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quarta-feira, 1 de junho de 2016

O snack nosso de cada dia

Minha refeição durante os tempos de universidade | Imagens de internet

Caros leitores do Jovem Jornalista: hoje não falarei sobre televisão, mas gostaria de compartilhar uma parcela da jornada de minha vida. Nos meus tempos de universidade a correria era rotina, uma regra e uma obrigação. Não apenas estudava e cumpria as tarefas, em outro turno do dia tinha que cumprir a chamada “contrapartida”. 

A contrapartida era uma espécie de estágio não-remunerável que cumpria semanalmente em um órgão público do Governo do Distrito Federal (GDF), como condição que me permitia estudar gratuitamente na instituição de ensino superior.

Naqueles tempos era praticamente impossível fazer uma refeição com calma e mais: era praticamente impossível ter uma refeição com tudo que tem direito. Passar fome não passava, mas entre a saída do curso até chegar ao local da contrapartida comia um snack.


Geralmente estes eram os salgadinhos que comprava na correria do dia-a-dia | Imagens de internet


Snack é aquele salgadinho do tipo tira-gosto, comumente consumido nos bares e estádios de futebol. Eu comia mais os salgadinhos das marcas Amendupã e Torcida. Estes snacks eram meu café da manhã, almoço e jantar. Como custavam na época entre R$ 0,50 e R$ 1,00 comprava de diversos sabores. Hoje, vi que estes produtos, pelo menos aqui em Brasília, custam de R$ 1,50 até R$ 2,00. Escolhia sempre os sabores pizza, churrasco, queijo e calabresa para que ao menos “me enganasse” o estômago.


Nem tudo são salgados

De vez em quando sobrava dinheiro na carteira e eu aumentava o leque de alimentos, como os até hoje deliciosos crepes de calabresa com queijo cheddar e duas (DUAS MESMO!) pizzas médias de supermercados que comprava na cidade satélite do Gama. Geralmente, estes bônus alimentícios ocorriam aos sábados lá no final da tarde depois de ficar após as aulas na universidade.

Quando consegui conciliar meus estudos, a contrapartida e um estágio remunerado, tive condições melhores para almoçar de fato e com mais calma, até porque a grade curricular era aberta. Mas quando o tempo apertava lá ia eu comprar um salgadinho.

Não digo que “sofri” ou algo parecido, porque seria ridículo além de ter vergonha na cara se levar em conta a trajetória de meus ancestrais, mas fiz questão de compartilhar estes momentos porque a comida – do jeito que ela é – faz parte das nossas lembranças. Ao entrar no ônibus, quando aparecia um vendedor ambulante, ou antes de entrar num coletivo para me deslocar do curso para a contrapartida . J-J


Nota: excepcionalmente hoje (01/06) não haverá texto do Pedro Blanche. Este retornará as suas atividades no JJ no dia 04/06, onde encerrará sua série de artigos Entendendo a bagunça.


Por: Layon Yonaller, especialmente para o Jovem Jornalista

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A Liga: Realidade ou Ficção?


Será que o programa A Liga - que passava todas as terças às 22h30 na Band até ano passado (2015) e que teve dois episódios inéditos em fevereiro desse ano - poderia ser classificado como jornalismo investigativo de caráter público, levando em consideração que, de acordo com os idealistas do programa, é um entretenimento? A propaganda de “mostrar a realidade de dentro” e “quanto mais os olhos vêem mais eles podem enxergar”, mostram um processo televisual de assegurar a realidade e o jornalismo investigativo. 

Quando nos amparamos em teorias jornalísticas - que tem como foco o jornalista ser objetivo, ser direto em suas matérias, com o objetivo do ethos jornalístico, além de ser cauteloso e imparcial em suas reportagens investigativas, não imprimir suas subjetividades na matéria, sempre se comportar de forma realística sem a ficção - percebemos que em A Liga os valores objetivos jornalísticos são relativizados. 

Há escancarado a opinião pessoal do repórter, que é muito mais do que um mero pensamento, e sim, uma notabilidade de ser famoso e conhecido pelo público. O objetivo não é deixar claro a opinião, que eles até dizem ser verdadeira, e sim, um modo de se destacar profissionalmente, por meio da ficção e do humor. 

