quinta-feira, 30 de maio de 2013

5Q: Somos tão jovens







Moral
A juventude intensa e cheia de questionamentos de um dos maiores ícones do rock brasileiro: Renato Manfredini, conhecido como Renato Russo. O filme conta a trajetória musical de Renato ainda no AE, assim como sua carreira solo como Trovador Solitário e a criação da banda Legião Urbana, que ainda embala a vida de muitos jovens. O filme é bem polêmico.

Cena boa
A cena de Renato bêbado são hilárias, como a dele perguntando a um policial se ele era de "touro". Além das cenas de dúvidas sexuais, como quando ele fala para a mãe dele que gosta de meninos e quando ele se declara bêbado, sem muito sucesso, para um rapaz da sacada de um dos prédios de Brasília.

Cena ruim
A cena da briga entre o pai de Renato e ele não foi bem construída. Achei que ficou mal feita, mal montada.

Perfil
Renato Russo um jovem cheio de dúvidas, como a maioria dos jovens hoje em dia, com dificuldade de relacionamento, com dúvidas acerca da orientação sexual, ao mesmo tempo que é inteligentíssimo, é uma pessoa solitária e de poucos amigos. Extremamente corajoso para fazer o que der vontade, às vezes transgride algumas leis éticas.

Opinião
Com enredo falho em algumas partes e com um final nada animador, Somos tão jovens ainda consegue surpreender por boas sacadas de fotografias, locações e construção de cenas. A fotografia é dos anos 80 e tem uma parte que parece um clipe. Ficou bem nostálgico. Ainda a desejar com a conclusão de algumas questões polêmicas levantadas, e com a ausência clara e notável da música Pais e Filhos, é um bom filme para ser visto. J-J


Por: Emerson Garcia

terça-feira, 28 de maio de 2013

Gentleman?!


Gentileza é o que falta nas pessoas hoje em dia. Vemos a falta dela em um ônibus, na fila do pão e por ai vai. Educação vem de berço. Se aprende a ter bons modos, a tratar o outro com respeito, a fazer o bem. Eu acredito em pessoas gentis e bem educadas e creio que o mundo mudaria se tivessem mais dessa gente.

Contudo o cantor PSY, muito famoso na atualidade, quis transgredir, e em minha opinião ele transgrediu feio. Já que ele está na mídia ele deveria influenciar as pessoas de forma positiva, mas, em seu clipe Gentleman ele maltrata mulheres, não segue regras de trânsito, entre outros. O nome Gentleman é uma piada, pois ele não é nada disso.




Ai vocês podem dizer: "ahhh, é uma brincadeira divertida e nada mais". Perai, então é uma brincadeira de muito mal gosto, porque eu confesso a vocês que eu não ri nenhum pouco dessa "brincadeira". Me fez pensar: "poxa vida, por que ele não faz coisas construtivas?".

Creio que você pode ser divertido sim na mídia. Não to dizendo que você tem que ser cara fechada, nem nada disso. Mas por que não ser um divertido com lições de moral? É por isso que eu digo que o PSY jogou o sucesso no lixo.

Acho que os artistas precisam fugir dos estereótipos, do tipo: "se sou uma atriz bonita tenho que fazer propagandas de beleza"; "se sou polêmica tenho que usar drogas"; "se sou divertido tenho que fazer clipes divertidos mas que esculhambam". Os estereótipos te limitam. É a mesma coisa de falar para o lutador Anderson Silva: "se você luta, você é violento".

E o próprio Anderson Silva tem nos provado o contrário, diferente de PSY. Recentemente ele foi dono-de-casa em uma propaganda da Magazine Luiza. Provando que mesmo lutador, pode ser gentil e pai de família. Dançou tango com a cantora Marisa Monte e por ai vai...



Além disso, você pensa assim: "poxa ele deve ter uma voz grossa, de dar medo, por ser lutador". Que nada!!! A voz dele é fina, de menina... Provando assim, a gentileza em pele de lutador. 

