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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Ovos de Páscoa com brindes tecnológicos



Marcas de ovos de Páscoa tem investido em brindes tecnológicos. Como bom apaixonado pela tecnologia me admirei com as surpresas que acompanham os chocolates. Alguns deles contém brindes comuns, como fones de ouvido, amplificadores de som e relógios digitais. Já outros, mais interessantes, como óculos de Realidade Virtual, Realidade Aumentada e leitores de QR Code. Cada vez mais crianças e adultos tem contato com a tecnologia.

Essas surpresas necessitam de outros dispositivos (smartphones, smart TVs e computadores pessoais) e sistemas operacionais (Android e Apple) para que a experiência seja interessante, satisfatória e criativa. São brindes com funcionamento a partir de outras tecnologias.

Por exemplo, os ovos Disney Minnie e Disney Mickey da Kopenhagen de 2017 continha um óculos de VR (Virtual Reality ou Realidade Virtual) que funcionava junto com um smartphone. O usuário colocava o óculos, imergia e interagia em um ambiente totalmente virtual através da tela do aparelho. Um dos jogos disponíveis fazia parte do aplicativo Caça aos Ovos, onde a criança ou o adulto se prendia e se divertia ao encontrar ovos de Páscoa. Confira como funcionava o jogo no vídeo abaixo:





De acordo com Renata Moraes Vichi, vice presidente do grupo CRM, detentor das marcas Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau o intuito é apresentar surpresas que fogem do padrão do varejo tradicional e prendem a atenção de crianças (E por que não adultos?!) que estão cada vez mais imersos na tecnologia. Leia (com grifos):

“Temos como referência a busca por inovações ainda não trabalhadas por outros players. O ovo da Disney tem essa característica de tecnologia. A gente sabe que hoje a criança está o tempo todo conectada aos aplicativos no celular, então, unimos tecnologia sem perder a essência do ovo dragê, que é super reconhecido e tradicional”.







A tendência da Realidade Aumentada não é exclusiva da Kopenhagen, mas a própria Nestlé criou uma linha de ovos esse ano que utiliza essa tecnologia, os ovos Surpresa (Surpresa DinoVenture - dinossauros, JungleVenture - animais da floresta e SeaVenture - animais aquáticos). Cada um dos modelos conta com cinco animais. 






Com o aplicativo Nestlé Realidade Aumentada, criado pela Flex Interativa,  o consumidor tem uma experiência única e inovadora. Cada ovo contém um disco de metal com leitor QR Code. Funciona da seguinte maneira: baixa-se o aplicativo, coloca o disco na palma da mão e posiciona-se o celular (no aplicativo) na direção do disco. Ao fazer isso, é projetado o animal/dinossauro se movimentando, fazendo barulhos e interagindo. Veja o vídeo abaixo:




Legal né?! É muito real. Parece que o animal está realmente em nossa mão.





Além da exibição do bicho, o aplicativo, em parceria com a Animal Planet, ainda apresenta informações sobre a espécie e seu habitat. Esse é um objetivo da marca de sempre oferecer um conteúdo educativo em seus produtos.



A Cacau Show, por sua vez, aposta nesse ano em toucas de monstros de pelúcia que realizam movimentos e emitem sons. Além disso, o monstrinho da touca ganha vida no aplicativo Cacau Kids. O monstro virtual assemelha-se bastante com o nostálgico Tamagoshi, pois também damos banho, alimento, brincamos e cuidamos dele. Ok, ok. Que esse brinde não é tão tecnológico assim e sim o aplicativo, mas achei interessante e por isso trouxe aqui. 



Ovos de Páscoa com brindes tecnológicos são tendência atualmente. E vocês, gostam de ovos com essas surpresas?! Que outros podem citar? Digam tudo nos comentários. J-J

OBS.: Não recebi nada para falar da Nestlé, Cacau Show e Kopenhagen, mas estou aí para qualquer parceria.
    

Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Diamond Diaries Saga: um jogo pra passar tempo, trabalhar a mente e o raciocínio



Alguém já ouviu falar do jogo Diamond Diaries Saga?! Disponível na Apple Store e Google Play, este é uma das minhas novas febres. O aplicativo é da King - mesma empresa do Candy Crush Saga - e consiste em fases em que você tem que ligar pontos e charms da mesma cor para formar colares, abrir matrioskas e coletar joias, tudo isso com jogadas limitadas. 