Um dos itens importantes que são conferidos dentro do jornalismo investigativo são os arquivos bem organizados, checagem, paciência e concentração, entre outros. Na técnica, o autor Leandro Fortes nos diz que uma boa reportagem investigativa é aquela que dá conta da pesquisa. Em A Liga, podemos perceber que os episódios concentraram-se mais em testemunhas e imagens, do que em materiais e documentos. O que nos faz chegar a conclusão que o programa não é jornalismo investigativo e nem se detêm no conhecimento policial básico. Para efeito de sentido, os repórteres fazem crer que ao entrevistar um amplo número de fontes, estão realizando uma boa investigação. Contudo, não há um sentido claro da utilização das fontes e de suas contraposições. 

Na mesma perspectiva, quando o programa apresenta-se com paladinos e heróis, ou seja, pessoas que intitulam-se capazes em investigar situações desconhecidas pelo público e aquelas, que em um passe de mágica, limpam as viseiras da população, nada mais é que, de novo, a falsa utilização da práxis jornalística, em uma perspectiva de pseudo jornalismo-cidadão, além de apenas notabilizar apresentadores como Rafinha Bastos em Moradores de Rua, que apesar de caracterizar-se como mendigo, serviu mais para transformá-lo em um showman, do que alertar a população.

The Illuminated Showman


Contudo, quando falamos de ir a frente da objetividade, substituindo-a pela subjetividade, estamos falando de uma atração que não possui características somente do jornalismo; e sim de outros conceitos de tom ficcional, algo muito a ver com a atração ser considerada um show televisual, que quer colocar os repórteres ora em situações cômicas, ora em dramáticas, vestidos de uma forma incomum, como se fosse um teatro “jornalístico”, com falas improvisadas, e encenações.

Mas, ao ultrapassar o ethos jornalístico, os repórteres de A Liga ainda se amparam em conceitos do jornalismo investigativo, do jornalismo público e da reportagem na TV. Os dados não foram inventados, nem foram entrevistadas pessoas fictícias. Entretanto passa-se facilmente do mundo real para o ficcional e lúdico, porque o objetivo claro da atração é a retenção de público e manutenção de audiência. E, atualmente, os programas de humor e entretenimento são os que tem dado maior audiência, como o Pânico na Band e CQC (que está na geladeira em 2016), ambos da Band.

A todo momento, os apresentadores compuseram o que se chama de “personagem investigativo”, ou seja, uma pessoa ficcional baseada na realidade. Em Milionários, que Rafinha “criou” um personagem preconceituoso, sem educação e sem regras de etiquetas. Em Mudanças Climáticas, quando Rafinha compôs o personagem do benfeitor, aquele que vai resolver os problemas da população e que briga pelas causas sociais. E em Prostituição, que Rosanne tornou-se uma prostituta que sofre preconceito e que se apresenta sensual e sedutora. 

A Liga aparenta possuir valores objetivos jornalísticos, mas eles são remodelados, quando faz com que o público acredite que por ter multiplicidade de opinião, é jornalismo; que por trazer problemas sociais, é jornalismo cidadão; que, por trazer a ideia de respeito as fontes e suas dores, é interesse público; que por trazer um “personagem investigativo”, a reportagem é investigativa. Contudo, a atração pode ser resumida em hibridismo narrativo televisual, onde os apresentadores buscam o glamour e ser uma celebridade; onde a cada terça-feira é um show televisual diferente; onde o espaço real é confundido, e muitas vezes substituído pelo mundo ficcional e lúdico; onde a preocupação é a audiência e entretenimento do público; e onde o objetivo é provocar sorrisos do público e admiração pelos apresentadores que fizeram nada mais, nada menos, que um jogo teatral. J-J

Guia brasileiro






Por: Emerson Garcia

terça-feira, 15 de março de 2016

Ilustras de gêneros

Ainda na vibe da semana do Dia Internacional da Mulher, o site Brigh side resolveu colocar na ponta do lápis, por meio de ilustrações, uma das guerras mais antigas que existe: a guerra dos sexos.

Por meio de tirinhas engraçadas e bem humoradas, eles ilustraram as principais diferenças entre homens e mulheres, desde a diferença do guarda-roupa, até o tempo que se gasta para se arrumar e ir trabalhar.

Tenho certeza que muitos leitores e leitoras se identificarão. Confira:






















Espero que tenham gostado e que não se instaure nenhuma guerra aqui no blog, heim?! J-J


Por: Emerson Garcia

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Geek Expo 2.0 Rio 2016



Olá galera. Tudo bacana? Hoje, falarei brevemente sobre a Geek Expo que aconteceu nesse último fim de semana no Rio de Janeiro. A exposição acontece no Centro de Convenções Sulamérica, na Cidade Nova. Para quem se interessa pelo universo de games, séries, sagas e afins, vai amar a Geek Expo.