Ele fez parte de uma campanha muito interessante:


Logo Anderson Silva que tinha tudo para ser casca grossa é um gentleman!! Por que será que PSY não pode ser?! J-J




Por: Emerson Garcia

terça-feira, 14 de maio de 2013

5Q: Argo






Moral
Até onde podemos levar uma mentira em prol da salvação de alguém? Argo é um filme sobre um filme que jamais existiu em toda história americana e do Irã. Será que é válido usar de toda sua perspicácia para salvar pessoas desconhecidas?

Cena boa
É engraçada e interessante a cena que um dos exfiltrados mostra uma série de storyboards, falsos, baseados em 'Guerra nas estrelas' e 'Planeta dos macacos' para um guarda e tenta explicar a ele a história do 'filme'.

Cena ruim
O filme todo é muito bom, não consegui identificar uma cena que seja ruim.

Perfil
Tony Mendes, responsável pela exfiltração, é quem tem a ideia do filme e se passa por diretor dele; junto com os 'atores', que na verdade são as pessoas que ficaram presas no Irã por um bom tempo; e o produtor Lester Siegel e do maquiador John Chambers.

Opinião
Baseado em fatos reais, o filme foi dirigido por seu ator principal, Ben Affleck. Não foi a toa que ele ganhou o Oscar de melhor filme do ano de 2012. Realmente vale a pena assistir! J-J


Por: Emerson Garcia

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Cravos para uma flor: A história do dia das mães

ZazComm


O segundo domingo do mês de maio abriga uma das datas comemorativas mais tradicionais do Brasil. Tanto por sua importância emocional quanto pelo forte apelo comercial que desencadeia, o Dia das Mães é uma das celebrações mais relevantes entre os brasileiros.  O varejo, por exemplo, considera a comemoração como a segunda mais importante do ano para os negócios, perdendo apenas para o 25 de dezembro.

E não é só por aqui que a homenagem faz sucesso: em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, cerca de 20 países homenageiam também as mães, a grande parte deles no Leste Europeu e na Ásia; no dia 21 do mesmo mês, início do outono no hemisfério sul e da primavera no hemisfério norte, outros 20 países do Oriente Médio fazem a festa. Há, ainda, quem comemore em fevereiro, abril, agosto, outubro e dezembro.

ORIGENS
Poucos sabem, no entanto, como surgiu a ideia de dedicar um dia especial para as matriarcas. A mais antiga comemoração desse tipo que sem tem notícia é relacionada à mitologia. Na Grécia Antiga, considerada berço da civilização ocidental, a chegada da primavera era saudada em honra de Rhea, a mãe de todos os deuses. Em Roma, festival semelhante era dedicado a Cibele, também considerada mãe dos deuses. As cerimônias em sua homenagem duravam três dias, numa festa conhecida como Hilaria.

O próximo registro está no início do século XVI. Nessa época, a maioria dos jovens de baixa renda da Inglaterra trabalhava como serva para a população rica e, como seu emprego ficava muito longe de suas casas, viviam na casa de seus empregadores. No quarto domingo da Quaresma, eles passaram a ganhar folga e eram encorajados a ir para casa, passar o dia com suas mães. O benefício foi estendido aos operários após a Revolução Industrial. A data passou a ser chamada de Mothering Day e originou a festividade britânica, que ainda ocorre na mesmo dia.



Camais2010


OFICIALIZAÇÃO
Apesar dos precedentes, foi nos Estado Unidos que a celebração ganhou impulso. As primeiras sugestões acerca da criação de datas para celebrar as mães surgiram da pastora e ativista Ann Marie Reeves Jarvis. Ela que organizou os Dias de Amizade Para as Mães, em 1865, para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão, que assolou os Estados Unidos no período. Mais cedo, em 1858, Jarvis havia fundado os Clubes do Dia de Trabalho das Mães, que tinha por objetivo melhorar as condições de saúde e sanitárias de famílias trabalhadoras, além de combater a mortalidade de suas crianças.

Em 1872, a escritora Júlia Ward Howe, a autora de O Hino de Batalha da República, canção patriótica que embalou o Norte na guerra civil, organizou um dia dedicado às mães que lutavam pela paz. O ato ocorreu em Boston, apenas sete anos após o fim do conflito que mais matou americanos na história (entre 750 mil e 970 mil pessoas) e deixou muitas mães sem seus filhos.