Veja o que o site da King diz sobre:

"Embarque com Lucy em uma nova e deslumbrante aventura em busca de uma coleção de belíssimas joias! Viaje com ela pelo mundo juntando pistas e recriando peças espetaculares. Encare níveis de puro brilho para coletar as gemas de que Lucy precisa para cumprir sua missão!"


Para mim, esse jogo é uma aventura e um verdadeiro passatempo. As fases são interessantíssimas, divertidas e desafiantes. Atualmente estou no nível 264 e sempre me desafio a cada nova fase, uma diferente da outra e com propósitos distintos. Existem fases fáceis, medianas, difíceis e super difíceis, além disso para formar joias, encontrá-las e coletá-las, algumas para abrir joias e mais outras que envolvem tudo isso. Veja a montagem abaixo:





Outra peculiaridade do jogo é viajar para lugares distintos a cada novo conjunto de fases. Já viajei para várias cidades e países, com paisagens exuberantes e turismos de encher os olhos. 








Uma coisa que achei interessante é que você pode escolher o destino de viagem quando se conclui um conjunto de níveis. Eles sempre dão duas opções. Veja a imagem abaixo:





E o legal que quando você escolhe o destino de viagem, ainda ganha um booster disponível para aquela cidade, como: martelo, vidas que recarregam na metade do tempo, passarinhos ajudadores, trevo que elimina os charms da cor escolhida e booster que elimina os charms ao redor. 





Veja a apresentação do jogo, de acordo com o Google Play:







Ligações emocionantes


Como falado acima, você pode fazer ligações a partir de três charms de mesma cor e o interessante que existem ligações que formam boosters, como: 6 até 8 charms formam um booster que elimina charms na horizontal ou na vertical; 9 até 11 charms um que elimina charms tanto na horizontal quanto na vertical; de 12 charms em diante um que elimina charms de forma radial. 













Parece ser um jogo bobo, mas é emocionante você criar os charms. Já cheguei a criar alguns de 16 a 17. E o mais legal é que a menina que fica acima na tela reage à medida que você faz as ligações. Veja as reações dela abaixo:






Quanto maior for a ligação de charms, mais interativa e emocionada ela fica. Fui perceber isso depois de meses jogando. 



Prêmios


Além de boosters, o jogo oferece outros prêmios, como: se juntar determinada quantidade de joias você forma um belíssimo colar e ganha 10 barras de ouro; e se você encontrar uma chave e abrir o baú ganha boosters diversos. 

















O bacana é que o jogo sempre te desafia a juntar joias, para formar colares e receber prêmios. Já pude juntar 400, 300 e 200 joias, por exemplo.





A Corrida das cidades


O jogo ainda conta com a "Corrida das cidades" em que você é desafiado a jogar com outros usuários, em uma corrida que vai do primeiro ao quinto lugar.





O jogo ainda conta com um ranking, onde sua posição é definida pela quantidade de estrelas que consegue em uma fase (de uma a três) e a quantidade de pontos que realiza. 




Gráficos


Se tem uma coisa que impressiona não só nesse, como em outros jogos da King são os gráficos e layouts. Diamond Diaries Saga tem designers bonitos e bem trabalhados e locações dos países bem feitas. 


A febre das sagas




Existem várias sagas da King e esta é distinta de tudo que já tinha visto e também do principal jogo e mais conhecido - o Candy Crush Saga. De forma alguma o jogo clona outros e tem desafios, puzzles e perspectivas distintas, como falado acima. A única referência e semelhança com o Candy Crush Saga é o nome "saga"

Diamond Diaries Saga é um jogo super envolvente e desafiante. O recomendo para quem quer passar tempo, trabalhar a mente e o raciocínio. DDS é um jogo totalmente gratuito, mas com recursos adicionais pagos.  J-J


Mais informações


AVISO: Por enquanto a fanpage do blog não está sendo atualizada. Estamos atualizando o Instagram e Twitter do blog e divulgando as matérias no Whatsapp do editor-chefe, Emerson Garcia.  


Por: Emerson Garcia

sábado, 22 de abril de 2017

A solução para o suicídio é boicotar "13 Reasons Why" e "Baleia Azul" e aderir ao "Baleia Rosa"?

Imagem ABSURDAMENTE ilustrativa.