Pré-requisitos: Um dinheiro guardado para torrar com as coisas lindas dos estandes. Muita energia. E paciência.



Para começar, os eventos mais badalados do sábado foram os youtubers: cellbit e felps. (Tiveram alguns outros, mas...) A banda Bit.players mandou um som bem legal. Eles conseguiram adaptar músicas famosas para falar sobre alguns jogos. Ficou demais! 

Tiveram muitos cosplays, inclusive do Star Wars. O Geek Expo desse ano foi basicamente tudo sobre Star Wars. O que eu vi de gente vestida de Anakin não tá no gibi. Muitos Jedis andando por todo o evento.



Além disso, para quem gosta de games, tiveram as semi-finais e finais de um torneio de League of Legends. *---* E também, tinha uma salinha com vários jogos de tabuleiro como: Senhor dos Anéis e Magic.

Para quem curte K-Pop, também tinha Karaoke K-Pop e um show cover. Eu não curto muito músicas japonesas então, nem explorei muito essa parte. Mas uma parte que eu explorei foi a do JUST DANCE!! Muitas crianças e adolescentes estavam querendo dançar.

No domingo, teve a ilustre participação do ator do seriado Chaves, Carlos Villagrán. Eu queria muito poder ter ido ver o Kiko. :’(



Por fim, digo que se um dia queiram ir em um evento como esse, guardem dinheiro. MUITO DINHEIRO! Eu queria ter levado metade das roupas e cordões de séries e sagas que tinham lá. Então, espero que consigamos ir em muitos eventos como esse. Quero muito conseguir ir em uma Comic-Con Experience. Nos vemos em breve. See y’all. J-J


Por: Thiago Nascimento

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Recordações nostálgicas #3: ELMAmania

Neste post eu voltarei há 19 anos, quando os brindes da Elma Chips estavam em alta. O motivo de eu escrever esse texto é para relembrar essa época de ouro da Elma Chips, e, além disso, dizer a vocês o tanto que estou "velho" que eu era um fanzão de todas as promoções.

Pois bem, os mais conhecidos, são os TAZOOS, e aqui tem de todo tipo: do Máscara, do Cartoon Network, Bob Esponja (aqueles metálicos beeem legais), Animaniacs, Looney Tunes e Pókemon. Um dos mais interessantes que deve ser destacado é o de Animais exóticos.







Depois, vem a coleção da Família Adams, que era uma delícia de ter (apesar de aterrorizantes) por brilharem no escuro e serem bem feitas. Além dos cromos brilhantes, tinhamos o Susto Partes.





Depois eles lançaram os Pega-tazoos os Gigan-tazoos. Um sucesso, apesar dos Pega-tazoos pegarem bastante poeira!








Também temos os Cards-Pokémon, uma das promoções que eu mais me dei bem. Ajuntei com um colega meu e faltou bem poucos para completar a coleção.



Duas promoções mais recentes, e também muito boas, foram a dos Cachorros-chaveiros (eram 10) e também os Montáveis da Marvel:







Enfim, essas foram as principais promos da Elma. Aliás, por que será que as promos acabaram? (Talvez seja um tema para o próximo post). Tá certo que a Tazzomania deixava alguns moleques viciados, já que foi objeto de jogatina de menores de idade que não tinham local para jogar (o foco eram as escolas [as professoras que o digam!]), mas a gente não pode esquecer que tinha um bom motivo para comprar os salgadinhos. Hoje nem isso. J-J


Por: Emerson Garcia

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Recordações nostálgicas #2: Coca-Cola

Aviso: Excepcionalmente nessa quinta não teremos o quadro Quinta de série, devido a Semana da Criança. Fique com o terceiro post do especial!

A Coca-Cola ultrapassou a minha geração. Desde criança que eu bebo e tenho uma certa afinidade com a bebida. Na 3ª série visitei a fábrica da coca-cola, em Samambaia. E como ela é linda, mágica e fantástica!! A FANTÁSTICA FÁBRICA DE COCA.




Eu me recordo, como se fosse hoje, como ela é... Tem um setor onde as garrafas são fabricadas. Elas são feitas como se fossem um balão e enchidas. Sim! As garrafas são pequenininhas!!! Depois ela vai para outro setor, onde se coloca o famoso líquido negro. Depois, são lacradas com as inesquecíveis tampinhas vermelhas. 

Tem auditório lindo lá também. E eu ganhei um kit-coca maravilhoso, com pasta, revistinhas, e a promoção da época: mini garrafinhas e mini bola copa. Não posso esquecer de um detalhe. Lá tem uma lanchonete personalizada da coca-cola, com sprite, fanta, pepsi e cachorros-quentes.

