados em Lei Internacional.



1400 de “um tapa na cara da sociedade ocidental”

A dominação islâmica ANTES da resposta militar cristã (esquerda) e os domínios islâmicos planejados futuros (direita)


Esta palestra de 45 minutos é o “último prego da tampa do caixão” sobre todas as mentiras e distorções acerca do islã, das cruzadas, e de que mentirosamente “a culpa é da sociedade judaico-cristão-ocidental”... O que o palestrante desmascara o que chamam de “idade do ouro” do islã é na verdade uma época marcada por assassinatos em massa, destruição do acervo histórico do ocidente, escravidão e o mais importante: é derrubado um dos mitos de que as jihads são “equivalentes” as cruzadas. O que não é verdade.

Enfatizo aqui: AS CRUZADAS FORAM A NOSSA SALVAÇÃO ENQUANTO POVO, SOCIEDADE E TRADIÇÃO. SE NÃO FOSSEM PELOS BRAVOS CAVALEIROS DA CRUZ JAMAIS EU, VOCÊ, SEU ANTEPASSADO SERIA QUEM VOCÊ É HOJE EM ESSÊNCIA.

Atualmente, uma mega propaganda de mentiras e distorções acabou no final das contas fazendo que nós – o povo do ocidente – acabássemos criando uma “culpa” pelos males que sofremos. Só para ter uma ideia, é como se a mulher se culpasse por ser estuprada porque ela julga que foi a provocadora de tal brutalidade. Entendeu a comparação?
Veja o vídeo... E acorde!




“Minoria radical”... Só que não é isso não!

Para terminar esta primeira parte, uma série de vídeos mostrando o óbvio e mais um pouco. Na sequência Ben Shapiro desnuda a farsa da “minoria radical”, essa que você cansa de escutar na mídia. Ainda tem nesta mesma filmagem o quanto o “povo verde” demonstra que “não são radicais”.




BÔNUS: mais um testemunho de um ex-muçulmano falando uma verdade que irrita os ouvidos dos politicamente corretos.





Até mais, pessoal. J-J


Por: Pedro Blanche
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