Atualmente, muito tem se discutido sobre suicídio, bullying, depressão e tantas outras questões da saúde mental. Mudei o Quinta de Série dessa semana por conta disso. 13 Reasons Why é a grande polêmica do momento por tratar de um assunto relevante, mas que ninguém quer sequer mencionar. Por outro lado, um jogo suicida está em alta: o Baleia Azul. Um game que, supostamente, incentiva o suicídio e que está sob investigação. 13RW e Baleia Azul nos permite  diversas conjecturas. 

Uma série - cujo tema principal é o que leva uma pessoa a tirar sua própria vida? - alertaria sobre a seriedade do problema ou incentivaria as pessoas a cometer tal ato? As 13 razões que fazem com que Hanna se mate podem ser plausíveis, mas para alguns é apenas o combustível para executar-se. Muitos adolescentes se identificam com a atitude da personagem: "Ah! Eu passei por isso" ou "Isso aconteceu comigo", pensam. Já outros telespectadores dizem "Eu passei por coisa pior, mas não cheguei ao extremo do suicídio"

Não dá pra saber ao certo o efeito que 13RW produz nas pessoas. Se a intenção foi alertá-las, ela pode ser reconfigurada para o incentivo quando chega até o público. Veja o que o site Catraca Livre disse em um texto (com grifos): 

"[...] a polêmica maior em torno da produção gira em torno dela ser um serviço público ao trazer à tona a questão do suicídio ou um desserviço justamente por isso".


Talvez falar do tema pode ser perigoso. Uma fundação de saúde chamada Headspace National Youth Mental Health Foundation alerta as pessoas não assistirem à série por diversos motivos, como por exemplo: por que traz imagens fortes e gráficas sobre o suicídio;  por que não reflete sobre saúde mental e não fala de depressão; e por que não dá outra saída viável à atitude. Desse modo, a entidade acredita que 13RW tratou do suicídio de forma romântica e como a única solução para Hanna.

O jogo Baleia Azul tem produzido (supostamente) o efeito negativo em quem joga. Nessas últimas semanas, ele está em alta em jornais e agências de notícias. A polícia investiga diversas mortes, para saber se elas estão ligadas ao jogo, bem como quem são os curadores

Utilizei o termo "conjunturas" no primeiro parágrafo porque essas questões que pincelei são hipóteses e suposições. Será mesmo que uma série influenciaria tanto uma pessoa ao suicídio? E um jogo teria a capacidade de matar jovens e adolescentes? 


De quem é a culpa?

A culpa não é da série que romantiza o suicídio nem de seus produtores. A culpa não é dos curadores nem do jogo, com seus 50 desafios macabros (o último é tirar a própria vida). A culpa é da insensibilidade da sociedade, das desculpas para não ouvir o problema dos outros, da falta de carinho e na capacidade de ignorá-los e dizer que é besteira. Não adianta boicotar 13RW nem ir atrás dos curadores do jogo se antes não se resolver uma questão mais profunda: SABER OUVIR e SE IMPORTAR. 

Embora com toda polêmica em volta de 13RW, a série retratou bem isso quando mostrou "Que alguns se importaram, mas não suficientemente". Nathalí Macedo, nesse artigo, relata que seus familiares e amigos se importaram quando ela teve depressão - antes mesmo de 13RW - e se não fosse isso ela nem estaria viva. 

Esse é o grande cerne da questão. 13RW e o jogo da Baleia Azul tem uma relação quase nula com quem se mata. Antes de um adolescente assistir à série, será que alguém o ouviu? Ou alguém soube dos seus problemas emotivos antes dele jogar Baleia Azul

O depoimento de Maria de Fátima ao Estadão que perdeu seu filho após ele jogar Baleia Azul, mostra que a culpa está apenas no jogo. Leia (com grifos):

"Eu falei com ele para sair daquele jogo. Uma pessoa, para fazer um jogo como esse, faz um pacto e vai colhendo alma pelo mundo afora. Só que ele não quis me ouvir. Foi quando eu briguei com ele, que isso não era coisa de Deus. Mas ele não aguentou a pressão do jogo. Dizem que eles ameaçam os jogadores que querem sair, que têm os dados da família. Ele tentou sair, mas voltou ao jogo. Perdi meu filho para um jogo. Não quero que mais mãe nenhuma passe por isso. Era um filho trabalhador, honesto, não usava drogas. Você, se precisar, dê umas palmadas, olhe o celular. Mas não deixe seu filho se perder nesse jogo. Espero que essa turma (que convida para participar) seja punida."