Como é bom relembrar disso, principalmente das promoções. Estive presente em quase todas elas. Lembro que brigava com meus irmãos por conta dos geloucos. 


 Como esquecer as garrafas-coloridas-chaveiros? Eu tinha todas!

  

 Esse caminhão tinha ursos polares, iglus, neve, árvores de natal dentro *-*

 

 Copos da copa da África



 Geloucos: Tinha milhares. Os melhores eram os que brilhavam no escuro.



Mini bolas da copa do mundo


 Dangerrrrrrrrrr! Proibido consumí-las!! rsrs



Mágicos!



Garrafas do mundo inteiro



Mini craques




Garrafas personalizadas



Deu saudade de colecionar! J-J




Por: Emerson Garcia

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Recordações nostálgicas #1: Kinder Ovo


 Hoje começa a Semana da Criança, em homenagem ao dia das crianças na próxima segunda (12). Serão 8 posts especiais nessa temática. O primeiro post é sobre Kinder Ovo. Vem com a gente!


Não tem como falar da minha infância sem falar de Kinder Ovo. Era R$ 1 todo dia que eu investia nisso (e em outro momento R$ 2,50, e em outro R$ 5). Foi através do Kinder Ovo também que uma amizade minha ficou mais forte, pois sempre comprava com esse amigo...

Saudades Kinder Ovo a R$ 1!





Alguém sabe a ideia original do Kinder Ovo??! Vocês acreditam que é um mini-ovo-de-páscoa? Pois é, a páscoa já passou, mas ainda é moda o Kinder. Mas lá quando foi lançado, por volta de 1968 era uma barrinha de chocolate com recheio de leite. No Brasil, o Kinder Ovo é vendido desde 1994.




Já que todos adoram ovo de páscoa, porque não fazer um mini-ovo, "mais barato" e de quebra com um brinquedo dentro?! Se é genial? Posso dizer que na época de criança era a melhor coisa.

Uma curiosidade: vocês sabem porque os brinquedos vinham em uma cápsula amarela? Ou na minha época laranjada? Porque a cor representa a gema de um ovo de verdade!!!

E quem ai sabe o significado de Kinder Ovo?! Não sabem?! Nem eu (até o momento que pesquisei). Kinder=criança em alemão; e Ovo=ovo, ou seja, Kinder+Ovo= ovo de criança.



A Ferrero, dona da Kinder, se deu bem, vendendo um produto, que, segundo eles, tinha valor nutritivo para as crianças, rico em carboidratos.

A minha coleção era extensa, mas não lembro que fim teve os meus brinquedos.  Tinha uns até interessantes... Como a da coleção dos Smurphs, que eu me lembro muito bem e foi sucesso! E porque encantou? Porque os brinquedos eram de boa qualidade, resistentes, coloridos, com adesivos e encaixes perfeitos!!! No Brasil, saíram aproximadamente 1.600 e a cada ano mais 100 surpresas diferentes são introduzidas dentro dos ovinhos.





Para 2011, a Kinder inovou, e inovou bonito com surpresas interativas. Temos sapos interativos, girafas que crescem e carrinhos de fricção.





Com o decorrer do tempo, a Kinder Ovo se especializou em fazer surpresas para meninos e meninas. E em 2015, aproveitou a febre do Minions, para criar ovos de páscoa e kinder ovos.




Você sabia?
Na Alemanha, maior mercado da marca, calcula-se que existam mais de 300 mil colecionadores, que frequentam feiras especializadas e sites da internet. Os brinquedos produzidos lá são considerados os melhores pelos fãs do produto, pois possuem maior qualidade e variedade. 

O desejo pelo Kinder Ovo o transformou em artigo de contrabando nos Estados Unidos, onde a venda do produto é ilegal devido a uma lei que não permite a comercialização de brinquedos juntamente com alimentos. (Fonte: Mundo das marcas)


Sem dúvida, o kinder ovo pra mim é sinônimo de amizade, família e alegria. 





“Valorizamos o momento em que pais e filhos estão juntos, aprendendo a montar uma surpresa e se divertindo com ela. Queremos trazer ainda mais alegria e diversão a este momento, incentivando a imaginação da criança e a interação da família”, João Branco, gerente de marketing da Ferrero. 


Ahhhhhhhhhhhhh, eu quero voltar a ser criança de novo, pode???????????? rsrsrs J-J




Por: Emerson Garcia
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