Quando AnnMarie Reeves Jarvis morreu, em 9 de maio de 1905, sua filha, Anna Jarvis, entrou em depressão.  Preocupadas com tamanho sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com um memorial. Anna quis que o ato fosse estendido a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que as crianças se lembrassem de suas mães e as homenageassem. O objetivo era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Anna e seus apoiadores lutaram por três anos seguidos: começaram a escrever aos ministros, jornalistas e políticos, buscando estabelecer o Dia das Mães em todo o país. Conseguiram oficializar a data na pequena Webster, onde viviam, e que a cidade de Grafton realizasse a celebração no segundo aniversário da morte de sua mãe. Depois, em 26 de abril de 1910, o governador de Virgínia Ocidental, William Glasscock, a incorporou ao calendário oficial de datas comemorativas do estado.

Em 8 de maio 1914, o Congresso aprovou a destinação do segundo domingo de maio para a festividade. Logo no dia seguinte, o presidente Woodrow Wilson proclamou que os edifícios públicos deveriam ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi unificado e comemorado nacionalmente pela primeira vez em 9 de maio de 1914. Sob a influência dos EUA, em pouco tempo mais de 40 países adotaram a data.



Bhandarusrinivasarao



SIMBOLISMO E DESILUSÃO
O cravo, flor favorita da mãe de Anna Jarvis, tornou-se o símbolo das mães, após ter sido usado na homenagem de 1907, em Grafton, e em diversas outras nos anos posteriores. Os cravos brancos simbolizavam sentimentos como a pureza, doçura, fidelidade e eternidade do amor de mãe. Com o tempo, eles tornaram-se símbolo da mãe que já faleceu, enquanto os cravos vermelhos representam a mãe viva.

A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse um dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. Após passar praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães, utilizando o próprio dinheiro para levar a causa adiante, Jarvis e a irmã iniciaram um malsucedido movimento contra o feriado.

"Não criei o dia das mães para ter lucro", teria dito Anna, furiosa, a um repórter, em 1923. Sua nova batalha a levou a gastar praticamente todos os seus recursos. Ela criticava, ainda, a maneira como os filhos homenageavam as mães, trocando manifestações diretas de carinho por cartões pré-fabricados e outros presentes. Jarvis nunca se casou e não teve filhos. Faleceu em novembro de 1948 em West Chester, Pensilvânia.



ACM- RS



BRASIL
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que a celebração fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. O passar dos anos também trouxe sua intensa exploração comercial, mas o aspecto emocional ainda faz com que ela seja uma das homenagens favoritas dos brasileiros. J-J

Por: Allan Virissimo

segunda-feira, 6 de maio de 2013

5Q: Mama






Moral
Será que amor de mãe é para sempre? A incondicionalidade do amor materno é válida para todas as circunstâncias da vida, sejam boas ou ruins? Amor, afago e sentimento são elementos necessários a mãe ou ela pode criar novos elementos?

Cena boa
É difícil perceber uma "cena boa" em um filme de terror, mas em Mama o que não falta é cenas engraçadas e cômicas, e isso não é bazinga, como diz Sheldon Copper em TBBT. Destaco a cena de Anabel ao abrir um guarda-roupa e mexer em cabides e roupas. Juro pra vocês que eu achei que ela iria para Nárnia!!! kkkkkkkkkk

Cena ruim
A cena de uma das meninas comendo borboletas pretas e embotoando o dente é no mínimo nojento, além de aterrorizante.

Perfil
Victoria e Lilly são duas crianças sensíveis, que estão na fase dos porquês. Extremamente dóceis as duas passam por um trauma que fará com que elas mudem sua visão de mundo.

Opinião
Mama, em minha opinião, é um filme que não precisa ser visto. Não tem roteiro e por ser um filme de 'terror' acho que deveria assustar, o que não acontece, creio eu, em nenhuma cena. Não irá acrescentar nada na vida de vocês. J-J


Por: Emerson Garcia
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