Três frases chamam a minha atenção na fala dessa mãe:

1) "Perdi meu filho para um jogo": Não acredito que a culpa seja integralmente do game. É fácil terceirizar aquilo que nos diz respeito e o que temos uma boa parcela de culpa. A mãe diz que o jogo é do capeta e que os curadores precisam ser presos.

2) "Era um filho trabalhador, honesto, não usava drogas": O problema do filho podia não ser o desemprego, a falta de caráter ou o uso de substâncias ilícitas. Não poderia ser nada visível, mas poderia ser dores emocionais, invisíveis, que só ele sabia. 

3) "Você, se precisar, dê umas palmadas, olhe o celular": Palmada não resolve problemas emocionais e mentais. Olhar o celular também não.


A havaiana azul

"Você, se precisar, dê umas palmadas", é o que disse a mãe que "perdeu o filho para o jogo". Parece que a solução é agir com força e violência. Quem já não ouviu por aí que pra curar depressão "uma boa surra dá jeito?". Afinal, o que a pessoa sente é apenas preguiça e frescura, não é mesmo?

Muitas das vezes são os próprios familiares que não compreendem a dor. Só sabe o que é depressão quem já passou por ela. Quem não passou tem essa atitude reprovável. Como o depressivo age quando ouve que é frescura o que sente? Ele acredita que deva ser mesmo e tenta, de todas as formas, trabalhar e ser mais ágil. Não consegue, por mais que tente. Como ele se sente quando dizem que precisa apanhar e levar uma surra no lombo? Acredita que o que passa é errado. Doenças emocionais devem ser tratadas como tal, e não como uma dor física e visível. Afinal, depressão não tem cor nem sintoma aparente.

Nessa semana, uma imagem que me enviaram pelo Whatsapp me deixou extremamente indignado. Veja:





Nas entrelinhas podemos ler claramente o seguinte: A DEPRESSÃO TEM QUE SER TRATADA DE MANEIRA FÍSICA E COM MUITA SURRA. De uma insensibilidade e humor negro terríveis. Admira-me o humor de quem criou essa imagem em um momento tão sério que a sociedade vive. É necessário, ao contrário disso, amor, compreensão e diálogo.


Baleia Rosa




Diferente do responsável pelo meme acima, uma dupla de publicitários paulistanos criaram a versão positiva e do bem do jogo Baleia Azul, o Baleia Rosa. Este é uma contrarresposta ao jogo suicida. Os criadores viram os 50 desafios do Baleia Azul e criaram 50 desafios contrários. Veja:

"Fomos lendo a lista da Baleia Azul e tentamos fazer o extremo oposto".


É incrível perceber o sucesso do Baleia Rosa. Com pouco mais de uma semana de existência, a fanpage do BR já conta com quase 250 mil curtidas; e o Instagram @eusoubaleiarosa - cerca de 50 mil seguidores. A "baleia do bem" mostra que é possível influenciar, através das redes sociais, a realização de boas ações, assim como o Baleia Azul  faz isso negativamente mas, repito: ELE NÃO É CULPADO DO SUICÍDIO!




Desafios como "Fale inesperadamente que ama seus pais ou alguém da sua família" (Desafio 25), "Peça desculpas ou perdoe alguém" (21), "Faça algo generoso, faça alguém sorrir" (12), "Use suas mãos para fazer carinho em alguém" (11) e "Com uma canetinha, escreva na pele de alguém o quanto você a ama" (01) não é a salvação para que uma pessoa não se mate. Essas ações apenas incentivam o amor ao próximo e demonstram que uma pessoa pode ser importante à outra, e se essa sentir-se amada já é um grande ganho. Apenas isso. 


A questão é a sensibilidade

Não adianta colocar no banco dos réus uma série e um jogo e dizer que a culpa da morte de tantos jovens é deles. Tratar a questão nesse nível só demonstra a insensibilidade que se tem. Um jogo contraposto ao Baleia Azul também não é a solução. Ele não acabará de vez com um suicídio, mas é louvável o Baleia Rosa para ao menos amenizar as dores de muitos e tornar o mundo um lugar melhor. J-J


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 17 de maio de 2016

Alice: Madness Returns

Amanhã (18) Dia da Luta Antimanicomial, será um dia pra se combater métodos psiquiátricos e o fim de manicômios com realidades tão cruéis. Essa data foi criada com o objetivo de acabar com a psicofobia e pra mostrar que as pessoas com transtornos mentais também são gente.




Com isso, falarei hoje de um dos jogos eletrônicos que se passa nesse universo: Alice – Madness Returns. Todos conhecem a estória de Alice no País das Maravilhas, certo? Alice desce na Toca do Coelho, para o País das Maravilhas, onde encontra o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas, o Gato de Cheshire e outros.

Alice: Madness Returns é a continuação do jogo Alice: American’s McGee. Madness Returns foi lançado em 2011 para PC, Xbox 360 e PS3. American’s McGee foi lançado para PC em 2000. Já dá para perceber, pela distância de lançamento, que eles tem jogabilidade e efeitos gráficos completamente diferentes.




Em Madness Returns, Alice encontra-se em uma situação delicada. Ela está internada, passando por tratamento psicológico. Ela acaba “sendo chamada” no País das Maravilhas porque tudo está corrompido. Lá está em ruínas.

Sem entender muito o que aconteceu ou o que estava acontecendo, Alice começa a tentar salvar o País das Maravilhas do que estava o deixando daquele jeito, com a ajuda do Gato Cheshire, que não está tão fofinho de quando lembramos dele.




Muitas coisas aconteceram com os personagens de Alice. Eles não estão como os conhecemos das estórias. O Chapeleiro está em pedaços. A Rainha está mais louca e histérica que o normal. Vários dos bichos foram corrompidos. E por quê?

A estória deixa essa questão de: “Alice está sonhando ou é tudo real?”. O que é relativo, levando em consideração que para nós, ela está sonhando. Mas para ela, que viveu tudo aquilo, é absolutamente real. Então, quando Alice, no começo do jogo, aparece em um sanatório e, um pouco mais tarde, dizem para ela que o País das Maravilhas precisa dela e o País está corrompido, deixa bem evidente que a loucura de Alice corrompeu o País das Maravilhas.


“Está tudo na sua cabeça, Alice.” 


No jogo, Alice é uma orfã que ficou traumatizada com a morte de seus pais em um incêndio. Ela foi internada no Asilo Rutledge depois de sua tentativa de suicídio. Durante uma sessão com seu psiquiatra, Alice é pega por uma alucinação e acaba retornando ao País das Maravilhas.

A estória final do jogo é um pouco sombria, talvez até um pouco pesada demais para “uma estória de criança”. Eu diria que está mais para um conto dos irmãos Grimm. Alice descobre, no final, que o seu psiquiatra está tentando apagar suas memórias da noite do incêndio para transformá-la numa espécie de brinquedo sem memórias para serem usadas por molestadores por um preço.

Seu psiquiatra logo assume a forma de vilão da estória no País das Maravilhas como o Doll Maker (O Fabricante de bonecas). Ao derrotá-lo no País das Maravilhas, Alice percebe que deve exterminá-lo também no mundo real. Então, ela o empurra nos trilhos do trem. Em seguida, Alice tem uma visão de Londres misturada com o País das Maravilhas que, apesar da destruição causada, estão salvos.


Alice e o Doll Maker


É claro que tem muitas referências a versão original de Alice no País das Maravilhas, só que muito sombrias.

Eu falaria sobre American’s McGee também, mas eu só joguei a primeira parte do jogo porque não tive nervos para os gráficos (Fazer o que?). Então, se vocês têm curiosidade de saber mais sobre os jogos, é só jogá-lo. J-J












Por: Thiago Nascimento

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Vibe humor: músicas de games





Ah, o Vibe Humor da semana é pura nostalgia! Pra você, que ficava horas na frente da tv jogando video game quando era pirralho. Ou pra você, que ainda fica horas na frente da tv jogando video game mesmo não sendo mais pirralho. Esse post é para todos nós! 

Dividimos o post em duas partes. A primeira, eu, Thiago, falarei do jogo em si. Na segunda, o Emerson focará nas músicas, ritmos e melodias de cada game. Vamos lá?!




Thiago: É claro que para começar o vibe com chave de ouro coloquei a Theme Song do jogo clássico Super Mario Bros, um dos primeiros jogos de plataforma com side-scrolling. Já perdemos muito tempo tentando passar da fase do dragão. Quem nunca? Tá na hora da Nintendo fazer um rework daora nos jogos do Mario para felicidades dos fãs.
Emerson: Essa música é um verdadeiro hino do game, mesmo que alguém não tenha jogado, reconhece essa canção de longe. Ela é até um dos temas do meu Whatsapp. A canção tem um ritmo bem alegre e contagiante, que combina com as fases iniciais do jogo, que são leves e fáceis.




Thiago: Em segundo lugar, temos a Theme Song do jogo Top Gear. Eu não acredito que joguei isso. Hahaha. Saudades quando a Nintendo tinha jogos realmente bons. Top Gear é um jogo de corrida de 1992, lançado para SNES. Quem nunca teve o console, com certeza já jogou em algum emuler por aí, não é mesmo? 
Emerson: Essa música realmente contagia e nos coloca pra cima! Tem um ritmo bem elevado e elétrico, Me lembra o som de algumas baladas eletrônicas.


Thiago: Ainda nos jogos da Nintendo, temos também Zelda. Quem nunca jogou de Link para salvar a Princesa Zelda? Eu, particularmente, acho esse jogo um dos RPG’s mais difíceis. Sinceramente. Esse negócio de ficar encontrando coisinhas é complicado demais para meu cérebro.
Emerson: A trilha sonora de Zelda era curta e com ritmos repetitivos, contudo nem um pouco enjoativa. Essa canção nos remete a um espírito de aventura e época medieval, no qual o jogo estava focado. As cornetas e a bateria me chamam bastante a atenção na música.


Thiago: Ai, Final Fantasy... S2 Como não amar esse jogo? Um dos jogos mais longos que eu já joguei. E acreditem, eu não consegui chegar no final de nenhum. São jogos muito exaustivos, mas eu adoro o enredo deles. Quem sabe um dia eu consigo força para terminá-los? Haha
Emerson: Essa é uma melodia mais bem elaborada e com qualidade, como se fosse uma música instrumental. Violino, contrabaixo e outros instrumentos, formam uma canção cheia de detalhes, clássica e bem orquestrada. Final Fantasy virou sinônimo de músicas e aventuras de qualidade.


Thiago: E os jogos de lutinhas? Quem nunca apostou alguma coisa com seu amigo nesse jogo e usou o boneco mais ridículo de todos para ganhar? Sim, é Super Street Fighter. Uma das maiores franquias da Capcom. HADOUKEN!
Emerson: A música desse jogo é mais elaborada e diferencia vários instrumentos musicais, como a guitarra, contrabaixo e bateria. O ritmo é bem intenso e se assemelha ao estilo do rock' in roll





Thiago: Eu não sou muito fã desse jogo, mas não tem como falar de clássicos sem mencionar Mega Man X. Eu nem era nascido quando lançou esse jogo. OMG! Mega Man X foi lançado em dezembro de 1993, sendo a segunda franquia do robozinho. 
Emerson: No Japão, o robozinho criado pelo Keiji Inafune e Doutor Light é conhecido como Rockman. Então, nada mais justo que o estilo musical do jogo fosse rock. Dá pra ver claramente solos incríveis de guitarra e contrabaixo na canção, além da pegada intensa da bateria. Essa canção e pra bater cabelo! Muito forte!


Thiago: Sonic é outro jogo que não pode faltar no Vibe. Ahhh! Já perdi séculos nesse joguinho em console, computador, até mesmo no celular. 
Emerson: Diferente da Nintendo, a Sega tinha uma debilidade no departamento de sons, mesmo assim os compositores criaram melodias ricas e memoráveis, como essa. Com certeza Green Hill Zone é uma das melodias mais marcantes.


Thiago: Ahhh, Street Rager... Eu já estou começando a ficar sem o que falar. Quero apenas morrer escutando essas músicas... 
Emerson: Achei essa música bem contagiante e dançante, sugerindo o que o jogo propõe: lutas a noites e em bares. Com o ritmo eletrônico, que também mistura hip hop, a canção foi composta com o objetivo de extrair o máximo possível do chip de áudio do megadrive.


Thiago: Capitão Comando O jogo que eu já zerei 50 mil vezes e quero zerar outras mais. Hahaha. Merecia um rework ou uma continuação para algum dos consoles atuais, não acham? 
Emerson: Essa trilha é menos elaborada, mas bastante envolvente. 




Thiago: Castle of Illusion é um jogo que conquistou muita gente. Tanto que atualmente ganhou um rework, que eu já estou ambicionando. Preciso desse jogo na minha vida. Os gráficos ficaram lindos demais!
Emerson: Essa canção traz uma melodia um tanto quanto mística e mágica, como bem sugere o jogo. 




Thiago: E por último, mas não menos importante, MORTAL KOMBAT! A Theme Song do Mortal Kombat me lembra uma música do Just Dance 4 (Tribal Dance). Me dá muita vontade de dançar. Haha
Emerson: Essa música me dá vontade de ir pra academia e fazer ginástica. Com um ritmo bem envolvente, é difícil não fazer uns passos de luta e entrar na batalha.



Aproveitem a playlist e vamos jogar video game escutando música. J-J


Por: Thiago Nascimento e Emerson Garcia

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Vibe humor: Just Dance






Estavam com saudades do Vibe humor? O último que tivemos foi em dezembro, e depois de mais de 3 meses voltamos. Esse ano queremos contar muito com a participação de vocês com ideias de playlist. Por isso, deem dicas por email (emersongaffonso@gmail.com) ou pelos comentários. O quadro continua às segundas, de quinze em quinze dias. O tema de hoje é Just Dance

Como sabemos, ou pelo menos os gamers entre nós, Just Dance é um dos jogos mais rentáveis da Ubisoft ultimamente, perdendo apenas para Assassin’s Creed, Far Cry 4 e Watch Dogs. Então, por Just Dance ser um jogo de música, decidi selecionar as músicas mais legais (do meu ponto de vista) para vocês. Então, vamos lá!




Primeiro, vamos de Applause (Alternative Version), a versão original da coreografia da rainha Gaga. A princípio, se é sua primeira vez no jogo, você pode sentir uma certa dificuldade ao fazê-la, mas, eventualmente, se acostumará com o sensor e os comandos e isso deixa de ser uma dificuldade. Essa dança é uma das minhas favoritas do Just Dance 2014.

Em segundo, vamos de Break Free, um dos sucessos de Ariana Grande. A coreografia em si é muito divertida. Você é uma supergirl, então liberte-se e deixe o corpo fluir. A dança não é difícil, na verdade, acho uma das mais fáceis do jogo, perdendo apenas para Call me maybe.

Em terceiro, escolhi We can’t stop da Miley Cyrus. Também não é uma música que vem com o jogo, é um DLC (Downloable Content- conteúdos adicionais que você pode comprar) de R$6,00 bem gastos. Eu me diverti muito quando a comprei. Ela, assim como Break free, não é difícil. Na verdade, as melhores coreografias não são.

Seguindo, Problem, também da Ariana Grande, é uma das melhores coreografias do Just Dance 2015. Foi nessa música que eu consegui uma das conquistas mais chatas do Just Dance: “Termine uma música fazendo apenas passos ‘bons’ e ‘perfeitos’”. Ela mereceria estar aqui, com certeza.

Agora, mudando um pouco de diva, vamos para Katy Perry. A coreografia de Roar não poderia ser melhor, principalmente pela arte visual da personagem. Eu me senti uma louca, dançando no meio da chuva.


















Happy, como a própria letra diz, tem uma das coreografias mais alegres do Just Dance. Você perde completamente o fôlego jogando-a. O Kinect (caso você jogue em Xbox) simplesmente vai falar para você: “Está cansado? Descanse um pouco.”

Por falar em música cansativa, Can’t hold us do Macklemore não poderia ser deixado de fora. Mas, não é por ser cansativa que deixaria de ser boa. Essa também é uma DLC comprada, e te digo: VALE A PENA.

Partindo para um Just Dance mais antigo, Time Warp do musical The Rocky Horror Picture Show é uma das minhas coreografias de grupo favoritas. Não tem explicação, só jogando-a para entender.

Ainda falando de coreografias de grupo, Crucified é minha segunda favorita. (Eu tenho muitas favoritas.) Tem um único personagem (o laranja) que eu simplesmente não consigo acompanhá-lo. Um dia, com muito treinamento, eu consigo fazer a coreografia dele certa. HAHA!

Eu ainda não tive a oportunidade de jogar o Just Dance 2016, mas creio que pela coreografia, eu iria gostar muito das coreografias das músicas Same old Love e Hey mama. Bom, então é isso, guys! Até a próxima. J-J

Qual ideia de playlist vocês tem para o próximo Vibe humor?! Diga nos comentários ou mande um email!


Por: Thiago Nascimento
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